Ig-Miri 7 - Famílias M, N, O, P, Q, R, S - Genealogias, Engenhos e Outros Aspectos
IGARAPÉ-MIRI:
GENEALOGIAS, ENGENHOS E OUTROS ASPECTOS
Postagem em fase de acréscimos de novas informações e nomes
GENEALOGIA MIRIENSE
A colonização do Pará se iniciou
através das sesmarias concedidas aos colonizadores portugueses e estes, ao se
fixarem às margens dos rios do Grão-Pará, iam determinando o surgimento das
povoações, que posteriormente dariam origem às freguesias e estas às vilas e
cidades.
As regiões do Baixo Tocantins,
Marajó (estas situadas em pleno Delta do Amazonas) e as terras do atual
Nordeste Paraense, não fugiram a essa regra, onde os colonizadores iam
instalando os povoamentos às margens dos
rios do Baixo Tocantins, do Marajó e nos rios Guamá, Acará, Moju, Capim,
Igarapé-Miri e tantos outros que serão citados nestas postagens. Esses
colonizadores, após as instalações desses povoados e de suas atividades
econômicas, não se fixavam apenas em uma localidade, devido seus interesses
econômicos que se espalhavam pelas margens dessas vias aquáticas acima citadas
e que também constituíam o modo de comunicação e de comercialização dos
produtos de suas atividades econômicas, vias que se tornaram importantes no
escoamento e comercialização do açúcar, do período colonial e da cachaça dos
períodos provincial e republicano do Pará.
As atuais cidades do Baixo
Tocantins, devido a presença do Delta Tocantino (região em que a aguá doce se
mistura com a água salgada do Oceano Atlântico), sofreram e sofrem as
influências dos corpos d’água desse estuário e em vários aspectos de sua vida,
especialmente no tocante as atividades econômicas e formação das populações.
Abaetetuba, Igarapé-Miri, Cametá e as atuais cidades do Baixo Tocantins estão
cercadas de água por todos os lados e os limites são feitos a partir de muitos
rios dessa região. No tocante ás populações das cidades, especialmente de
Abaetetuba e Igarapé-Miri, foram praticamente às mesmas famílias dos antigos
colonizadores portugueses que iniciaram a formaçãos dessas povoações, levados
por interesses econômicos, militares, políticos ou religiosos. Se analisarmos
bem a origem das famílias de Abaetetuba e Igarapé-miri, iremos encontrar uma
ancestralidade comum na formação de suas populações, devido interesses citados.
É claro que o colonizador português miscigenou com as populações nativas locais
e com a grande população escrava que existia na região, devido às exigências da
forma de atividade econômica com que iniciaram a colonização, que foi a
agricultura e, em especial, a cultura da cana doce e da indústria canavieira
que exigiam muitos braços para esses pesados serviços.
As Famílias e Figuras Populares de Igarapé-Miri,
Continuação
Famílias M
Família Mácola
Os Mácola
. Ítalo Mácola, citado em 2000.
Os Outros Mácola em Pesquisa
. Gilson de Almeida Mácola, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Medicina.
. Lauro Alves Mácola, natural de Igarapé-Miri/Pa, citado em 2010.
.
Sandra Maria Palheta Mácola, estudou no Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri,
formada no curso superior de Licenciatura em Geografia.
Família Macedo
Os Macedo
. Fernando Macedo, natural de Igarapé-Miri/Pa, citado em 2010.
. Miguel Machado, trabalhou nos
antigos engenhos de Igarapé-Miri/Pa e foi dono do Engenho Novo Horizonte, em
Igarapé-Miri, citado em 1919.
Família Machado
Os Machado
. Manoel Machado, poeta de Ig-Miri.
. Massilon Machado, era casado com Dalcinda Gama Machado, citada em 1939.
Família
. Dilza Machado: Araci Correa Santa Maria, na Vila Maiauatá, em Ig-Miri,
citada em 2010 e tendo como diretora Gracilene Ferreira e vice-diretora Dilza
Machado..
Família
. Izabel de Castro Machado, casada com Pedro Paulo Machado. Vide abaixo
. 1ª G/ pais de Pedro Paulo Machado
2ª G/Filhos/F, Pedro Paulo
Machado, casou com Isabel de Castro Machado, esta era professora e com filhos,
3ª g/Netos/N: Manoel Alexandrino de Castro Machado e outros.
.
3ª G/N, Manoel
Alexandrino de Castro Machado/Manoel Machado, filho de Pedro Paulo
Machado e Izabel de Castro Machado, e Manoel Machado com origem na
localidade Rio das
Flores, no município de Igarapé-Miri/Pa, nascido em 22/9/1929, falecido
aos 80 anos em 6/6/2010, era
aposentado, músico, compositor musical e poeta popular de literatura de
cordel com sátiras a políticos, candidatos a político derrotados, fatos históricos, Natal e outras festas e eventos, e Manoel casou com Nazaré da
Costa Machado e com 8 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn
Família
. 1ª G/ pais de Maria Raimunda
Machado
. 2ª
G/Filhos/F, Maria Raimunda Machado, 3ª esposa de Amadeu Cristino Pinheiro, este
filho da escrava Ana Cristina e do Capitão Manoel João Pinheiro (vide família
Pinheiro acima) e tiveram 7 filhos, 3ª G/Netos/N: Teotônio, Sizino, Murilo,
Antonico, Hoyte, Nizi e Lourdes Machado Pinheiro.
Família
. 1ª G/ pais de Didi Machado
. 2ª
G/Filhos/F, Didi Machado, dono do Engenho São Raimundo do Rio Muritipucu,
montado no final da década de 1950 no Rio Mututipucu. Os filhos, 3ª G/Netos/N,
Osvaldo e Antonio Machado negociavam a cachaça produzida no comércio de regatão
no Baixo Amazonas e com os avanços nos negócios começaram a investir na
aquisição de imóveis na Capital, Belém/Pa, o que lhes permitiu estabilidade
financeira mesmo após a crise dos engenhos de cana-de-açúcar do baixo
Tocantins.
Os Outros Machado em Pesquisa
. Dona Rita Borges
Machado, dona de engenhos e plantações, contemporâneo de Maria Ferreira de
Gusmão e Anna Ferreira de Gusmão, citados em 1830, na Freguesia de Sant1Anna de
Igarapé-Miri.
. ANNA
FERREIRA DE GUSMÃO, citada em 1830, 1836, dona de terras em área do Engenho
Nossa Senhora das Mercês, com 4.825 pés de cacau, dona de casas e com 45
escravos e outros bens: 5) Meio
quarto de terras no rio (....) principiando dos marcos de D. Rita Borges
Machado, pelo rio acima athe os marcos de Fernando Jozé Gonçalves Chaves, com
uma légua de fundos.
. Antonio Lopes
Machado, tenente-coronel citado em 1877, como membro da comissão dos imigrantes
cearenses de Igarapé-Miry, junto com o Tenente-Coronel comendador Domingos
Borges Machado Acatauassu e o Capitão José Garcia da Silva.
. Teodolina d’Oliveira
Machado, professora da escola elementar do sexo feminino da Vila de Moju,
citada em 1885.
. Andreza Pereira
Machado, professora da escola elementar do sexo feminino de Maiauatá, districto
de Igarapé-Miri, citada em 1885.
. João Ribeiro
Machado: Nomeados
em 1878 para o 2º distrito de Anapu, o 1º suplente de subdelegado, tenente
Manoel Luiz Penna de Moraes, 2º suplente, João Victorino de Souza janahú e 3º
dito, Felippe Antonio Pinheiro. Exonerados: 2º suplente de delegado de
Igarapé-Miry, Major João Ribeiro Machado e o 2º suplente do subdelegado do 1º
districto, Clarindo Duarte Souto e nomeado para subdelegado do 2º districto, o
último dos referidos cidadões.
. Domingos Borges
Machado Acatauassu, Tenente-Coronel e comendor, citado em 1877, como membro da
comissão dos imigrantes cearenses de Igarapé-Miry, junto com o Capitão José
Garcia da Silva e Antonio Lopes Machado.
. João Baptista
Machado Janahú
. João Victório de
Souza Janahú: Em 1878 João
Baptista Machado Janahú foi nomeado delegado de Igarapé-Miri e como 1º suplente
de delegado foi nomeado o tenente Thomaz Monteiro Cardoso Amanajás de
Tocantins, como 2º dito, Victório Gonçalves de Castro e 3º suplente, Manoel
Procópio Gonçalves. Para o 1º distrito foi nomeado o subdelegado Francisco
Lopes Trovão; 2º dito, o capitão Lourenço Monteiro de Alfaia e 3º dito, João
d’Annunciação Correa. Para o 2º distrito de Anapu, foi nomeado o 1º suplente de
subdelegado, tenente Manoel Luiz Penna de Moraes; 2º dito, João Victório de
Souza Janahú; 3º dito, dito, Felippe Antonio Pinheiro. Foi exonerado à pedido o
2º suplente de delegado de Igarapé-Miri, major João Ribeiro Machado e o 2º
suplente de subdelegado do 1º distrito, Clarindo Duarte Souto e nomeado para
subdelegado do 2º distrito , o 1º e para 1º suplente do 1º distrito, o último
dos referidos cidadões.
Família Maciel
.
Ana de Miranda Maciel/Zita Maciel, que foi antiga professora na Vila
Maiuatá, na localidade Baixo Rio Maiuatá, na casa do Sr. Otávio Almeida.
. Leocádio Pereira
Maciel ,em 1882, tendo ido caçar na cabeceira do Igarapé-Apihy foi vítima de um
tiro de espingada dado por engano de seu companheiro de caça, o liberto Antonio
Marinho Ribeiro.
Família Mácola
. Dr. Clóvis de Almeida Mácola, com origem em Ig-Miri.
.
Demétrio Luis Palheta Mácola, estudou no Instituto Sant'Ana, em
Ig-Miri, é formado no curso superior de Licenciatura em Letras.
Família Magalhães
. Heloísa Magalhães/Irmã Maria José, foi professora no Instituto Sant'Ana, em ig-Miri.
. João Baptista de
Magalhães, em 1854 era o delegado da instrução pública da Freguesia de Cairary,
tendo como suplente Antonio da Costa Mascarenhas.
. Luiz Maria de
Magalhães, que em 1889 foi nomeado para ocupar a vaga de 3º suplente de juiz
municipal de Igarapé-Miry, em lugar do tenente-coronel Antonio Manoel que tinha
pedido exoneração desse cargo, e como Luiz Maria não solicitou o título dentro
do prazo, foi substituído pelo Capitão Marianno Antonio Pinheiro.
. Francisco Antonio de
Magalhães
. Manoel
Francisco Pimentel, em 1855 era o capitão-comandante do corpo de trabalhadores
da Freguesia de Barcarena, que contava com um capitão e 50 trabalhadores; na
Freguesia de Beja, era o capitão-comandante José Elias de Souza; na Freguesia
do Moju, o capitão-comandante era Francisco José Rodrigues, contando com 1
capitão, 1 sargento, 4 cabos e 36 trabalhadores; na Villa de Igarapé-Miry, como
capitão-comandante José Gonçalves Chaves; na Freguesia de Cairary, o
capitão-comandante Francisco Antonio de Magalhães, contando com 1 capitão, 1
sargento, 1 cabo e 26 trabalhadores e na Freguesia de Abaeté, o
capitão-comandante Justo José Correa de Miranda.
Família Maia
. Thereza de Jesus
Maia, falecida em 1876, que era viúva de Francisco José Ferreira Sandim, casou
uma 2ª vez com (3ª G/N dos Correa de Miranda) com Manoel Gonçalves Correa de
Miranda, este citado em 1852 como primo de Pedro Honorato Correa de Miranda e
seu eleitor para a Assembléia Provincial, citados em 1857 e Thereza de Jesus
Maia e seu marido Manoel eram residentes no distrito de Anapu, Freguesia de
Igarapé-Miri/Pa, donos de engenhos e muitos escravos e tiveram filhos,( 4ª
G/Bisnetos/Bn, dos Correa de Miranda: João Antonio Sandim de Miranda, Anna,
Theresa (filha) e Joanna Correa de Miranda. Thereza (mãe) ficou viúva e
herdeira dos bens do marido, tendo falecida em 1876, quando sua filha Joanna
era menor.
. (4ª G/Bisnetos/Bn, filhos
de Manoel Gonçalves Correa de Miranda e Thereza de Jesus Maia):
Sandim de Miranda
. 4ª G/Bn: João
Antonio Sandim de Miranda
. 4ª G/Bn: Anna Correa de Miranda, presente à Instalação da cidade de Abaeté em
15/8/1895 e uma das assinantes da Ata de Cerimônia de Instalação
. 4ª G/Bn: Theresa
Correa de Miranda, casou com Francisco Lobato Frade. É o mesmo Antonio
Francisco Lobato Frade, que ajudava a eleger Pedro Honorato Correa de Miranda
para a Assembléia provincial, citado desde 1835 a 1867.
. 4ª G/Bn: Joanna
Correa de Miranda
. 4ª G/Bn: Major João
Baptista Correa de Miranda, filho de um irmão de Manoel Gonçalves Correa de
Miranda, acima, Capitão da Guarda Nacional citado em 1866, foi vereador na Vila
de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1861-1865), citado em 1876.
. 2ª G/Filhos/F: Julião Antonio Correa de Miranda, citado em 1800 como tenente da
8ª Companhia do Regimento de Milícia da cidade de Belém, dono de engenho movido
à água no rio Anapu, Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri, dono de terras
com plantações de cacau e café, dono de 47 escravos em 1810, irmão de Manoel
João Correa de Miranda, este e sua esposa Maria Ferreira de Gusmão, citados em
1925.
Família Marques
Os Marques
. Eurídice Raimunda Marques, era uma das organizadoras do antigo coral da festa de Sant'Ana, em Ig-Miri.
.
Manoel Marques, músico de Ig-Miri e era um dos músicos que faziam o
acompanhamento do antigo coral da festa de Sant'Ana, em Ig-Miri.
. Manoel
Luiz Marques, foi músico da antiga banda criada e regida pelo Maestro
João Valente do Couto, e músico de uma banda da década de 1920, em
Ig-Miri.
. Raimunda Marques, foi professora em Ig-Miri.
Família
.
Eurídice Soares Marques/Eurídice Marques de Souza, origem em Ig-Miri,
filha de Lídia, nasceu a 10/12/1917, filha de Manoel Luís Marques e
Lídia Soares Marques, professora aposentada, com trabalhos
sócio-culturais com atuação no folclore, no teatro, é compositora e
cantora no coro da Igreja Matriz de Ig-Miri, citada em 1930, foi nomeada
professora municipal em 1942
para lecionar no interior do município em casa do Sr. Caetano Leão, na
localidade Rio Santo Antonio, onde ficou 7 anos, casou em 1948 com João
Germácio de Souza, indo morar na cidade, viúva com 83 anos em 2000 e com
um filho Luís/Luizinho e Eurídice hoje desenvolve trabalhos voluntários
em Ig.Miri.
. Jacira Soares Marques, citada em 1930.
. Manoel Luís Marques, casado com Lídia Soares Marques e com filhos: Eurídice Marques de Souza.
.
Raimunda Soares Marques/Mundica Marques, irmã da professora Eurídice
Marques de Sousa, professora em Ig-Miri, cantora nos eventos sacros e
depositária da memória da cultura e contadora de história desse
município.
Família
Martins
Os Martins
. Antonia
Alzira Martins, professora da escola elementar do sexo feminino, de Cametá/Pa,
citada em 1885.
. Padre Emílio Martins, natural de Igarapé-Miri/Pa, foi pároco nesse município.
Família
. Feliciano
Martins: Gil Braz
Alves, Feliciano Martins e José Valois, portugueses, que na
penúltima década do século 19, em 1889, chegaram no Rio Maiauatá e estabeleceram-se na
antiga Ilha Concórdia (antigo nome da Vila Maiauatá), vindos do estado do
Maranhão e que iniciaram a ocupação e a devoção à Santo Antonio na Vila
Maiauatá e no ano de 1900 deram origem à devoção à Virgem de Nazaré na mesma
vila e que hoje é a Padroeira da mesma Vila.
. Raymundo
Joaquim Martins, professor da escola elementar do sexo masculino, de Cametá/Pa,
citado em 1885.
Pinheiro
Martins
. 1ª G/
pais de Braulino Pinheiro Martins
. 2ª
G/Filhos/F, Braulino Pinheiro Martins, que em 1950 tornou-se sócio-gerente do antigo Engenho
Santa Helena, sito no Rio Meruú-Açu, município de Igarapé-Miri/Pa, que era de propriedade João Tourão de
Miranda. Posteriormente Braulino Pinheiro Martins foi trabalhar na Mesa de Rendas
do Estado, na sede do mesmo município.
Martins
Cardoso
. 3ª G/N,
Anilo Martins Cardoso, que junto com os negócios do Engenho São Sebastião,
construiu uma fábrica de refrigerantes, sorveteria, que vendia juntamente com a
cachaça e também possuía, na Vila Maiauatá, esta às margens do rio de mesmo
nome, um concorrido estabelecimento comercial denominado “Bar Alegria”, este
com um grande salão social e que procurava valorizar as manifestações
religiosas, com destaque para a festa de São Sebastião, patrocinava festas
folclóricas locais e promovia bailes dançantes, concursos de misses,
apresentações de cordões juninos e promovia leilões e outras atividades
culturais. Além do mais, Anilo patrocinava dois clubes de futebol da Vila
Maiauatá que disputavam o campeonato municipal, um dos quais era o Alegria, era
dono de embarcações, entre as quais a lancha à vapor denominada Cardosinha, foi
vereador em Igarapé-Miri entre 1947 e 1951. Anilo era casado e com filhos, 4ª
G;Bisnetos/Bn: Nazareno Cardoso e outros, que após o falecimento de Anilo,
herdaram os negócios do pai e permaneceram nos negócios até a década de 1980.
Colaboração de Carlos Correa
Os Martins Pinheiro
Família Paralela de Gustavo Martins Pinheiro
. Agripino Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Carlos Correa, filho de Creuza Pinheiro Correa e Oséas Lobato Correa.
. Cláudio Dória Pinheiro, filho de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro
. Creuza Dória
Pinheiro/Creuza Pinheiro Correa, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins
Pinheiro e Creuza casou com Oséas Lobato Correa e com filhos: Carlos
Correa.
. Francisco Dória/Chiquinho Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda e Francisco com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
. Gustavo Martins Pinheiro, casou com Rosa Dória, esta filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Gustavo e Rosa com 4 filhos: Creuza, Zuila, Cláudio e Natércia Dória Pinheiro.
.
João Pereira Dória/João Dória, com origem na localidade Rio
Murutipucu-comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo
Silva nessa localidade, casado com Severina Correa de Miranda e com
filhos: Francisco, Ranulfo, Agripino, Maria e Rosa Dória.
