Adriano Crocoká - Poetas e Poesias
104 Anos de Festividade de Conceição em Abaetetuba...
Ontem sexta-feira às 23:32 passei pela Praça Matriz e nuns poucos segundos eu lembrei de milhares de coisas do antigo arraial. Mas o que me chamou atenção foi ver a Praça VAZIA. Aquilo partiu meu coração porque olhar o que era e ver o que é hoje me reporta ha um saudosismo sem fim. A igreja é a única coisa que estar plena com os traços antigos recuperados... Ficou linda e recuperar o passado foi integralmente perfeito no e...difício Catedral. A principal característica da Cultura é a Dinâmica e esta as vezes se adapta e destrói toda uma tradição. A Meia reforma da Praça trouxe isso: Perda dos simbolos, elementos, a subjetividade, a tradição, a essência e a perda de identidade da festa....
Claro que o mais importante é a fé mas existe todo um conjunto de elementos que se resume num BEM chamado FESTIVIDADE DE CONCEIÇÃO...
Eu lamento a geração que estar aí não poder ter visto:
A gente esperando o ano inteiro para aqueles dias mágicos...
Comprar roupas novas pra charlar...
Enfrentar a Passarela do Corte...
Ouvir a Carlos Gomes e os passarinhos no coreto...
Pedir água na Sorveteria Iracema e ouvir eles dizerem: Só tem quente rsrs...
Se Quebrar num romance atrás da Igreja...
Olhar o Arco...
Comprar as flores da Santa...
A noite dos Marítimos...
Os Fogos...
Os brinquedos...
As filas imensas...
Comer um chopp...
Caracol...
Quebra queixo...
Ficar tonto no Dangue...
Sentir frio na barriga com a Barquinha...
Sair tremendo da Monga...
Um tiro ao Alvo...
Comprar fitinhas...
Olhar as lâmpadas da igreja...
Arrematar um bolo...
Barco...
Frango com farofa...
Ir na Casa da Paz....
Fliperama....
Inúmeras coisas...
Milhares de sentimentos....
Arraial dos fins...
É SÓ ISSO!
Kérina Silva Tudo que li, e a mais pura verdade, me lembro da emoção e a alegria que eu sentia quando chegava a festividade de Conceição.
As luzes dos brinquedos do parque iluminava a praça, ficar minutos na fila da Barca so pra sentir a emoção do frio na barriga, ficar ate de madrugada com os amigos na praça, e sem contar nas inúmeras barraquinhas de brinquedos que tinha. A pescaria.. Pra mim,era uma das datas mais esperadas do ano. Infelizmente nos últimos três anos pra cá, tudo isso está se acabando
Clécia Pinheiro Se quebrar num romance...kkkkk abafa tempos bons q ñ voltam mais agente contava os dias pra chegar o dia da festa pra encontrar familiares d longe comprar a roupa aquela multidão q ñ dava nem pra se mecher
Kérina Silva Tudo que li, e a mais pura verdade, me lembro da emoção e a alegria que eu sentia quando chegava a festividade de Conceição.
As luzes dos brinquedos do parque iluminava a praça, ficar minutos na fila da Barca so pra sentir a emoção do frio na barriga, ficar ate de madrugada com os amigos na praça, e sem contar nas inúmeras barraquinhas de brinquedos que tinha. A pescaria.. Pra mim,era uma das datas mais esperadas do ano. Infelizmente nos últimos três anos pra cá, tudo isso está se acabando
Clécia Pinheiro Se quebrar num romance...kkkkk abafa tempos bons q ñ voltam mais agente contava os dias pra chegar o dia da festa pra encontrar familiares d longe comprar a roupa aquela multidão q ñ dava nem pra se mecher
Rita Abreu Fagundes Comer o cachorro quente com caldo de cana na barraca do piranha, ir na pescaria e pescar uma boneca de plástico. A mamãe vendia os brinquedos de Miriti no círio de Belém e já comprava nossos sapatos, pra usar no dia da festa da Conceição. Dois números maiores que os pés, pra durarem o ano todo, pois era só naquela data que ela podia compra, mas a gente era feliz.
Alaene Goes Verdade as tradiçoes sendo esquecidas, nem os foguentes que soltavam a cada terminio da missa nao tem mais quem doe esse foguentes..
Marcela Josefina Parente Minhas recordaçôes são bem anteriores de todas aqui. Mas diferente é minha opinião: mudanças são dinãmicas, tudo muda: o coreto fedido e mau usado. Os acordes de minha infância foram substituidos: o corró-corró pelos palavrãos de bêbados drogados; o vai-e-vem das barquinhad, pelos vuc-vuc do sexo deformado pela droga; as noites animadas pelas rezas e ladainhas, encobria as trocas de mãos com o paquera da vez; o arraial era nosso; hoje não mais: é da diocese é de padres não identificados com costumes e tradições, na maioria. Quem deuo direito de jogarem? fora o altar de mármore de Carrara, sumirem com as imagens dos nossos medos e dores e fé... Quando as vi na capela de São Benedito a emoção foi tão forte..... Reclamar agora se consentimos calados, mudos e surdos diante da mudança que mudou nossos sonhos. Atrás de tempo vem tempo..... Vivamos o hoje. Ainda não estive na Igreja, pois o sol da missa de domingo me derrubou e o itinerário piorou.... Mas vou; vou ver com meus próprios olhos.
Marcela Josefina Parente Minhas recordaçôes são bem anteriores de todas aqui. Mas diferente é minha opinião: mudanças são dinãmicas, tudo muda: o coreto fedido e mau usado. Os acordes de minha infância foram substituidos: o corró-corró pelos palavrãos de bêbados drogados; o vai-e-vem das barquinhad, pelos vuc-vuc do sexo deformado pela droga; as noites animadas pelas rezas e ladainhas, encobria as trocas de mãos com o paquera da vez; o arraial era nosso; hoje não mais: é da diocese é de padres não identificados com costumes e tradições, na maioria. Quem deuo direito de jogarem? fora o altar de mármore de Carrara, sumirem com as imagens dos nossos medos e dores e fé... Quando as vi na capela de São Benedito a emoção foi tão forte..... Reclamar agora se consentimos calados, mudos e surdos diante da mudança que mudou nossos sonhos. Atrás de tempo vem tempo..... Vivamos o hoje. Ainda não estive na Igreja, pois o sol da missa de domingo me derrubou e o itinerário piorou.... Mas vou; vou ver com meus próprios olhos.