. Maria Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Natércia Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro.
. Oséas Lobato Correa, casou com Creuza Pinheiro Correa e com filhos: Cláudio Correa.
. Ranulfo Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Ranulfo com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
. Rosa Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Rosa casou com Gustavo Martins Pinheiro e com 4 filhos: Creuza, Zuila, Cláudio e Natércia Dória Pinheiro.
. Zuila Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro
Os Outros Martins
. Braulino Pena Martins, que foi prefeito de Ig-Miri em 1967 e que foi baluarte na Educação em Ig-Miri.
Família Marvão
. Odete Barbosa Marvão, que foi profa. no 1º Grupo Escolar de Igarapé-Miri dos anos de 1950 em diante.
Família
Matos
. Padre
Antonio Augusto de Matos, como pároco da Freguesia do Moju, em 1855
Família
. Padre
Affonso de Mattos, citado em 6/8/1901, com a reinvindicação dos donos de
engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto
Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros,
solicitados pela Associação Comercial de Belém.
Família
. João José
de Mattos Júnior, foi promotor público em
Igarapé-Miri, citado em 1889.
Família
Mattozinho
. Padre
Antonio Francisco Penna de Mattozinho:
. Padre
Jerônimo Roberto da Costa Pimentel, citado como pároco da Freguesia de Abaeté
em 1855, tendo como pároco coadjutor o padre Antonio Francisco Penna Mattozinho
e este padre foi professor da instrução primária na Freguesia de Abaeté em
1878.
Família
Melo
. Custódio
P. de Mello, tenente-coronel e comandante superior da Guarda nacional em
Igarapé-Miri, citado em 1885.
Sampaio
Melo
Os Melo
. Profa. Ângela Melo, que foi diretora do 1º Grupo Escolar de IG-Miri.
. Enedina Sampaio
Melo, com origem no município de Igarapé-Miri e com nome da Escola Estadual
Enedina Sampaio Melo, nesse município.
Família
Mendes
. Francisco
Antonio Ferreira Mendes, era em 1854 o
coletor da mesa de rendas em
Igarapé-Miry.
Família Menezes
Família Mercês
. João Hipólito das Mercês que foi intendente municipal de Ig-Miri em 1930.
. Atacílio Athayde de Meneses, foi músico na antiga banda criada e regida pelo maestro João Valente do Couto, de Ig-Miri.
. Sebastião Odorico de Menezes, foi músico da antiga banda criada e regida pelo Maestro João Valente do Couto, em Ig-Miri.
Família Mesquita
. Antonio Augusto Mesquita, que foi prefeito de Ig-Miri em 1938, tendo dado grande apoio ao Sport Club Santana de Ig-Miri.
Família Miranda
Os Miranda
. Catarina Miranda, natural de Igarapé-Miri/Pa, citada em 2010.
.
Jovem Miranda, origem na localidade Rio São Lourenço, presidente da
Associação Comunitária Ribeirinha Nova União do Rio São Lourenço,
município de Igarapé-Miri/Pa, citada em 2010.
. Orivaldo Miranda, jornalista de O Liberal, escritor.
. Raimunda Marlene Miranda, citada no ano 2000 em Ig-Miri.
.
Ticiano Miranda, que foi antigo morador e dono de engenho no lugar
Santo Antonio, na localidade Rio Riozinho e Espera, em Ig-Miri.
Os de Miranda
. Raimundo de Miranda, músico de Ig-Miri, e era um dos que acompanhavam o coro de música sacra em Ig-Miri.
Os Miranda Correa de Anna de Miranda Correa
Família de Catharina Correa Lobato
.
Anna de Miranda Correa, nascida em 24/3/1948 e falecida em 25/4/1976,
c/c Virgílio da Costa Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa,
este c/c Creuza Dória Correa e com filhos: .
. Carlos Pinheiro Correa
.
Catharina Correa Lobato, c/c Cordulino Affonso de Lyra Lobato e com
filhos: Anna de Miranda Correa, esta c/c Virgílio da C. Correa Pinheiro
e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com
filhos.
. Cordulino Affonso de Lyra Lobato, c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa.
.
Creuza Dória Correa, esta nascida em 11/8/1936 e falecida em
26/11/2009, foi comerciante em Ig-Miri, c/c Oseas Lobato Correa e com
filhos.
.
Francelino Abel Correa, c/c Maria de Jesus Correa e com filhos:Virgílio
da Costa Correa Pinheiro e este c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato
Correa, e este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
.
Jerônimo de Lyra Lobato, c/c Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso
de Lyra Lobato, este c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda
Correa, esta casou com Virgílio da Costa Correa Pinheiro este casado e com
filhos: Creusa Dória Correa, esta c/c Oséas Lobato Correa e com filhos.
. Maria de Jesus Correa, c/c Francelino Abel Correa e com filhos: Virgílio da Costa Correa Pinheiro
. Oséas Lobato Correa, este nascido em 15/9/1930, c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Quitéria Lobato, c/c Jerônimo de Lyra Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
.
Raymundo, c/c Antonia e com filhos: Jerônimo de Lyra Lobato, este c/c
Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
Virgílio da Costa Correa Pinheiro, c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa.
Os Batista de Miranda
.
Adalgisa Maria Batista de Miranda, que foi professora e diretora do
Grupo Escolar de Ig-Miri, citada em 1950, e casou com Raimundo de
Miranda.
. Albertina Batista de Miranda, que foi profa. no 1º Grupo Escolar de Ig-Miri.
. Neusa Batista de Miranda, que foi profa. no 1º Grupo Escolar de Ig-Miri.
Os Correa de Miranda
. Ana Correa de Miranda, citada em 2000.
. Felipe Correa Miranda, origem na localidade Rio Pindobal-Açu, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 2007.
Família
.
Ana Paraense Correa/Correa de Miranda, nascida em 1920, origem na
localidade Rio Espera, Casa Santo Antonio, propriedade de seu pai Júlio
César Correa, que mudou em 1930, ainda criança, para a cidade de Ig.Miri
para estudar na antiga Escola Isolada Mixta dessa cidade, era antiga
professora das turmas multisseriadas de Ig-Miri, citada com 80 anos em
2000.
.
Domícia Paraense Correa/Nharita, origem na localidade Rio Espera, Casa
Santo Antonio, filha de Júlio César Correa, é irmã da profa. Ana Correa
de Miranda, e domícia era professora nomeada como professora com escola
na localidade Rio espera, no salão da Casa Santo Antonio, de seu pai
Júlio César Correa, citada em 1930.
.
Júlio César Correa/Mucura Porre, origem na localidade Rio Espera, em
Ig-Miri, proprietário da Casa Santo Antonio, casado e com filhos: Ana,
Domícia.
Mapa do Baixo Tocantins e Rodovias
Família
Os Outros Miranda em Pesquisa
. Antonia Amélia Figueiredo
Miranda, esteve presente na instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895.
. Alexandrina Souza de
Miranda, esta já era falecida em 1850, casou com (3ª G/N dos Correa de Miranda)
Manoel João Correa de Miranda (homônimo do pai), este filho de Manoel João
Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão, e o 2º Manoel João nasceu no
distrito de Anapu, Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri, e faleceu em 1850,
era dono de terras com plantações de seringueiras, dono de escravos e com laços
de comércio de borracha em Belém/Pa, dono de engenhos, tenente-coronel das
antigas milícias e Alexandrina e o 2º Manoel João tiveram um filho, 4ª
G/Bisnetos/Bn, de nome Antonio Manoel Correa de Miranda. Manoel João Correa de
Miranda faleceu quando seu filho Antonio Manoel tinha 20 anos de idade em 1850
e teve cerca de outros nove irmãos.
.
Ana da Trindade de Miranda, nascida a 1/1/1900, filha de Tomaz Aquino
de Almeida e Maria do Carmo Trindade/de Almeida e que dedicou toda a sua
vida como professora em Ig-Miri.
. Benedita dos Santos Miranda, foi professora em Ig-Miri, citada nos anos de 1950.
. Ivanilde Vieira Miranda, foi professora e diretora no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.
. Lourenço Monteiro de Alfaia Lobato: Em 1878 foram nomeados: delegado de
Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz
Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de
Castro e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º districto, como
subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão Lourenço Monteiro de
Alfaia Lobato e 3º dito, João d’Annunciação Correa.
. Capitão José
Monteiro de Lyra Lobato:
Em 1868
eram 2 Comandos Superiores, situados nas Comarcas da Capital e Villa de
Igarapé-Miry.
Na Comarca
da Capital eram 7 comandos superiores:
Comando
Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá),
Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves,
Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião,
Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém
(Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando
Superior da Comarca de Igarapé-Miry:
. Comandante
superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
. No 10º
batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na
Freguesia de Abaeté.
. No 11º
batalhão de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na
Villa de Igarapé-Miry.
. Na 2ª
secção de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na
Freguesia de Cairary.
. Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Nonteiro de Lyra
Lobato, na Villa de Igarapé-Miry.
. Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da
Silveira Góes, na Freguesia de Abaeté.
Família
.
Jorge
Valério Monteiro, era português, agricultor e comerciante, que comprou
parte da
sesmaria de João de Mello Gusmão, da antiga Fábrica Nacional onde se
trabalhava com o comércio de madeira beneficiada para exportação, e onde
hoje se assenta a cidade de
Igarapé-Miri/Pa, casou com Anna Gonçalves de Oliveira, esta filha do
português
Antonio Gonçalves de Oliveira e Anna trouxe consigo uma imagem de
Sant’Anna e
seu marido mandou erigir em 1714 a capela dedicada á devoção dessa
Santa, em
Igarapé-Miri/Pa, e Jorge Valério Monteiro, tendo amealhado riquezas na
antiga
Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, voltou com a família para a
Europa,
tendo vendido suas propriedades para o agricultor João Paulo de Sarges
Barros.
Genealogia
Paralela de Anna Gonçalves de Oliveira
. 1ª G/
pais do português Antonio Gonçalves de Oliveira
. 2ª
G/Filhos/F, Antonio Gonçalves de Oliveira, português que fixou residência na
antiga Freguesia de Sant’Anna de igarapé-Miry nas décadas finais do Século 17,
casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: Anna Gonçalves de Oliveira e outros.
. 3ª G/N,
Anna Gonçalves de Oliveira, que casou no início do século 18 com o português
Jorge Valério Monteiro, agricultor e comerciante e com filhos, 4ª
G/Bisnetos/Bn. Vide acima em Jorge Valério Monteiro.
Família Monteiro
. Raimundo Monteiro
Família
Moraes
Os Moraes
. Manoel Morais, origem na localidade Rio das Flores, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 2006.
. Mimita Moraes, que foi antiga professora na local Sempre Viva, em ig-Miri.
. Raimundo Moraes, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, citado em 6/1992.
.
Sulpício Moraes, que nos anos de 1930 era viajante com viagens
marítimas pelo interior do Pará e que levou o português Alfredo Silva ao
interior do município de Ig-Miri, tendo este fixado residência, se
tornando professor, casado e tendo filhos nessa localidade.
Os de Moraes
. Sátiro Moraes, prof. citado em 1912 com aluno do antigo curso elementar e complementar em Ig-Miri.
. Simplício de Moraes, natural de Igarapé-Miri/Pa, citado em 2010.
Os Outros Moraes em Pesquisa
. Luiza Correa Moraes, foi professora em Ig-Miri.
. Manoel Luiz
Penna de Moraes: Nomeados
em 1878 para o 2º distrito de Anapu, o1º suplente de subdelegado, tenente
Manoel Luiz Penna de Moraes, 2º suplente, João Victorino de Souza janahú e 3º
dito, Felippe Antonio Pinheiro. Exonerados: 2º suplente de delegado de Igarapé-Miry,
Major João Ribeiro Machado e o 2º suplente do subdelegado do 1º districto,
Clarindo Duarte Souto e nomeado para subdelegado do 2º districto, o último dos
referidos cidadões.
. Pedro Pantoja de Moraes, origem na localidade rio pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. João Pereira de Moraes/Cametá, que foi gerente do Engenho Santa
Cruz, vindo da antiga Usina Santa Cruz citada em 1712 como produtora de açúcar
em Igarapé-Miri, e o Sr. Cametá, citado na década de 1950 se tornou um
destacado administrador da lendária Casa Vale, situada à margem do Rio Maiautá
pertencente à firma Alves Vale & Cia, tornando-se um dos sócios da referida
firma por sua capacidade administrativa em negócios que envolviam atividades de
indústria-comércio-navegação, incluindo o lucrativo comércio de regatão pelo
Rio Tocantins e Baixo Amazonas e dita Casa Vale que se constituiu numa espécie
de empório comercial do concorrido Rio Maiauatá, onde de seu porto chegavam e
saíam numerosos barcos com negócios com a referida casa comercial que também
fazia negócios de engarrafamento de cachaça, concorrendo com as outras
poderosas engarrafadoras Cocal e Santo Antonio/Siqueirinha, do município de São
Sebastião da Boa Vista, na Ilha do Marajó, Estado do Pará. Porém a poderosa
Casa Vale de grande importância comercial e histórica na indústria canavieira,
especialmente da cachaça, no promissor e lucrativo comércio de regatão, não
resistiu à crise que se abateu sobre a indústria canavieira e, em consequência,
sobre as demais atividades comerciais e veio à falência nos fatídicos anos
finais da década de 1970, devido uma série de fatores, especialmente a
concorrência dos produtos vindos de outras partes de país, das execuções da
Justiça do Trabalho, via Junta implantada no ano de 1973 em Abaetetuba, que levou
à leilão o conjunto de bens imóveis da firma. Vide Indústria Canavieira de
Abaetetuba e Igarapé-Miri.
. Manoel Silva Moraes, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, citado em 6/1992.
. Sulpício de Souza Moraes, foi um dos nordestinos chegados na antiga Vila Concórdia (hoje Vila Maiuatá) em 1920.
Família Moreira
. João Moreira, foi um dos nordestinos chegados na antiga Vila Concórdia (hoje Vila Maiuatá) em 1910.
Família Moura
. Francisca Xavier
Gonçalves Moura, casou com (3ª G/N dos Correa de Miranda) Manoel João Correa de
Miranda (homônimo do pai), este filho de Manoel João Correa de Miranda e Maria
Ferreira de Gusmão, e o 2º Manoel João nasceu no distrito de Anapu, Freguesia
de Sant’Anna de Igarapé-Miri, e faleceu em 1850, era dono de terras com
plantações de seringueiras, dono de escravos e com laços de comércio de
borracha em Belém/Pa, dono de engenhos, tenente-coronel das antigas milícias.
Francisca Xavier Gonçalves Moura faleceu e o 2º Manoel João Correia de Miranda
ficou viúvo e sem filhos.
.
Iacy Santana Moura, nascida a 8/4/1929, filha de ignácio de Santana e
Joana Evangelina Guimarães Santana, que fazia parte do antigo coro da
festa de Sant'Ana, de Ig-Miri, citada em 2000 com 72 anos de idade.
FAMÍLIAS N
Família
Nahum
. 1ª G/ pais de Benjamim de Castro Nahum/Poca
. 2ª G/Filhos/F, Benjamim de Castro Nahum/Poca, comerciante e dono do Engenho São
Raimundo do Panacuéra, instalado na década de 1950 no Rio Panacuéra e foi chefe
de turmas de pescadores de arrastão na região, cujo produto obtido era salgado
e levado para a vizinha cidade de Abaetetuba, daí seguindo em caminhões para o
Ceará, atividade no qual obtinha consideráveis ganhos financeiros, que o
levaram a ingressar nos negócios de engenhos de cana-de-açúcar para produção de
cachaça. O maquinário para o engenho adquiriu com Manoel Lobato/Duquinha
Lobato, que havia trocado os maquinários de seu Engenho Fortaleza, em
Igarapé-Miri/Pa. A cachaça produzida era vendida para a região do baixo
Amazonas e com os lucros obtidos adquiriu embarcações e novas propriedades e a
trocar o antigo equipamento do engenho por um novo e cedendo o antigo ao seu
amigo Arcelino Correa que montou o Engenho São Judas Tadeu no Rio Murutipucu. O
Sr. Poca instalou uma indústria de cerâmica e contava com a ajuda de seus
filhos, 3ª G/Netos/N: Raimundo Viana Nahum e Benjamim Viana Nahum e outros mais
crianças que foram enviados para a Capital, Belém, para os devidos estudos,
onde concluíram cursos universitários.
. 3ª G/N,
Raimundo Viana Nahum, foi eleito na década de 1960 como o 3º presidente da
Cooperativa de Indústria de Produtos da Cana que permaneceu à frente da
cooperativa durante 4 anos até a eleição de uma nova diretoria em meio a muitas
crises.
Outros
Descendentes dos Nahum
. Hugo Lobato Nahum, vereador na
gestão do prefeito Francisco Maués Carvalho (2001-2004), comerciante e dono da
Padaria Anjo da Guarda, casado e com filhos.
. Cleonildo Lobato Nahum,
Secretário de Finanças em Abaetetuba, citado em 1995.
Família Nascimento
. Raimunda Marques do Nascimento, foi professora em Ig-Miri.
Família Negrão
Os Negrão
. Orlandina Negrão, foi professora em Ig-Miri.
. Tomaz Lourenço Negrão, citado em 6/8/1901, com a
reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao
Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos importados
de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial de Belém.
Família
. 2ª G/Benedita Negrão/Negrão
Rodrigues/Figica, que em 1914 casou com o Sr. Noé Guimarães Rodrigues e com 10
filhos, 3ª G/Netos/N. Vide genealogia de Noé Guimarães Rodrigues, acima.
Os Outros Negrão em Pesquisa
. Affonso de Albuquerque Negrão, citado em 6/8/1901, com a
reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao
Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos importados
de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial de Belém.
. Orlandina do Carmo Negrão, foi professora em Ig-Miri.
Família Nery
Os Nery
. Alda Neri , foi professora no 1º gráu no Grupo Escolar de Ig-Miri no seu início de funcionamento.
Os Outros Nery em Pesquisa
. Deolirdes Almeida Nery, foi professora em Ig-Miri.
.
José Raimundo de Almeida Neri, estudou no Instituto Sant'Ana, em
Ig-Miri, formado no curso superior de Filosofia e Teologia, padre.
. Márcia Tereza Correa Nery, foi aluna do Instituto Sant'Ana, de Ig-Miri, formada no curso superior de Ciências Contábeis.
. Maria da Glória Miranda Nery,
esteve presente na Instalação da cidade de Abaeté em1895.
Família Nonato
. 1ª G/ pais Guilherme Nonato
. 2ª
G/Filhos/F, Guilherme Nonato, era mecânico, torneiro e caldeireiro de engenhos
no Baixo Tocantins, juntamente com seus filhos, 3ª G/Netos/N, Plácido e
Raimundo Nonato e também Antonio Nonato, que era carpinteiro e eles residiam às
margens do Rio Meruú-Açu, município de Igarapé-Miri onde também montaram o Engenho Indiano e enfrentaram
dificuldades nos negócios da indústria canavieira.
. Maria
Antonia Nonato, com origem no município de Igarapé-Miri, citada em 2010.
Família Nunes
. 1ª G/
pais de Antonio Gonçalves Nunes, o Barão de Igarapé-Miri
. 2 G/Filhos/F, Antonio Gonçalves Nunes, o Barão de Igarapé-Miri, com um engenho
no Rio Maiauatá, no atual município de Igarapé-Miri, local em que o sr. Altino
Pinheiro Sampaio veio a montar, na década de 1950, o Engenho Santo Antonio.
. Acatauassu Nunes foi um dos primeiros donos de engenho, ainda nos
tempos de Abaeté vila. Engenho do Acatauassu,
de Acatauassu Nunes, no rio Maracapucú, e que, dizem, foi
o primeiro engenho montado em Abaeté, ainda nos fins do Século XIX. Acatauassu
era famoso pelos maus tratos aplicados aos seus escravos e trabalhadores.
Corriam histórias entre os antigos donos de engenho: quando estes diziam aos
seus escravos “Se não trabalhar direito eu vou te vender para o Acatauassú”, o
que era um modo eficaz para fazer o trabalhador redobrar seus trabalhos no
engenho.
. Célio Roberto Castro Nunes, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. Olgarina da Silva Nunes, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescadora, citada em 6/1992.
Miguel Afonso, grande músico da Vila Maiuatá, município de Ig-Miri
Fonte da foto: Adenaldo dos Santos Cardoso
FAMÍLIAS O
Família
Oliveira
Família
MANOEL RAIMUNDO d'OLIVEIRA
. MANOEL RAIMUNDO d'OLIVEIRA JÚNIOR, significa
que seu pai era Manoel Raimundo d’Oliveira.
Na lista abaixo JOAQUIM DE DEUS OLIVEIRA e seus colegas de tropa e batalhões da antiga Guarda Nacional de Ig-Miri:
. Joaquim
de Deus Oliveira
. Lourenço
Antonio Lopes de Oliveira: Em 1888
foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o
batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª
companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio
Apolinário Lobato.
. Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
. Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
Promoções:
promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
. Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho. Para alferes, o guarda
Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
. Para tenente, o guarda
Joaquim de Deus Oliveira. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
. Para tenente, o alferes
do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
. Para alferes, o
guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro. Para tenente, o guarda Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra
Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
. Para tenente, o guarda Marcellino
Antonio da Silva.
. Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Estado
maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense
Perdigão.
. Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
Por portaria de 20/3/1888, foi
designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para
comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.
Família
. MANOEL DOMINGOS d'OLIVEIRA, que em 1889 era tenente do 7º batalhão de
infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry, junto com o
tenente-quartel-mestre Francisco Antonio d’Oliveira Pantoja,
tenente-ajudante-alferes João Capistrano Janahú, capitão Hypólito Rabello
Moreira Sampaio, capitão-tenente Raymundo Pinheiro Lopes, tenente-alferes
Cordolino Afonso de Lyra, tenente Agostinho Augusto Pinheiro, tenente Manoel
Domingos d’Oliveira, alferes Manoel Raymundo dos Santos Quaresma, alferes José
Ildefonso sosinho, e alferes Marciano Rodrigues de Castilho.
. Agostinho Monteiro Gonçalves de
Oliveira, cronista que escreve “Crônicas de Igarapé-Miry”.
Família
. 1ª G/ pais de BASILEU BASÍLIO DE OLIVEIRA
. 2ª
G/Filhos/F, BASILEU BENÍCIO DE OLIVEIRA, natural da localidade Itanimbuca,
distrito de Maiauatá, município de Igarapé-Miri/Pa, casou com Maria de Nazaré
Maciel de Oliveira e com filhos, 3ª G/Netos/N: Julião Simplício de Oliveira e
outros.
.
3ª G/N, JULIÃO SIMPLÍCIO DE OLIVEIRA, filho de Basileu Benício de
Oliveira e Maria de Nazaré Maciel de Oliveira, e Julião nasceu às
margens do Rio Itanimbuca, distrito
de Maiauatá, município de Igarapé-Miri/Pa a 26/8/1901,inteligente e
lendário
dono de engenhos e outros bens em Igarapé-Miri/Pa, que começou a
trabalhar na
década de 1920 na loja do dono de engenhos e comerciante, Major João
Nicolau
Fortes, tornando-se sócio do sogro e que em 1940 adquiriu seu próprio
engenho,
o Engenho Brasil, no Rio Santo Antonio no atual município de
Igarapé-Miri//Pa,
foi vice-presidente da 1ª diretoria da Sociedade Cooperativa de
Indústria de Produtos de Cana, fundada a 3/10/1952, e com os avanços
nos negócios, diversificou
suas atividades: serraria, destilaria de álcool, fábrica de
refrigerantes,
cerâmica, oficina mecânica, estaleiro de carpintaria naval, comércio
atacadista
e varejista, farmácia, 37 embarcações (inclusive a embarcação “Hino do
Brasil”
motorizada, motor MWM de 60 HP, a mais rápida da região em sua época),
vilas de
casas, 55 propriedades rurais, constituindo-se numa das maiores fortunas
do
Baixo Tocantins dos anos de 1960, 1970, se tornou homem de prestígio
político e
íntimo amigo do ex-governador Magalhães Barata, reste recebido no
Engenho
Brasil com toda a comitiva governamental do Pará e políticos do Baixo
Tocantins, ativo leiloeiro da festividade de Sant’Ana, em
Igarapé-Miri/Pa,
porém foi atingido pela crise dos engenhos e veio à falência devido
vários
motivos, um dos quais foram as ações dos seus empregados na Justiça do
Trabalho, na década de 1970, casou ainda
na década de 1920 com MARIA FORTES, esta filha do Major João Nicolau
Fortes
(vide família Fortes) e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn, e mais outros
filhos,
4ª G/Bn com outras mulheres, num total de 37 filhos e muitos destes
também com
filhos, 5ª G/Trinetos, que seguiram gerando outras gerações da família
do Sr.
Basileu Benício de Oliveira e seu filho Julião. O Sr. Julião Simplício
de
Oliveira, após a crise dos engenhos e de suas atividades, se mudou para a
Capital, Belém/Pa, onde viveu modestamente até seus últimos dias.
. 4ª
G/Bisnetos/Bn, uma filha de Julião Simplício de Oliveira que casou com ROLDÃO CASTRO, este era acadêmico de medicina.
. 5ª
G/Bisnetos/Bn, André Serrão.
Família
. 1ª G/ pais de Antonio Gonçalves
de Oliveira
. 2ª G/Filho/F, ANTONIO GONÇALVES DE OLIVEIRA, português que chegou em
Igarapé-Miry e que introduziu a devoção
à Sant’Anna em Igarapé-Miri no ano de 1704, casado e com filhos, 3ª G/Netos/N:
Ana Gonçalves de Oliveira e outros.
.
3ª G/N, ANA GONÇALVES DE OLIVEIRA, portuguesa, nascida por volta de
1696 em Portugal, que veio com a família para
Igarapé-Miry e era a proprietária da imagem de Sant’Anna que tem 87cm de
altura, que ainda em Portugal casou com
com o comerciante JORGE VALÉRIO MONTEIRO em 1714 em Portugal e em
Igarapé-Miri iniciou a devoção a Santa Ana de 16 a 27/7 de cada ano
ainda na antiga capela construída por ela, e ficando ricos, em 1730,
voltaram para Portugal, antes vendendo capela, engenho, casas, fábrica
para João Paulo de Sarges Barros em Ig-Miri, e tiveram filhos, 4ª
G/Bisnetos/Bn.
Os Outros Oliveira em Pesquisa
.
EUDÓXIO CARDOSO DE OLIVEIRA, foi membro na década de 1920 da Banda
Henrique Gurjão, posteriormente transformada em Clube Nunes Garcia que
sobreviveu até 26/7/1937, em Ig-Miri.
. ISOUDA BARBOSA DE OLIVEIRA, estudou no Instituto Santana, em Ig-Miri, formada no curso superior de Licenciatura em Letras.
. JANILSON OLIVEIRA DA FONSECA, foi secretário de Educação em 2007 no município de igarapé-Miri/Pa.
. MANOEL BARBOSA DE OLIVEIRA, foi prefeito de Ig-Miri de maio a dezembro/1983.
.
ROBERTO PINA DE OLIVEIRA, com
origem na Vila Maiauatá, município de Igarapé-Miri, é militante social,
carpinteiro naval, nascido às margens do Rio Santo Antonio e que foi
prefeito
desse município, citado em 2008.
FAMÍLIAS
P
Família Padilha
Família
Paes
. Venâncio
da Fonseca Paes: Em 1886
foram nomeados os professores: Venâncio
da Fonseca Paes, para a escola elementar da Freguesia de Cairary; Manoel
Joaquim de Souza Lobato, para a escola elementar do Tucumanduba e Percilianno
de Mattos Ferreira, para a escola elementar do Caeté, distrito do Moju.
Família Paiva
Os Paiva
. Maria Paiva, trabalhou como roupeira no Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri.
Família
. 2ª
G/Filhos/F, João Souza de Paiva/João Boi, dono do Engenho São João do Furo do
Seco, sito no mesmo furo, município de Igarapé-Miri/Pa, que funcionava à vapor
de lenha e com antigo maquinário inglês de 1872, junto com um moinho também de
marca inglesa do ano de 1890. A produção do engenho foi decaindo com a crise da
cachaça, passando a funcionar precariamente em 1991 e fechando em 1992 por
falta de recursos. Foi dono também do Engenho São José, adquirido por ocasião
da crise da cachaça da família dos filhos do sr. Raimundo Martins de Lima/Tito
Martins e que chegou a funcionar precariamente até pouco tempo atrás.
Família Palheta
Silva Palheta
1ª G/ pais de Januária da Silva
Palheta, 1ª esposa do Capitão Amadeu Cristino Pinheiro, este filho da escrava
Ana Cristina e capitão Manoel João Pinheiro, no final do século 19 (vide
família Pinheiro acima) e não tiveram filhos.
Família Pantin
.
Major Pantin, que era tabelião em Ig-Miri em 1912 e era voluntário como
instrutor dos alunos dos cursos elementares de Ig-Miri em 1912.
FAMÍLIA PANTOJA
Os Pantoja
. Clara Pantoja/Calita, trabalhou como servente no Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri.
. Francisco
Pantoja, com origem no município de Igarapé-Miri/Pa e foi vice-prefeito e
secretário de Saúde desse município, citado em 2009.
.
Manoel João Pantoja/Pequenino Suraca, foi músico na antiga banda
Henrique Gurjão na década de 1920, posteriormente transformada no Clube
Nunes Garcia, em Ig-Miri.
. Pantoja e Irmão, firma citada em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de
engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro,
pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados
pela Associação Comercial de Belém.
. Margarida Pantoja, que na localidade Vila Maiuatá, em Ig-Miri, fazia a antiga festa de de São Sebastião
. Nilza Pantoja, foi prefeita de Igarapé-Miri, citada em 2008.
. Sebastião Pantoja, foi um dos nordestinos chegados na antiga Vila Concórdia (hoje Vila Maiuatá) em 1910.
Família
. Manoel José Pantoja, antigo professor de Ig-Miri, casado e com filhos: Raimundo Emiliano Pantoja e outros.
. Raimundo Emiliano Pantoja, filho do Sr. Manoel José Pantoja
Família
. 1ª G/ pais de João Pantoja
. 2ª
G/Filhos/F, João Pantoja, com origem no município de Igarapé-Miri, casou com
Celita Pantoja e com filhos, 3ª G/Netos/N: Dolores, Maria José, Maria Trindade,
Benedito e outros, que mudaram para Abaetetuba/Pa.
. Benedito Ferreira Pantoja, era dono de Engenho no
Rio Mahuba.
Família
Tourão Pantoja
. 1ª G/ pais de Miguel e Venino Tourão Pantoja
. 2ª G/Filhos/F, Miguel Tourão Pantoja, que com o irmão Venino compram os
negócios comerciais de João Tourão Correa de Miranda, em Igarapé-Miri/Pa.
. 2ª G/Filhos/F, Venino Tourão Pantoja.
Família
Correa Pantoja
. 1ª G/
pais de Olinda Correa Pantoja
. 2ª
G/Filhos/F, Olinda Correa Pantoja, casada com Talcídio de Oliveira Pantoja e com filhos, 3ª G/Netos/N: Deusdeth
Antonio, Dário José, Dilson de Jesus (já é falecido), Dinair, Dilma Maria,
Dilza Maria, Dilberto Nazareno (já é falecido), Djalma Tadeu, Darcízio Eloy,
Darlene Maria, Denize Maria e Déa Cristina Correa Pantoja e alguns destes com
filhos e netos, 4ª G/Bisnetos/Bn e 5ª G/Trinetos/Tn.
. 3ª G/Netos/N, filhos de Talcídio de Oliveira Pantoja e Olinda Correa Pantoja:
3ª
G/N, Djalma Tadeu Correa Pantoja, nasceu em 11/12/1963, é artista,
cantor e compositor (com mais de 100 músicas compostas), forma no
conjunto musical Filhos de Ig-Miri, formado em Ciências Contábeis,
Delegado da Receita Estadual do Pará.
. Filó, avó dos Oliveira Pantoja.
.
Filoca de Oliveira Pantoja, origem na localidade Rio Espera, irmão de
Talcídio de Oliveira Pantoja, e Filoca era antigo músico de jazz
. Talcídio de Oliveira Pantoja, casado com Olinda Correa Pantoja e com filhos. Vide Acima
Pantoja
Correa
. Sílvio
Antonio Pantoja Correa, com origem no município de Igarapé-Miri/Pa, citado em
2010.
Os Oliveira
Pantoja
. Alexandre Antonio de Oliveira Pantoja.
Citação de 1857: MARIA DA GLÓRIA CORREA DE
MIRANDA, dona de terras, engenho e terrenos:
1) huma
sote de terras com meia légua, pouco mais ou menos a qual principia das
divisões de JOZÉ GONÇALVES CHAVES e confina com ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA
PANTOJA, fundos competentes, denominado vulgarmente Japaticú com caza de
vivenda coberta de telha com 100 palmos de frente e 70 de fundos, além de um
grande quintal com cazas (no município de Igarapé-Miry, citado em 1857).
2) hum quarto de terras nas cabeceiras do Rio
(....) que principiam dos marcos de ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA e
dahi por diante athe o (....) de braças pertencentes às ditas terras (na
freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, citada em 1857).
3) dois terrenos na Villa de
Igarapé-Miry (citados em 1857).
4) hum
engenho de moer urucú sem serventia (citado em 1857), dona de17 escravos.
. Francisco Antonio d’Oliveira Pantoja, em
1889, como tenente-quartel-mestre do 7º batalhão de infantaria da Guarda
nacional em Igarapé-Miri, junto com o tenente-ajudante-alferes João Capistrano
Janhahu e o capitão Hypólito Rabello Moreira Sampaio, capitão-tenente Raimundo
Pinheiro Lopes, tenente-alferes Cordolino Afonso de Lyra, tenente Agostinho
Augusto pinheiro, tenente Manoel Domingos d’Oliveira, Alferes Manoel Raymundo
dos Santos Quaresma, alferes José Ildefonso Sosinho, e o alferes Marciano
Rodrigues de Castilho.
. João d’Annunciação d’Oliveira Pantoja,
citado em 1868 como professor de Beja.
Os Outros Pantoja em Pesquisa
. Amintas Pinheiro Pantoja
.
Dulcelinda Lobato Pantoja, estudou no Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri,
formado no curso superior de Bacharel em Direito, advogada.
. Edmundo Pantoja, foi
membro na década de 1920 da Banda Henrique Gurjão, posteriormente
transformada em Clube Nunes Garcia que sobreviveu até 26/7/1937, em
Ig-Miri.
Abaixo o nome de Henrique José de Oliveira vem junto com outros nomes da antiga corporação militar, O Corpo de Trabalhadores:
. Henrique José de Oliveira Pantoja, em
citação de 1854: Em 1854,
o governo da Província do Pará criou como membro da Força Pública o Corpo de
Trabalhadores (que foi uma das forças públicas criadas após a revolta da
Cabanagem na Província do Pará). O Corpo de trabalhadores da Capital era
formado pelas forças: da Capital, Ourém e Igarapé-Miry, tendo como major-fiscal
Manoel Fernandes Ribeiro e com as seguintes companhias nas freguesias: Barcarena,
capitão-comandante: Manoel Francisco Pimentel; Moju,
Francisco José Rodrigues, Acará,
Henrique José de Oliveira Pantoja, Igarapé-Miry,
José Gonçalves Chaves; Cairary,
Francisco Antonio de Magalhães; Abaité:
vaga.
. Raimundo Emiliano Pantoja, com
origem no município de Igarapé-Miri/Pa e com nome da Escola Raimundo Emiliano,
nesse município, citado em 2010.
. Rosário Pantoja, professor, citado
em 2009.
. Sebastião Pantoja: A festa
de São Sebastião na Vila Maiauatá teve início em 1925 com o Coronel Sebastião
Pantoja, que era o patriarca de uma das grandes famílias residentes às
proximidades do então povoado de Concórdia, hoje Vila Maiuatá.
. Tadeu Pantoja, cantor em Ig-Miri.
.
Víctor Sozinho Pantoja/Vivi, nascido em 1906 e que estava com 94 anos
em 2000, origem na localidade Vila Maiuatá, que foi aluno do Sr. Alfredo
Correa Silva e era tio da profa. Lucilinda Ferreira Belúcio e que cedia
sua casa na localidade Espera para o funcionamento da escola do lugar.
Família Paraense
. Geminiano de Alfaia Paraense, que era vizinho ao novo prédio do Grupo Escolar de Ig-Miri em 1947.
. Nair de Castro Paraense, antiga professora do Grupo Escolar de Ig-Miri.
Família Parafuso
. Antonio Parafuso, foi
membro na década de 1920 da Banda Henrique Gurjão, posteriormente
transformada em Clube Nunes Garcia que sobreviveu até 26/7/1937, em
Ig-Miri.
Família Paraguaçu
. 1ª G/ pais de Oscar Nestor
Paraguaçu
. 2ª G/Filhos/F, Oscar Nestor
Paraguaçu, que comprou o Engenho Menino Deus, sito no Rio Meruú-Açu, na foz do
Igarapé João Ribeiro, município de Igarapé-Miri/Pa, que era de propriedade da
firma Lobato & Silva, de Eduardo Carlos da Silva e Eládio Correa
Lobato, que foi instalado na década de
1960, sito às margens do Rio Meruú-Açu, na foz do Igarapé João Ribeiro. Oscar
Nestor Paraguaçu trabalhou nesse engenho até 1972.
Família Para-assu
. José Antonio Ernesto Para-assu,
bacharel, que foi nomeado em Decreto de23/20/1882 juiz municipal de
Igarapé-Miry, para o quatriênio.
Família Parente
Os Parente
. Cécero Parente, citado em 1912.
. Raimundo Parente, citado em 1912.
.
José Marcellino Maciel Parente, cujo nome aparece junto com outros
nomes na antiga corporação militar chamada de Guarda Nacional:
. José Marcellino Maciel Parente.
Diretores dos Índios e Encarregados de Missões, citados em 1867: Pedro Miguel
de Moraes Bitencourt, no Rio Tocantins; Eugênio Caetano Ribeiro, Rio Moju; José
Maria Maciel Parente, Rio Acará.
Família Pastana
. Dionísio Antonio Pastana, como
pároco da Freguesia do Acará em 1855.
Família Pena
Os Pena
. Isabel Pena, que foi antiga professora na localidade Alto Rio Cagi, em Ig-Miri.
. Lucídio Pena, que foi antigo professor na localidade Alto Rio Meruú, em Ig-Mir.
. Maria Rosa Pena, foi professora em Ig-Miri.
Família Perdigão
Os Outros Perdigão em pesquisa
O
nome do guarda João Paulo Paraense Perdigão aparece junto com outros
nomes nos batalhões da antiga coroporação militar chamada Guarda
Nacional:
Em 1888
foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o
batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
. 1ª
companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio
Apolinário Lobato.
. Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
. Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
. Promoções:
promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
. Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
. Para alferes, o guarda
Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
. Para tenente, o guarda
Joaquim de Deus Oliveira.
. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior. Para tenente, o alferes
do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira. Para alferes, o
guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
. Para tenente, o guarda Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato.
. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra
Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
. Para tenente, o guarda Marcellino
Antonio da Silva.
. Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
. Estado
maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense
Perdigão.
. Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
. Por portaria de 20/3/1888, foi
designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para
comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.
Família Pereira
Os Pereira
. Caetano
José Pereira, citado de 1863 a 1868 como tesoureiro e José Pereira de Castro
Júnior, como coletor de rendas de Igarapé-Miry.
. Tereza de Jesus Pereira, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescadora, citada em 6/1992.
Família
. 1ª G/
pais de José Pereira de Castro
. 2ª
G/Filhos/F, José Pereira de Castro, que era casado e com filhos, 3ª G/Netos/B:
José Pereira de Castro Júnior e outros.
. 3ª G/N,
José Pereira de Castro Júnior, citado como coletor de rendas de Igarapé-Miri,
tendo na tesouraria, Caetano José Pereira, citados em 1868.
Pereira Machado
. Andreza Pereira
Machado, professora da escola elementar do sexo feminino de maiauatá, districto
de Igarapé-Miri, citada em 1885.
. João Borges Pereira,
bacharel em 1887 foi nomeado juiz municipal do termo de Igarapé-Miriy.
Família Pessoa
. Maria do carmo Silva Pessoa, foi professora em Ig-Miri.
Família Pimentel
. Manoel
João Pimentel: Em 1888
foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o
batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
. 1ª
companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio
Apolinário Lobato.
. Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
. Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
. Promoções:
promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
. Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
. Para alferes, o guarda
Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
. Para tenente, o guarda
Joaquim de Deus Oliveira.
. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
. Para tenente, o alferes
do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
. Para alferes, o
guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro. Para tenente, o guarda Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra
Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
. Para tenente, o guarda Marcellino
Antonio da Silva.
. Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
. Estado
maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense
Perdigão.
. Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
. Por
portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio
Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de
Igarapé-Miry.
O nome de Manoel Francisco Pimentel aparece junto com outros nomes da Guarda Nacional:
. Manoel Francisco Pimentel, em 1855 era o capitão-comandante do corpo de trabalhadores
da Freguesia de Barcarena, que contava com um capitão e 50 trabalhadores; na
Freguesia de Beja, era o capitão-comandante José Elias de Souza; na Freguesia
do Moju, o capitão-comandante era Francisco José Rodrigues, contando com 1
capitão, 1 sargento, 4 cabos e 36 trabalhadores; na Villa de Igarapé-Miry, como
capitão-comandante José Gonçalves Chaves; na Freguesia de Cairary, o
capitão-comandante Francisco Antonio de Magalhães, contando com 1 capitão, 1
sargento, 1 cabo e 26 trabalhadores e na Freguesia de Abaeté, o
capitão-comandante Justo José Correa de Miranda.
. Francisco
Manoel Pimentel, professor em 1852 na Freguesia de Barcarena e como pároco em
1855 da Freguesia de Beja.
. Manoel
Francisco Pimentel Filho, citado em 1886 como professor das primeiras letras em
Beja.
. Padre
Jerônimo Roberto da Costa Pimentel, citado como pároco da Freguesia de Abaeté
em 1855, tendo como pároco coadjutor o padre Antonio Francisco Penna
Mattozinho.
O nome do Major José Roberto da Costa Pimentel na Guarda Nacional:
. Major
José Roberto da Costa Pimentel. Em 1868 eram 2 Comandos Superiores, situados
nas Comarcas da Capital e Villa de Igarapé-Miry.
Na
Comarca da Capital eram 7 comandos superiores:
Comando
Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá),
Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves,
Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião,
Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém
(Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando
Superior da Comarca de Igarapé-Miry:
. Comandante
superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
. No 10º
batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na
Freguesia de Abaeté.
. No 11º
batalhão de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na
Villa de Igarapé-Miry.
. Na 2ª secção
de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na Freguesia
de Cairary.
. Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Nonteiro de Lyra
Lobato, na Villa de Igarapé-Miry
. Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da
Silveira Góes, na Freguesia de Abaeté.
Família
Pinajás
. Vicente
Antonio Pinajás, citado em 1884 no conflito dos quilombolas na Fazenda São
Domingos.
FAMÍLIA PINHEIRO
Os Pinheiro
. ADOLFO PINHEIRO, foi
membro na década de 1920 da Banda Henrique Gurjão, posteriormente
transformada em Clube Nunes Garcia que sobreviveu até 26/7/1937, em
Ig-Miri.
. AGOSTINHO AUGUSTO PINHEIRO, foi em 1889
tenente do 7º batalhão de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry, junto
com Francisco Antonio d’Oliveira Pantoja, como tenente-quartel-mestre, o
tenente-ajudante-alferes João Capistrano Janhahu e o capitão Hypólito Rabello
Moreira Sampaio, capitão-tenente Raimundo Pinheiro Lopes, tenente-alferes
Cordolino Afonso de Lyra, tenente Manoel Domingos d’Oliveira, Alferes Manoel
Raymundo dos Santos Quaresma, alferes José Ildefonso Sosinho, e o alferes
Marciano Rodrigues de Castilho.
. ALICE PINHEIRO, que em 1912 estudou na Escola da profa. Eulina da Purificação Cardoso.
. André Pinheiro, citado em 1958 com casa na Av. Carambolas em Ig-Miri.
. André Pinheiro Júnior, estudou no Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri, formado no curso superior de Administração de Empresas
.
Cipriano Pinheiro, citado em 1924 na história do português Alfredo
Correa da Silva, sendo este o professor dos filhos de Cipriano
Pinheiro.
. Cônego Pinheiro, padre que foi pároco em Ig-Miri.
. Dídimo Pinheiro, foi
membro na década de 1920 da Banda Henrique Gurjão, posteriormente
transformada em Clube Nunes Garcia que sobreviveu até 26/7/1937, e
tocava músicas sacras em Ig-Miri.
. Dúlia Maria Pinheiro, trabalhou no setor de apoio administrivo no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.
. Esmeralda Antonia Pinheiro, citada em 1958 como professora em Ig-Miri.
. Felippe Antonio
Pinheiro: Nomeados
em 1878 para o 2º distrito de Anapu, o 1º suplente de subdelegado, tenente
Manoel Luiz Penna de Moraes, 2º suplente, João Victorino de Souza Janahú e 3º
dito, Felippe Antonio Pinheiro. Exonerados: o 2º suplente de delegado de
Igarapé-Miry, Major João Ribeiro Machado e o 2º suplente do subdelegado do 1º
districto, Clarindo Duarte Souto e nomeado para subdelegado do 2º districto, o
último dos referidos cidadões.
. Felismina Augusta Pinheiro, que
esteve presente na instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895.
. Francisco Etelvino Pinheiro, que
foi membro do Conselho de Intendência de Abaeté, como vogal, dos seguintes
intendentes e períodos: Dr. João Evangelista Correa de Miranda, no período de
1902-1906; Coronel Hygino Maués, de 1906-1908; 2ª intendência do Coronel Hygino
Maués, de 1908 a 1911; Major José Félix de Souza, de 1911 a 1913; Domingos de
Carvalho, de 1913 a 1915.
. Jarbas Pinheiro, músico que participava dos conjuntos musicais e tocava músicas sacras no coro da Igreja Matriz de Ig-Miri.
. Lourival Pinheiro, origem na localidade Rio Riozinho, dono de engenho em Ig-Miri.
. Manduquinha Pinheiro, artista plástico, como pintor.
.
Manoel Raimundo Pinheiro/Raimundo Velho, natural de Igarapé-Miri/Pa,
forte liderança do movimento dos pescadores formado nos movimentos das
comunidades eclesiais de base e do conselho de Pastoral da Pesca, da
igreja Católica, foi presidente e secretário da Colônia de Pescadores
Z-15 de Igarapé-Miri, citado em 2006.
. Marianno Antonio
Pinheiro, capitão, que em 1889 foi nomeado 3º suplente de juiz municipal do
termo de Igarapé-Miri, em lugar de Luiz Maria de Magalhães, que tinha sido o
nomeado para a vaga e como não solicitou o título dentro do prazo, foi
substituído pelo Capitão Marianno Antonio.
. Orácio Eutíquio Pinheiro, foi
membro na década de 1920 da Banda Henrique Gurjão, posteriormente
transformada em Clube Nunes Garcia que sobreviveu até 26/7/1937, em
Ig-Miri.
. Raymmundo
Chrispim Pinheiro, citado em 1922
como comerciante e dono de engenho na localidade Rio Mahúba.
. Ranulfo Pinheiro, foi
membro na década de 1920 da Banda Henrique Gurjão, posteriormente
transformada em Clube Nunes Garcia que sobreviveu até 26/7/1937, em
Ig-Miri.
Pinheiro & Irmão: Citações de 1922, a firma
Pinheiro & Irmão com engenho para fabricar cachaça e mel no Rio
Tucumanduba. A firma Pinheiro & Irmão fecha a sua fábrica de cachaça no rio
Maracapucu, em 1930.
Família
. 1ª G/ pais do Capitão Manoel João Pinheiro
. 2ª
G/Filhos/F, Cap. MANOEL JOÃO PINHEIRO, Capitão da Guarda Nacional, foi
intendente de Abaeté em 1891-1894 em substituição ao ex-intendente José
Benedito Ruiz em conturbado processo político devido Ruiz não querer deixar a
função de intendente, comprou o jornal O Abaeteense do Coronel Caripuna, rico
dono de engenhos e escravos, tendo filhos (3ª G/Netos/N, com diversas mulheres,
e tendo filhos com a escrava ANA CRISTINA, 3ª G/N, onde o Capitão chegou ao
número de 100 netos, incluindo os netos de Ana Cristina, que hoje é venerada no
Cemítério Público de Abaetetuba. Um dos 7 filhos do Capitão Manoel João e Ana
Cristina é Amadeu Cristino Pinheiro, da 3ª G/N.
.
3ª G/N,
Cap. AMADEU CRISTINO PINHEIRO, filho do Cap. Manoel João Pinheiro e a
escrava Ana Cristina, nasceu no Rio Piquiarana, no atual município
de Abaetetuba e faleceu bem idoso em Belém, tendo sido sepultado ao
lado de sua mãe, a escrava ANA CRISTINA, no
Cemitério Público de Abaetetuba. Iniciou na indústria canavieira no
final do
século 19, quando comprou o pequeno Engenho Espírito Santo e arrematou
um terreno
de grande extensão em Igarapé-Miri onde instalou outro engenho, o
Engenho
Carmo, no Rio Igarapé-Miry, por ser devoto de Nossa Senhora do Carmo e
que
também dono do Engenho Cariá (este antigo engenho pertenceu ao Sr. Justo
José
Correa de Miranda nos anos de 1870), sito às margens do Rio Meruú-Açu,
no atual
município de Igarapé-Miri/Pa e que foi vendido na 1ª década do século 20
ao
Major João Pinto Longuinhos Braga, tendo este ficado no referido engenho
até o
ano de 1940. Amadeu Cristino também era dono do Engenho Cacaual, no lugar Espera, Rio Igarapé-Miry.
A maioria
dos parentes de Amadeu Cristino Pinheiro passou a residir e trabalhar no
plantio e cultivo de cana-de-açúcar para suprir o Engenho Carmo e Amadeu
Cristino mandou construir uma grande casa que funcionava como comércio e local
dos festejos religiosos à Nossa Senhora do Carmo e festas dançantes. Com os
avanços dos seus negócios, Amadeu Cristino comprou outros terrenos para
plantação de cana, inclusive o terreno cacual, que se localizava em frente ao
engenho. Como mantinha negócios no município vizinho de Abaetetuba, transferiu
sua família para os estudos nessa cidade onde comprou o imóvel de Acrísio
Villaça da Silva, sito à Praça da Bandeira, em 1947, que foi vendido para
servir de séde da Prefeitura Municipal de Abaetetuba. Porém a maioria de seus
familiares continuou a trabalhar nos negócios do Capitão Amadeu Cristino
(nomeado Capitão da Guarda Nacional do final do século 19), que chegou a
possuir mais de 200 parentes sob seu amparo.
Citações sobre Manoel João
Pinheiro e seu filho Amadeu Cristino Pinheiro:
. Acrísio
Villaça da Silva vende seu imóvel sito na Praça da Conceição para Amadeu
Cristino Pinheiro e, depois, a
municipalidade, na pessoa do Coronel Aristides dos Reis e Silva, compra o dito
imóvel, em 26/11/1947, por cinco mil cruzeiros, com documentação feita no
Cartório Correa de Miranda, tendo João Cardoso de Figueiredo como procurador de
Amadeu Cristino e Leopoldo Ceciliano Paes, pela Prefeitura.
. Em 20/4/1891 o Capitão Manoel
João Pinheiro substitui em 20/4/1890 o Intendente José Benedito Ruiz. Sua
administração vai de 1891 a 1894 e na
sua gestão aconteceu a instalação
de alguns engenhos movidos à vapor.
Tendo casado por 3 vezes, o
Cap. AMADEU CRISTINO PINHEIRO teve filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn.
Com a 1ª esposa, JANUÁRIA DA SILVA PALHETA o Capitão Amadeu Cristino não teve filhos.
Com a 2ª esposa, MERANDOLINA CIPRIANA DA FONSECA, teve 6 filhos , 4ª G/Bn: Teodó, Ernestina, Ida, Ana, André
e outro falecido bebê.
4ª G/Bn, Ernestina Pinheiro, filha de Amadeu Pinheiro, casou com o Professor Laudelino Campos no lugar Rio Riozinho e Espera
.
4ª G/Bn, ANDRÉ DA FONSECA PINHEIRO/André Pinheiro, que passou
a administrar outro engenho de seu pai na localidade Cacual, casou com
Maria Augusta da Silva Pinheiro. sendo esta antiga professora municipal
na localidade Rio Riozinho e outros lugares, tendo alfabetizado os
filhos do sr. Nicanor Paraense Correa e, posteriormente, na casa do Sr.
Nicanor Paraense Correa e os filhos dos trabalhadores desses senhores e
André e Maria Augusta tiveram filhos: Maria Mônica Pinheiro e outros,
5ª G/Trinetos/Tn.
5ª
G/Tn, MARIA MÔNICA PINHEIRO LIMA, filha de André da Fonseca Pinheiro e
Maria Augusta da Silva Pinheiro, que ficou como professora no lugar
Espera, em Ig-Miri, ficando ocupando o lugar de professora dessa
localidade em substituição de sua mãe
Com a 3ª esposa, MARIA RAIMUNDA MACHADO, teve 7 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Teotônio, Sizino, Murilo, Antonico,
Hoyte, Nizi e Lourdes.
. 4ª G/Bn, os filhos dos irmãos do
Capitão Amadeu Cristino, que constituíam uma numerosa família sob a proteção do
Capitão.
Outros Componentes da Família
Pinheiro, descendentes dos capitães Manoel João Pinheiro e Amadeu Cristino
Pinheiro:
. Zeca Pinheiro
. Zuzu Pinheiro
. Juvêncio Cristino Pinheiro,
comerciante e dono de engenho à vapor no Rio Piquiarana, município de
Abaetetuba, em 1931, admite como sócio, Antonio Rosa da Fonseca, com
documento feito pelo tabelião Miguel Mendes dos Reis.
. Dra. Rinalda Pinheiro, filha de André Fonseca Pinheiro, e depositária de parte da memória de Ig-Miri.
Os Costa Correa Pinheiro de Virgílio da Costa Correa Pinheiro
.
Anna de Miranda Correa, nascida em 24/3/1948 e falecida em 25/4/1976,
c/c Virgílio da Costa Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa,
este c/c Creuza Dória Correa e com filhos: .
. Carlos Pinheiro Correa
.
Catharina Correa Lobato, c/c Cordulino Affonso de Lyra Lobato e com
filhos: Anna de Miranda Correa, esta c/c Virgílio da C. Correa Pinheiro
e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com
filhos.
. Cordulino Affonso de Lyra Lobato, c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa.
.
Creuza Dória Correa, esta nascida em 11/8/1936 e falecida em
26/11/2009, foi comerciante em Ig-Miri, c/c Oseas Lobato Correa e com
filhos.
.
Francelino Abel Correa, c/c Maria de Jesus Correa e com filhos:Virgílio
da Costa Correa Pinheiro e este c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato
Correa, e este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
.
Jerônimo de Lyra Lobato, c/c Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso
de Lyra Lobato, este c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda
Correa, esta casou com Virgílio da Costa Correa Pinheiro este casado e com
filhos: Creusa Dória Correa, esta c/c Oséas Lobato Correa e com filhos.
. Maria de Jesus Correa, c/c Francelino Abel Correa e com filhos: Virgílio da Costa Correa Pinheiro
. Oséas Lobato Correa, este nascido em 15/9/1930, c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Quitéria Lobato, c/c Jerônimo de Lyra Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
.
Raymundo, c/c Antonia e com filhos: Jerônimo de Lyra Lobato, este c/c
Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
Virgílio da Costa Correa Pinheiro, c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa.
Colaboração de Carlos Correa
Família Paralela de Gustavo Martins Pinheiro
. Agripino Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Carlos Correa, filho de Creuza Pinheiro Correa e Oséas Lobato Correa.
. Cláudio Dória Pinheiro, filho de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro
. Creuza Dória
Pinheiro/Creuza Pinheiro Correa, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins
Pinheiro e Creuza casou com Oséas Lobato Correa e com filhos: Carlos
Correa.
. Francisco Dória/Chiquinho Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda e Francisco com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
. Gustavo Martins Pinheiro, casou com Rosa Dória e com filhos: Creuza, Zuila, Cláudio e Natércia Dória Pinheiro
.
João Pereira Dória/João Dória, com origem na localidade Rio
Murutipucu-comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo
Silva nessa localidade, casado com Severina Correa de Miranda e com
filhos: Francisco, Ranulfo, Agripino, Maria e Rosa Dória.
. Maria Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Natércia Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro.
. Oséas Lobato Correa, casou com Creuza Pinheiro Correa e com filhos: Cláudio Correa.
. Ranulfo Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Ranulfo com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
. Rosa Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Rosa casou com Gustavo Martins Pinheiro e com 4 filhos: Creuza, Zuila, Cláudio e Natércia Dória Pinheiro.
. Zuila Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro
Os Moraes Pinheiro
. Agostinho Moraes Pinheiro, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. Adimilson Moraes Pinheiro, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, citado em 6/1992.
Família
. 1ª G/ pais de Alice Pinheiro
. 2ª
G/Filhos/F, Alice Pinheiro, casou com Arcelino Pimentel Correa e tiveram 3
filhos, 3ª G/Netos/N: Alaci, Arthur e Artêmio Pinheiro Correa e com estes criou
a firma Arcelino Correa & Cia. e montaram o Engenho São Judas Tadeu no Rio
Murutipucu, no atual município de Igarapé-Miri/Pa, com um maquinário adquirido
do sr. Manoel Lobato/Duquinha Lobato, quando passaram a produzir cachaça
denominada “Com Jeito Vai”, que comercializava no sistema de regatão pelas
localidades da região Tocantins e rio Amazonas. Tendo prosperado nos negócios,
Arcelino Pimentel Lobato e filhos, em 1970, foram para Belém e no chamado Porto
do Sal instalaram um armazém de estivas chamado Armazém Correa e no final do
ano de 1970 encerraram as atividades da indústria canavieira e do comércio de
regatão. O sr. Arcelino Pimentel Correa já é falecido e os filhos, 3ª
G/Netos/N, prosseguiram nos negócios e são os netos do Sr. Arcelino, 4ª
G/Bisnetos/Bn, que estão à frente de uma grande rede de supermercados em
Belém/Pa.
Família
. 1ª G/
pais de Raimundo Pinheiro Lopes
. 2ª
G/Filhos/F, Raimundo Pinheiro Lopes, em 1889 era capitão-tenente do 7º batalhão
de infantaria da Guarda Nacional de igarapé-Miri, junto com o
tenente-quartel-mestre Francisco Antonio d’Oliveira Pantoja,
tenente-ajudante-alferes João Capistrano Janahú, capitão Hypólito Rabello
Moreira Sampaio, capitão-tenente Raymundo Pinheiro Lopes, tenente-alferes
Cordolino Afonso de Lyra, tenente Agostinho Augusto Pinheiro, tenente Manoel
Domingos d’Oliveira, alferes Manoel Raymundo dos Santos Quaresma, alferes José
Ildefonso sosinho, e alferes Marciano Rodrigues de Castilho. Raimundo Pinheiro
Lopes, chegou a trabalhar nos engenhos de cana-de-açúcar do Major João Nicolau
Fortes nos anos de 1940.
Os Pinheiro Lobato
. Padre
Antonio Joaquim Pinheiro Lobato, como “parocho” na Freguesia de Santa’Anna de
Igarapé-Miry em 1840 e em 1853 era
professor da escola da instrução pública do sexo masculino da Villa de
Igarapé-Miry.
Família
. Augusto Cezar Pinheiro Lobato, e
a quilombola Virgínia Agostinha, são citados no conflito da fazenda São
Domingos em 1884.
Família
. 1ª G/ pais de Silvia Mariana
Raiol Pinheiro
. 2ª G/Filhos/F, Silvia Mariana
Raiol Pinheiro, casada e com filhos, 3ª G/Netos/N: Silviane Raiol Pinheiro e outros.
. 3ª G/N, Silviane Raiol Pinheiro,
era estudante da escola estadual Enedina Sampaio Melo, no município de
Igarapé-Miri/Pa.
Os Silva Pinheiro
. Flor de Maria da Silva Pinheiro, estudou no Instituto Sant'Ana, em
Ig-Miri, formada no curso superior de Fisioterapia e Licenciatura em
História.
. Maria da Conceição da
Silva Pinheiro, estudou no Instituto Sant'Ana, de Ig-Miri, formada no
curso superior de Bacharel em Dirieoro, advogado e Economia.
. Maria de Fátima da Silva Pinheiro, foi aluna do Instituto Sant'Ana, formada no curso superior de Contador.
Família
.
Adolfo de Jesus Pinheiro, antigo músico de Ig-Miri tocando flautacasado
com Celina Araujo Pinheiro e com filhos: Raimundo Araujo Pinheiro e
outros em pesquisa.
.
Raimundo Araujo Pinheiro/Dadi, nascido a 12/9/1917, filho de Adolfo
Pinheiro e Celina Araujo Pinheiro, foi músico em Ig-Miri, estudou como
aluno interno do Instituto Lauro Sodré, em Belém, antigo músico da Banda
Nunes Garcia, tocador trompete na Banda do Instituto Lauro Sodré,
formado violonista no Conservatório Carlos Gomes, estudou composição e
orquestração com Guerra Peixe, no Rio de Janeiro, estudou análise de
partitura e regência com Almeida Prado, no RJ e ingressou na Aeronáutica
com 20 anos de idade, em 1942 fundou em 1942, junto com outros
renomados músicos, a Organização do Pará e com outros músicos organizou a
Orquestra da Universidade Federal do Pará, em Belém/Pa, assumiu a Casa
de Cultura de Ig-Miri, tendo fundado a Escola de Música desse município,
foi um dos fundadores da Academir Paraense de Música, compôs hinos,
concertos, valsas, missas, tocador de triângulo e prato nos anos de
1920, participou de cordões de pássaros e outros bichos, pastorinhas e
orquestras sinfônicas, casou com Neusa Batista Pinheiro.
Os Outros Pinheiro em Pesquisa
. Aldaci de Jesus Nery Pinheiro, foi aluna do Instituto San'Ana e que se graduou no curso superior de Veterinária.
. Amanda Serrão, descendente dos Pinheiro e Oliveira
. Edir Correa Pinheiro, citado em 1914 como vice-prefeito na gestão de Santa Maria
. Euwaldira Brandão Pinheiro, que foi antiga diretora do Grupo Escolar de Ig-Miri.
Guarda Naciona.:
. Marianno Antonio Pinheiro: Em 1888
foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o
batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
. 1ª
companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio
Apolinário Lobato.
. Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
. Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
. Promoções:
promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
. Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
. Para alferes, o guarda
Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
. Para tenente, o guarda
Joaquim de Deus Oliveira.
. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
. 3ª companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
. Para tenente, o alferes
do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
. Para alferes, o
guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
. Para tenente, o guarda Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato.
. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra
Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
. Para tenente, o guarda Marcellino
Antonio da Silva.
. Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
. Estado
maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense
Perdigão.
. Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
. Por
portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio
Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de
Igarapé-Miry.
Continuação dos Outros Pinheiro em Pesquisa
. Raimundo Araujo Pinheiro/Dadi, músico e que também tocava no coro da Igreja Matriz de Ig-Miri.
. Raimundo Lopes Pinheiro, foi intendente municipal de Ig-Miri em 1912.
. Raymundo Maués Pinheiro, que em
1919 era professor municipal na gestão do Intendente Coronel Aristides dos Reis
e Silva, junto com outros professores e foi eleito para a Câmara de Vereadores
em 30/11/1935, na administração do prefeito eleito João Francisco Ferreira,
câmara que foi extinta em 10.11.1937, com o Golpe de Estado.
. Raimundo Araujo Pinheiro, era compositor musical e maestro em Ig-Miri.
. Raimundo Valente Pinheiro, foi antigo professor e diretor no Grupo Escolar de Ig-Miri.
Família Pinto
Os Pinto
.
Manoel Maria Pinto, foi um dos componentes de imigrantes maranhenses
chegados em 1910 na então Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá.
Família
. 1ª G/Pais de Manoel Francisco Pinto
. 2ª G/ Manoel Francisco Pinto,
casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: Manoel Francisco Pinto Júnior.
. 3ª G/N, Manoel Francisco Pinto
Júnior, que em 1900 possuía uma linha de navegação, Linha de Igarapé-Miry ao
Alto Moju, subvencionada pelos cofres do Estado do Pará.
Plácido
. Zé Plácido, era irmão de Gertrudes, sendo a pessoa mais velha de Igarapé-Miri nos anos de 1950.
Família Poels
. Padre Tiago Poels, foi vigário em Ig-Miri.
Família Portilho
Família
.
Antonio Rubens Lourinho Portilho, nasceu a 6/7/1968, filho de Rubens
Botelho da Silva Portilho e Diomedis Lourinho Portilho, artista
plástico, pintor de
paisagens e pinturas sacras em Igarapé-Miri que para aperfeiçoamento
viajou no ano de 1984 para Belém e Rio de janeiro, onde trabalhou
pintando cenários para emissoras de TV e chegou a promover exposição de
suas telas com paisagens de motivações regionais e imagens sacras.
. Rubens Botelho da Silva Portilho, casado com Diomedis Lourinho Portilho e com filhos: Antonio Rubens Lourinho Portilho.
Família Porto
. Francisco José da Silva Porto,
bacharel, citado em 1882, como juiz de direito nomeado de Igarapé-Miry.
Família Portugal
. Antonio Pinheiro Portugal, foi
membro na década de 1920 da Banda Henrique Gurjão, posteriormente
transformada em Clube Nunes Garcia que sobreviveu até 26/7/1937, em
Ig-Miri.
Família Pretinho
.
Raimundo Pretinho, foi músico e mestre de banda no interior do
município de Ig-Miri, tocando junto com os músicos Tomás, Manivela e
Amintas na mesma banda musical..
Família Pureza
Os da Pureza
. José Jorge da Pureza, citado em 1958 em Ig-Miri.
Os Outros Pureza em Pesquisa
.
Aurora da Silva Pureza, nascida a 5/12/1932, era filha caçula do Sr.
Alfredo Correa da Silva e Pautila Rodrigues Correa, e Aurora perdeu o
pai em 6/1933 aos 6 meses de idade e é citada nos anos de 1930.
.
Raimundo Sacramento Pureza/Raimundo Pureza, era forte liderança do
movimento dos pescadores formado nos movimentos das comunidades
eclesiais de base e do Conselho da Pastoral da Pesca, foi presidente da
Colônia de Pescadores Z-15 de Igarapé-Miri, citado em 2007.
Família Purificação
.
Eulina Cardoso da Purificação, professora que veio do Estado do Ceará,
formada em Fortaleza, que viveu em Ig-Miri mais de 20 anos, foi antiga
professora da antiga Escola Isolada Mixta de Ig-Miri, citada no período
de 1912-1930 e desenvolvia também eventos culturais e sacros em
Ig-Miri..
FAMÍLIAS Q
Família
Quaresma
Os Quaresma
.
Agenor Quaresma, era um dos antigos organizadores e diretor em 1943 da
Festa de São Sebastião na então Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá
. Antonio
Marcos Quaresma Ferreira, com origem no município de Igarapé-Miri/Pa.
. Consuelo Quaresma, citada em 1958 como professora em Ig-Miri.
. Domingos Quaresma, citado em
6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri,
junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos
importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial
de Belém.
. João
Maria Quaresma, com origem no município de Igarapé-Miri/Pa, historiado citado
em 2010.
. Vitalino Quaresma, citado em 1912.
Os Santos
Quaresma
. Manoel Raymundo dos Santos Quaresma, que
em 1889 era alferes do 7º batalhão de infantaria da Guarda Nacional de
Igarapé-Miri, junto com Francisco Antonio d’Oliveira Pantoja, como
tenente-quartel-mestre, o tenente-ajudante-alferes João Capistrano Janhahu e o
capitão Hypólito Rabello Moreira Sampaio, capitão-tenente Raimundo Pinheiro
Lopes, tenente-alferes Cordolino Afonso de Lyra, tenente Agostinho Augusto
pinheiro, tenente Manoel Domingos d’Oliveira, alferes José Ildefonso Sosinho, e
o alferes Marciano Rodrigues de Castilho.
Família
. 1ª G/pais
dos irmãos Quaresma: Didi, Chico e Guilizinho Quaresma
. 2ª
G/Filhos/F, que na década de 1950 constituíram a firma Quaresma & Irmãos e
montaram o Engenho Quaresminha, que produzia cachaça que era vendida para a
Casa Vale e para os comerciantes de regatão da região. Com os avanços nos
negócios, adquiriram um imóvel em Belém onde as famílias foram instaladas para
a educação dos filhos, 3ª G/Netos/N, e a busca por outros negócios. Na década
de 1970 os irmãos Quaresma passaram a atuar no ramo da cerâmica e com alguns
avanços, acabaram enfrentando problemas que os levou à falência.
. 2ª G/F,
Chico Quaresma, era casado e com filhos, 3ª G/N: José e outros.
. 3ª G/N, José Quaresma, com a firma
José Quaresma & Irmão, casa de comércio no Rio Cuitininga.
Os Outros Quaresma em Pesquisa
Firmas:
. Quaresma & Costa
. J. dos Santos dos Santos Quaresma
& Filho:
Firmas
citadas em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e
Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção
dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela
Associação Comercial de Belém.
. Petronila Souza Quaresma, citada em 1958 como professora em Ig-Miri.
Quilombos, Quilombolas e
Escravos
Os antigos escravos africanos,
indígenas e pardos não recebiam sobrenomes e só possuíam os nomes ou prenomes.
Citação de 1884: “Os quilombos de
igarapé-Miri ficavam ao redor de um lago, nas localidades Itapocu, Bacabal,
João Igarapé, Tabatinga e cupijás, tendo cada um deles o seu governador
particular, obedecendo ao governadpr geral, o escravo Sebastião, sucessor de um
tal Gama, desertor e já falecido. São quinhentas e tantas pessoas a população
desses quilombos, de ambos os sexos, os quais se comunicam com as casas
comerciais, onde realizam as suas compras e vendas para Oeiras, Tabatinga e Cupijás.
Quilombolas de igarapé-Miri,
citados em 1884, quando foram assistir uma festa de São João na Fazenda São
Domingos, que redundou em conflito que obrigou a ida de uma comissão militar
para apurar os fatos, com oficiais e 10 praças de linha:
Os envolvidos:
. Virgínia Agostinha, pertencente a
Augusto Cezar Pinheiro Lobato
. Gaspar
. Raymundo
. Roberto
. Isidoro
. Victório
. Gonçalo
. Manoel
. Pedro
. Laurindo
Revoltosos Cabanos em 1835 na
Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry:
. Manoel Domingos
. Alexandre Carlos
Cafuz:
. Cafuz José, escravo do negociante
Joaquim Antonio da Silva Villaça, que em 1848 matou à tiro de espingarda, por
engano, o português Antonio da Silva Chaves.
Família Quintino
. 1ª G/Pais de Luiz Quintino
. 2ª
G/Filhos/F, Luiz Quintino, era caldeireiro de cobre nos engenhos da região,
perito em recuperar alambiques e destilarias de aguardente de cana e montou o
pequeno Engenho Santa Rosa, na Ilha de Uruá, município de Igarapé-Miri/Pa na
década de 1950, cuja produção vendia para a Casa Vale e regatões locais e
instalou o Engenho São Benedito do
Maiauatá no final da década de 1950, sito às margens do Rio Maiauatá e, como a
maioria dos donos de engenho da região, teve seus bens, maquinários, prédio e
terras penhoradas por reclamações dos trabalhadores na Justiça do Trabalho em
1975, citado em 1958.
FAMÍLIAS R
Os Rego
. Viúva
Rego & Filhos, firma citada em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de
engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto
Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros,
solicitados pela Associação Comercial de Belém.
Família Reis
Os Reis
Família
. Manoel Reis/Duca Reis, que foi em 1924 aluno do Sr. Alfredo Correa da Silva
.
Roldão Reis, citado em 1924 na história do português Alfredo Correa da
Silva, sendo este o professor dos filhos de Roldão Reis e outros antigos
mirienses.
Os Outros Reis em Pesquisa
. João
Clarindo Bello dos Reis, citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de
engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto
Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros,
solicitados pela Associação Comercial de Belém.
. Raymmunda
Maria dos Reis, citada em 1879 como professora da escola elementar feminina de
Igarapé-Miry.
Família Rendeiro
. Manoel
João Fernandes Rendeiro, citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de
engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto
Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros,
solicitados pela Associação Comercial de Belém.
Família
Ribeiro
Os Ribeiro
. Eugênio Caetano
Ribeiro: Diretores
dos Índios e Encarregados de Missões, citados em 1867: Pedro Miguel de Moraes
Bitencourt, no Rio Tocantins; Eugênio Caetano Ribeiro, Rio Moju; José Maria
Maciel Parente, Rio Acará.
. Fernando José Ribeiro, citado em
6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri,
junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos
importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial
de Belém.
. João Ribeiro, citado em 1958 em Ig-Miri.
Família
. 1ª G/
pais de Raimundo Mito Ribeiro/Mito Ribeiro
. 2ª
G/Filhos/F,Raimundo Mito Ribeiro/Mito Ribeiro, que junto com Manuel Lourenço
Correa Lobato/Duquinha Lobato, alugaram do Major João Nicolau Fortes o Engenho
Vera Cruz, sito às margens do Rio Panacuéra-Miri, ficando na indústria
canavieira por alguns anos, quando o devolveram à Sra. Maria Fortes, filha do
Major Fortes, que havia falecido e junto com os irmãos Duquinha Lobato e Eládio
Lobato, eram donos do Engenho Fortaleza, através da firma Produtos Alimentícios
Fortaleza (vide Engenho Fortaleza em Manuel Lourenço Correa Lobato/Duquinha
Lobato e Eládio Correa Lobato). Raimundo Mito Ribeiro/Mito Ribeiro casou com
Vitorina Correta Lobato/Vivita e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Inês, Antonio,
Raimundo/Diquinho, Arcelino,Tereza e Alice, tendo alguns destes irmãos casado e
com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn, sendo que agoram a maioria dos componentes dessa
família residem em Belém/Pa.
Os Outros Ribeiro
. Antonio
Marinho Ribeiro, com a citação em 1882: Leocádio Pereira Maciel, tendo ido caçar na
cabeceira do igarapé-Apihy foi vítima de um tiro de espingada dado por engano
de seu companheiro de caça, o liberto Antonio Marinho Ribeiro.
. Manoel
Fernandes Ribeiro: Em 1854,
o governo da Província do Pará criou como membro da Força Pública o Corpo de
Trabalhadores (que foi uma das forças públicas criadas após a revolta da
Cabanagem na Província do Pará). O Corpo de trabalhadores da Capital era
formado pelas forças: da Capital, Ourém e Igarapé-Miry, tendo como major-fiscal
Manoel Fernandes Ribeiro e com as seguintes companhias nas freguesias: Barcarena,
capitão-comandante: Manoel Francisco Pimentel; Moju,
Francisco José Rodrigues; Acará,
Henrique José de Oliveira Pantoja; Igarapé-Miry,
José Gonçalves Chaves; Cairary,
Francisco Antonio de Magalhães; Abaité:
vaga.
Família Rodrigues
Os Rodrigues
. Francisco José Rodrigues
. Isabel Celina Rodrigues/Mimita, foi professora em Ig-Miri na localidade Vila Maiuatá.
. Manoel
Francisco Pimentel, em 1855 era o capitão-comandante do corpo de trabalhadores
da Freguesia de Barcarena, que contava com um capitão e 50 trabalhadores; na
Freguesia de Beja, era o capitão-comandante José Elias de Souza; na Freguesia
do Moju, o capitão-comandante era Francisco José Rodrigues, contando com 1
capitão, 1 sargento, 4 cabos e 36 trabalhadores; na Villa de Igarapé-Miry, como
capitão-comandante José Gonçalves Chaves; na Freguesia de Cairary, o
capitão-comandante Francisco Antonio de Magalhães, contando com 1 capitão, 1
sargento, 1 cabo e 26 trabalhadores e na Freguesia de Abaeté, o
capitão-comandante Justo José Correa de Miranda.
. Manoel Procópio Rodrigues, com
imóvel em 1931, fazendo divisa com Maria Bezerra da Silva à R. Pedro Rodrigues.
. Pautila Rodrigues/D. Moça que casou com
Sulpício Moraes, viajante que fazia viagens marítimas pelo interior do
Pará, chegando até a Ilha Uruá, no Baixo Rio Maiuatá e lá fixou
residência e tiveram 8 filhos:
Heitor, Francisco, Maria de Lourdes, Julieta, Joaquim, Hélio, Manoel e
Aurora e com alguns sendo figuras de destaque em Ig-Miri.
. Rodrigues
Irmãos & Cia, firma citada em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de
engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto
Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros,
solicitados pela Associação Comercial de Belém.
. Thomaz Antonio Rodrigues, em 1922 com
engenhoca para fabricar mel no Rio Panacuéra.
Família
de Miguel Procópio Rodrigues e Outras Famílias Agregadas
. 1ª G/pais
de Miguel Procópio Rodrigues
. 2ª
G/Filhos/F, Miguel Procópio Rodrigues, natural do Rio Panacuéra, no atual
município de Abaetetuba, foi muito trabalhador desde muito jovem e instalou em
1889, no Rio Panacuéra o Engenho São Jerônimo, em homenagem ao seu santo
protetor e o engenho era movido à tração
animal, mas com alambique de cobre, que produzia açúcar moreno (açúcar
mascavo), rapadura e a cachaça “Parati”, citado em 1922 e Miguel Procópio
Rodrigues casou com Luiza Guimarães casado e com 6 filhos, 3ª G/Netos/N: Noé,
Indalécio, Abel Guimarães Rodrigues e outros, que se tornaram sócios do pai e
se tornaram donos de seus próprios engenhos. Foi Noé Guimarães Rodrigues que
ficou trabalhando no Engenho São Jerônimo, após o falecimento do pai,
sendo ele e irmãos donos da lendária casa de comércio “Casa Guimarães” no Furo
Grande para comércio, engenho e navegação.
Os Guimarães
Rodrigues
3ª G/N, Noé Guimarães Rodrigues,
nascido por volta de 1889, que após o falecimento do pai ficou trabalhado no
Engenho São Jerônimo, sito no Rio Panacuéra, fabricando a cachaça “São
Jerônimo” e na década de 1950 foi tesoureiro Cooperativa de Indústria de
produtos de Cana, que envolvia os engenhos de cana-de-açúcar de Abaetetuba e Igarapé-Miri,
e na mesma década foi sócio do rico Sr. Francisco Lobato/Chiquinho Lobato, no
Engenho Primavera, este sito no Rio Panacuéra, município de Abaetetuba/Pa,
herdado do pai e possuía outro engenho no Rio Cuitininga, município de
Igarapé-Miri/Pa em 1922 e já por volta de seus 51 anos, com os filhos já
adultos, constitui a firma Noé Guimarães e Filhos, e com estes passando a fazer
o comércio de regatão através das canoas à vela e, posteriormente embarcações
motorizadas, comercializando a cachaça produzida nos engenhos da família. Tendo
ganho uma soma na Loteria do Estado do Pará, o Sr. Noé empregou a verba na
aquisição em Pernambuco de maquinário e caldeira novas, fato que ajudou na
alavancagem dos negócios da família e mantendo o nome de cachaça “Parati” para
a cachaça dos engenhos. Entre suas embarcações motorizadas destacamos as
seguintes: Nova Arca, Nossa Arca, Arquinha, Expedicionário e muitas outras que
compunham sua frota de embarcações no comércio de regatão e demais negócios da
família. Na década de 1960, com nova migração de cearenses para o Pará, Noé
Guimarães Rodrigues conseguiu o contrato com 50 dessas famílias, que vieram
para os trabalhos da indústria canavieira e os mesmos trabalhando também como
meeiros dos extensos canaviais da época. Será tarefa para o Blog do Prof.
Ademir Rocha identificar algumas dessas famílias, para o enriquecimento das
genealogias do Blog, porque muitos componentes das famílias cearenses se
estabeleceram definitivamente na zona ribeirinha de Abaetetuba e Igarapé-Miri,
onde também mesclaram sua cultura ás culturas locais. Noé era casado e com
filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: João Rodrigues e outros. Com o início da crise dos
engenhos na década de 1970, os filhos do Sr. Noé partiram para a diversificação
de seus negócios, se estabelecendo principalmente na capital, Belém, onde suas
gerações posteriores avançaram nos negócios e outras foram se formando em
cursos superiores e ocupando vagas nos setores públicos e particulares. Em 1994
já não mais existiam vestígios dos engenhos de Noé Guimarães e filhos, porém,
por seus relevantes méritos empresariais em Abaetetuba e na região do Baixo
Tocantins, Nóe Guimarães possui rua com o seu nome em Abaetetuba.
.
4ª G/Bn, João Negrão Rodrigues, casou com Maria de Lourdes Lobato, esta
filha de Francisco Lobato/Chiquinho Lobato, sócio de Noé
Guimarães Rodrigues no Engenho Primavera e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn:
Nice Neide Lobato Rodrigues e outros. Nice Neide é casada e com filhos,
6ª G/Tetranetos/Ttn: Thaís Cruz e outros. Colaboração de Thaís.
. 3ª G/N, Indalécio Guimarães
Rodrigues, que na juventude ajudava seu pai nas atividades do Engenho São
Jerônimo, que posteriormente montou os engenhos São Pedro, este no Furo do Tucumanduba,
e Boa Vista, este situado no Furo Grande, na entrada do Rio Quianduba, e também
era dono de outro engenho no mesmo rio, o Engenho Perseverança, nas primeiras
décadas do século 20, cuja cachaça “Alegria das festas” era vendida para os
comerciantes de regatão da região. Indalécio era casado e com muitos filhos, 4ª
G/Bisnetos/Bn: Pedro Braga Rodrigues e outros. Pedro, com o falecimento do pai,
deu continuidade aos trabalhos no engenho e percebendo que essa atividade já
estava em plena decadência, se desfez do engenho e se mudou para a Estrada Nova
em Belém, onde montou loja de comércio varejista.
. 3ª G/N, Abel Guimarães
Rodrigues/Abel Guimarães, era dono do Engenho São João, sito no Rio Bacuri, e
outro no Furo Grande, município de Abaetetuba/Pa, citado em 1927, cuja produção
de cachaça iniciou vendendo no comércio de regatão de canoas à vela e,
posteriormente, através dos barcos-motores para as mais distantes localidades
do comércio de regatão. Além dos negócios com engenhos, Abel Guimarães, como
era conhecido, manteve por muitos anos o Cinema Imperador, este sito na esquina
das ruas Siqueira Mendes com a Pedro Pinheiro Paes. Abel Guimarães era casado e
com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Mimico, José/Zezinho, João Costa
Rodrigues/Joãozinho e outros e o Engenho ficou na direção de José Costa
Rodrigues/Zezinho, que após alguns anos, fechou o dito engenho e se estabeleceu
como comerciante na sede do município de Abaetetuba. Por seus méritos
empresariais, Abel Guimarães Rodrigues possui rua com o seu nome em Abaetetuba/Pa.
. 4ª G/Bn, José da Costa
Rodrigues/Zezinho, casou com Elen Lobato, esta filha do comerciante e político
Edmilson Rodrigues e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn e 6ª G/Tetranetos/Ttn.
. 3ª G/Netos/N, Antonio Guimarães
Rodrigues, casou com Raymmunda Villaça da Silva e tiveram filhos, 4ª
G/Bisnetos/Bn: Didico, Nezito Guimarães Rodrigues e outros, que foram donos de
comércio e engenhos em Abaeté, inclusive a Casa Guimarães no Furo Grande para
comércio, engenho de cana e navegação.
. 4ª G/Bn, Nezito Guimarães, sendo
ele e irmãos donos da Casa Guimarães no Furo Grande para comércio, engenho de
cana e navegação, dono da lancha Neci.
. 4ª G/Bn, Didico Guimarães
Rodrigues, filho de Antonio Guimarães Rodrigues, dono de engenho no Furo
Grande.
Famílias Paralelas ou Ligadas aos
Guimarães Rodrigues
. 1ª G/ pais de Luiza Guimarães
. 2ª G/Filhos/F, Luiza Guimarães
Rodrigues, casou com Miguel Procópio Rodrigues e com 6 filhos, 3ª G/Netos/N:
Noé, Indalécio, Abel e outros tradicionais membros da família Guimarães
Rodrigues, com componentes em Abaetetuba e Igarapé-Miri/Pa. Vide Família
Rodrigues acima.
Família Negrão
. 1ª G/ pais de Benedita Negrão
. 2ª G/Benedita Negrão/Negrão
Rodrigues/Figica, que em 1914 casou com o Sr. Noé Guimarães Rodrigues e com 10
filhos, 3ª G/Netos/N. Vide genealogia de Noé Guimarães Rodrigues, acima.
Família Braga
. 1ª G/ pais da mãe de Pedro Braga
Rodrigues.
. 2ª G/Filhos/F, mãe de Pedro Braga
Rodrigues, que era a esposa de Indalécio Guimarães Rodrigues e com filhos, 3ª
Netos/N: o dito Pedro Braga Rodrigues e muitos outros irmãos. Vide genealogia
de Indalécio Guimarães Rodrigues, acima.
Continuação da Família Rodrigues:
Família de Jerônimo Marques
Rodrigues
. 1ª G/pais
de Jerônimo Marques Rodrigues
. 2ª
G/Filhos/F, Jerônimo Marques Rodrigues, natural de Igarapé-Miri e falecido em
2009 com 92 anos de idade (nasceu por volta de 1907), iniciou suas atividades
no comércio de regatão através da canoa à vela São Benedito que havia adquirido
do sr. Júlio Correa Lobato no ano de 1946 e fazendo trocas de cachaça, telhas e
outros produtos do Baixo Tocantins com os produtos como farinha de mandioca, peixes
secos e outros das localidades dos rios Capim, Santana, Ilha do Marajó, e
vendendo o resultado das trocas no próprio município de Igarapé-Miri/Pa. Em
1957 passou a fazer o mesmo comércio pela região do Salgado do Pará,
atravessando a Baía do Sol, pelas localidades de Curuçá, Marudá, Maracanã e
outras, tendo prosperado nos negócios, casado e com filhos, 3ª G/Filhos/F:
Osmar, Oscar, João, José, Celso, Maria Neuza, Maria de Nazaré, Maria Celma e
Marinete Correa Rodrigues, tendo introduzido os filhos na mesma atividade e com
embarcações motorizadas, inclusive o navio Pinheiro, que reformado, passou a
chamar-se São Jerônimo com viagens para o Baixo Amazonas e ainda no sistema de
trocas, tendo avançado economicamente, e com isso, iniciaram na tradicional atividade
canavieira, adquirindo maquinário usado do sr. José Timóteo e instalando o
Engenho Liderança, sito no Rio Murutipucu, no município de Igarapé-Miri e com
isso o sr. Jerônimo Marques Rodrigues ficou administrando o engenho e os filhos
continuaram na atividade de comércio de regatão pelo Baixo Amazonas e região do
Salgado Paraense. Com os progressos econômicos constituíram a firma Jerônimo
Rodrigues & Filhos e assim adquiriram outros bens, inclusive os
imprescindíveis barcos para vender a Cachaça Rodrigues e outros produtos da
região. Em 1973 iniciaram no ramo de torrefação de café em Belém, no Porto do
Sal, negociando os produtos da torrefação da fábrica de Belém com os regateiros
do Baixo Amazonas. Deixaram os negócios da indústria canavieira e do comércio
de regatão nas mãos do sr. Bertino/Fiapo e montaram uma loja na Av. Alcindo
Cacela, em Belém/Pa, loja que deu origem ao grande grupo de Supermercados Líder
e o grande Shopping Center Castanheira. Os Rodrigues, descendentes de Jerônimo
Marque Rodrigues, já devem estar atualmente com as gerações: 4ª (bisnetos), 5ª
(trinetos), 6ª (tetranetos), etc. desse patriarca bem sucedido nos negócios
advindo da indústria canavieira e do comércio de regatão muito comum em
Igarapé-Miri e Abaetetuba nos anos de 1930 em diante.
Os Outros Rodrigues em Pesquisa
. André Gonçalves Rodrigues, origem na localidade Rio Pindobal-Açu, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 1/991.
. Isabel Celina de Morais Rodrigues, antiga professora .
. Lucimar Correa Rodrigues, citada em 1958 como professora em Ig-Miri.
. Maria Auxiliadora de Araujo Rodrigues, foi aluna do Instituto Sant'Ana, de Ig-Miri, formada no curso superior de Medicina.
Família
Rocha
Os Rocha
Antonio Idomeneo Rocha e seus colegas dos Batalhões da antiga Guarda Nacional:
. Antonio
Idomeneo Rocha: Em 1888
foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o
batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
. 1ª
companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio
Apolinário Lobato.
. Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
. Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
. Promoções:
promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
. Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
. Para alferes, o guarda
Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
. Para tenente, o guarda
Joaquim de Deus Oliveira. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
. Para tenente, o alferes
do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
. Para alferes, o
guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro. Para tenente, o guarda Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra
Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato. Para tenente, o guarda Marcellino
Antonio da Silva.
. Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
. Estado
maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense
Perdigão.
. Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
. Por
portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio
Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de
Igarapé-Miry.
Continuação de Os Rocha
. Luiz Rocha, antigo enfermeiro que ajudava no combate das antigas epidemias de febre amarela em Ig-Miri.
Os da Rocha
. Ecila Pantoja da Rocha, citada em 1958 como professora em Ig-Miri.
Família
Rosa
. Josephinno
Cyriano Rosa Lobato, citado em 1879 como professor da escola elementar do sexo
masculino de Igarapé-Miry.
FAMÍLIAS S
Família Sá
. Alferes Felippe
Correa de Sá, dono do Engenho Anapu, antigo engenho, que vem da era colonial do
Pará.
Família Sacramento
Os Sacramento
. Abília Sacramento, citada no ano 2000 em Ig-Miri/PA.
Os Outros Sacramento em Pesquisa
. João Moraes Sacramento, origem na localidade Rio Pindobal-Açu, município de igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 1/1991.
. Marcionila da Trindade Sacramento, citado em 2000 em Ig-Miri.
FAMÍLIA SAMPAIO
Os Sampaio
. Alacy Sampaio, vereador na gestão
do prefeito Joaquim Mendes Contente (1951-1955).
. Enedina
Sampaio, com origem no município de Igarapé-Miri e dá o nome à Escola Enedina
Sampaio, citada em 2009.
. Raimundo Sampaio, citado em 1958.
Família do Coronel Hypólito Rabello Moreira
Sampaio
. Engenho
São Miguel, no Rio Maiauatá, de Sampaio Ltda.
. 1ª G/
pais do Coronel Hyppólito Rabello Moreira Sampaio
. 2ª
G/Filhos/F, Coronel Hipólito Rabello Moreira Sampaio, em 1889 como capitão do
7º batalhão de infantaria de igarapé-Miri, junto com Francisco Antonio d’Oliveira Pantoja,
tenente-quartel-mestre, tenente-ajudante-alferes João Capistrano Janhahu,
capitão-tenente Raimundo Pinheiro Lopes, tenente-alferes Cordolino Afonso de
Lyra, tenente Agostinho Augusto Pinheiro, tenente Manoel Domingos d’Oliveira,
Alferes Manoel Raymundo dos Santos Quaresma, alferes José Ildefonso Sosinho, e
o alferes Marciano Rodrigues de Castilho.
. Hyppolito
Rabello Moreira Sampaio, citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de
engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto
Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros,
solicitados pela Associação Comercial de Belém. Coronel
Hypólito Rabello Moreira Sampaio, era dono do Engenho São Raimundo, localizado
ao lado do lendário Trapiche Hipólito, no Rio Maiuatá, que abastecia de lenha
os vapores que faziam as linhas entre os rios Tocantins e Amazonas, sito no
município de Igarapé-Miri/Pa, e era casado e com filhos, 3ª g/Netos/N: Raimundo
Lopes Sampaio e outros.
.
3ª G/N,
Coronel Raimundo Lopes Sampaio, falecido em 1942, que ainda jovem passou
a
trabalhar no engenho do pai e que herdou o mesmo engenho do seu pai o
Coronel
Hipólito Sampaio, este falecido no final do século 19, dono do Engenho
São
Miguel, através da firma Samapaio Ltda, no mesmo rio e Raimundo, que já
havia
casado com Felismina Lopes Sampaio e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn:
Alcides,
Altino, Antenor e Alaci Pinheiro Sampaio e que residiam no Sítio
Santana, sito
na foz do igarapé de mesmo nome. Raimundo Lopes Sampaio resolveu
transferir o
engenho São Raimundo para o Igarapé Santana, perto de sua residência,
onde
fabricava cachaça até o ano de seu falecimento em 1942. O Coronel
Raimundo
Lopes Sampaio foi intendente de Igarapé-Miri por dois períodos (1912 a
1915).
Sucedendo o dito engenho em 1942 ficou a firma Viúva Lopes Sampaio
&
Filhos, que avançou empresarialmente e com isso adquiriram o navio
cargueiro à
vapor “Moju”, que foi remodelado e cujo nome mudou para “Coronel
Sampaio”, com
a finalidade do transporte de passageiros na linha
Igarapé-Miri-Belém-Igarapé-Miri e o Coronel Raimundo Sampaio ainda foi
baluarte na educação de Ig-Miri, especialmente na localidade Casa
Santana, no Rio Maiuatá, pois contratou o idealista professor Alfredo
Silva para lecionar nessa localidade aos seus filhos e filhos dos
moradores dessa localidade.
Família Pinheiro Sampaio
. 4ª G/Bisnetos/Bn,
filhos de Raimundo Lopes Sampaio e Felismina Lopes Sampaio
. 4ª
G/Bn, Alcides Pinheiro Sampaio, que
ficou gerenciando o Engenho São Raimundo quando seus irmãos adquiriram
outros
engenhos. Foi prefeito constitucional de Igarapé-Miri nas eleições de
1947 (gestão no período de15/2/1948-11/3/1951) e
1955 (gestão no período de 11/3/1956 a 15/12/1958), foi deputado
estadual eleito em 1951 e em 1952 acumulou a função de presidente da
Cooperativa dos Produtores de
Aguardente de Cana dos Engenhos de Abaetetuba e Igarapé-Miri (foi o 2º
presidente), foi prefeito em Ig-Miri.
. 4ª G/Bn, deputado Alaci Pinheiro
Sampaio, que no ano de 1950 comprou o Engenho Santa Maria do sr. Antonio Primo
da Costa e ficou na indústria canavieira até o ano de 1970 Alaci
Pinheiro Sampaio. Alaci, por seu grande prestígio empresarial e político, era
um dos organizadores das antigas festas de Nossa Senhora da Conceição em
Abaetetuba.
. 4ª G/Bn,
Antenor Pinheiro Sampaio, comprou um
maquinário em terras com um galpão e na década de 1950 montou o Engenho Menino
Deus II, que fornecia a produção de cachaça para a engarrafadora Cocal, esta
localizada no município de São Sebastião da Boa Vista/Pa, na Ilha do Marajó.
Antenor casou com Risoleta Fortes Sampaio e com 11 filhos, 5ª G/Trinetos/Tn,
que devido a boa situação econômica do pai foram enviados para a capital Belém,
junto com a mãe, para os devidos estudos.
. 4ª G/Bn, Altino Pinheiro Sampaio, que na década de 1950 instalou o Engenho
Santo Antonio, às margens do Rio Maiauatá, no atual município de
Igarapé-Miri/Pa, cuja cachaça produzida era vendida para as engarrafadoras
Santo Antonio e Cocal, de São Sebastião da Boa Vista/Pa, na Ilha do Marajó. O
Engenho Santo Antonio foi montado nas terras do antigo engenho do lendário dono
de engenho Antonio Gonçalves Nunes, o Barão de Igarapé-Miri, contemporâneo de
Pedro Honorato Correa de Miranda citado em Família Correa de Miranda, acima.
Família
. 1ª G/
pais de Hipólito Moreira Sampaio/Hipólito Rabello Moreira Sampaio
. 2ª
G/Filhos/Hipólito Moreira Sampaio, dono de engenhos e do Trapiche Hipólito
desde o século 19, às margens do Rio Maiauatá, município de Igarapé-Miri/Pa.
Citação:
Hipólito Rabello Moreira Sampaio é citado em 1884, como comerciante.
. 3ª
G/Netos/N, filho de Hipólito Moreira Sampaio, que é pai dos irmãos, 4ª
G/Bisnetos/Bn: João, Waldemar, Altino, Raimundo e Aladim Lapa Sampaio, estes
comerciantes e vendedores de lenha no Trapiche Hipólito para os navios à vapor
que viajavam pelos rios Tocantins e Amazonas e que ne década de 1950 montaram o
Engenho Vivi, este às margens do Rio Maiauatá, município de Igarapé-Miri, tendo
este engenho funcionado até a década de 1970.
Os irmãos
Lapa Sampaio possivelmente são irmãos do Coronel Raimundo Lopes Sampaio, este
filho do Hipólito Moreira Sampaio, citados acima.
Lapa
Sampaio
. 1ª G/pais
de Aladim Lapa Sampaio
. 2ª
G/Filhos/F, Aladim Lapa Sampaio, dono do Engenho Veneza, sito no Rio Meruú-Açu,
na década de 1960, junto com o Major João Nicolau Fortes, atividade que entrou
em falência na crise dos engenhos de cana-de-açúcar do Baixo Tocantíns no final
da década de 1970.
Outros
Sampaio em Pesquisa
. 1ª G/
pais de Antonia Sampaio
. 2ª G/Filhos/F,
Antonia Sampaio/Lobato, esta provavelmente filha do Coronel Sampaio, casou com
Júlio Correa Lobato e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Nazaré e Júlio Sampaio
Lobato, que juntos com a mãe herdaram os negócios de Júlio Correa Lobato em
1968.
Família Sandim
Os Sandim
. Sandim
& Genro, firma citada em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de
engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro,
pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados
pela Associação Comercial de Belém.
Ferreira Sandim
. Francisco José
Ferreira Sandim, c/cThereza de Jesus Maia, falecida em 1876, que era viúva de Francisco José Ferreira Sandim, que
casou uma 2ª vez com (3ª G/N dos Correa de Miranda) com Manoel Gonçalves Correa de Miranda, este
citado em 1852 como primo de Pedro Honorato Correa de Miranda e seu eleitor
para a Assembléia Provincial, citados em 1857 e Thereza de Jesus Maia e seu
marido Manoel eram residentes no distrito de Anapu, Freguesia de
Igarapé-Miri/Pa, donos de engenhos e muitos escravos e tiveram filhos,( 4ª
G/Bisnetos/Bn, dos Correa de Miranda: João Antonio Sandim de Miranda, Anna,
Theresa (filha) e Joana Correa de Miranda. Thereza (mãe) ficou viúva e herdeira
dos bens do marido, tendo falecida em 1876, quando sua filha Joanna era menor.
. (4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Manoel Gonçalves
Correa de Miranda e Thereza de Jesus Maia):
. 4ª G/Bn: João
Antonio Sandim de Miranda
. 4ª G/Bn: Anna Correa
de Miranda. Presente à Instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895 e uma das
assinantes da Ata de Cerimônia de Instalação.
. 4ª G/Bn: Theresa Correa de Miranda, c/c
Francisco Lobato Frade. É o mesmo Antonio Francisco Lobato Frade, que ajudava a
eleger Pedro Honorato Correa de Miranda para a Assembléia provincial, citado
desde 1835 a 1867.
. 4ª G/Bn: Joanna
Correa de Miranda
. 4ª G/Bn: Major João
Baptista Correa de Miranda, filho de um irmão de Manoel Gonçalves Correa de
Miranda, acima, Capitão da Guarda Nacional citado em 1866, foi vereador na Vila
de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1861-1865), citado em 1876.
2ª G/Filhos/F: Julião Antonio Correa de Miranda, citado em 1800 como tenente da
8ª Companhia do Regimento de Milícia da cidade de Belém, dono de engenho movido
à água no rio Anapu, Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri, dono de terras
com plantações de cacau e café, dono de 47 escravos em 1810, irmão de Manoel
João Correa de Miranda, este e sua esposa Maria Ferreira de Gusmão, citados em
1925.
Família Santa Maria
. Vladimir Santa
Maria, origem no município de Igarapé-Miri/Pa, citado em 2010.
. Araci Correa Santa
Maria, com origem no município de Igarapé-Miri/Pa e com nome da Escola
Municipal Araci Correa Santa Maria, na Vila Maiauatá, no mesmo município,
cotada em 2010 e tendo como diretora Gracile Ferreira e vice-diretora Dilza Machado.
Família Santana
Os Santana
.
Maria Raimunda Santana, já é falecida e que era depositária de parte da
antiga história de Ig-Miri, especialmente da Revolta da Cabanagem.
Os Outros Santana em Pesquisa
. Miguelina Guimarães Santana, foi professora na localidade Rio Maiuatá, em Ig-Miri.
Família Santos
Os Santos
. Rodrigo Santos, que em 1900
possuía um contrato de navegação com o Estado do Pará na Linha do Jacundá,
Anapu e Pacajá.
Os dos Santos
. Benedita dos Santos/Benoca, era
professora e ocupou o cargo de secretária de cultura de igarapé-Miri/Pa.
. Emídio Antonio dos Santos, citado em 1958 em Ig-Miri.
. Florêncio dos Santos/Vovô, trabalhou nos serviços de apoio do Instituto Sant'Ana, de ig-Miri.
. Manoel Raimundo dos Santos, músico em Ig-Miri e tocava no coral da Igreja Matriz dessa cidade.
. Mathias José dos Santos,
professor da escola do sexo masculino da Freguesia do Moju, em 1863.
. Raimundo Manoel dos Santos, músico componente da banda criada e regida pelo maestro João Valente do Couto, em Ig-Miri.
. Tomé dos Santos, músico
membro da Banda Henrique Gurjão na década de 1920 e que posteriormente
foi transformada no Clube Nunes Garcia, em Ig-Miri.
Família
. 1ª G/ pais de Francisco
Santos/Chico do São Bento
. 2ª F/Filhos/F, Francisco
Santos/Chico do São Bento, que era gerente de uma das propriedades do Capitão
Arcelino Brasiliano de Miranda Lobato e filhos, na década de 1940, no município
de Igarapé-Miri/Pa.
Os Outros Santos em Pesquisa
.
João Batista dos Santos, músico membro da Banda Henrique Gurjão na
década de 1920 e que posteriormente foi transformada no Clube Nunes
Garcia.
. Marciano Ramos dos Santos, músico componente da banda criada e regida pelo maestro João Valente do Couto, em Ig-Miri.
. Maria da Consolação Lobato dos Santos, foi professora em Ig-Miri.
. Maria de Castro dos Santos/D. Saroca, foi merendeira e cozinheira na Instituto Sant'Ana, de Ig-Miri.
Família Sarges
. 1ª G/ pais de João Paulo de
Sarges Barros
. 2ª G/Filhos/F, João Paulo de
Sarges Barros, que em 1730 comprou a propriedade da família Gonçalves de
Oliveira, na Freguesia de Sant’Anna de
Igarapé-Miri e que deu continuidade à festa de Sant’Anna, em
Igarapé-Miri, em 1730, que deu continuidade
à devoção da Santa na Freguesia de Igarapé-Miri na década de 1790 e era
casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: João Sarges de Barros e outros.
. 3ª G/N, João Sarges de Barros,
citado em 1730, falecido por volta de 1777, formou-se padre em Belém/Pa e foi
nomeado o 1º pároco da antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri.
Família Sefer
Família Serra
.
Antonia Campos Serra, foi aluna do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri,
formada no curso superior de Bacharel em Direito, advogada, Juíza da
Justiça do Trabalho.
Família Serrão
Os Serrão
. João Serrão, origem no município
de Igarapé-Miri, citado em 2007.
Família
. 1ª G/ pais do padre Victório
Procópio Serrão do Espírito Santo
. 2ª
G/Filhos/F, padre Victório Procópio Serrão do Espírito Santo, citado como pároco da igreja de Sant’Anna,
município de Igarapé-Miri, em 1847 e professor interno da instrução primária da
escola do sexo masculino do mesmo município em 1886.
Verificar
se o padre Victório Procópio tem relações de parentesco com Catharina Ignácia
do Espírito Santo, da genealogia abaixo de Marcellino José Correa de Miranda.
Os Outros Serrão em Pesquisa
. José Pacheco Serrão da Costa, dono do Engenho
Serrão, na povoação de Moju.
. Manoel do Carmo Silva Serrão, origem na localidade Rio São Lourenço, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado 12/1989.
. Vitorino Procópio Serrão do
Espírito Santo:
De Igarapé-Miri:
. 1ª Câmara de Vereadores da
Villa de Igarapé-Miri instalada em 26/7/1845 (1845 a 1849), formada
pelos veradores: Domingos Borges Machado Acatauassu, Francisco José Correa de
Miranda, Pedro Honorato Correa de Miranda, João dos Santos Lopes e Antonio
Hygino Cardoso Amanajás, tendo como presidente Vitorino Procópio Serrão do
Espírito Santo, que foi instalada conjuntamente com o munícipio de
igarapé-Miry.
FAMÍLIA SILVA
Os Silva
. José Silva, citado em 30/9/1839 como dono de engenho na embocadura
do Rio Pindobal.
. Lourenço Justiniano Silva, citado
como professor das primeiras letras em Abaeté em 1863.
. Mariquinha Silva, origem na localidade Rio Maiuíra, em Ig-Miri, que promovia festas de Santo e dançantes em sua residência.
. Melchíades Silva, músico componente da banda criada e regida pelo maestro João Valente do Couto, em Ig-Miri.
. Olina Silva, foi professora em Ig-Miri.
Os da Silva
. Diogo Domêncio da Silva/Seu Dondon, trabalhou como porteiro no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.
. Eduardo Carlos da
Silva, foi sócio da firma Lobato & Silva, junto com Eládio Correa Lobato,
firma proprietária do Engenho Menino Deus que foi instalado na década de 1960,
sito às margens do Rio Meruú-Açu, na foz do Igarapé João Ribeiro, que
posteriormente foi vendido para o Sr. Oscar Nestor Paraguaçu, engenho que
operou até 1972.
. Felipe Antonio da Silva, foi prefeito de Ig-Miri em 1943.
. José
Procópio da Silva, citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de
engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto
Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros,
solicitados pela Associação Comercial de Belém.
. Licínio Cássio da Silva/Caboclo Madá, que foi gerente numa das
propriedades do Capitão Arcelino Brasiliano de Miranda Lobato, na década de
1940, município de Igarapé-Miri/Pa.
. Manoel André da Silva, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. Manoel Nonato da
Silva, nasceu em 7/12/1914 na localidade Rio Cuitininga, município de
Igarapé-Miry/Pa e faleceu com 93 anos de idade e foi sepultado no Cemitério de
Nossa Senhora da Conceição, em Abaetetuba. Casou com Joana Guimarães da Silva,
em 26/4/1947, perante o Juiz Suplente Oscar Pinheiro Castelo Branco de Lima,
tendo como testemunhas Pedro da Silva Gomes, casado e agricultor e Plácido
Justo da Silva, casado e industrial, casamento nº 325, conforme registro de
casamento, fls. 68 e 69, lv. 04, do Cartório 3º Of., João Ferreira Gomes.
Manoel Nonato e Joana se mudaram para o município de Abaetetuba/Pa e tiveram
filhos, 3ª G/Netos/N: Manoel Carlos e outros.
Marcellino Antonio da Silva, e membros das tropas da Guarda Nacional>
Em 1888
foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o
batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
. 1ª
companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio
Apolinário Lobato.
. Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
. Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
. Promoções:
promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
. Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
. Para alferes, o guarda
Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
. Para tenente, o guarda
Joaquim de Deus Oliveira. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
. Para tenente, o alferes
do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
. Para alferes, o
guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro. Para tenente, o guarda Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra
Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato. Para tenente, o guarda Marcellino
Antonio da Silva.
. Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
. Estado
maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense
Perdigão.
. Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
. Por
portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio
Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de
Igarapé-Miry.
Continuação dos Silva:
. Raimundo Nonato da Silva, natural do Rio Cuitininga, que casou com
Braselina Costa e com filhos, 3ª G/Netos/N: Manoel Nonato da Silva e outros.
Os Garcia da Silva
. J. Garcia
da Silva, firma citada em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos
de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro,
pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados
pela Associação Comercial de Belém.
. José Garcia da
Silva, capitão, citado em 1877 como membro da comissão de imigrantes cearenses
para Igarapé-Miri, junto com Domingos Borges Machado Acatauassu e Antonio Lopes
Machado.
Em 1900 José Garcia da Silva
fazia a navegação subvencionada pela Província do Pará, em linha para Cametá.
. José Garcia da Silva, foi Intendente de Ig-Miri no período de 1904-1905 e até 1917.
Família
. 1ª G/
pais de Plácido Justo da Silva, Júlio Justo da Silva e demais irmãos.
. 2ª
G/Filhos/F, Plácido Justo da Silva, citado como industrial em 26/4/1947 como
natural do Rio Cuitininga, dono do engenho São Domingos, sito no Rio São Domingos, município de Igarapé-Miri/Pa,
cuja produção vendia para os comerciantes de regatão da região e que sucumbiu
na crise dos engenhos no final da década de 1970, era casado e com filhos, 3ª
G/Netos/N.
. 2ª G/F, Júlio Justo da Silva,
casou com Raimunda Prazeres da Silva e com filhos, 3ª G/Netos/N: Maria da
Conceição Prazeres da Silva e outros.
. 3ª G/N, Maria da Conceição
Prazeres da Silva, já é falecida, era casada e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e
netos, 5ª G/Trinetos/Tn.
Os Silva
Brabo
. 2ª G/Filhos/F:
Antonio José da Silva Brabo, dono de engenhos e escravos no Baixo Tocantins,
casou e teve filhos, 3ª G/Netos/N.
. 3ª G/Netos/N:
Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, casou com o Coronel Antonio Cardoso
Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri e tiveram
filhos, 4ª G/Nisnetos/Bn: Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás e
outros.
. 3ª G/Netos/N:
Victória Maria da Silva Brabo, casou uma 2ª vez com o Tenente-Coronel Caripuna
e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio
Francisco Correa Caripuna (o filho) e outros, inclusive a que se tornou esposa
de Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás.
Família
. 1ª G/ pais de Irineu Silva
. 2ª G/Filhos/F, Irineu Silva, este
era lavrador, natural do Rio Vilhena, município de Igarapé-Miri/Pa, casou com
Gertrudes Maria da Silva e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Joana Guimarães da
Silva e outros.
. 3ª G/N, Joana Guimarães da Silva,
natural de Igarapé-Miry, localidade rio Vilhena, nascida a 9/9/1927, casou com
Manoel Nonato da Silva, residiam na Travessa Aristides dos Reis e Silva, em Abaetetuba, Pará e tiveram 9 filhos, 4ª
G/Bisnetos: Maria José, Manoel Galileu, Manoel João, Maria Raimunda, Manoel
Maria, Maria da Conceição, Manoel do Carmo, Maria Luiza e Manoel Carlos
Guimarães da Silva.
Genealogia Paralela de Gertrudes
Maria da Silva
. 1ª G/ pais de Gertrudes Maria da
Silva
. 2ª G/Filhos/F, Gertrudes Maria da
Silva, natural e residente no Rio Vilhena, município de Igarapé-Miri/Pa, casou
com Irineu Silva e com filhos, 3ª G/Netos/N: Manoel Nonato da Silva e outros.
. 3ª G/N, Manoel Nonato da Silva,
casou com Joana Guimarães/da Silva, depois que vieram do interior para a cidade
de Abaetetuba/Pa e tiveram 9 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Maria José, Manoel
Galileu, Manoel João, Maria Raimunda, Manoel Maria, Maria da Conceição, Manoel
do Carmo, Maria Luiza e Manoel Carlos Guimarães da Silva.
Família
.
Alfredo Correa da Silva, com origem na cidade de Porto, em Portugal,
formado na Universidade de Coimbra, em Portugal, poliglota, que veio
para o Brasil devido sua irmã Aurora que era casada com um brasileiro
residente em Belém/PA, e Alfredo foi funcionário do Banco do Brasil,
mudou para outro banco que faliu, e com um amigo viajante Sulpício
Moraes chegou ao município de Ig-Miri, onde foi antigo professor na
localidade Murutipucu, possui escola com o seu nome na Vila Boa União e Alfredo
casou com Pautila Rodrigues/Dona Moça e tiveram 8 filhos: Heitor,
Francisco, Maria de Lourdes, Julieta, Joaquim, Hélio, Manoel Rodrigues
da Silva e Aurora da Silva Pureza sendo alguns figuras de destaque em
Ig-Miri.
.
Aurora Rodrigues da Silva/Aurora da Silva Pureza, filha caçula do
professor Alfredo Correa da Silva e Pautila Rodrigues Correa/D. Moça,
foi professora na localidade Rio Maiuatá, em Ig-Miri, casada e com
filhos.
. Francisco Rodrigues da Silva
. Heitor Rodrigues da Silva
. Hélio Rodrigues da Silva
. Joaquim Rodrigues da Silva
. Julieta Rodrigues da Silva
. Manoel Rodrigues da Silva
. Maria de Lourdes Rodrigues da Silva
Os Outro Silva em Pesquisa
. Aristides dos Reis e Silva, foi o 1º diretor do 1º Grupo Escolar de Ig-Miri.
. Benedito Moraes da Silva, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. Capitolino Pereira de Barros e
Silva, professor da escola elementar da escola do Tucumanduba.
. Emetério Gonçalves da Silva, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. Fernando Rosa da Silva/Rosa, que foi gerente em uma das propriedades do
Capitão Arcelino Brasiliano de Miranda Lobato, na década de 1940, município de
Igarapé-Miri/Pa.
. José Nunes da Silva, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. Manoel da Paixão e Silva, foi prefeito de Igarapé-Miri
. Marcolino
Antonio dos Santos e Silva, citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos
de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto
Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros,
solicitados pela Associação Comercial de Belém.
. Marcos Pereira da Silva, origem na localidade rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. Nerino
Miranda da Silva, origem na localidade Pindobal-Açu, município de
Igarapé-Miri/Pa, pescador, foi capataz da Colônia de Pescadores Z-15 de
Igarapé-Miri, nessa localidade.
.
Oscarina Sozinho Martins e Silva, foi diretora na antigo Grupo Escolar
de Ig-Miri em 1945 e foi dela a iniciativa de procurar um novo prédio
para essa escola devido a precariedade da mesma.
. Raymmunda Villaça
da Silva, que casou com Antonio Guimarães Rodrigues, casou com Raymmunda
Villaça da Silva e com filhos: Didico, Abel e Noé Guimarães Rodrigues, donos de
comércio e engenhos em Abaeté.
Família Silveira
. Pedro da Gama Lobo da Silveira,
citado em 1868 como coletor em Muaná, tendo como escrivão José Lourenço
Ferreira Cantão.
Família Sinimbu
Os Sinimbu
. Ângela Sinimbu, cantava músicas sacras no coro da Igreja Matriz de Ig-Miri.
. Dr. Dagoberto Sinimbu, conhecida figura pública em Belém, estudou no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.
.
Dr. Otávio Sinimbu, conhecida figura pública em Belém, estudou no
antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Medicina.
Família
. 1ª G/Pais de Cacila Sinimbu
. 2ª
G/Filhos/F, Cacila Sinimbu, casou com Manoel da Silva Lima, e Cacila,
juntamente com seus 10 filhos, 3ª
G/Netos/N, foram residir em Belém/Pa e Cacila ajudava o marido a vender a
cachaça do engenho da família aos amigos da Capital, para custear os seus
estudos e onde todos concluíram os estudos em cursos superiores na mesma cidade
e a sra. Cacila estava com mais de 90 anos em 2011 (provavelmente nasceu no ano
de 1921 em Igarapé-Miri).
Os Outros Sinimbu em Pesquisa
. Geraldo da Silva Sinimbu, citado em 1958 em Ig-Miri.
Família Siqueira
. 1ª G/ pais de Joaquim Sequeira
. 2ª
G/Joaquim Sequeira, lendário dono da engarrafadora e distribuidora de cachaça
Santo Antonio/Siqueirinha, situada em estratégico porto, espécie de empório
comercial, com grandes interesses comerciais no Baixo Tocantins, quando
comprava, engarrafava e revendia a cachaça produzida na região, especialmente
dos engenhos de Igarapé-Miri/Pa.
Família Soares
Os Soares
. Lourival Soares, era antigo seresteiro de Igarapé-Miri, tocando e cantando com seus amigos: Raimundo Benedito de Brito Almeida/Mundiquinho, Leônidas.
Os Pantoja Soares
. Antonia Pantoja Soares, que estudou no antigo Externato da Professora Eulina da Purificação Cardoso, em Ig-Miri.
.
Crisálida Pantoja Soares, pesquisadora, escritora, Licenciada em Letras
pela UFPA em 1991, professora em Ig-Miri, que ajudou na implantação do
antigo Ginásio Aristóteles Emiliano de Castro na mesma cidade, ajudou na
implantação do Sistema de Organização Modular de Ensino, onde foi a 1ª
sevretária, foi professora do ensino de 1º grau no Instituto Santana,
vinculada à SEDUC/PA como orientadora educacional e professora na Escola
Estadual de 1º e 2º graus Enedina Sampaio Melo onde se aposentou na
educação.
Família Sosinho
. Ildefonso Sosinho,
que casou com uma das filhas do Tenente-Coronel Caripuna, citados em
1877. Vide genealogia do Tenente-Coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, da
família Correa de Miranda.
. Vítor Sozinho, foi antigo baluarte na luta pela melhoria da educação em Ig-Miri.
Lyra Sosinho
. José Antonio de Lyra Sosinho
. Pedro
Honorato Correa de Miranda, em1852 era o delegado da instrução pública da Villa
de Igarapé-Miry, tendo como suplente José Antonio de Lyra Sosinho
Família
. José Ildefonso Sosinho, que em 1889 era
alferes no 7º batalhão de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry, junto
com Francisco Antonio d’Oliveira Pantoja, como tenente-quartel-mestre, o tenente-ajudante-alferes João Capistrano
Janhahu e o capitão Hypólito Rabello Moreira Sampaio, capitão-tenente Raimundo
Pinheiro Lopes, tenente-alferes Cordolino Afonso de Lyra, tenente Agostinho
Augusto pinheiro, tenente Manoel Domingos d’Oliveira, Alferes Manoel Raymundo
dos Santos Quaresma, e o alferes Marciano Rodrigues de Castilho.
Família Sousa
Os Sousa
.
Cristina Souza, que foi alfabetizada pela professora Ana Correa de
Miranda e que foi nomeada em 1949 como professora na alfabetização no
interior do município de Ig-Miri.
. Manoel do Socorro Souza, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. Maria Madalena Souza, citada em 1958 como professora no Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri.
.
Paulo Sérgio Sousa, nascido a 12/1961, origem na localidade rio
Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 2008.
.
Sebastiana Souza, que foi aluna da professora Ana Correa de Miranda e
foi nomeada em 1949 como professora na alfabetização no interior do
município de Ig-Miri.
Os de Sousa
. Fernando de Souza, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/pa, pescador, citado em 6/1992.
. Jacira Soares Marques, citada em 1930.
Em 1855:
. José Elias de Souza
. Manoel
Francisco Pimentel, em 1855 era o capitão-comandante do corpo de trabalhadores
da Freguesia de Barcarena, que contava com um capitão e 50 trabalhadores; na
Freguesia de Beja, era o capitão-comandante José Elias de Souza; na Freguesia
do Moju, o capitão-comandante era Francisco José Rodrigues, contando com 1
capitão, 1 sargento, 4 cabos e 36 trabalhadores; na Villa de Igarapé-Miry, como
capitão-comandante José Gonçalves Chaves; na Freguesia de Cairary, o
capitão-comandante Francisco Antonio de Magalhães, contando com 1 capitão, 1
sargento, 1 cabo e 26 trabalhadores e na Freguesia de Abaeté, o
capitão-comandante Justo José Correa de Miranda.
Manoel de Souza:
. José
Antonio Pereira de Castro, que era juiz de paz na antiga freguesia de Sant’Anna
de Igarapé-Miry e que durante a revolta
da Cabanagem, no Pará, organizou as defesas dessa Freguesia contra os
revoltosos cabanos em 1835, estes chefiados por Manoel Domingos, Alexandre
Carlos, Manoel de Souza e João Gouveia, que cercaram e tomaram a freguesia.
Família
. 1ª G/
pais de Alexandrina Souza
. 2ª
G/Filhos/F, Alexandrina Souza, esta casou com o 2º Manoel João Correa de
Miranda e com filhos, 3ª G/Netos/N: Antonio Manoel Correa de Miranda e outros.
Vide família Correa de Miranda.
. 3ª G/Netos/N, filhos
de Manoel João e Alexandrina Souza de Miranda:
. 3ª G/N: Antonio
Manoel Correa de Miranda/BARÃO DE CAIRARY, que nasceu em 18/9/1831, na
Freguesia de Sant'Anna de Igarapé-Miri e faleceu na Fazenda do Carmo, no Rio
Anapu, Vila de Igarapé-Miri em 20/8/1903, comerciante e proprietário de terras,
Juiz de Paz, oficial major-comandante da Guarda Nacional de Cairary, qualificado em 10/7/1851 e citado
nessa função em 1868, vereador da Câmara Municipal na Villa de Moju/Pa, que
exerceu vários mandatos políticos de deputado na Assembléia Provincial na
segunda metade do século 19 entre os anos de 1875 a 1877, tenente-coronel
Oficial da Guarda Nacional em Belém, citado em 10/7/1851 e 25/7/1851 como
tenente-coronel em Igarapé-Miri,
capitão-comandante em 24/5/1858, major-comandante em 20/10/1869 e
coronel-comandante em 20/10/1869 e 31/12/1870 a 22/1872, e foi agraciado por D.
Pedro II com o título de Barão de Cairary por carta imperial em 8/8/1888, com
contrato com o governo provincial para a linha de navegação subvencionada para
Igarapé-Miri por 3000$000 réis anuais, era comerciante, dono de muitas terras
em Anapu, Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri e Freguesia de Moju, com
plantações de seringais e outras culturas, dono do Engenho do Carmo, no Rio
Anapu em 1870, atual Igarapé-Miri/Pa, e dono de engenho-fazenda no distrito de
Cairary, citado em 1879, dono de escravos, casou com Leopoldina Campos e com
filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Eufrosina Correa de Miranda, José Correa de Miranda,
Antonio Miranda Filho e outros.
Família
. Francisco José Rodrigues de
Souza, citado em 1868 como professor em Cametá
. 1ª G/ pais de Praxedes Vicente de
Souza e Zinho Souza
. 2ª
G/Filhos/F, Praxedes Vicente de Souza, citado em 1958, que alugou o Engenho São Paulo, sito no
Rio Meruú-Açu, município de Igarapé-Miri/Pa, que era de propriedade de José
Roberto Araujo e seu filho Agenor Araujo e alugado em sociedade com seu irmão
Manoel Joaquim de Souza/Zinho Souza, cujo pagamento do aluguel do engenho era
feito com parte da produção de cachaça. Praxedes Vicente e Zinho Souza vendiam
parte da produção para a região do Salgado paraense e outra parte vendiam em 15
embarcações pelo sistema de regatão e com o crescimento dos negócios na década
de 1960 montaram o Engenho São Vicente, este administrado por Zinho Souza,
ficando Praxedes Vicente no Engenho São Paulo, através da firma Souza &
Irmão, trabalhado na atividade até a crise da cachaça nos anos de 1970.
Família
.
Eurídice Marques de Souza, professora que iniciou seus estudos no
antigo Externato da Professora Eulina da Purificação Cardoso e foi aluna
no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, citada em 1958 como professora no
Instituto Sant'Ana, que cantava músicas em Latim nos eventos sacros em
coral com Ana Almeida, Ecila, Ormita, Dona Almerinda, Ângela Sinimbu, Janete, Floripes, Raimunda Marques, tendo o maestro Henrique como regente do coro.
. João Germácio de Souza, já falecido, casado com a professora
Eurídice Soares Marques/Eurídice Marques de Souza, esta nascida a10/12/1917, filha de Manoel Luís Marques e
Lídia Soares Marques, e João Germácio e Eurídice com
um filho Luís/Luizinho e Eurídice Marques de Sousa, foi professora e cantora nos eventos sacros de Ig-Miri.
Os Outros Sousa em Pesquisa
. Angelina Freire de Souza, citada em 1958 como professora no Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri.
. Ângelo Custódio de Souza, padre e Antónia de Jesus Gomes Franco eram os professores da
Freguesia do Moju em 1859.
. Cristiane Márcia Miranda Sousa, natural de Igarapé-Miri/Pa, citada em 2011.
. Enedina Correa de Souza, trabalhou nos serviços de limpeza do Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri
. Padre José
Simplício das Neves e Souza, pároco da Paróquia de Sant’Anna, citado em 1838.
.
Manoel de Jesus Almeida de Souza/Milton, origem na localidade São
Lourenço, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 12/1989.
Família Souto
. Clarindo
Duarte Souto: Nomeados
em 1878 para o 2º distrito de Anapu, o 1º suplente de subdelegado, tenente
Manoel Luiz Penna de Moraes, 2º suplente, João Victorino de Souza janahú e 3º
dito, Felippe Antonio Pinheiro. Exonerados: 2º suplente de delegado de
Igarapé-Miry, Major João Ribeiro Machado e o 2º suplente do subdelegado do 1º
districto, Clarindo Duarte Souto e nomeado para subdelegado do 2º districto, o
último dos referidos cidadões.
xxxxxxxxxxxx
. Joaquim Antonio da
Silva Villaça
Cafuz José, escravo do negociante
Joaquim Antonio da Silva Villaça, que matou à tiro de espingarda, por engano, o
português Antonio da Silva Chaves.
Os Brabo Amanajás
. Victória Maria da
Silva Brabo Amanajás, é citada em 1877 no inventário co Coronel Caripuna como
mãe de Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás, este também
citado em 1877, e ele era genro do Tenente-Coronel Caripuna, por que
casado com uma das filhas desse tenente-coronel falecido em 1877. Victória
Maria da Silva Brabo Amanajás era casada anteriormente com o Coronel Antonio
Cardoso Amanajás (que ajudou a dissiminar as famílias do clã Amanajás nas
antigas freguesia de Igarapé-Miri e Abaeté e outras localidades do Baixo
Tocantins, Marajó e, posteriormente, na Capital), com que teve vários filhos,
entre os quais o Coronel Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás, este
foi editor do jornal periódico “O Abaetetubense” por 10 anos e foi diretor da
imprensa Oficial do Estado do Pará por 26 anos e foi deputado estadual nos anos
de 1890, na Capital.
Cardoso Amanajás
. O Coronel Antonio
Cardoso Amanajás, foi membro da 1ª Câmara da Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri
(1845-1849) que foi instalada em 1845.
. 5ª G/Trinetos/Tn,
filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria da Silva Brabo, citada em
1877:
Correa Caripuna
. 5ª G/Tn: Victório
Antonio Correa Caripuna, citado em 1877.
. 5ª G;Tn: José Fleury
Correa Caripuna, citado em 1877.
. 5ª G/Tn: Antonio
Francisco Correa Caripuna (o filho), citado em 1877.
. 5ª G/Trinetos/Tn,
outros filhos do Tenente-Coronel Caripuna (estes filhos eram vivos quando a 2ª
esposa do Tenente-Coronel Caripuna, Victória Maria da Silva Brabo, ficou viúva
em 1877:
. 5ª G/Tn; uma das
filhas do Coronel Caripuna casou com Hygino Amanajás, este citado em 1877.
. 5ª G/Tn: outra filha
do mesmo coronel casou com Antonio José Ferreira de Góes, citado em 1877.
Família
Amanajás Cardoso
. Antonio Amanajás Cardoso, irmão
do Velho Cardoso, com origem no Rio Maracapucu. Vide avós maternos de Maria de
Nazaré Cardoso Ferreira e Carmem Cardoso Ferreira: Benedita Maria da Conceição
Teixeira e Antonio Alexandre Cardoso. Antonio Amanajás Cardoso, era irmão de Tibúrcio Teixeira e Alexandre
Antonio Cardoso.
Os Silva
Brabo
. 2ª G/Filhos/F:
Antonio José da Silva Brabo, dono de engenhos e escravos no Baixo Tocantins,
casou e teve filhos, 3ª G/Netos/N.
. 3ª G/Netos/N:
Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, casou com o Coronel Antonio Cardoso
Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri e tiveram
filhos, 4ª G/Nisnetos/Bn: Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás e
outros.
. 3ª G/Netos/N:
Victória Maria da Silva Brabo, casou uma 2ª vez com o Tenente-Coronel Caripuna
e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio
Francisco Correa Caripuna (o filho) e outros, inclusive a que se tornou esposa
de Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás.
. Manoel Joaquim de Souza Lobato
Em 1886
foram nomeados os professores: Venâncio
da Fonseca Paes, para a escola elementar da Freguesia de Cairary; Manoel
Joaquim de Souza Lobato, para a escola elementar do Tucumanduba e Percilianno
de Mattos Ferreira, para a escola elementar do Caeté, distrito do Moju.
Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa