sexta-feira, 17 de maio de 2019

Famílias 5 índios, pajés, curandeiros e assombrações


Pajés, Índios, Médiuns, Curandeiros e Assombrações:
17/05/2019
Pode-se dizer que os 360 anos do Acordo de Paz de Mapuá (Breves) de 27 de Agosto de 1559, ganhou de presente o quadro de José Tadeu Ferreira de Araújo, que suscitou comentários do professor doutor Agenor Sarraf. Oportunidade para significar a invenção da Amazônia luso-brasileira.
A fonte do referido episódio é a carta do superior das missões no Maranhão e Grão-Pará, padre Antônio Vieira, datada de 29/11/1659 e publicada em Lisboa em 11/02/1660. Trata-se de uma espécie de relatório geral das Missões como se o "padre grande dos índios" estivesse indicando seu desejo de encerrar seu trabalho missionário na Amazônia e regressar a Portugal.
O leitor deve conhecer o contexto histórico da missão de Vieira no Pará, entre 1623 e 1661, quanto ele e seus confrades foram violentamente expulsos pelos colonos contrariados em seus propósitos de levar a "guerra justa" (cativeiro e extermínio) aos índios NHEENGAÍBAS (marajoaras) acusados de pirataria e insubmissão ao rei de Portugal para continuar o comércio e amizade com os chamados Hereges (protestantes holandeses e ingleses, e traficantes franceses das Guianas).
A carta-patente enviada aos Nheengaíbas por intermédio de "dois embaixadores" da dita etnia das ilhas (na verdade escravos do convento de Santo Alexandre) é, sem dúvida, inteiramente fantasiosa. Um artifício para impressionar a viúva do falecido rei Dom João IV, o amigo sincero do padre Vieira, do qual fora diplomata para negociar o casamento do príncipe Dom Teodoro com candidata disponível da nobreza europeia e, sobretudo, tentar o reconhecimento da independência de Portugal pela Holanda.
Isto sim é o cerne histórico da missão do padre Antônio Vieira no estado do Maranhão e Grão-Pará (1621-1751): Vieira fracassou em ambas empresas agravadas pela morte do príncipe herdeiro, fato desastroso afinal. Pois, de uma parte, o episódio do "PAPEL FORTE" (proposta de entrega de Pernambuco a Holanda e revogação do édito de expulsão dos judeus portugueses a fim de que regressassem com seus capitais; em troca do reconhecimento da independência de Portugal) e, de outro lado; a luta política de ABOLIÇÃO DOS CATIVEIROS INDÍGENAS que resultou na Lei de 1655, base de negociação com os caciques NHEENGAÍBAS para se submeterem à coroa portuguesa.
Com o fracasso da missão diplomática Vieira caiu em desgraça na corte. E a direção da Companhia de Jesus o intima a se enquadrar às regras da Ordem ou deixar a Companhia... Dom João IV ficou agastado com a atitude do superior jesuíta e ofereceu ao padre amigo o cargo de Bispo conforme a Concordata com o Vaticano. Porém, Vieira faz opção pela Companhia e sai de Portugal quase fugindo para assumir a Missão do Maranhão (1652). Foram quase 10 anos, interrompidos pela ruptura do acordo de paz com os rebeldes NHEENGAÍBAS e a condenação do padre pelo tribunal do Santo Ofício sob acusação de "heresia judaizante"...
Último ato da tragédia do padre grande.
O rei amigo morreu em 1656. Então os inimigos de Vieira e dos Jesuítas vislumbraram a oportunidade de afastá-lo da Amazônia. A Câmara de Belém havia requerido a "guerra justa" contra os NHEENGAÍBAS. O requerimento teve deferimento real e Vieira entra em negociação junto ao governador do Maranhão, André Vital de Negreiros, no sentido de adiar a guerra mantendo em sigilo a autorização do rei a fim de dar tempo a tentativas de paz com os rebeldes.
O padre João de Souto Maior foi mandado à ILHA DOS NHEENGAIBAS em missão de paz... Anteriormente, três tentativas de tomar a ilha militarmente havia fracassado com muitos mortos e feridos de parte a parte e ainda desta vez a tentativa de paz do padre João de souto Maior foi recebida a flechadas, deixou mortos e trouxe feridos de volta a Belém. No mesmo ano, Souto Maior morreu no rio dos Pacajás acompanhando garimpeiros em busca de ouro... O incidente deu oportunidade a um dos sermões mais vibrantes do padre Vieira no púlpito da Igreja de Santo Alexandre no qual ele deplora a ambição do ouro.
O prazo para evitar a guerra aos NHEENGAÍBAS se acabava. Aí no dia 29 de abril de 1659, Vieira parte para o tudo ou nada em viagem a Cametá: escreve a célebre carta secreta AS ESPERANÇAS DE PORTUGAL ao seu confidente bispo do Japão (que na verdade tinha sede em Portugal) na qual prega o QUINTO IMPÉRIO do mundo (objeto de condenação por heresia no tribunal do Santo Ofício).
Estas, em linhas gerais, as circunstâncias da Paz de Mapúá com o jogo de verdades e manipulações típicas daquelas épocas amanhecentes da Amazônia (vide Serafim Leite, "História da Companhia de Jesus no Brasil", tomo IV; João Lúcio de Azevedo, "Os Jesuítas no Grão-Pará", José Varella Pereira, "Novíssima Viagem filosófica"...).


José Marajó Varela para REVISTA IBERIANA
quadro de José Tadeu Ferreira de Araújo baseado na carta do Padre Antonio Vieira (29/11/1659) sobre a Paz de Mapuá entre os portugueses do Pará e os caciques nheengaíbas da ilha do Marajó, em 27 de Agosto de 1659.
Oportunidade dos 360 anos do acontecimento histórico de pacificação da Amazônia Marajoara após mais de 40 anos de guerra desde a tomada do Maranhão aos franceses (1615) incluindo a expulsão dos holandeses e ingleses (1623 - 1647), de Gurupá, Xingu e Amapá. Em vias da realização em novembro vindouro do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia, em Roma.
Agenor Sarraf
“A CONQUISTA DO MARAJÓ”: Uma Tela para a História da Amazônia
Numa das últimas vezes que reencontrei José Tadeu Ferreira de Araújo, desenhista, pintor, escultor e, especialmente, artista plástico marajoara, nascido em 28/10/1968 em Abaetetuba, migrante para Breves aos 5 anos de idade, conversamos sobre o famoso “Acordo de Paz”, celebrado em agosto de 1659, no Alto Mapuá, entre a expedição liderada pelo Padre Antônio Vieira, representando a Coroa Portuguesa, e os caciques das diferentes nações indígenas marajoaras. Falamos da importância de uma pintura desse momento para a história das artes no Pará e, especialmente, para o Marajó. Dois anos se passaram e hoje Tadeu publicou em seu face a grande obra de arte. E que obra!!! Nasceu bela, memorial, histórica, impactante!!!
Parabéns, meu amigo Tadeu. A tela assina sua presença definitiva no rol das artes plásticas da Amazônia e da Amazônia Marajoara.
Para saber mais leia:
Daniel, João (1722-1776). Tesouro descoberto no máximo rio Amazonas. V.1. Rio de Janeiro: Contraponto, 2004.
Pereira, José Varella. Em entrevista a Lílian Leitão - O acordo que sela a conquista lusitana. In: Amazônia em Outras Palavras. IPAR – Instituto de Pastoral Regional, nº 13, Belém, Dezembro/2005, pp. 35-37.
_____. Atualidade de Antônio Vieira na Amazônia: uma controvérsia do século XVI para reanimar o século XXI. In: Antônio Vieira - Asas da Palavra. Revista do Curso de Letras do CCHE. Belém: Unama, v.10, nº 23, 2007. Semestral, pp. 193-207.
SARRAF-PACHECO, Agenor. A Conquista do Ocidente Marajoara: índios, portugueses e religiosos em reinvenções históricas In: SCHAAN, Denise Pahl, MARTINS, Cristiane Pires (Orgs.) Muito além dos campos: arqueologia e história na Amazônia Marajoara. Belém: GKNORONHA, 2010, p. 13-32.




. Bernardo e Manduca, médiuns no Algodoal. Bernardo viajou para Santos/SP e depois Rio de Janeiro/RJ e não mais voltou à Abaetetuba.
. Geraldo, filho da Tia Laura, médium na Magno de Araujo
. Agnésio, médium.
. Antonia de Abreu, médium, casada com Miguel de Abreu.
. Mãe do Jurita era médium.
. Pai Paulo, da família Margalho, parente do professor Léo, Sapinho, é pai de santo, neto do Sapo Margalho, este ainda com os filhos: Sapinho.
. Pedrão, Caciquinho.
A
Os A
Os A. Belo da Silva
. A. Belo da Silva, com engenho na margem direita do rio Maracapucu.
Os A. Lobato
. A. Lobato &Cia., fábrica de sabão e óleos vegetais em 1930 nesta cidade.
. A. Villaça, firma citada em 1930 e a firma A. Villaça da Silva com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.
. ERNESTINA A., citada em 1940 como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.

FAMÍLIA ABRAÃO
. JOSÉ ABRAÃO FORTUNATO, cujos restos mortais se encontram sepultados na Capela dos Judeus, no Cemitério Público de Nossa. S. da Conceição, em Abaetetuba.

FAMÍLIA ABREU
Família
Os Abreu
. GUILHERME ABREU, citações:
GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
. Guilherme Abreu, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
Lista de consórcios do Vera Cruz em 1919-1920

Menina Arthemita, citação: . Angelina Ribeiro de Araujo/Angelina Araujo, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
Lista de consórcios do Vera Cruz em 1919-1920
. GUILHERME ABREU, citação:
"Guilherme Abreu, Raymmundo Valentim Barbosa, José Ferreira, Raymundo Paraense Quaresma, Celestino Maués da Trindade, Raymundo Pereira Muniz, Murilo de Carvalho, Humberto Parente, Jorge Felix dos Santos, Tenente Eugênio Tavares. Todos os consorciados do Vera Cruz pagavam mensalidades. Outra lista de 1920: Argemiro Campelo, Ubaldo Souza (jogador do Vera Cruz), Oscar Martins, Tupy Jorge Herane, Elderico Maria da Silva."

Os Abreu
. SALOMÉ ABREU, citada em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.

As Outras Famílias e os Abreu
Os Wanzeller de Abreu
. GUILHERME ABREU, ator e ensaiador teatral, baluarte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos de 1920, grupo teatral que encenava peças no alpendre da Igreja do Divino para angariar fundos para a construção da nova Igreja Matriz de Abaeté, casou e teve filhos.
. HELENA WANZELLER DE ABREU, filha de Guilherme Abreu.
. OSCARINA WANZELLER DE ABREU, filha de Guilherme Abreu.

. RAIMUNDO ABREU, casado com Nazaré Abreu, citados em 2017.

Os Abreu e as Outras Famílias
Os de Abreu Mascarenhas
. XISTO DE ABREU MASCARENHAS, este é ribeirinho com origem na localidade Rio Maúba, casado Enedina Ferreira Mascarenhas, esta com origem na localidade Rio Panacuéra e com filhos: Abigail/Tia Biga e outros?
. ENEDINA FERREIRA MASCARENHAS (Vide acima Xisto de Abreu Mascarenhas).
. ABIGAIL FERREIRA MASCARENHAS/Tia Biga, com 61 anos de idade em 2014, formada em Pedagogia e Teologia, foi professora municipal, e se aposentou após 31 anos na Educação em 6/2013, filha dos ribeirinhos Xisto de Abreu Mascarenhas e Enedina Ferreira Mascarenhas, uma família de evangélicos pioneiros da Assembléia de Deus, e Abigail estudou no antigo Projeto Gavião entre 1991 e 1992, fez o curso de Pedagogia e Teologia, foi diretora na Escola Municipal do S. Sebastião por 10 anos, onde fez um trabalho revolucionário em termos de educação, conscientização, conselhos, diálogos com a comunidade e incentivando e participação de todos na própria formação, com participação de missas, cultos e muita conversa com alunos e pais, e dali saiu no tempo do prefeito Luís Lopes, por ato do então Secretário de Educação Adelino Ferranti, e Tia Biga, que por seu bom trabalho nessa escola e sua saída forçada da escola, a comunidade do bairro de São Sebastião fez abaixo assinado pela sua permanência, e Tia Biga em 1974 casou com Dilson Rodrigues Cardoso, este filho do popular Chico Padeiro, e com 39 anos de casados em 2014, e com duas filhas: Renata e Patrícia e com netos: Patrick.

Os Braga de Abreu
. JOANA BRAGA DE ABREU (vide abaixo)
Família
Dr. LINDOLPHO CAVALCANTE DE ABREU/Dr. Abreu, citação:
Médico sanitarista baiano da cidade de Remanso, humanitário em sua função de médico, inspetor sanitário, pesquisador de doenças tropicais, sífilis e doenças de mulheres e crianças, citado em 1904, fabricante de seus próprios remédios e poções e que trabalhou incansavelmente nos surtos e epidemias de febre amarela, cólera malária, varíola e gripe espanhola (esta em 1918) em Abaeté, visitando e tratando os doentes pobres em suas próprias casas, ajudou o Dr. Evandro Chagas em suas pesquisas da leishimaniose e doenças tropicais em Abaeté, como político escreve o Manifesto Político em favor do Partido Republicano Federal em 1918, foi Intendente Municipal de Abaeté (1922-1926) disputando contra tradicionais nomes de Abaeté e nessa função abriu escolas, conservou jardins, comprou antigo prédio da prefeitura que até então era alugado, lutou pela ampliação dos limites de Abaeté, residente à Rua Siqueira Mendes em 1925, c/c Carlota Braga e tiveram filhos.
Uma citação de 1925 dos tempos do Intendente Municipal Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu:
“Praça Dr. Augusto Montenegro, esquina com a Rua Floriano Peixoto”
. JOANA BRAGA DE ABREU, filha do médico Lindolpho Cavalcante de Abreu (que foi intendente de Abaeté de 1922-1926), casou com o abaeteense Theodomiro Amanajás de Carvalho, este membro da 1ª Comissão para arrecadação de fundos para a construção da nova Igreja de N. S. da Conceição e parente do Professor Basílio de Carvalho.
. JOÃO BRAGA DE ABREU, filho do médico sanitarista Lindolpho Cavalcante de Abreu, nasceu em Remanso/Ba em 12/2/1886 e veio para o Pará em 1896, ficou morando com seus pais em Belém e veio com a família para Abaeté em 1911, orador do Clube Lauro Sodré em 1914 e que tinha como presidente Domingos de Carvalho, foi um dos fundadores do jornal “A Evolução” e também o seu redator.
Citações, em maio de 1914:
O Clube Lauro Sodré, tinha como orador João Braga de Abreu, filho de Lindolpho Abreu, foi um dos fundadores do jornal “A Evolução” e também o seu redator. O presidente do Clube Lauro Sodré era Domingos de Carvalho”.
Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu/Dr. Abreu
Uma citação de 1925 dos tempos do Intendente Municipal Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu:
“Praça Dr. Augusto Montenegro, esquina com a Rua Floriano Peixoto”.

Família
Os Lopes de Abreu
. JOANA LOPES DE ABREU
Raimundo Abreu e Joana Lopes de Abreu
. BEBÉ DO ABREU
. BEBÉ DO ABREU, foi antigo jogador de futebol nos anos de 1940/1950 e mecânico de Abaeté.
. DAVI ABREU
Davi Abreu, antigo jogador de futebol do Vasco da Gama nos anos de 1950.
Família
. NINA MARY DE ABREU/Nina Abreu, criou inúmeros cordões: borboleta, ..., com 74 anos em 2010, foi a principal responsável pela conservação do folclore de cordões de pássaros e outros cordões da quadra junina em Abaeté nos anos de 1940 e 1950 e contando com a ajuda de seus parentes, e ela é tradicional artesã de miriti e outros materiais de Abaetetuba. casada e com filhos.

. RAIMUNDO ABREU, foi ator e ensaiador teatral, membro do Grupo Scênico de Abaeté nos anos de 1920, citado em 1944, abnegado carnavalesco e folclorista de Abaeté junto com sua esposa, introdutor do Cordão dos Pretinhos no carnaval abaeteense (junto com os mestres Afonso, Severino e outros), c/c Joanna Lopes e tiveram filhos.

Os Pauxis de Abreu
. QUINTINO PAUXIS DE ABREU, era membro da Irmandade de São Sebastião em 1908, em Abaeté. Vide os nomes da Irmandade.
Os Sousa de Abreu
. Major JOAQUIM SOUSA DE ABREU, citação:
. IRÓ RIBEIRO, foi sogra do major Joaquim Sousa de Abreu.

FAMÍLIA ACATAUASSU
. ACATAUASSU NUNES, citação:
Acatauassu Nunes foi um dos primeiros donos de engenho, ainda nos tempos de Abaeté vila. Ele era famoso por maltratar seus escravos, trabalhadores e demais subordinados. Corria a história entre os antigos donos de engenho em que estes diziam aos seus escravos ou trabalhadores “Se não trabalhares direito eu vou te vender para o Acatauassú”, o que era um santo remédio para os trabalhadores redobrarem seus trabalhos nos engenhos.

FAMÍLIA AYOPE
Os Ayope Elias
. Abel Ayope Elias, citado em 1922 em Abaeté.

Os Aires de Lima
. ITALVINA AIRES DE LIMA, casada com Pedro Pereira Pinheiro de Lima e com filhos: Adamor Aires de Lima.
. TRAJANO AYRES DE LIMA, presente na instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895.
. ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.

FAMÍLIA ALBUQUERQUE
. RAIMUNDO SOLANO DE ALBUQUERQUE/Didi Solano, citação: Raimundo Solano de Albuquerque, com a firma R. Solano &Cia. dona  de engenho no rio Guajarázinho.
. ADALBERTO DE OLIVEIRA E SILVA/Adalberto Silva, citação:
. LEONOR MÚSSIO DE ALBUQUERQUE/Lola
. Didi Solano/RAIMUNDO SOLANO DE ALBUQUERQUE/Didi Solano, nasceu em 10/1/1910 e faleceu de derrame cerebral em 26/12/1980. C/c Leonor Mússio de Albuquerque/Lola, filha de pai italiano e mãe brasileira. Lola faleceu de insuficiência respiratória no dia 29/3/1922. Didi Solano adquiriu o antigo Engenho Silva, montado por Adalberto Silva, situado no Rio Guajarazinho, que chegou a possuir uma vila para mais de trinta trabalhadores. O Engenho passou a ser denominado de Engenho Santa Rosa, que produzia a famosa cachaça Alvorada. Didi Solano, nos tempos do declínio da cachaça, repassou esse engenho para os sócios Bebé e Batista; Em Abaeté Didi Solano possuía a Fabrica Alvorada, que produzia o refrigerante Alvorada, de muita aceitação no mercado local e regional.
. Major JOÃO SOLANO DE ALBUQUERQUE
. LUIZA SOLANO DE ALBUQUERQUE
. PANCRÁCIO SOLANO DE ALBUQUERQUE/Dedé Solano
Irmãos de Didi Solano: João, Luíza, Dedé Solano. Didi Solano só teve filhos adotivos.
Família Albuquerque:
. João Solano de Albuquerque
. Luíza Solano de Albuquerque:
. Dedé Solano de Albuquerque
. Oscar Solano de Albuquerque, em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Família
Os Solano de Albuquerque
Família
. JOÃO SOLANO DE ALBUQUERQUE/Janjão (irmão de Raimundo Solano de Albuquerque), tenente, citado em 1946, 1953.
Família:
. RAIMUNDO SOLANO DE ALBUQUERQUE/Didi Solano, antigo morador da Rua Benjamim Constant em Abaeté, esotérico, comerciante com a firma R. Solano e Cia e dono do engenho de cachaça Santa Rosa, comprado de Adalberto Silva, fabricante da cachaça Alvorada, no Rio Guajarázinho, comerciante do setor de pesca e dono do iate Solano, citado em 1946, 1953. O engenho, devido dificuldades financeiras foi repassado para Bebé e Batista.
Família
. OSCAR SOLANO DE ALBUQUERQUE, antigo comerciante à Rua Justo Chermont em Abaeté, comerciante de regatão para o Baixo Amazonas na canoa Estrela do Mar, dono de iate trivela e citado em documentos de 1931, membro da comissão para a construção da Igreja de Nossa S. da Conceição em 1933, citado em 1944, dono de bens e que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté e  que em 1938 era da Comissão Cooperadora da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté 

. MARIA IZABEL DA SILVA SOLANO, filha de Oscar Solano, concluinte da 1ª turma de humanistas do Ginásio Bernardino Pereira de Barros.

Os Alfaia Cardoso
. Maria das Graças Alfaia Cardoso, 50 anos, origem na localidade Maúba, citada em 2008.

FAMÍLIA ALMADA
. CÂNDIDA ALMADA, foi moradora de Rua 7 de Setembro, em Abaetetuba.

FAMÍLIA ALMEIDA
Os Almeida
. Raymmundo &Almeida, firma citada em 1922 como dona de comércio no Rio Arapiranga de Beja.
Os de Almeida
. Raimundo de Almeida, que é um dos que mantém economicamente o Clube Mangueirinha da localidade Maúba, citado em 2008.

. Rosa de Almeida Pantoja
. Martinha Pantoja Ferreira tem 91 anos, filha de Rosa de Almeida Pantoja e Cândido de Almeida Pantoja, parteira desde os 16 anos de idade e até os dias atuais (2008), c/c José Calazans Ferreira/Cala.
Os de Almeida Nobre
. DELMIRO DE ALMEIDA NOBRE, é citado em documento de 1922 em Abaeté.
Os de almeida Pantoja
. ROSA DE ALMEIDA PANTOJA, casada com Cândido de Almeida Pantoja e com filhos: Martinha Pantoja Ferreira e outros em pesquisa.
Os de Almeida Silveira
. CORNÉLIO DE ALMEIDA SILVEIRA, citação: O Tietê Futebol Club em 1954 tendo como presidente Cornélio de Almeida Silveira, c/concessão de terreno c/limites pela frente c/a Trav. Pinto Martins, fundos c/a R. Floriano Peixoto, dado p/aforamento em documento de 13/11/1954, terreno com 100 x 60m.

Os Panglars de Almeida
. Alfredo Panglars de Almeida, na década de 1930 era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.

Os de Almeida Nobre
 . DELMIRO DE ALMEIDA NOBRE, citado em 1922 como comerciante e freteiro de canoa à vela na Costa Maratauíra.
Os de Almeida Pantoja
. ROSA DE ALMEIDA PANTOJA, casada com Cândido de Almeida Pantoja e com filhos: Martinha Pantoja Ferreira e outros em pesquisa.
. Martinha Pantoja Ferreira tem 91 anos em 2008, filha de Rosa de Almeida Pantoja e Cândido de Almeida Pantoja, parteira desde os 16 anos de idade e até os dias atuais (2008), c/c José Calazans Ferreira/Cala.

FAMÍLIA ALVES
Os Alves e Costa
. Alves &Costa Ltda, firma dona do Engenho Gentil para fabricar cachaça, no Furo Gentil.

Os Alves Pereira
. Albino Antonio Alves Pereira, com oficina de funileiro em 1922 na Rua justo Chermont em Abaeté.
Os Alves Vaz
Alves Vaz, antigos donos do Sítio Santa Cruz, que subsistiu até a década de 1920, onde hoje (2008) fica a Escola Graziela, um posto de saúde e casas que formam pequenas vilas.

Os Rodrigues Alves
. Família Rodrigues Alves, atuais donos do antigo Sítio Santa Cruz e donos do barco Rodrigues Alves que faz linha para Breves, Belém, Cametá, Mocajuba e outras cidades, citado em 2008.
Andrade
Os Freire de Andrade
Francisco Freire de Andrade, citado em 1922 em Abaeté.

FAMÍLIA ARLINDO
· João Arlindo, que em 1938 era juiz do mastro e da bandeira da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté

FAMÍLIA ALVIM
Os Alvim de Lima
. ANÍSIO ALVIM DE LIMA, citado em 1922 e em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.

FAMÍLIA ANDRADE
Os Andrade
. PLINIO ANDRADE, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920.
. Martinha Pantoja Ferreira tem 91 anos em 2008, filha de Rosa de Almeida Pantoja e Cândido de Almeida Pantoja, parteira desde os 16 anos de idade e até os dias atuais (2008), c/c José Calazans Ferreira/Cala.
. , FRANCISCO FREIRE DE ANDRADE, citado em 1922 como comerciante no Rio Abaeté.

FAMÍLIA ANDRÉ
Os André Margalho
. José André Margalho, citado em 1922 em Abaeté.

Os Cardoso André
. Rubens Cardoso André, citação: Agnelo Negrão Rodrigues, em 1964 repassa a Rubens Cardoso André, um imóvel localizado à Trav. Santos Dumont.

FAMÍLIA ANTONIO
Os Antonio
. FÉLIX ANTONIO, citado em 1922 e com pequena fábrica de sapatos na década de 1930 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.
. Jorge Antônio, citado em 1922 em Abaeté.

FAMÍLIA ARACATY
Os Pereira Aracaty
. Manoel Pereira Aracaty, com oficina de barbeiro em 1922 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.

FAMÍLIA ARAUJO
Os Araújo
. Damásia Araújo, citada em 1922 em Abaeté.
. MANOEL ARAUJO, dono de engenho que fabricava açúcar e mel no rio Cuitininga.

Os de Araujo
Os de Araujo Pimentel
. Manoel de Araújo Pimentel, citado em 1922 e na década de 1930 era tabelião na Povoação de Beja.

As Outras Famílias e Os Araujo
Os Carneiro de Araujo
. Alcimar Carneiro de Araujo, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.
. Alcimar Carneiro de Araujo, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.
. José Orlando Carneiro de Araujo/Coropó, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.
. José Orlando Carneiro de Araujo/Coropó, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.

Os de Freitas Araujo
. Abílio Freitas de Araújo, citado em 1922 em Abaeté.
Os Lima de Araujo
Família
. RISOLETA LIMA DE ARAUJO/Sinhá, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
. STOESEL ORLANDO LIMA DE ARAUJO/Bacuritita/Landico, em 1930 era dono de sapataria em Abaeté.
Os Pereira de Araujo
. Ramiro Pereira de Araújo, citado em 1922 em Abaeté.

Os Ribeiro de Araujo
. ANGELINA RIBEIRO DE ARAUJO/Angelina Araujo, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, citação: Angelina Ribeiro de Araujo/Angelina Araujo, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
. ANTONIO RIBEIRO DE ARAUJO/Antonico Araujo, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
. LICÍNIO RIBEIRO DE ARAUJO, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
. PEDRO RIBEIRO DE ARAUJO, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920:
Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).
. PRUDENTE RIBEIRO DE ARAUJO: Citação: . ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.
. PEDRO RIBEIRO DE ARAUJO, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920:
Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).
Os Santiago de Araujo
. Herdeiros de Felippe Santiago de Araújo, citado em 1922 em Abaeté.

Os Araujo e as Outras Famílias
Os Araujo Azevedo
. Araujo Azevedo &Cia, firma em 1922 com um engenho na margem direita da Costa Maratauhyra.
Os de Araujo Margalho
. Ricardino de Araújo Margalho, citado em 1922 e na década de 1930 era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.
Os de Araujo Pereira
Os B. de Araujo Pereira
. RAYMUNDO B. DE ARAUJO PEREIRA, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920:
Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).
Os de Araujo Pimentel
. Manoel de Araújo Pimentel, citado em 1922 e na década de 1930 era tabelião na Povoação de Beja.

FAMÍLIA AVELINO
Os Avelino
. João Avelino, na década de 1930 era dono de olaria na cidade de Abaeté.

Os Ferreira Ribeiro
Felippe Ferreira Ribeiro, Ferreira, em 1930 com novo comércio de fumo e bebidas na Travessa Conceição, filial, e Felippe F. Ribeiro-Filial, firma em 1931 com comércio de mercearia na Avenida João Pessoa, e em Abaeté, em 1931 com comércio na Rua Justo Chermont, em Abaeté.

A
Raymundo B. de Araujo Pereira, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920:

com citações:
Tomé Rodrigues, citação: Em 1822 o juiz passou a ser Tomé Rodrigues e os primeiros oficiais empossados foram: Vital Luiz Rodrigues, Laulo Souza, Manoel José Rodrigues, Francisco Antonio Silva Castro e Teodósio Luiz do Couto.

Vital Luiz Rodrigues, citação: Em 1822 o juiz passou a ser Tomé Rodrigues e os primeiros oficiais empossados foram: Vital Luiz Rodrigues, Laulo Souza, Manoel José Rodrigues, Francisco Antonio Silva Castro e Teodósio Luiz do Couto.

Laulo Souza, citação: Em 1822 o juiz passou a ser Tomé Rodrigues e os primeiros oficiais empossados foram: Vital Luiz Rodrigues, Laulo Souza, Manoel José Rodrigues, Francisco Antonio Silva Castro e Teodósio Luiz do Couto.

Manoel José Rodrigues, citação: Em 1822 o juiz passou a ser Tomé Rodrigues e os primeiros oficiais empossados foram: Vital Luiz Rodrigues, Laulo Souza, Manoel José Rodrigues, Francisco Antonio Silva Castro e Teodósio Luiz do Couto.

Com citações:
. ALÍPIO GOMES, citação: Nessa localidade o português, Bernardino Costa, comerciante, morador da cidade de Abaeté, em sociedade com outro português, José Saul, também comerciante em Abaeté, instalaram um engenho para produzir cachaça e mel-de-cana, produtos bastante lucrativos na época, anos de 1930 a 1940 e que foi repassado para Chiquinho Ferreira. Era conhecido como Engenho do Saul/José Saul. Quando a indústria canavieira entrou em declínio na cidade de Abaeté esse engenho foi adquirido por Alípio Gomes que ali instalou uma olaria, para produzir telhas e tijolos de barro, produtos de muita saída na época.
. Chiquinho Ferreira, citação:
JOSÉ SAUL, citação: Nessa localidade o português, Bernardino Costa, comerciante, morador da cidade de Abaeté, em sociedade com outro português, José Saul, também comerciante em Abaeté, instalaram um engenho para produzir cachaça e mel-de-cana, produtos bastante lucrativos na época, anos de 1930 a 1940 e que foi repassado para Chiquinho Ferreira. Era conhecido como Engenho do Saul/José Saul. Quando a indústria canavieira entrou em declínio na cidade de Abaeté esse engenho foi adquirido por Alípio Gomes que ali instalou uma olaria, para produzir telhas e tijolos de barro, produtos de muita saída na época.

com citações:
. JOSÉ SAUL, citação: BERNARDINO COSTA e o seu sócio José Saul, com engenho no Rio Jarumã.
. CHIQUINHO FERREIRA, foi dono do Engenho Dom Bosco na Foz do Furo Grande.
. CHIQUINHO FERREIRA, foi dono de engenho no igarapé Jarumãzinho.
. CHIQUINHO FERREIRA, citação:
. ALÍPIO GOMES, com engenho no rio Jarumã e que depois foi repassado para Chiquinho Ferreira (Francisco Mauro Ferreira), que produzia a cachaça Paraíso.

. SAMUEL RODRIGUES FERREIRA, foi dono do Engenho Santa Terezinha para fabricar açúcar moreno, no rio Maúba.

citações:
VILA DE BEJA (DISTRITO DE ABAETETUBA/PA)
A ANTIGA POVOAÇÃO DE BEJA, ALGUNS ASPECTOS HISTÓRICOS, POLÍTICOS, ECONÔMICOS E ALGUNS DE SEUS ANTIGOS VULTOS
texto
A VILA DE BEJA chegou a ter o seu Senado da Câmara, a partir dos idos anos de 1804. Era ele constituído por um Juiz Ordinário e por cinco Oficiais do Senado. Juiz Ordinário equivalia, mais ou menos, ao cargo de prefeito e as funções de oficiais, às dos atuais vereadores.
. MANOEL JORGE SOARES, em 1804 era o juiz ordinário do Senado da Câmara da Vila de Beja.
Em 1805, José Pereira de Lacerda, que ocupou o cargo até o ano de 1822, quando, na realidade, foi criado o Corpo de Oficiais do Senado.
Tomé Rodrigues, citação:
Vital Luiz Rodrigues, citação:
Laulo Souza, citação:
Manoel José Rodrigues, citação:
Francisco Antonio Silva Castro, citação:
Teodósio Luiz do Couto, citação:
. TOMÉ RODRIGUES: Em 1822 o juiz ordinário do Senado da Câmara da Vila de Beja passou a ser Tomé Rodrigues e os primeiros oficiais empossados foram: Vital Luiz Rodrigues, Laulo Souza, Manoel José Rodrigues, Francisco Antonio Silva Castro e Teodósio Luiz do Couto.
Em 1824 o juiz passou a ser Hermenegildo Francisco Melo;
em 1825, Manoel Trindade;
em 1827, José Raimundo Paiva;
em 1828, (ano em que o Corpo de Oficiais do Senado foi extinto), Bernardo Ferreira dos Santos;
Em 1829, Antonio Pereira, que ficou no cargo até 1833, quando o Senado de Beja foi extinto.
Finalmente, no dia 30/9/1839, o presidente da Província do Pará, Bernardo de Souza Franco,  extinguiu a autonomia da Freguesia de São Miguel de Beja, anexando o seu território ao da Vila de Abaeté.
A Vila de Beja possui a aprazível praia de Beja, localizada às margens do Rio Pará.

Saul & Santos, firma citada em 1926: 
. Santos & Santos, firma citado em 1926. dona do Engenho Santa Olinda, no Rio Jarumã. Depois esse engenho passou para a firma Saul & Santos, tendo como gerente João Nepomuceno de Pontes, em 1937.

Os Brasil Sampaio
. Maria Brazil Sampaio, citado em 1922 em Abaeté.

Os Santiago de Araujo
. Herdeiros de Felippe Santiago de Araújo, citado em 1922 em Abaeté.

Os Costa Ferreira Ribeiro
José da Costa Ferreira Ribeiro: 2º Secretário. Bernardino Mendes da Costa, que em 1939 era o 2º Secretário da festa de Nossa Senhora da Conceição em Abaeté.

Os Costa Rodrigues
. JOSÉ COSTA RODRIGUES, com a firma J. C. Rodrigues, dono de engenho na margem direita do Furo Grande.
• MIGUEL DA COSTA RODRIGUES, foi dono do Engenho Santa Maria do rio Quianduba.

rocha e outros com citações:
. ABÍLIO NERY DE ARAUJO, citação: . LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

. EDERLINA MAUÉS, citação: . LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

. JÓSIMO ANTONIO DE SARGES, citação: . LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

. MAXIMIANO ANTONIO RODRIGUES, citação: . LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

. MIGUEL MENDES DOS REIS, citação: . LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

. JOÃO BERNARDINO DIAS, citação: . LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

. Cel. HYGINO MAUÉS, citação: . LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

. RAYMMUNDO MAUÉS PINHEIRO, citação: LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

. PAULO ELPÍDIO, citação: . LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

. JOÃO FERREIRA, citação: . LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

. ABILIO NERY, citação: . LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

. DOMÍCIO NUNES FERNANDES, citação: . Mestre Laudelino, como músico que era inicialmente tocou na Banda Paulino Chaves junto com um seu irmão de nome Domício Nunes Fernandes. Em 1927 o Mestre Laudelino chegou ao posto de regente da banda. Foram seus contemporâneos na Banda Paulino Chaves: Horácio de Deus e Silva, Estácio de Sena, Félix Machado e seus irmãos Veriano e Emiliano. O Mestre Laudelino e seu filho Ceci Fernandes, tocaram na Banda Carlos Gomes. Existem algumas citações sobre Laudelino Nunes Fernandes. Uma citação do ano de 1927 diz: “Laudelino Mendes Fernandes era o regente da Banda Paulino Chaves”. “Na vida particular era professor municipal no Rio Guajará”.

. HORÁCIO DE DEUS E SILVA, citação: . Mestre Laudelino, como músico que era inicialmente tocou na Banda Paulino Chaves junto com um seu irmão de nome Domício Nunes Fernandes. Em 1927 o Mestre Laudelino chegou ao posto de regente da banda. Foram seus contemporâneos na Banda Paulino Chaves: Horácio de Deus e Silva, Estácio de Sena, Félix Machado e seus irmãos Veriano e Emiliano. O Mestre Laudelino e seu filho Ceci Fernandes, tocaram na Banda Carlos Gomes. Existem algumas citações sobre Laudelino Nunes Fernandes. Uma citação do ano de 1927 diz: “Laudelino Mendes Fernandes era o regente da Banda Paulino Chaves”. “Na vida particular era professor municipal no Rio Guajará”.

. ESTÁCIO DE SENA, citação: . Mestre Laudelino, como músico que era inicialmente tocou na Banda Paulino Chaves junto com um seu irmão de nome Domício Nunes Fernandes. Em 1927 o Mestre Laudelino chegou ao posto de regente da banda. Foram seus contemporâneos na Banda Paulino Chaves: Horácio de Deus e Silva, Estácio de Sena, Félix Machado e seus irmãos Veriano e Emiliano. O Mestre Laudelino e seu filho Ceci Fernandes, tocaram na Banda Carlos Gomes. Existem algumas citações sobre Laudelino Nunes Fernandes. Uma citação do ano de 1927 diz: “Laudelino Mendes Fernandes era o regente da Banda Paulino Chaves”. “Na vida particular era professor municipal no Rio Guajará”.

. Mestre Laudelino, como músico que era inicialmente tocou na Banda Paulino Chaves junto com um seu irmão de nome Domício Nunes Fernandes. Em 1927 o Mestre Laudelino chegou ao posto de regente da banda. Foram seus contemporâneos na Banda Paulino Chaves: Horácio de Deus e Silva, Estácio de Sena, Félix Machado e seus irmãos Veriano e Emiliano. O Mestre Laudelino e seu filho Ceci Fernandes, tocaram na Banda Carlos Gomes. Existem algumas citações sobre Laudelino Nunes Fernandes. Uma citação do ano de 1927 diz: “Laudelino Mendes Fernandes era o regente da Banda Paulino Chaves”. “Na vida particular era professor municipal no Rio Guajará”.

. FÉLIX MACHADO, citação: . Mestre Laudelino, como músico que era inicialmente tocou na Banda Paulino Chaves junto com um seu irmão de nome Domício Nunes Fernandes. Em 1927 o Mestre Laudelino chegou ao posto de regente da banda. Foram seus contemporâneos na Banda Paulino Chaves: Horácio de Deus e Silva, Estácio de Sena, Félix Machado e seus irmãos Veriano e Emiliano. O Mestre Laudelino e seu filho Ceci Fernandes, tocaram na Banda Carlos Gomes. Existem algumas citações sobre Laudelino Nunes Fernandes. Uma citação do ano de 1927 diz: “Laudelino Mendes Fernandes era o regente da Banda Paulino Chaves”. “Na vida particular era professor municipal no Rio Guajará”.

. VERIANO MACHADO, citação: . Mestre Laudelino, como músico que era inicialmente tocou na Banda Paulino Chaves junto com um seu irmão de nome Domício Nunes Fernandes. Em 1927 o Mestre Laudelino chegou ao posto de regente da banda. Foram seus contemporâneos na Banda Paulino Chaves: Horácio de Deus e Silva, Estácio de Sena, Félix Machado e seus irmãos Veriano e Emiliano. O Mestre Laudelino e seu filho Ceci Fernandes, tocaram na Banda Carlos Gomes. Existem algumas citações sobre Laudelino Nunes Fernandes. Uma citação do ano de 1927 diz: “Laudelino Mendes Fernandes era o regente da Banda Paulino Chaves”. “Na vida particular era professor municipal no Rio Guajará”.

. EMILIANO MACHADO, citação: . Mestre Laudelino, como músico que era inicialmente tocou na Banda Paulino Chaves junto com um seu irmão de nome Domício Nunes Fernandes. Em 1927 o Mestre Laudelino chegou ao posto de regente da banda. Foram seus contemporâneos na Banda Paulino Chaves: Horácio de Deus e Silva, Estácio de Sena, Félix Machado e seus irmãos Veriano e Emiliano. O Mestre Laudelino e seu filho Ceci Fernandes, tocaram na Banda Carlos Gomes. Existem algumas citações sobre Laudelino Nunes Fernandes. Uma citação do ano de 1927 diz: “Laudelino Mendes Fernandes era o regente da Banda Paulino Chaves”. “Na vida particular era professor municipal no Rio Guajará”.

. Cel. ARISTIDES DOS REIS E SILVA, citação: . Mestre Laudelino, como músico que era inicialmente tocou na Banda Paulino Chaves junto com um seu irmão de nome Domício Nunes Fernandes. Em 1927 o Mestre Laudelino chegou ao posto de regente da banda. Foram seus contemporâneos na Banda Paulino Chaves: Horácio de Deus e Silva, Estácio de Sena, Félix Machado e seus irmãos Veriano e Emiliano. O Mestre Laudelino e seu filho Ceci Fernandes, tocaram na Banda Carlos Gomes. Existem algumas citações sobre Laudelino Nunes Fernandes. Uma citação do ano de 1927 diz: “Laudelino Mendes Fernandes era o regente da Banda Paulino Chaves”. “Na vida particular era professor municipal no Rio Guajará”.

. Ceci Fernandes
. LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.
. Mestre Laudelino, como músico que era inicialmente tocou na Banda Paulino Chaves junto com um seu irmão de nome Domício Nunes Fernandes. Em 1927 o Mestre Laudelino chegou ao posto de regente da banda. Foram seus contemporâneos na Banda Paulino Chaves: Horácio de Deus e Silva, Estácio de Sena, Félix Machado e seus irmãos Veriano e Emiliano. O Mestre Laudelino e seu filho Ceci Fernandes, tocaram na Banda Carlos Gomes. Existem algumas citações sobre Laudelino Nunes Fernandes. Uma citação do ano de 1927 diz: “Laudelino Mendes Fernandes era o regente da Banda Paulino Chaves”. “Na vida particular era professor municipal no Rio Guajará”.

Os Rodrigues
. ANÍSIO RODRIGUES, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920, junto com Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).
. Maximiano Rodrigues, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920.

. JOSÉ COSTA RODRIGUES, com a firma J. C. Rodrigues, dono de engenho na margem direita do Furo Grande.
• MIGUEL DA COSTA RODRIGUES, foi dono do Engenho Santa Maria do rio Quianduba.
. JOSÉ DA COSTA RODRIGUES, citação: Engenho da firma J. C. Rodrigues (José Costa Rodrigues), na margem direita do Furo Grande.
. MIGUEL DA COSTA RODRIGUES. Citação: Engenho Santa Maria, que também pertenceu a Miguel da Costa Rodrigues.

Os Nunes Rodrigues
. Boanerges Nunes Rodrigues, em 1964 morava na antiga Trav. D. Macedo Costa, em Abaetetuba.

Os Rodrigues da Silva
Jayme Rodrigues da Silva, citado em 1922 em Abaeté.
Os Dias da Costa
. RAIMUNDO DIAS DA COSTA, foi dono do Engenho São Raimundo no rio Maracapucu.

D
Os Dias
• ANTONIO DIAS, foi dono do Engenho São Sebastião no rio Arumanduba.
JOÃO BERNARDINO DIAS, citado em 1922 como proprietário de engenho de cana e firma de comércio no rio Guajará de Beja.
. RAYMMUNDO AMARO DIAS, em 1922 foi dono de engenho para cachaça e mel (Rio Maracapucú.
Os Dias da Costa
. RAIMUNDO DIAS DA COSTA, foi dono do Engenho São Raimundo no rio Maracapucu.

Os de Figueiredo Dias
. ANTONIO DE FIGUEIREDO DIAS, citado em 1922 como comerciante e em 1930 como dono de uma fábrica de beneficiamento de sebo de ucuhuba na Costa Maratauíra.
Os de Figueiredo Dias Primo
. ANTONIO DE FIGUEIREDO DIAS PRIMO, em 1922 foi dono de engenho que fabricava mel no rio Maracapucu. Obs: o Primo do nome é uma deferência a um primo da mesma família e de mesmo nome.
Os da Silva Dias
. RAIMUNDO DA SILVA DIAS, foi dono do Engenho São Raimundo no rio Maracapucu.

. OTACÍLIO DIAS, citação: . ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.

Os Dias da Costa
. RAIMUNDO DIAS DA COSTA, foi dono do Engenho São Raimundo no rio Maracapucu.
Os de Figueiredo Dias Primo
. ANTONIO DE FIGUEIREDO DIAS PRIMO, em 1922 foi dono de engenho que fabricava mel) no rio Maracapucu.

Os Ferreira Dias
. Claudomiro Ferreira Dias, com oficina de alfaiate em 1922 na Rua Siqueira Mendes, em Abaeté.
Os Dias da Costa
. RAIMUNDO DIAS DA COSTA, foi dono do Engenho São Raimundo no rio Maracapucu.

E
Os Elias
. Salim José Bechir, comerciante em Abaeté na década de 1930.
Os Bechir Elias


. José Bechir Elias, citado em 1922, comerciante na Avenida João Pessoa, nº 5 e na Rua Justo Chermont, em Abaeté, na década de 1930 e em 1931 com comércio na Avenida João Pessoa em Abaeté.
. Miguel Elias, citado em 1922, comerciante em Abaeté na década de 1930.
. Salim José Bechir, comerciante em Abaeté na década de 1930.

FAMÍLIA AYOPE
Os Ayope Elias
. Abel Ayope Elias, citado em 1922 em Abaeté.
Os Bechir Elias
. José Bechir Elias, citado em 1922, comerciante na Avenida João Pessoa, nº 5 e na Rua Justo Chermont, em Abaeté, na década de 1930 e em 1931 com comércio na Avenida João Pessoa em Abaeté
. ANTONIO DO ESPÍRITO SANTO FARIAS, citado EM 1931 como comerciante no Rio Maracapucu.

F
Os F.Maués
Os Pompeu F. Maués
. Miguel Pompeu F. Maués, foi dono do Engenho Santa Rita no rio Tucumandubazinho.

FAMÍLIA FÉLIX
. FÉLIX ANTONIO, com pequena fábrica de sapatos na década de 1930 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.

FAMÍLIA FERNANDES
Os Fernandes do Rego
. MANOEL FERNANDES DO REGO, foi dono de engenho no rio Maracapucu.
Os Fernandes da Silva
. MARIA FERNANDES SILVA/Marocas, citação: JÚLIO LÚZIO, que era tutor de Maria Fernandes Silva/Marocas. E Latino Lídio da Silva veio, a pedido de Júlio Luzio, tomar conta do engenho de propriedade do esposo da Sra. Jovita, engenho às margens do Rio Tauerá de Beja.Rio Tauerá de Beja, cujas águas deságuam na Baia do Capim.

FAMÍLIA FERREIRA
Os Ferreira
. JOÃO FERREIRA, construiu o Engenho Feliz nas margens do Rio Paramajó, que o repassou para Aprígio Veloso e seu sócio Bernardino Costa e o mesmo João Ferreira foi dono de outro engenho na boca do Rio Jupariquara.
. JOÃO FRANCISCO FERREIRA, foi dono do Engenho Dom Bosco para fabricar cachaça.
. BIZINHO FERREIRA, que antigamente cedia sua casa para os cultos católicos durante 2 anos, citado em 2008.
. Caboco Ferreira, dono de casa de festa, comércio e engenho no Sítio Miguelão, da localidade Maúba, em 2008.
. LOURENÇO FERREIRA, com oficina de ferreiro em 1922 na Rua Siqueira Mendes, em Abaeté.
. MANOEL DO ESPÍRITO SANTO FERREIRA/Manoel do E.S. Ferreira, em 1922 era dono do Engenho São João no rio Maracapucu.
. MANOEL EDWIRGES FERREIRA, em 1922 foi dono de engenho que fabricava cachaça e mel no rio Maracapucu.
. RAYMMUNDO MANOEL FERREIRA, em 1922 era dono de engenho para fabricar cachaça e mel no rio Maracapucu.
. RAYMMUNDO NONNATO FERREIRA, na década de 1930 era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.

Família
. MANOEL DO ESPÍRITO SANTO FERREIRA/Manoel do E.S. Ferreira/Duca Ferreira, em 1922 era dono do Engenho São João no rio Maracapucu e, também, foi dono do Engenho São Miguel no mesmo rio.

Os Ferreira Dias
. Claudomiro Ferreira Dias, com oficina de alfaiate em 1922 na Rua Siqueira Mendes, em Abaeté.
Os Ferreira Machado
. Vicente Ferreira Machado, com oficina de barbeiro em 1922 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.

Os Costa Ferreira Ribeiro
José da Costa Ferreira Ribeiro: 2º Secretário. Bernardino Mendes da Costa, que em 1939 era o 2º Secretário da festa de Nossa Senhora da Conceição em Abaeté

As Outras Famílias e os Ferreira
Os Barbosa Ferreira
. JOSÉ BARBOSA FERREIRA, citação: Em 1931 JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS com fábrica de cachaça, açúcar e mel, denominada “Conceição”, no Rio Piquiarana, da firma Maués & Barbosa, tendo como sócios José Honório Roberto Maués e José Barbosa Ferreira.
Os Barros Ferreira
. Emílio Barros Ferreira, na década de 1930 era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.
Família
Os Pantoja Ferreira
. Martinha Pantoja Ferreira tem 91 anos, filha de Rosa de Almeida Pantoja e Cândido de Almeida Pantoja, parteira desde os 16 anos de idade e até os dias atuais (2008), c/c José Calazans Ferreira/Cala.
. ROSA DE ALMEIDA PANTOJA, casada com Cândido de Almeida Pantoja e com filhos: Martinha Pantoja Ferreira e outros em pesquisa.

Os Pinto Ferreira
MIGUEL PINTO FERREIRA, em 1922 foi dono de engenho que fabricava mel no Rio Maracapucu.
Os Soares Ferreira
. MARIANO SOARES FERREIRA, foi dono de engenho para fabricar açúcar e mel de cana/melaço, no rio Maracapucu-Miry.

FAMÍLIA FIGUEIREDO
Os de Figueiredo Dias Primo
. ANTONIO DE FIGUEIREDO DIAS PRIMO, em 1922 foi dono de engenho que fabricava mel) no rio Maracapucu.

FAMÍLIA FONSECA
Os Rosa da Fonseca
. ANTONIO ROSA DA FONSECA, citação: JUVÊNCIO CHRISTINO PINHEIRO, que em 1931 foi dono de um engenho à vapor para fabricar cachaça, situado à margem direita do Rio Piquiarana, que admite como sócio, Antonio Rosa da Fonseca, com documento feito pelo tabelião Miguel Mendes dos Reis.
Fortunato
. JOSÉ ABRAÃO FORTUNATO, cujos restos mortais se encontram sepultados na Capela dos Judeus, no Cemitério Público de Nossa. S. da Conceição, em Abaetetuba.

FAMÍLIA FRANCESCO
Os Caporal de Francesco
. PASCOAL CAPORAL DE FRANCESCO, de origem italiana, com oficina de ferreiro em 1922 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.

Freitas
. JOAQUIM FREITAS CASTRO no Rio Piquiarana, para fabricar cachaça.
Almerindo Maués
Os Felipe
Os Felipe João
. Elmásia Felippe João, citado em 1922 em Abaeté. Felippe João, citado em 1922 em Abaeté. A viúva de Felippe João, em 1931 substitui seu marido no comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Os João
Os Felipe João
. Elmásia Felippe João, citada em 1922 em Abaeté.
Os Ferreira
. José Ferreira, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920.
Os Ferreira
. JOSÉ FERREIRA, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920.
Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).
Os Ferreira do Rego
. ANA FERREIRA DO REGO, foi dona de engenho para fabricar açúcar e mel de cana,melaço, no rio Maracapucu.
Os Ferreira Ribeiro
. FELIPPE FERREIRA RIBEIRO, em 1930 com novo comércio de fumo e bebidas na Travessa Conceição, filial, e Felippe F. Ribeiro-Filial, firma em 1931 com comércio de mercearia na Avenida João Pessoa, e em Abaeté, em 1931 com comércio na Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Os de Figueiredo
. AMÉRICO DE FIGUEIREDO, citado em com herdeiros em 1922 em Abaeté.
. JOÃO DE FIGUEIREDO, em 1931 com comércio de mercearia na Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Os de Figueiredo Dias Primo.
Obs: o Primo do nome é uma deferência a um primo da mesma família.
Antônio de Figueiredo Dias Primo, citado em 1922 em Abaeté.
Fonteles
. Antonio Ferreira Fontelles, era dono de padaria na década de 1930, em Abaeté.

Os Fortunato
. José Augusto Fortunato, citado em 1922 em Abaeté.
Os Freire de Andrade
Francisco Freire de Andrade, citado em 1922 em Abaeté.
Os de Freitas Araujo
. Abílio Freitas de Araújo, citado em 1922 em Abaeté.

Segue F
. ANTONIO DO ESPÍRITO SANTO FARIAS, citado EM 1931 como comerciante no Rio Maracapucu.

. HYGINO FERNANDES
. HYGINO FERNANDES FILHO, no Rio Curuperé.

Os Ferreira
. JOÃO FRANCISCO FERREIRA, citado em 1922 como comerciante na localidade Rio Piquiarana.
. Cel. ARISTIDES DOS REIS E SILVA, citação:
. JOÃO FRANCISCO FERREIRA, tornou-se prefeito nomeado de Abaeté na Revolução de 1930 (7/7/1935-12/2/1936) e foi o 1º prefeito constitucional de Abaeté (12/2/1936-31/12/1937), assumiu, quando acontece um novo “Golpe de Estado” em 10/11/1937. João Francisco foi deposto assumindo em seu lugar o prefeito nomeado Coronel Aristides dos Reis e Silva (1/1/1938-28/2/1943).
. RAYMMUNDO MANOEL FERREIRA, citado como antigo comerciante no Rio Maracapucu.
. MANOEL EDWIRGES FERREIRA, citado como antigo comerciante no Rio Maracapucu.

. Ferreira &Carneiro, firma citada em 1922 com depósito de lenha no Rio Abaeté, em 1922.

. MIGUEL PINTO FERREIRA, citado como antigo comerciante no Rio Maracapucu.

. JOÃO DE MATTOS BITTENCOURT, citação:
. RODRIGO RODERICO DA FONSECA, antigo comerciante na localidade Igarapé Ipixuna, que em 1931 vende seu comércio a João de Mattos Bittencourt.

Os F. Maués
Os Pompeu F. Maués
. Miguel Pompeu F. Maués, foi dono do Engenho Santa Rita no rio Tucumandubazinho.

Os Fernandes do Rego
. MANOEL FERNANDES DO REGO, foi dono de engenho para fabricar cachaça e mel no rio Maracapucu-Miry, citado em 1922.

FAMÍLIA FERREIRA
Família
Os Ferreira Mascarenhas
. ENEDINA FERREIRA MASCARENHAS
. XISTO DE ABREU MASCARENHAS, este é ribeirinho com origem na localidade Rio Maúba, casado Enedina Ferreira Mascarenhas, esta com origem na localidade Rio Panacuéra e com filhos: Abigail/Tia Biga e outros?
. ENEDINA FERREIRA MASCARENHAS (Vide acima Xisto de Abreu Mascarenhas).
. ABIGAIL FERREIRA MASCARENHAS/Tia Biga, com 61 anos de idade em 2014, formada em Pedagogia e Teologia, foi professora municipal, e se aposentou após 31 anos na Educação em 6/2013, filha dos ribeirinhos Xisto de Abreu Mascarenhas e Enedina Ferreira Mascarenhas, uma família de evangélicos pioneiros da Assembléia de Deus, e Abigail estudou no antigo Projeto Gavião entre 1991 e 1992, fez o curso de Pedagogia e Teologia, foi diretora na Escola Municipal do S. Sebastião por 10 anos, onde fez um trabalho revolucionário em termos de educação, conscientização, conselhos, diálogos com a comunidade e incentivando e participação de todos na própria formação, com participação de missas, cultos e muita conversa com alunos e pais, e dali saiu no tempo do prefeito Luís Lopes, por ato do então Secretário de Educação Adelino Ferranti, e Tia Biga, que por seu bom trabalho nessa escola e sua saída forçada da escola, a comunidade do bairro de São Sebastião fez abaixo assinado pela sua permanência, e Tia Biga em 1974 casou com Dilson Rodrigues Cardoso, este filho do popular Chico Padeiro, e com 39 anos de casados em 2014, e com duas filhas: Renata e Patrícia e com netos: Patrick.
Os Ferreira do Rego
. ANA FERREIRA DO REGO, foi dona de engenho para fabricar açúcar e mel de cana,melaço, no rio Maracapucu.
Os Ferreira Ribeiro
Felippe Ferreira Ribeiro, Ferreira, em 1930 com novo comércio de fumo e bebidas na Travessa Conceição, filial, e Felippe F. Ribeiro-Filial, firma em 1931 com comércio de mercearia na Avenida João Pessoa, e em Abaeté, em 1931 com comércio na Rua Justo Chermont, em Abaeté.
. RAYMMUNDO FERREIRA VAZ, citado em 1922 como dono de engenhoca para fabricar mel no Rio Quianduba e citado em 1931 como dono de engenho no Furo Grande, que fechou em 1932.

Os Ferreira Vilhena
. VENÂNCIO FERREIRA VILHENA, foi dono do Engenho São Pedro que fabricava cachaça, no rio Quianduba.

Os Outros e os Ferreira
Os Barbosa Ferreira
. JOSÉ BARBOSA FERREIRA, citação: Em 1931 JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS com fábrica de cachaça, açúcar e mel, denominada “Conceição”, no Rio Piquiarana, da firma Maués & Barbosa, tendo como sócios José Honório Roberto Maués e José Barbosa Ferreira.
Os Barros Ferreira
. Emílio Barros Ferreira, na década de 1930 era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.

Correa com citações:
. TEREZINHA FERREIRA CORREA, nasceu em 27/10/1952 e casou, em 11/10/1986. Terezinha nasceu em 28/12/1953 e é filha de Antonio Correa e Maria Ferreira Correa. Manoel Galileu e Terezinha casaram na localidade Maracapucu, com certidão de casamento expedida pelo escrivão Manoel Negrão Rodrigues e tiveram como testemunhas, Hercília da Silva Rodrigues e João de Deus Silva Rodrigues.
. MANOEL NEGRÃO RODRIGUES, citação:
. HERCÍLIA DA SILVA RODRIGUES, citação:
. JOÃO DE DEUS SILVA RODRIGUES, citação:
. MANOEL GALILEU GUIMARÃES, nasceu em 27/10/1952 e casou, em 11/10/1986, na localidade Maracapucu, com Terezinha Ferreira Correa. Terezinha nasceu em 28/12/1953 e é filha de Antonio Correa e Maria Ferreira Correa. Manoel Galileu e Terezinha casaram na localidade Maracapucu, com certidão de casamento expedida pelo escrivão Manoel Negrão Rodrigues e tiveram como testemunhas, Hercília da Silva Rodrigues e João de Deus Silva Rodrigues.
. ANTONIO FRANCISCO CORREA CARIPUNA/Coronel Caripuna, foi dono da Fazenda/Engenho São Francisco, no Furo Grande e o Coronel Caripuna foi chefe político de Abaeté, muito influente na localidade, que até designou Abaeté de Cidade do Caripuna e o engenho do Caripuna foi um dos primeiros na então Vila de Abaeté.
Os Ferreira Pantoja
. BENEDITO FERREIRA PANTOJA, foi dono de engenho que fabricava açúcar e mel de cana, no rio Maúba.

Os Ferreira do Rego
. ANA FERREIRA DO REGO, foi dona de engenho para fabricar açúcar e mel de cana,melaço, no rio Maracapucu.
Os Ferreira Ribeiro
. FELIPPE FERREIRA RIBEIRO, em 1930 com novo comércio de fumo e bebidas na Travessa Conceição, filial, e Felippe F. Ribeiro-Filial, firma em 1931 com comércio de mercearia na Avenida João Pessoa, e em Abaeté, em 1931 com comércio na Rua Justo Chermont, em Abaeté.
. RAIMUNDO DA SILVA CORREA, foi dono do Engenho São Raimundo no Rio Sapocajuba.

As Outras Famílias e os Ferreira
Os Barbosa Ferreira


. JOSÉ BARBOSA FERREIRA, citação: Em 1931 JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS com fábrica de cachaça, açúcar e mel, denominada “Conceição”, no Rio Piquiarana, da firma Maués & Barbosa, tendo como sócios José Honório Roberto Maués e José Barbosa Ferreira.


Os Barros Ferreira
. Emílio Barros Ferreira, na década de 1930 era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.
Os Rodrigues Ferreira
. SAMUEL RODRIGUES FERREIRA, foi dono do Engenho Santa Terezinha para fabricar açúcar moreno, no rio Maúba.

Figueiredo
Figueiredo Dias
Os de Figueiredo Dias
. ANTONIO DE FIGUEIREDO DIAS, citado em 1922 como comerciante e em 1930 como dono de uma fábrica de beneficiamento de sebo de ucuhuba na Costa Maratauíra.
Os de Figueiredo Dias Primo
. ANTONIO DE FIGUEIREDO DIAS PRIMO, em 1922 foi dono de engenho que fabricava mel no rio Maracapucu. Obs: o Primo do nome é uma deferência a um primo da mesma família e de mesmo nome.

FAMÍLIA FONSECA
. OSVALDINA DA FONSECA, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.

. HILDA V. DA FONSECA, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:

Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.


FAMÍLIA FORTUNATO
. JOSÉ ABRAÃO FORTUNATO, cujos restos mortais se encontram sepultados na Capela dos Judeus, no Cemitério Público de Nossa. S. da Conceição, em Abaetetuba.

FAMÍLIA FRANCO
Os Barroso Franco
Bararaty Barroso Franco, citação: . Angelina Ribeiro de Araujo/Angelina Araujo, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.

Os Freire de Andrade
. , FRANCISCO FREIRE DE ANDRADE, citado em 1922 como comerciante no Rio Abaeté.

FAMÍLIA FREITAS
Os de Freitas Araujo
. Abílio Freitas de Araújo, citado em 1922 em Abaeté.

G
FAMÍLIA GAMA
Os Gama e Silva
. Vicente Gama e Silva, em 1931 era comerciante de gado, com terreno à Rua Benjamim Constant, de 16 x 33m, em Abaeté, confinando com ele mesmo à Rua Nilo Peçanha.
FAMÍLIA GARCIA
. Gonçalves & Garcia, firma em 1922 com um engenho na Costa Maratauhyra para fabricar cachaça e mel.

FAMÍLIA GOMES
Os Gomes
. BENJAMIM GUALTER GOMES, foi antigo dono de olaria no Rio Maracapucu.
. FRANCISCO GOMES,  foi dono do  Engenho São Francisco para fabricar açúcar e mel de cana, no rio Maracapucu-Miry.
. ISMAEL AUGUSTO GOMES, com oficina de funileiro em 1922 na Avenida Garibaldi Parente, em Abaeté.
. MANOEL EUGÊNIO GOMES, em 1922 com um engenho para fabricar cachaça e mel na Costa Maratauhyra, cachaça e mel.

FAMÍLIA GONÇALVES
. Gonçalves & Garcia, firma em 1922 com um engenho na Costa Maratauhyra para fabricar cachaça e mel.
Guerreiro


. Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).
Os Guiães de Barros
. Abel Guiães de Barros, citado em 1922 em Abaeté.
Os Guimarães Cardoso
Cel. MAXIMIANO GUIMARÃES CARDOSO, era muito rico, dono de engenhos, grandes propriedades com plantações de cacau, cana-de-açúcar, seringais, embarcações, casas no interior e na cidade, dono de muitos escravos e outros empregados, entre os quais muitas famílias de escravos alforriados. Um dos engenhos do Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, com fazenda anexa, ficava às margens do Rio Tucumanduba. Nesse lugar tinha de tudo: luz elétrica, com gerador acoplado a rodas de ferro, com pás de madeira, movimentadas pela força da correnteza do Rio Tucumanduba. Na fazenda anexa ao engenho criava gado: bois, carneiros, cabras, porcos, patos, cavalos. Havia grande variedade de caças, pescados, mariscos e muitos produtos do extrativismo das matas e águas. As máquinas para a fazenda/engenho do Cel. Maximiano foram compradas direto da Inglaterra, inclusive as duas lanchas à vapor de lenha, todas em ferro e aço: a Lancha Tucumanduba, que era muito veloz e com potente sirene e a Lancha Cardosinha, igualmente potente.

segue G
. BENJAMIM GUALTER GOMES, citado como antigo dono de olaria na localidade Rio Maracapucu.
. MANOEL EUGÊNIO GOMES, citado em 1922 como comerciante na Costa Maratauhyra.

Manoel José Gonçalves Chaves aparece como Fiscal no Rio Paramajó no Governo do Coronel Aristides.
. Cel. PEDRO EDUARDO GONÇALVES, foi dono do Engenho 14 de Maio em 1919, no rio Quianduba e foi citado em 1922 como comerciante na Costa Maratauíra.
Antonio Guimarães Rodrigues
. DIDICO GUIMARÃES era filho de Antonio Guimarães Rodrigues e Raymunda V. da Silva Rodrigues, foi dono de engenho no Furo Grande.
Os Rodrigues
. MANOEL JOSÉ RODRIGUES, que em 1822 foi do 1º grupo de Oficiais do Senado (cargo equivalente aos vereadores atuais) da antiga Vila de Beja para auxiliar o juiz ordinário (cargo semelhante ao de prefeito) Tomé Rodrigues.
. MIGUEL PROCÓPIO RODRIGUES, em 1922 foi dono de um engenho para fabricar mel no Rio Panacuéra.
. SEGISMUNDO AUGUSTO RODRIGUES, foi dono de um engenho no Rio Panacuera que fabricava açúcar e mel de cana.
. TOMÉ RODRIGUES, que em 1822 era o juiz ordinário na Vila de Beja, ano em que foram empossados os primeiros Oficiais do Senado (cargo que correspondia aos atuais vereadores dos municípios) dessa vila que foram: Vital Luiz Rodrigues, Laulo Souza, Manoel José Rodrigues, Francisco Antonio Silva Castro e Teodósio Luiz do Couto.
. VITAL LUIZ RODRIGUES, que em 1822 foi do 1º grupo de Oficiais do Senado (cargo equivalente aos vereadores atuais) da antiga Vila de Beja para auxiliar o juiz ordinário (cargo semelhante ao de prefeito) Tomé Rodrigues.
Os Batista Rodrigues
. João Baptista Rodrigues, com oficina de barbeiro em 1922 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Os Guimarães Rodrigues
. INDALÉCIO GUIMARÃES RODRIGUES, foi dono do Engenho São Pedro no Furo Tucumanduba.
. NOÉ GUIMARÃES RODRIGUES/Noé Guimarães, dono do Engenho São Jerônimo no Furo Panacuerazinho que fabricava a cachaça São Jerônimo, que em 1994 era só abandono e o mato invadindo tudo.

Os Gama e Silva
. VICENTE GAMA DA SILVA, citação: . ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.
. Vicente Gama e Silva, em 1931 era comerciante de gado, com terreno à Rua Benjamim Constant, de 16 x 33m, em Abaeté, confinando com ele mesmo à Rua Nilo Peçanha.

FAMÍLIA GARCIA
. Gonçalves & Garcia, firma em 1922 com um engenho na Costa Maratauhyra para fabricar cachaça e mel.
. RAYMMUNDO GONÇALVES CHAVES, antigo comerciante no Rio Arapapu.

Os Guimarães Cardoso
Cel. MAXIMIANO GUIMARÃES CARDOSO, era muito rico, dono de engenhos, grandes propriedades com plantações de cacau, cana-de-açúcar, seringais, embarcações, casas no interior e na cidade, dono de muitos escravos e outros empregados, entre os quais muitas famílias de escravos alforriados. Um dos engenhos do Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, com fazenda anexa, ficava às margens do Rio Tucumanduba. Nesse lugar tinha de tudo: luz elétrica, com gerador acoplado a rodas de ferro, com pás de madeira, movimentadas pela força da correnteza do Rio Tucumanduba. Na fazenda anexa ao engenho criava gado: bois, carneiros, cabras, porcos, patos, cavalos. Havia grande variedade de caças, pescados, mariscos e muitos produtos do extrativismo das matas e águas. As máquinas para a fazenda/engenho do Cel. Maximiano foram compradas direto da Inglaterra, inclusive as duas lanchas à vapor de lenha, todas em ferro e aço: a Lancha Tucumanduba, que era muito veloz e com potente sirene e a Lancha Cardosinha, igualmente potente.

Guerreiro
Os Bentes Guerreiro
. GERMANO BENTES GUERREIRO, (Juiz Substituto de Abaeté), era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920:
Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).

Guiães
Os Guiães de Barros
. Abel Guiães de Barros, citado em 1922 em Abaeté.

Os Guimarães Cardoso
Cel. MAXIMIANO GUIMARÃES CARDOSO, era muito rico, dono de engenhos, grandes propriedades com plantações de cacau, cana-de-açúcar, seringais, embarcações, casas no interior e na cidade, dono de muitos escravos e outros empregados, entre os quais muitas famílias de escravos alforriados. Um dos engenhos do Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, com fazenda anexa, ficava às margens do Rio Tucumanduba. Nesse lugar tinha de tudo: luz elétrica, com gerador acoplado a rodas de ferro, com pás de madeira, movimentadas pela força da correnteza do Rio Tucumanduba. Na fazenda anexa ao engenho criava gado: bois, carneiros, cabras, porcos, patos, cavalos. Havia grande variedade de caças, pescados, mariscos e muitos produtos do extrativismo das matas e águas. As máquinas para a fazenda/engenho do Cel. Maximiano foram compradas direto da Inglaterra, inclusive as duas lanchas à vapor de lenha, todas em ferro e aço: a Lancha Tucumanduba, que era muito veloz e com potente sirene e a Lancha Cardosinha, igualmente potente.

Os Guimarães Rodrigues
. RAIMUNDA COSTA RODRIGUES
. ABEL GUIMARÃES RODRIGUES, comerciante e dono de engenho de cana-de-açúcar no Bacuri, para fabricar cachaça, c/c Raimunda Costa Rodrigues. Filhos: Maria Eunice Rodrigues, que se tornou esposa do popular prefeito de Abaetetuba, Chico Narrina/Francisco Maués Carvalho e que tiveram 6 filhos: Raimunda Rosa, advogada; Francinete, Murilo, médico; Francinete, psicóloga (atual prefeita de Abaetetuba/Pa-4/2010); Francilene Rodrigues Carvalho, pedagoga; Francisco Maués Carvalho Filho/Chiquicho, administrador de empresas, empresário.
. FRANCINETE MARIA RODRIGUES CARVALHO, nascida em 29/7/1969, formada em Psicologia, casou e teve uma filha. É poeta amadora. No governo de seu pai, como prefeito de Abaetetuba, ocupou a Secretaria Municipal de Assistência Social e a Secretaria Municipal de Saúde. Francinete de Carvalho foi eleita nova prefeita de Abaetetuba nas eleições de outubro/2008, tendo tomado posse em 1/1/2009, para um governo de 4 anos.
. ABEL GUIMARÃES RODRIGUES, foi dono do Engenho São João que fabricava cachaça no Rio Bacuri e que também foi dono de outro engenho no Rio Furo Grande.
. INDALÉCIO GUIMARÃES RODRIGUES, foi dono do Engenho Perseverança para fabricar cachaça.
. NOÉ GUIMARÃES RODRIGUES, foi dono de engenho no rio Cuitininga.

. MANOEL JOSÉ RODRIGUES, que em 1822 foi do 1º grupo de Oficiais do Senado (cargo equivalente aos vereadores atuais) da antiga Vila de Beja para auxiliar o juiz ordinário (cargo semelhante ao de prefeito) Tomé Rodrigues.
. MIGUEL PROCÓPIO RODRIGUES, em 1922 foi dono de um engenho para fabricar mel no Rio Panacuéra.
. SEGISMUNDO AUGUSTO RODRIGUES, foi dono de um engenho no Rio Panacuera que fabricava açúcar e mel de cana.
. TOMÉ RODRIGUES, que em 1822 era o juiz ordinário na Vila de Beja, ano em que foram empossados os primeiros Oficiais do Senado (cargo que correspondia aos atuais vereadores dos municípios) dessa vila que foram: Vital Luiz Rodrigues, Laulo Souza, Manoel José Rodrigues, Francisco Antonio Silva Castro e Teodósio Luiz do Couto.
. VITAL LUIZ RODRIGUES, que em 1822 foi do 1º grupo de Oficiais do Senado (cargo equivalente aos vereadores atuais) da antiga Vila de Beja para auxiliar o juiz ordinário (cargo semelhante ao de prefeito) Tomé Rodrigues.
Os Batista Rodrigues
. João Baptista Rodrigues, com oficina de barbeiro em 1922 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Os Guimarães Rodrigues
. INDALÉCIO GUIMARÃES RODRIGUES, foi dono do Engenho São Pedro no Furo Tucumanduba.
. NOÉ GUIMARÃES RODRIGUES/Noé Guimarães, dono do Engenho São Jerônimo no Furo Panacuerazinho que fabricava a cachaça São Jerônimo, que em 1994 era só abandono e o mato invadindo tudo.

J
Jacques
. J. Sampaio &Jacques, firma citada em 1922 como dona de comércio no Rio Arapiranga de Beja.

Os João
. Felippe João, citado em 1922 em Abaeté. A viúva de Felippe João, em 1931 substitui seu marido no comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Os Felipe João
. Elmásia Felippe João, citado em 1922 em Abaeté.
Os Jorge
. Miguel Jorge, citado em 1922 e em 1930 era marchante e 1931 com comércio à Rua Justo Chermont em Abaeté.

. TUPY JORGE, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920:
Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).


Os J. M. Teixeira
J. M.Teixeira, Citação: FRANCISCO LOUREIRO DA SILVA, com a firma Francisco L. da Silva, que em 1931 adquire a indústria de J. M. Teixeira, no Rio Piquiarana-Açu. Francisco Loureiro da Silva, que em 1931 era proprietário de fábrica de cachaça denominada “Espírito Santo”, às margens do Rio Piquiarana-Açu, fecha as portas, por falta de vendas. O mesmo “Engenho Espírito Santo” é repassado para Juvêncio C. Pinheiro/Juvêncio Cristino Pinheiro, industrial, com engenho à vapor, para fabricar cachaça.
. MANOEL JOÃO, citação: . ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.

L
FAMÍLIA LACERDA
Os Pereira de Lacerda
. JOSÉ PEREIRA DE LACERDA, que de 1805 a 1822 foi o juiz ordinário da Vila de Beja (cargo semelhante a de um prefeito), quando foi criado o Corpo de Oficiais do Senado.

Os de Lima
. Cap. Leopoldo Anísio de Lima, citado em 1922 em Abaeté.
Os de Lima
. Miquinho Barbosa
. Epaminondas Margalho
. Ovidío Antonio de Lima, em 1931 c/terreno à R. Siqueira Campos, canto c/a Trav. Santos Dumont e fundos c/terreno de Miquinho Barbosa, lado direito com terreno de Epaminondas Margalho.
Os Alvim de Lima
. Anísio Alvim de Lima, citado em 1922 e em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.
. Francisco de Lima Baptista/Pombo da Maroca Lima, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.
Os de Lima Pontes
. Emiliano de Lima Pontes, era freteiro em Abaeté em 1922 na Canoa Madrugada e, posteriormente, continuou como freteiro na canoa "Cidade de Abaeté".

Os Aires de Lima
. ADAMOR AIRES DE LIMA
. ITALVINA AIRES DE LIMA, casada com Pedro Pereira Pinheiro de Lima e com filhos: Adamor Aires de Lima.
. TRAJANO AYRES DE LIMA, presente na instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895.
. ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.
Os Alvim de Lima
. Anísio Alvim de Lima, citado em 1922 e em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.

FAMÍLIA LOBATO
Os A. Lobato
. A. Lobato & Cia., fábrica de sabão e óleos vegetais em 1930 nesta cidade.
Os Lobato
. FRANCISCO LOBATO, foi dono do Engenho Primavera no Rio Panacuera.
Os Lobato Negrão
. Herdeiros  de Arlindo Lobato Negrão, citado em 1922 em Abaeté.
As Outras Famílias e os Lobato:
Os de Sigmaringa Lobato
Cap. Messias de Sigmaringa Lobato, citado em 1922 em Abaeté.
Os da Silva Lobato
. Manoel Joaquim da Silva Lobato, citado em 1922 em Abaeté.

Os Lopes
. JOAQUIM LOPES, na década de 1930 era tabelião na travessa 22 de Junho em Abaeté.

Os Loureiro:
. Loureiro e Irmão, firma em 1931 com fábrica de calçados na Rua Justo Chermont, em Abaeté, mudando para a Avenida João Pessoa.
Os Loureiro Silva
. JOAQUIM LOUREIRO SILVA, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920:
Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).
. Joaquim Loureiro da Silva, citado em 1922 em Abaeté.
Os Maués Loureiro
. Carlos Maués Loureiro, comerciante em Abaeté na década de 1930.
Os Loureiro da Silva
. FRANCISCO LOUREIRO DA SILVA, com a firma Francisco L. da Silva, que em 1931 adquire a indústria de J. M. Teixeira, no Rio Piquiarana-Açu. Francisco Loureiro da Silva, que em 1931 era proprietário de fábrica de cachaça denominada “Espírito Santo”, às margens do Rio Piquiarana-Açu, fecha as portas, por falta de vendas. O mesmo “Engenho Espírito Santo” é repassado para Juvêncio C. Pinheiro/Juvêncio Cristino Pinheiro, industrial, com engenho à vapor, para fabricar cachaça.
. Joaquim Loureiro Silva, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920.

FAMÍLIA LOURENÇO
Os Lourenço
. TOMAZ LOURENÇO, foi dono de engenho para fabricar açúcar e mel de cana, no rio Maracapucu.

segue os L
Leite
. AUGUSTO PEREIRA LEITE, citado em 1922 como comerciante no Rio Abaeté.

Lima
de Lima
. LEOPOLDO ANÍSIO DE LIMA c/c Maria do Carmo de Lima/Mariquinha de Lima e tiveram 7 filhos: Benvinda, Bruna, Joana, Anízio Alvim, Maria/Maroca Lima, Antonina/Antonica e Leopoldo Filho/Pudico, 3ª geração. Leopoldo Anísio de Lima faleceu no dia 19/2/1924, às 3,30 h da tarde, com 69 anos, em sua residência, à Praça de N. Senhora da Conceição, hoje, Trav. Pedro Pinheiro Paes, onde se localiza a Panificadora “Milton”, de propriedade de seu trineto Mário Fernando da Silva Pontes. Sua esposa Maria do Carmo/Mariquinha, avó de Emiliano, nasceu às margens do Rio Curuperé, município de Abaeté, dia 16/7/1853 e faleceu no dia 29/6/1937, com 84 anos, 11 meses e 13 dias, às 3h da tarde, em sua residência, à Praça de N. Senhora da Conceição, atual Trav. Pedro Pinheiro Paes, nº 282, hoje propriedade dos herdeiros de seu neto Emiliano de Lima Pontes.
. MARIA DO CARMO DE LIMA, acima:

Lobato
. F. Lobato & Cia, firma que foi dona do Engenho São João para fabricar cachaça, no rio Guarajarazinho.
. CESÁRIO LOBATO, citado em 1922 como dono de engenho para fabricar mel no rio Maúba.

FAMÍLIA
. PERÁCIO LOBATO, casado e com filhos: Jorge Lobato e outros em pesquisa e netos: Fernando Simões.
ISABEL LOBATO
As Outras Famílias e os Lobato
J. B. M. Lobato, citado em 1922 como comerciante no Rio Panacuéra.
. JOÃO BAPTISTA LOBATO, citado em 1922 como freteiro com a Canoa Lobatinha na localidade Rio Tucumanduba e citado em 1922 como freteiro de cargas em canoas à vela no Rio Jarumã.

Lopes
. FRANCISCO LOPES, citado em 1927 como comerciante e administrador da Colônia Agrícola Dr. João Miranda.
Giovani Silva sobre Augusto Leite Lopes falecido em 20/2/18
Foi vizinho por mais de 30 anos e que, seguindo o curso natural da vida, desencarnou para seguir agora ao lado do Pai Celestial.
Luz
. MARCOS DA LUZ, citado em 1922 comerciante no Rio Guajará de Beja.
. Marcos da Luz &Irmão, firma citada em 1922 com comércio no rio Guajará de Beja.

FAMÍLIA LEITE
. RAIMUNDO LEITE, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
FAMÍLIA LIMA
. RISOLETA LIMA DE ARAUJO/Sinhá, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
. NAZARENO DE LIMA CARDOSO/Nazareno Cardoso, foi dono do Engenho Amazônia no Ramal de Beja.

Os de Lima Batista
FRANCISCO DE LIMA BATISTA/Pombo da Moroca Lima, citações:
. Angelina Ribeiro de Araujo/Angelina Araujo, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, citação: . Angelina Ribeiro de Araujo/Angelina Araujo, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
Os de Lima Pontes
. BENVINDA DE LIMA PONTES
. JOÃO NEPOMUCENO DE PONTES, citação:
Dos escritos genealógicos de sua neta Benvinda de Araujo Pontes: João Nepomuceno de Pontes nasceu em 6/5/1874 na localidade Rio Guajarazinho, na então Vila de Abaeté, estudou até o 2º livro primário, no interior e aos 12 anos teve que abandonar os estudos para assumir o sustento da família, em conseqüência do falecimento de seu pai. Empregou-se como caixeiro da casa comercial de seu futuro sogro e casou com Benvinda de Lima no dia 14/4/1894, na Intendência de Abaeté. Desta união nasceram 9 filhos: Emiliano, Raimunda/Mundica, Miguel, Domingas, João, Andrelino/Dedé Pontes, Waldomira/falecida criança, Pautila/Lilita/Mimosa, Sebastião/Sabito, falecido criança.
. EMILIANO DE LIMA PONTES, era freteiro em Abaeté em 1922 na Canoa Madrugada e, posteriormente, continuou como freteiro na canoa "Cidade de Abaeté".

Os Aires de Lima
. TRAJANO AYRES DE LIMA, presente na instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895.
. ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.
Os Alvim de Lima
. ANÍSIO ALVIM DE LIMA, citado em 1922 e em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.

Família
. JOANA LOPES DE ABREU
. RAIMUNDO ABREU, foi ator e ensaiador teatral, membro do Grupo Scênico de Abaeté nos anos de 1920, citado em 1944, abnegado carnavalesco e folclorista de Abaeté junto com sua esposa, introdutor do Cordão dos Pretinhos no carnaval abaeteense (junto com os mestres Afonso, Severino e outros), c/c Joanna Lopes e tiveram filhos.

Os Lobato Negrão
. Herdeiros  de Arlindo Lobato Negrão, citado em 1922 em Abaeté.

FAMÍLIA LOBO
. ABEL LOBO, citação: Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
. Angelina Ribeiro de Araujo/Angelina Araujo, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.

Lopes
Família
Os Lopes de Abreu
. JOANA LOPES DE ABREU
Raimundo Abreu e Joana Lopes de Abreu
. BEBÉ DO ABREU
. BEBÉ DO ABREU, foi antigo jogador de futebol nos anos de 1940/1950 e mecânico de Abaeté.
. DAVI ABREU
Davi Abreu, antigo jogador de futebol do Vasco da Gama nos anos de 1950.
. NINA MARY DE ABREU/Nina Abreu, criou inúmeros cordões: borboleta, ..., com 74 anos em 2010, foi a principal responsável pela conservação do folclore de cordões de pássaros e outros cordões da quadra junina em Abaeté nos anos de 1940 e 1950 e contando com a ajuda de seus parentes, e ela é tradicional artesã de miriti e outros materiais de Abaetetuba. casada e com filhos.
. RAIMUNDO ABREU, foi ator e ensaiador teatral, membro do Grupo Scênico de Abaeté nos anos de 1920, citado em 1944, abnegado carnavalesco e folclorista de Abaeté junto com sua esposa, introdutor do Cordão dos Pretinhos no carnaval abaeteense (junto com os mestres Afonso, Severino e outros), c/c Joanna Lopes e tiveram filhos.

FAMÍLIA LOUREIRO
. . PEDRO MAUÉS LOUREIRO/Pedro Loureiro, citação: Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
. Angelina Ribeiro de Araujo/Angelina Araujo, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.

M
Os M
J. M.Teixeira, Citação: FRANCISCO LOUREIRO DA SILVA, com a firma Francisco L. da Silva, que em 1931 adquire a indústria de J. M. Teixeira, no Rio Piquiarana-Açu. Francisco Loureiro da Silva, que em 1931 era proprietário de fábrica de cachaça denominada “Espírito Santo”, às margens do Rio Piquiarana-Açu, fecha as portas, por falta de vendas. O mesmo “Engenho Espírito Santo” é repassado para Juvêncio C. Pinheiro/Juvêncio Cristino Pinheiro, industrial, com engenho à vapor, para fabricar cachaça.
Os M. F
. M. F. Carneiro, firma dona de engenho que fabricava açúcar e mel de cana/melaço, no Furo Tucumanduba.

FAMÍLIA MAC-DOWEEL
. DOMINGOS MAC-DOWELL, citação: MANOEL JOÃO PINHEIRO, intendente com citação: Domingos Mac-Dowell/Sr.Mac-Dowell, em 1893 foi dono do 1º  engenho de cana movido à vapor na 2ª intendência do Capitão Manoel João Pinheiro (1891-1894).

Margalho
Os Margalho
. Epaminondas Margalho, citado em 1922 em Abaeté.
Os André Margalho
. José André Margalho, citado em 1922 em Abaeté.
Os Martins
. Egydio Martins, com oficina de alfaiate em 1922 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.

Os de Abreu Mascarenhas
. XISTO DE ABREU MASCARENHAS, este é ribeirinho com origem na localidade Rio Maúba, casado Enedina Ferreira Mascarenhas, esta com origem na localidade Rio Panacuéra e com filhos: Abigail/Tia Biga e outros?
. ENEDINA FERREIRA MASCARENHAS (Vide acima Xisto de Abreu Mascarenhas).

. ABIGAIL FERREIRA MASCARENHAS/Tia Biga, com 61 anos de idade em 2014, formada em Pedagogia e Teologia, foi professora municipal, e se aposentou após 31 anos na Educação em 6/2013, filha dos ribeirinhos Xisto de Abreu Mascarenhas e Enedina Ferreira Mascarenhas, uma família de evangélicos pioneiros da Assembléia de Deus, e Abigail estudou no antigo Projeto Gavião entre 1991 e 1992, fez o curso de Pedagogia e Teologia, foi diretora na Escola Municipal do S. Sebastião por 10 anos, onde fez um trabalho revolucionário em termos de educação, conscientização, conselhos, diálogos com a comunidade e incentivando e participação de todos na própria formação, com participação de missas, cultos e muita conversa com alunos e pais, e dali saiu no tempo do prefeito Luís Lopes, por ato do então Secretário de Educação Adelino Ferranti, e Tia Biga, que por seu bom trabalho nessa escola e sua saída forçada da escola, a comunidade do bairro de São Sebastião fez abaixo assinado pela sua permanência, e Tia Biga em 1974 casou com Dilson Rodrigues Cardoso, este filho do popular Chico Padeiro, e com 39 anos de casados em 2014, e com duas filhas: Renata e Patrícia e com netos: Patrick.

MENDES
1ª Zona – Cidade
· A cargo da Diretoria –
. Joaquim Mendes Contente/J. Contente, que em 1938 era Auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.


FAMÍLIA MIRANDA
Os Correa de Miranda
No Furo Grande existia a Fazenda/Engenho São Francisco, do lendário Coronel Caripuna/Antonio Francisco Correa Caripuna/originariamente Correa de Miranda, chefe político de Abaeté, muito influente na localidade, que até designou Abaeté de Cidade do Caripuna. Engenho do Caripuna foi um dos primeiros na então Vila de Abaeté.

Família Moraes
. DOMINGAS CONCEIÇÃO MORAES/Anhá
Palavras de Domingas Conceição Moraes - ou “Anhá” como é conhecida - que aos 85 anos, é uma das mais antigas moradoras da comunidade quilombola Laranjituba, do município de Abaetetuba.'
Palavras de Domingas Conceição Moraes - ou “Anhá” como é conhecida - que aos 85 anos, é uma das mais antigas moradoras da comunidade quilombola Laranjituba, do município de Abaetetuba.'
A descendente de africanos Anhá vive neste pedaço de terra desde que nasceu e sabe muito pouco de seus antepassados, além de que seus bisavós vieram casados da África, mas tiveram seus filhos já no Brasil. “Somos um pedaço de lá e um pedaço de cá”, afirmou Anhá.
Graça Amaral só discorda de Anhá quando a senhora faceira afirma que os ‘doutores sabidos’ estão lá para ensinar. A socióloga explica que na verdade acontece uma troca, onde os ensinamentos que a comunidade já possui são levados em consideração e servem como ponto de partida para a complementação das práticas no campo.
além de integrantes da comunidade de Laranjituba,pessoas das comunidades quilombolas da ‘Samaúma’e ‘Africa’, de 22 técnicos extensionistas da Emater de vários escritórios locais, como Abaetetuba, Moju, Cametá, Mocajuba, Santarém e Barcarena.
http://www.paraonline.com.br/sejudh-reune-com-associacao-quilombola-de-abaetetuba/
Postado por Edu Valente às 15:46

 Os de Moraes Bitencourt


. JOÃO DE MORAES BITTENCOURT, foi dono do Engenho Carapajó, no rio Carapajó.


FAMÍLIA MATOS
. Velho AYRES MATOS, como era chamado, que em 1930 teve um engenho para fabricar cachaça nas margens rio Campompema através da firma A. Mattos & Cia. Velho Aires Matos era o pai de Miguel e Álvaro Matos.
. ÁLVARO MATOS, foi um dos donos do Engenho São Pedro, que se apartou de seu irmão Miguel Matos, para montar seu próprio engenho, que ficava perto do Rio do Inferno, Vila Maiuatá, em Igarapé-Miri/PA e produzia a cachaça São Pedro.
. JOSÉ MATOS/Zé Matos, foi dono do Engenho Progresso no Rio Piquiarana.
Os de Matos
. Júlia de Matos, citada em 1922 e era dona de padaria na década de 1930 em Abaeté na Rua Justo Chermont.

FAMÍLIA MAUÉS
Os Maués
. ALMERINDO MAUÉS, citação: Engenho de Manduquinha Costa, no Rio Arapapú, no rio Arapapu, repassado, depois, para Almerindo Maués.
. Cel. HYGINO MAUÉS, que em 1922 era dono de um engenho para fabricar cachaça e mel no Rio Tucumanduba.
. JOSÉ JOAQUIM MAUÉS, foi dono do Engenho Vista Alegre.
. ROSENDO MAUÉS, foi dono do Engenho Santo Antonio no Rio Panacuera para fabricar cachaça.
. Maués e Cia., em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Os Maués Loureiro
. CARLOS MAUÉS LOUREIRO/Mestre Carlito Loureiro, era comerciante e dono de sapataria em Abaeté na década de 1930.
Os Maués Nunes
. Maria Maués Nunes, citado em 1922 em Abaeté.
Os Maués Nobre
. FRANCILDO MAUÉS NOBRE, foi dono de um engenho no rio Piquiarana.

As Outras Famílias e os Maués
Os C. Maués
. JOSÉ C. MAUÉS, em 1931 com comércio no Furo Grande.
Os do Carmo Maués
Raymmundo do Carmo Maués, citado em 1922 em Abaeté.
Os F. Maués
Os Pompeu F. Maués
. Miguel Pompeu F. Maués, foi dono do Engenho Santa Rita no rio Tucumandubazinho.
Os Roberto Maués
. Firmo Roberto Maués, citado em 1922 em Abaeté.
. JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS, em 1931 com fábrica de cachaça, açúcar e mel, denominada “Conceição”, no Rio Piquiarana, da firma Maués & Barbosa, tendo como sócios José Honório Roberto Maués e José Barbosa Ferreira.
. José Honório Roberto Maués, citado em 1922 em Abaeté.

FAMÍLIA MAC-DOWELL
. Domingos Mac-Dowell/Sr.Mac-Dowell, em 1893 foi dono do 1º  engenho de cana movido à vapor na 2ª intendência do Capitão Manoel João Pinheiro (1891-1894).

FAMÍLIA MARQUES
Os Nascimento Marques
. AUGUSTO NASCIMENTO MARQUES, foi dono do Engenho Santo Antonio no Furo Tucumanduba.
FAMÍLIA MEIRELES
. FRANCISCO MEIRELES, foi dono do Engenho Dom Bosco no rio Jupariquara.
FAMÍLIA MELO
Os Melo
Em 1824 o juiz passou a ser Hermenegildo Francisco Melo; em 1825, Manoel Trindade; em 1827, José Raimundo Paiva; em 1828, (ano em que o Corpo de Oficiais do Senado foi extinto), Bernardo Ferreira dos Santos;
. HERMENEGILDO FRANCISCO MELO, que em 1824 foi juiz ordinário (espécie de prefeito atual) na Vila de Beja, ano em que já existiam os chamados Oficiais do Senado da Câmara (espécie de vereadores atuais).

Os Mendes dos Reis
. Herdeiros de José Mendes dos Reis, citado em 1922 em Abaeté.
. MIGUEL MENDES DOS REIS, citado em 1922, que era cartorário em Abaeté, conforme citação: . JUVÊNCIO CHRISTINO PINHEIRO, que em 1931 foi dono de um engenho à vapor para fabricar cachaça, situado à margem direita do Rio Piquiarana, que admite como sócio, Antonio Rosa da Fonseca, com documento feito pelo tabelião Miguel Mendes dos Reis.

FAMÍLIA MIRANDA
Os Sertório de Miranda
. José Sertório de Miranda, comerciante em Abaeté na década de 1930.

Os Monteiro
. Francisco Carlos Monteiro, com oficina de marceneiro em 1922 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.
FAMÍLIA MORAES
Os Moraes Bitencourt
. JOÃO DE MORAES BITTENCOURT, foi dono do Engenho Carapajó, no rio Carapajó.
Os Pinheiro de Moraes
. Pedro Pinheiro de Moraes
Os Paes Moreno
. José Paes Moreno, em 1931 com comércio de quitanda à Avenida João Pessoa, em Abaeté, muda para a Rua Justo Chermont.
FAMÍLIA MOTA
. FÉLIX MOTA, foi dono do Engenho Mata Fome no Rio Piquiarana.

segue os M
. SIMEÃO MARGALHO, é originário da localidade Rio Paramajó.
. TRAJANO MARGALHO, é originário da localidade Rio Paramajó.
. BENTO MARGALHO, é originário da localidade Rio Paramajó.
. JOAQUIM MARGALHO, é originário da localidade Rio Paramajó.

• AUGUSTO NASCIMENTO MARQUES, foi dono do Engenho Santo Antonio no furo Tucumanduba. Mas esses engenho já estavam trabalhando em situação precária, com estrutura física degradada e quase caindo, produção artesanal e cada vez mais decadente, com muita sujeira, maquinário obsoleto e cana-de-açúcar de má qualidade. O destino desses engenhos era a desativação completa em poucos anos.
. MIGUEL MATOS, que foi dono do Engenho São Sebastião em sociedade com seu irmão Álvaro Matos, que foi montado em  1948 no Rio Arumanduba. Esse engenho, por dívidas trabalhistas, foi repassado para um senhor chamado Jacarézinho, já na época da decadência da indústria canavieira. Também por força da ação da Justiça do trabalho, através da Junta de Conciliação e Julgamento de Abaetetuba, o Sr. Jacarézinho, por não possuir condições de repassar os direitos trabalhistas devidos aos seus empregados, ele repassa o engenho aos mesmos, cujo líder é o Sr. Aloísio, que foi um dos que nos repassaram muitas informações sobre os engenhos e, particularmente, sobre esse engenho, seu funcionamento e a matéria-prima que usava. Esse engenho em 1994 encontrava-se em situação precária, em ruínas e pouca produção de aguardente. O maquinário é antigo, importado da Inglaterra, mas obsoleto.

Os Maués
Cel. HYGINBO MAUÉS, citado em 1922 como dono de engenho na localidade Rio Tucumanduba e que foi importante vulto político e comercial de Abaeté, chegando a ser Intendente Municipal (1906-1908 e 1908-1911), 
. ROSENDO MAUÉS, foi dono do Engenho Santo Antonio para fabricar cachaça, no rio Maúba.
. RAYMMUNDO CONCEIÇÃO MAUÉS, citado em 1922 como comerciante comerciante no rio Itacuruçá.
Os outros e os Maués
. ERMECINDO BAPTISTA MAUÉS, foi dono do Engenho São Cláudio no rio Arapapu e que também foi dono do Engenho Santa Margarida para fabricar cachaça no Rio Arapapu.
. JOSÉ C. MAUÉS, citado em 1931 com comércio no Furo Grande.
. MIGUEL POMPEU F. MAUÉS, foi dono de engenho no rio Cuitininga e foi dono do Engenho Santa Rita do rio Tucumandubazinho;
. RAIMUNDO PAZ MAUÉS, foi dono do Engenho Santa Rita no rio Cuitininga, que fabricava a cachaça Maués.
. FIRMO ROBERTO MAUÉS, com origem na localidade Rio Piquiarana em que em 1922 era comerciante nessa localidade.
. JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS, com origem na localidade Rio Piquiarana em que em 1922 era comerciante nessa localidade.

Com citações:
. OLINTHO ROCHA, citação:
. SANTINO ROCHA, citação:
. Major HONÓRIO ROBERTO MAUÉS, citação:
. HILDEBRANDINA MAUÉS, citação:
Em 1905 a Banda de Música do Arumanduba e a Banda Henrique Gurjão, estiveram tocando no batizado do filho do Sr. Olinto Rocha, o pequeno Santino, sendo padrinhos o Major Honório Roberto Maués e sua esposa, Dona Hildebrandina Maués.

Os Ferreira Miranda
. FRANCISCO FERREIRA MIRANDA, dono do Engenho Paraíso no rio Jarumã.

Os M
M. C. Ribeiro e Filho, firma que foi antiga dona de engenho na localidade Rio Quianduba.

J. M.Teixeira, Citação: FRANCISCO LOUREIRO DA SILVA, com a firma Francisco L. da Silva, que em 1931 adquire a indústria de J. M. Teixeira, no Rio Piquiarana-Açu. Francisco Loureiro da Silva, que em 1931 era proprietário de fábrica de cachaça denominada “Espírito Santo”, às margens do Rio Piquiarana-Açu, fecha as portas, por falta de vendas. O mesmo “Engenho Espírito Santo” é repassado para Juvêncio C. Pinheiro/Juvêncio Cristino Pinheiro, industrial, com engenho à vapor, para fabricar cachaça.
Os Ferreira Machado
. Vicente Ferreira Machado, com oficina de barbeiro em 1922 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Os Magno Nunes
. MARCIANO MAGNO NUNES, citado em 1922 como dono de engenho para fabricar mel no Rio Parurú.
Os Martins de Carvalho
. AGOSTINHO MARTINS DE CARVALHO, citado em 1922 como comerciante no rio Itacuruçá.

. Miloca Matos, citação: . Angelina Ribeiro de Araujo/Angelina Araujo, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.

Família
Os de Abreu Mascarenhas
. XISTO DE ABREU MASCARENHAS, este é ribeirinho com origem na localidade Rio Maúba, casado Enedina Ferreira Mascarenhas, esta com origem na localidade Rio Panacuéra e com filhos: Abigail/Tia Biga e outros?
. ENEDINA FERREIRA MASCARENHAS (Vide acima Xisto de Abreu Mascarenhas).
. ABIGAIL FERREIRA MASCARENHAS/Tia Biga, com 61 anos de idade em 2014, formada em Pedagogia e Teologia, foi professora municipal, e se aposentou após 31 anos na Educação em 6/2013, filha dos ribeirinhos Xisto de Abreu Mascarenhas e Enedina Ferreira Mascarenhas, uma família de evangélicos pioneiros da Assembléia de Deus, e Abigail estudou no antigo Projeto Gavião entre 1991 e 1992, fez o curso de Pedagogia e Teologia, foi diretora na Escola Municipal do S. Sebastião por 10 anos, onde fez um trabalho revolucionário em termos de educação, conscientização, conselhos, diálogos com a comunidade e incentivando e participação de todos na própria formação, com participação de missas, cultos e muita conversa com alunos e pais, e dali saiu no tempo do prefeito Luís Lopes, por ato do então Secretário de Educação Adelino Ferranti, e Tia Biga, que por seu bom trabalho nessa escola e sua saída forçada da escola, a comunidade do bairro de São Sebastião fez abaixo assinado pela sua permanência, e Tia Biga em 1974 casou com Dilson Rodrigues Cardoso, este filho do popular Chico Padeiro, e com 39 anos de casados em 2014, e com duas filhas: Renata e Patrícia e com netos: Patrick.
Os de Matos Bitencourt
. JOÃO DE MATTOS BITTENCOURT, citação: RODRIGO RODERICO DA FONSECA, antigo comerciante na localidade Igarapé Ipixuna, que em 1931 vende seu comércio a João de Mattos Bittencourt.

Maués
Os Maués Loureiro
. MIGUEL MAUÉS LOUREIRO, . ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.
. JOAQUIM LOUREIRO SILVA, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920:
Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).
. Joaquim Loureiro da Silva, citado em 1922 em Abaeté.
. CARLOS MAUÉS LOUREIRO/Mestre Carlito Loureiro, era comerciante e dono de sapataria em Abaeté na década de 1930.
. . PEDRO MAUÉS LOUREIRO/Pedro Loureiro, citação: Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
. Angelina Ribeiro de Araujo/Angelina Araujo, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
Os Loureiro da Silva
. FRANCISCO LOUREIRO DA SILVA, com a firma Francisco L. da Silva, que em 1931 adquire a indústria de J. M. Teixeira, no Rio Piquiarana-Açu. Francisco Loureiro da Silva, que em 1931 era proprietário de fábrica de cachaça denominada “Espírito Santo”, às margens do Rio Piquiarana-Açu, fecha as portas, por falta de vendas. O mesmo “Engenho Espírito Santo” é repassado para Juvêncio C. Pinheiro/Juvêncio Cristino Pinheiro, industrial, com engenho à vapor, para fabricar cachaça.
. Joaquim Loureiro Silva, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920.

Os Maués Nunes
. Maria Maués Nunes, citado em 1922 em Abaeté.
Os Maués Nobre
. FRANCILDO MAUÉS NOBRE, foi dono de um engenho no rio Piquiarana.
Mendes Contente
Os C. Maués
. JOSÉ C. MAUÉS, em 1931 com comércio no Furo Grande.

Mendes
. Joaquim Mendes Contente, que em 1939 era o Tesoureiro e Diretor Geral da festa de Nossa Senhora da Conceição em Abaeté
. Bernardino Mendes da Costa, que em 1939 era o Vice-Presidente da festa de Nossa Senhora da Conceição em Abaeté. Vice-Presidente (português comerciante e industrial, casado com com a abaeteense Áurea Carvalho)

Os Mendes dos Reis
. Herdeiros de José Mendes dos Reis, citado em 1922 em Abaeté.
. MIGUEL MENDES DOS REIS, citado em 1922, que era cartorário em Abaeté, conforme citação: JUVÊNCIO CHRISTINO PINHEIRO, que em 1931 foi dono de um engenho à vapor para fabricar cachaça, situado à margem direita do Rio Piquiarana, que admite como sócio, Antonio Rosa da Fonseca, com documento feito pelo tabelião Miguel Mendes dos Reis.
. RUI GUILHERME MENDES DOS REIS, citação: . ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.

 Os de Moraes Bitencourt
. JOÃO DE MORAES BITTENCOURT, foi dono do Engenho Carapajó, no rio Carapajó.

N
Os Nagib
. SALIM NAGIB, antigo comerciante que se estabeleceu na Colônia Dr. João Miranda e que se comprometeu , no ano de 1940, a construir uma nova ponte sobre o Rio Ipixuna, fornecendo materiais, mão-de-obra e contando com a ajuda dos lavradores locais, cabendo à prefeitura o fornecimento de pregos e outros pequenos auxílios da administração sob a gestão do prefeito nomeado Coronel Aristides dos Reis e Silva (prefeito nomeado 1/1/1938-28/2/1943).
FAMÍLIA NASCIMENTO
Os do Nascimento
. MANOEL JOAQUIM DO NASCIMENTO, citação:
A Orquestra Recreativa Carlos Gomes, que tinha como professor de música o Sr. Manoel Joaquim do nascimento, era do Guajará de Beja. Além dessas, existiram outras pessoas e entidades importantes no Guajará, que tiveram origem nessa localidade, como: Manoel Joaquim do Nascimento, músico de renome, professor de música, maestro das bandas “Sai Cinza de Beja e da Banda Carlos Gomes, no tempo de Raimundo Pauxis. A família de Raimundo Nonato Pauxís, que possuía um sítio no Guajará e lá festejavam São Raimundo Nonato.

Os Nascimento Marques
• AUGUSTO NASCIMENTO MARQUES, foi dono do Engenho Santo Antonio no furo Tucumanduba. Mas esse engenho já estavam trabalhando em situação precária, com estrutura física degradada e quase caindo, produção artesanal e cada vez mais decadente, com muita sujeira, maquinário obsoleto e cana-de-açúcar de má qualidade. O destino desses engenhos era a desativação completa em poucos anos.

Os Negrão
. Negrão e Irmão, firma em 1931 com comércio de compra e venda de gado, em Abaeté.
Os Lobato Negrão
. Herdeiros  de Arlindo Lobato Negrão, citado em 1922 em Abaeté.

FAMÍLIA NERY
Os Nery de Araujo
. FÁBIO NERY DE ARAUJO, citado em 1922 como Fiscal do gestão do prefeito Aristides dos Reis e Silva.
Os Nery da Costa
. EMYGDIO NERY DA COSTA
. EMYGDIO NERY SOBRINHO, citado em 1922 como comerciante no rio Itacuruçá.
. EMYGDIO NERY DA COSTA, citação: Segundo Raimundo Flankim de Carvalho, Emygdio Nery da Costa possuía um engenho de cana-de-açúcar às margens do Rio Biribituba, braço do Rio Bacuri.
. Dr. JOÃO NERY DA COSTA, com escritório de advogado na década de 1930 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.

FAMÍLIA NEVES
. RAIMUNDO NEVES, citação: ARTHUR NUNES FERREIRA/Arthur Nunes, foi comerciante e dono do Engenho Santa Rosa na Costa Maratauíra, e em 1931 foi dono do Engenho Santo Antonio para fabricar cachaça, depois repassado para Raimundo Neves.

FAMÍLIA NOBRE
Os Nobre
. Doracy Nobre & Cia, firma em 1922 com um engenho na margem direita da Costa Maratauhyra.
. JOSÉ NOBRE/Zé Nobre, foi dono de engenho no rio Tauerá-Açu.
Nobre
. LUÍS NOBRE, foi dono do Engenho São Luiz no igarapé Tauerázinho e foi dono do Engenho São Luiz para fabricar cachaça, no rio Tauerá-Açu.
. Nobre & Irmão, firma que foi dona de engenho para fabricar cachaça, no rio Piquiarana-Açu.

Os Nobre Viana
. RAIMUNDO NOBRE VIANA, dono de engenho na margem direita do rio Maracapucu.

As Outras Famílias e os Nobre
Os de Almeida Nobre
 . DELMIRO DE ALMEIDA NOBRE, citado em 1922 como comerciante e freteiro de canoa à vela na Costa Maratauíra.
Os Maués Nobre
. FRANCILDO MAUÉS NOBRE, foi dono de um engenho no rio Piquiarana.
Os de Oliveira Nobre
. FRANCISCO DE OLIVEIRA NOBRE/Chiquito Nobre, foi dono do Engenho São Francisco que fabricava cachaça no Rio Piquiarana-Miry.

Os Novaes
. Maria Novaes, citação: Maria Novaes, em 1931 c/terreno à Av. Veiga Cabral, divisa c/Benedito Ferreira Teixeira e do outro lado c/Ormina Antonia da Silva.
segue os N
. SALIM NAGIB, antigo comerciante que se estabeleceu na Colônia Dr. João Miranda e que se comprometeu , no ano de 1940, a construir uma nova ponte sobre o Rio Ipixuna, fornecendo materiais, mão-de-obra e contando com a ajuda dos lavradores locais, cabendo à prefeitura o fornecimento de pregos e outros pequenos auxílios da administração sob a gestão do prefeito nomeado Coronel Aristides dos Reis e Silva (prefeito nomeado 1/1/1938-28/2/1943).

Os Nunes
. JOSÉ JOAQUIM NUNES, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920, junto com Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté). E JOSÉ JOAQUIM NUNES, foi dono do Engenho Vista Alegre na Costa Maratuíra e que produzia a cachaça Vista Alegre. Esse engenho era só abandono em 1994.
Os Nunes Ferreira
. ARTHUR NUNES FERREIRA/Arthur Nunes, foi comerciante e dono do Engenho Santa Rosa na Costa Maratauíra, e em 1931 foi dono do Engenho Santo Antonio para fabricar cachaça, depois repassado para Raimundo Neves.
Os Nunes do Rego
; MANOEL NUNES DO REGO, foi dono do Engenho São Manoel no rio Maracapucu-Miry.

Os Acatauassu Nunes
. ACATAUASSU NUNES, citação:
Acatauassu Nunes foi um dos primeiros donos de engenho, ainda nos tempos de Abaeté vila. Há uma lenda que corre ainda nos dias atuais de que ele era famoso por maltratar seus escravos, trabalhadores e demais subordinados, em história que corria entre os antigos donos de engenho em que estes diziam aos seus escravos ou trabalhadores “Se não trabalhares direito eu vou te vender para o Acatauassú”, o que era um santo remédio para os trabalhadores redobrarem seus trabalhos nos engenhos, Acatauassu foi dono do Engenho Acatauassu no rio Maracapucú, e que, dizem, foi o primeiro engenho montado em Abaeté, ainda nos fins do Século XIX.

Os Magno Nunes
. MARCIANO MAGNO NUNES, citado em 1922 como dono de engenho para fabricar mel no Rio Parurú.

. FRANCISCO NEGRÃO, citação: . ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.

com citações:
Os Negrão Rodrigues
. TEREZINHA FERREIRA CORREA, nasceu em 27/10/1952 e casou, em 11/10/1986. Terezinha nasceu em 28/12/1953 e é filha de Antonio Correa e Maria Ferreira Correa. Manoel Galileu e Terezinha casaram na localidade Maracapucu, com certidão de casamento expedida pelo escrivão Manoel Negrão Rodrigues e tiveram como testemunhas, Hercília da Silva Rodrigues e João de Deus Silva Rodrigues.
. MANOEL NEGRÃO RODRIGUES, citação:
. HERCÍLIA DA SILVA RODRIGUES, citação:
. JOÃO DE DEUS SILVA RODRIGUES, citação:
. MANOEL GALILEU GUIMARÃES, nasceu em 27/10/1952 e casou, em 11/10/1986, na localidade Maracapucu, com Terezinha Ferreira Correa. Terezinha nasceu em 28/12/1953 e é filha de Antonio Correa e Maria Ferreira Correa. Manoel Galileu e Terezinha casaram na localidade Maracapucu, com certidão de casamento expedida pelo escrivão Manoel Negrão Rodrigues e tiveram como testemunhas, Hercília da Silva Rodrigues e João de Deus Silva Rodrigues.

Os Negrão Rodrigues
. Agnelo Negrão Rodrigues

Os Correa de Miranda
. ANTONIO FRANCISCO CORREA CARIPUNA/Coronel Caripuna, foi dono da Fazenda/Engenho São Francisco, no Furo Grande e o Coronel Caripuna foi chefe político de Abaeté, muito influente na localidade, que até designou Abaeté de Cidade do Caripuna e o engenho do Caripuna foi um dos primeiros na então Vila de Abaeté.
Os da Silva Correa
. RAIMUNDO DA SILVA CORREA, foi dono do Engenho São Raimundo no Rio Sapocajuba.

Os Nery da Costa
. EMYGDIO NERY DA COSTA, citação: Segundo Raimundo Flankim de Carvalho, Emygdio Nery da Costa possuía um engenho de cana-de-açúcar às margens do Rio Biribituba, braço do Rio Bacuri.
. Dr. JOÃO NERY DA COSTA, com escritório de advogado na década de 1930 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.

Famílias originárias no Rio Guajará de Beja
Os N. Pimentel
. RAIMUNDA N. PIMENTEL
. FRANCISCA ROMANA DOS PASSOS PIMENTEL
. FÁBIA DOS PASSOS PIMENTEL
. JOÃO FRANCISCO FERREIRA, citação:
. ORÊNCIO PIMENTEL COUTINHO, que nasceu em 22/4/1905 na localidade de Guajará de Beja e faleceu em 25/12/1980, com 75 anos de idade e seus familiares eram do Guajará de Beja. Orêncio foi cartorário, vereador na gestão de do Prefeito nomeado João Francisco Ferreira no período de 12/2/1936 a 31/12/1937, em Abaeté e o mais famoso leiloeiro da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté. Foi batizado em Beja pelo Pe. Pimentel, sendo padrinhos: Raimundo N. Pimentel e Francisca Romana dos Passos Pimentel (irmã de Fábia acima). Orêncio Pimentel Coutinho c/c Cezarina Nobre Coutinho e tiveram os seguintes filhos: Maria da Conceição, Maria Edna, Orêncio Filho e Joana Maria Nobre Coutinho.
. CEZARINA NOBRE COUTINHO
. MARIA DA CONCEIÇÃO NOBRE COUTINHO
. MARIA ÉDNA NOBRE COUTINHO
ORÊNCIO PIMENTEL COUTINHO FILHO
. JOANA MARIA NOBRE COUTINHO

Os Nery de Araujo
. FÁBIO NERY DE ARAUJO, citado em 1922 como Fiscal do gestão do prefeito Aristides dos Reis e Silva.
Os Nery da Costa
. EMYGDIO NERY DA COSTA, citação: Segundo Raimundo Flankim de Carvalho, Emygdio Nery da Costa possuía um engenho de cana-de-açúcar às margens do Rio Biribituba, braço do Rio Bacuri.
. EMYGDIO NERY DA COSTA
. EMYGDIO NERY SOBRINHO, citado em 1922 como comerciante no rio Itacuruçá.
. Dr. JOÃO NERY DA COSTA, com escritório de advogado na década de 1930 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.


rocha e outros com cintações:
. CAROLINA PINTO DA ROCHA, citação:
. ABÍLIO NERY DE ARAUJO, citação:
. EDERLINA MAUÉS, citação:
. JÓSIMO ANTONIO DE SARGES, citação:
. MAXIMIANO ANTONIO RODRIGUES, citação:
. MIGUEL MENDES DOS REIS, citação:
. JOÃO BERNARDINO DIAS, citação:
. Cel. HYGINO MAUÉS, citação:
. RAYMMUNDO MAUÉS PINHEIRO, citação:
. PAULO ELPÍDIO, citação:
. JOÃO FERREIRA, citação:
. ABILIO NERY, citação:
. DOMÍCIO NUNES FERNANDES, citação:
. HORÁCIO DE DEUS E SILVA, citação:
. ESTÁCIO DE SENA, citação:
. FÉLIX MACHADO, citação:
. VERIANO MACHADO, citação:
. EMILIANO MACHADO, citação:
. Cel. ARISTIDES DOS REIS E SILVA, citação:
. Ceci Fernandes
. LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.
. Mestre Laudelino, como músico que era inicialmente tocou na Banda Paulino Chaves junto com um seu irmão de nome Domício Nunes Fernandes. Em 1927 o Mestre Laudelino chegou ao posto de regente da banda. Foram seus contemporâneos na Banda Paulino Chaves: Horácio de Deus e Silva, Estácio de Sena, Félix Machado e seus irmãos Veriano e Emiliano. O Mestre Laudelino e seu filho Ceci Fernandes, tocaram na Banda Carlos Gomes. Existem algumas citações sobre Laudelino Nunes Fernandes. Uma citação do ano de 1927 diz: “Laudelino Mendes Fernandes era o regente da Banda Paulino Chaves”. “Na vida particular era professor municipal no Rio Guajará”.
. RAIMUNDO NEVES, citação: ARTHUR NUNES FERREIRA/Arthur Nunes, foi comerciante e dono do Engenho Santa Rosa na Costa Maratauíra, e em 1931 foi dono do Engenho Santo Antonio para fabricar cachaça, depois repassado para Raimundo Neves.

FAMÍLIA NOBRE
Os Nobre
. Doracy Nobre & Cia, firma em 1922 com um engenho na margem direita da Costa Maratauhyra.
. JOSÉ NOBRE/Zé Nobre, foi dono de engenho no rio Tauerá-Açu.
. LUIZ NOBRE, que foi dono do Engenho São Luiz para fabricar cachaça, no rio Tauerá-Açu.
. Nobre & Irmão, firma que foi dona de engenho para fabricar cachaça, no rio Piquiarana-Açu.
Os Nobre Viana
. RAIMUNDO NOBRE VIANA, dono de engenho na margem direita do rio Maracapucu.
Os de Almeida Nobre
 . DELMIRO DE ALMEIDA NOBRE, citado em 1922 como comerciante e freteiro de canoa à vela na Costa Maratauíra.
Os de Oliveira Nobre
. FRANCISCO DE OLIVEIRA NOBRE/Chiquito Nobre, foi dono do Engenho São Francisco que fabricava cachaça no Rio Piquiarana-Miry.
Os Maués Nobre
. FRANCILDO MAUÉS NOBRE, foi dono de um engenho no rio Piquiarana.

Os Novaes
. Maria Novaes, citação: Maria Novaes, em 1931 c/terreno à Av. Veiga Cabral, divisa c/Benedito Ferreira Teixeira e do outro lado c/Ormina Antonia da Silva.
Os Nunes Rodrigues
. Boanerges Nunes Rodrigues, em 1964 morava na antiga Trav. D. Macedo Costa, em Abaetetuba.
Os Nunes Ferreira
. ARTHUR NUNES FERREIRA/Arthur Nunes, foi comerciante e dono do Engenho Santa Rosa na Costa Maratauíra, e em 1931 foi dono do Engenho Santo Antonio para fabricar cachaça, depois repassado para Raimundo Neves.
Os Nunes do Rego
; MANOEL NUNES DO REGO, foi dono do Engenho São Manoel no rio Maracapucu-Miry.

Nunes
. ACATAUASSU NUNES, citação:
Acatauassu Nunes foi um dos primeiros donos de engenho, ainda nos tempos de Abaeté vila. Ele era famoso por maltratar seus escravos, trabalhadores e demais subordinados. Corria a história entre os antigos donos de engenho em que estes diziam aos seus escravos ou trabalhadores “Se não trabalhares direito eu vou te vender para o Acatauassú”, o que era um santo remédio para os trabalhadores redobrarem seus trabalhos nos engenhos.
Os F.Maués
Os Pompeu F. Maués
. Miguel Pompeu F. Maués, foi dono do Engenho Santa Rita no rio Tucumandubazinho.

O
Os C. de Oliva Belo
herdeiros de Manoel C. de Oliva Bello, citado em 1922 em Abaeté.

FAMÍLIA OLIVEIRA
Os Oliveira
. RAIMUNDO OLIVEIRA e Altino, sócios do Engenho Nazaré.
Os de Oliveira Nobre
. FRANCISCO DE OLIVEIRA NOBRE/Chiquito Nobre, foi dono do Engenho São Francisco que fabricava cachaça no Rio Piquiarana-Miry.

Os de Oliveira Nobre
. FRANCISCO DE OLIVEIRA NOBRE/Chiquito Nobre, foi dono do Engenho São Francisco que fabricava cachaça no Rio Piquiarana-Miry.

P
. JOÃO MARCELINO PACHECO, foi dono da Empresa Naiabé, no Furo Tucumanduba.

FAMÍLIA PADRE
Os Padre
. Jorge Padre, citado em 1922 em Abaeté.
. Jorge Padre & Irmão, com oficina de sapateiro em 1922 na rua Justo Chermont em Abaeté.

FAMÍLIA PAIVA
Os Paiva
. JOSÉ RAIMUNDO PAIVA, que em 1827 foi juiz ordinário (espécie de prefeito atual) na Vila de Beja, ano em que já existiam os chamados Oficiais do Senado da Câmara (espécie de vereadores atuais).
Os Alves Pereira
. Albino Antonio Alves Pereira, com oficina de funileiro em 1922 na Rua justo Chermont em Abaeté.
Os Paes
. Antonio Paes, citado como comerciante na Rua Justo Chermont em Abaeté.
. Antonio Paes Filho, citado como comerciante em Abaeté e na década de 1930 era marchante, na Rua Justo Chermont.
. Francisco de Paula Paes, com oficina de ourives na Rua Justo Chermont em Abaeté, citado em 1922.
. João Gualberto Paes, filho Francisco de Paula Paes, com oficina de ourivesaria em Abaeté em 1931.
Os Paes Moreno
. José Paes Moreno, em 1931 com comércio de quitanda à Avenida João Pessoa, em Abaeté, muda para a Rua Justo Chermont.
Os Pinheiro Paes
. Pedro Pinheiro Paes, citado em 1922 em Abaeté.

FAMÍLIA PANGLARS
Os Panglars de Almeida
. Alfredo Panglars de Almeida, na década de 1930 era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.

Os de Almeida Nobre
. DELMIRO DE ALMEIDA NOBRE, é citado em documento de 1922 em Abaeté.
Os de almeida Pantoja
. ROSA DE ALMEIDA PANTOJA, casada com Cândido de Almeida Pantoja e com filhos: Martinha Pantoja Ferreira e outros em pesquisa.
Os de Almeida Silveira
. CORNÉLIO DE ALMEIDA SILVEIRA, citação: O Tietê Futebol Club em 1954 tendo como presidente Cornélio de Almeida Silveira, c/concessão de terreno c/limites pela frente c/a Trav. Pinto Martins, fundos c/a R. Floriano Peixoto, dado p/aforamento em documento de 13/11/1954, terreno com 100 x 60m.
Os Panglars de Almeida
. Alfredo Panglars de Almeida, na década de 1930 era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.

FAMÍLIA PANTOJA
Os de Almeida Pantoja
. ROSA DE ALMEIDA PANTOJA, casada com Cândido de Almeida Pantoja e com filhos: Martinha Pantoja Ferreira e outros em pesquisa.
. Martinha Pantoja Ferreira tem 91 anos, filha de Rosa de Almeida Pantoja e Cândido de Almeida Pantoja, parteira desde os 16 anos de idade e até os dias atuais (2008), c/c José Calazans Ferreira/Cala.
. Martinha Pantoja Ferreira tem 91 anos em 2008, filha de Rosa de Almeida Pantoja e Cândido de Almeida Pantoja, parteira desde os 16 anos de idade e até os dias atuais (2008), c/c José Calazans Ferreira/Cala.

FAMÍLIA PARANHOS
Os Paranho
. JOÃO PARANHOS, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920, junto com Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).

FAMÍLIA PARENTE
Os Parente
Garibaldi Parente, citado em 1922 em Abaeté, com olaria no bairro de Santa Rosa na década de 1930 às proximidades dos igarapés Sertão e Mato Grosso, afluentes do Ig. Jacaréquara e a firma Garibaldi Parente & Cia, firma citada como dona de fábrica de sabão dona da Serraria Veneza Paraense em 1931, em Abaeté, exportando caixas de madeira.
Garibaldi Parente possuía comércios no Rios Paramajó e Piquiarana.
. Garibaldi Parente & Cia, firma que em 1922 foi dona do Engenho Cruzeiro do Sul/Fábrica de cachaça e açúcar na cidade de Abaeté), que era um dos engenhos da família Parente e se localizava na frente da cidade de Abaeté, onde hoje se encontra a Fábrica Amazônia de guaraná, de Nazareno Cardoso. Em 1922, além da fábrica de cachaça e açúcar, Garibaldi Parente aparece como comerciante, com a denominação de “Garibaldi Parente & Cia., sito à Rua Justo Chermont, relativo as atividades de casa de commércio de 2ª classe, serraria com officina, fábrica de sabão, typographia e fábrica de cachaça e açúcar.
Os Parente de Carvalho
Família Parente
. MURILO PARENTE DE CARVALHO, foi dono do Engenho Santa Cruz, no Rio Abaeté, que produzia a cachaça Santa Cruz. Esse engenho chegava a produzir 50 garrafões (frasqueiras, que eram recipientes em vidro empalhados por fora em cipó ou palha) por dia. Era o de melhor infra-estrutura, possuindo uma rampa, onde os batelões ancoravam, carregados de cana-de-açúcar, destinados às moendas do engenho. Cada grande batelão carregava cana-de-açúcar suficiente para produzir 25 frasqueiras de cachaça. Os fundos de alguns engenhos, como o Santa Cruz, por exemplo, davam acesso para uma pequena estrada, o que possibilitava o transporte por via terrestre. Mas a maioria dos engenhos existentes nas ilhas de Abaetetuba possuía o fundo em direção aos rios, onde o transporte era por via fluvial. Esse rio é famoso por conter em suas cabeceiras uma famosa cachoeira, chamada de Cachoeira do Rio Abaeté. A entrada do Rio Abaeté era o principal escoadouro de cachaça, próximo do qual se localizavam inúmeros canaviais. Era comum se dizer “roçado de cana-de-açúcar” para esses canaviais.
. MURILO PARENTE DE CARVALHO/Murilo Carvalho, foi dono do Engenho Santa Cruz que fabricava cachaça, no rio Campompema.
Família Maués
Engenho Santa Maria, de Ernani Maués Carvalho, no Rio Abaeté, que produzia cachaça engarrafada e vinho. Esse local também era uma fazenda onde se criavam bois, com moinho de sal, onde trabalhavam muitos empregados.

Os Pauxis
. Raymmundo Nonnato Pauxis, citado em 1922 em Abaeté.
Os Pauxis de Abreu
. QUINTINO PAUXIS DE ABREU, era membro da Irmandade de São Sebastião em 1908, em Abaeté. Vide os nomes da Irmandade.

Os Silva e Pauxis
. Silva & Pauxis, de Raymundo Pauxis e sócio, na década de 1930 atuando como marchantes na Rua Justo Chermont em Abaeté.
Os da Silva Pauxis
. Raymmundo Nonnato da Silva Pauxis/Raimundo Pauxis, que junto c/seu pai Hermínio Pauxis e s/irmão Aládio Ladislau da Silva Pauxis, estiveram presentes à Instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895 e foram assinantes da Ata de Cerimônia de Instalação. E Raimundo Pauxis foi o 2º mestre da Banda Carlos Gomes, após a morte de s/pai Hermínio Pauxis, em 1908 e foi também maestro e excelente professor de música, formando boa parte dos músicos de Abaeté, como Chiquinho Margalho, Miguel Loureiro, Oscar Santos e outros. S/métodos eram rígidos e a disciplina na banda era obedecida nos mínimos detalhes, inclusive no comportamento dos músicos, citado em 1922 e que na década de 1930 também era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.

FAMÍLIA PEREIRA
Os Pereira
. ANTONIO PEREIRA, que em 1829 assumiu o cargo de Juiz Ordinário (espécie de prefeito atual) na antiga Vila de Beja, que ficou no cargo até 1833, quando o Senado de Beja foi extinto. Finalmente, no dia 30/9/1839, o presidente Bernardo de Souza Franco extinguiu a autonomia da Freguesia de São Miguel de Beja, anexando o seu território ao da Vila de Abaeté.

Os Pereira e as Outras Famílias
Os Pereira Aracaty
. Manoel Pereira Aracaty, com oficina de barbeiro em 1922 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Os Pereira de Araujo
. Ramiro Pereira de Araújo, citado em 1922 em Abaeté.
. Rodolpho Pereira de Araújo, citado em 1922 em Abaeté.
Os Pereira de Barros
. Cap. Trajano Pereira de Barros, citado em 1922 em Abaeté.
Os Pereira de Lacerda
. JOSÉ PEREIRA DE LACERDA, que de 1805 a 1822 foi o juiz ordinário da Vila de Beja (cargo semelhante a de um prefeito), quando foi criado o Corpo de Oficiais do Senado.
Os Pereira Leite
. Augusto Pereira Leite, citado em 1922 em Abaeté.

As Outras Famílias e os Pereira
Raymundo B. de Araujo Pereira, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920:

FAMÍLIA PIMENTEL
Os de Araujo Pimentel
. Manoel de Araújo Pimentel, citado em 1922 e na década de 1930 era tabelião na Povoação de Beja.

FAMÍLIA PINHEIRO
Os Pinheiro
. Anna Seraphina Pinheiro, citado em 1922 em Abaeté.
. ANTONIO AUGUSTO PINHEIRO, em 1922 foi dono de engenho para fabricar mel na na Costa Maratauíra.
. JUVÊNCIO CHRISTINO PINHEIRO, que em 1931 foi dono de um engenho à vapor para fabricar cachaça, situado à margem direita do Rio Piquiarana, que admite como sócio, Antonio Rosa da Fonseca, com documento feito pelo tabelião Miguel Mendes dos Reis. Citação: FRANCISCO LOUREIRO DA SILVA, com a firma Francisco L. da Silva, que em 1931 adquire a indústria de J. M. Teixeira, no Rio Piquiarana-Açu. Francisco Loureiro da Silva, que em 1931 era proprietário de fábrica de cachaça denominada “Espírito Santo”, às margens do Rio Piquiarana-Açu, fecha as portas, por falta de vendas. O mesmo “Engenho Espírito Santo” é repassado para Juvêncio C. Pinheiro/Juvêncio Cristino Pinheiro, industrial, com engenho à vapor, para fabricar cachaça.
. MANOEL JOÃO PINHEIRO, intendente com citação: Domingos Mac-Dowell/Sr.Mac-Dowell, em 1893 foi dono do 1º  engenho de cana movido à vapor na 2ª intendência do Capitão Manoel João Pinheiro (1891-1894).
Os Pinheiro Baía
. JOSÉ PINHEIRO BAÍA, em 1931 com casa de comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.
. Raymundo Lício Baia, em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté, possuindo uma ponte em madeira.
Os Pinheiro Garcia
. RAIMUNDO PINHEIRO GARCIA
. RAIMUNDO PINHEIRO GARCIA, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920 junto com Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).
Pinheiro e Irmão
. Pinheiro & Irmão, firma com engenho para fabricar cachaça e mel em 1922 e dona de engenho em 1931 que fabricava cachaça no Furo Tucumanduba e firma dona de engenho de cachaça em 1930 que fecha a sua fábrica de cachaça no rio Maracapucu.

Os Pinheiro Maués
. Pinheiro Maués & Cia, firma com o Engenho São José para fabricar cachaça no rio Tucumanduba.
Os Pinheiro Paes
. Pedro Pinheiro Paes, citado em 1922 em Abaeté.
Os Pinheiro da Silva
. JOSÉ LUIZ PINHEIRO DA SILVA, em 1922 com um engenho na margem esquerda da Costa Maratauhyra.

FAMÍLIA PINTO
Os Pinto Ferreira
MIGUEL PINTO FERREIRA, em 1922 foi dono de engenho que fabricava mel no Rio Maracapucu.
. CAROLINA PINTO DA ROCHA, citação: . LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

FAMÍLIA POMPEU
Os Pompeu F. Maués
. Miguel Pompeu F. Maués, foi dono do Engenho Santa Rita no rio Tucumandubazinho.
FAMÍLIA PRIMO
Os de Figueiredo Dias Primo
. ANTONIO DE FIGUEIREDO DIAS PRIMO, em 1922 foi dono de engenho que fabricava mel) no rio Maracapucu.

FAMÍLIA PONTES
Os de Lima Pontes
. EMILIANO DE LIMA PONTES, era freteiro em Abaeté em 1922 na Canoa Madrugada e, posteriormente, continuou como freteiro na canoa "Cidade de Abaeté".
FAMÍLIA PUPUNHA
. JOÃO PUPUNHA, com o Engenho Casa Branca na Costa Maratauíra.

segue os P
• JOÃO MARCELINO PACHECO, foi dono da Empresa Naiabé no furo Tucumanduba;
. JANDIR CORREA PACHECO, citação:
. JOÃO MARCELINO PACHECO, foi dono do Engenho Pacheco, que localiza-se no Furo Grande, e que atualmente, em 24/03/2010, era o único engenho existente em Abaetetuba. É um antigo engenho, montado em 1925, com produção quase artesanal, maquinário inglês do século 19, tendo hoje como gerente o Sr, Jandir Pacheco, engenho já obsoleto, que fica em um barracão já bastante velho, construído em madeira-de-lei e que está em acentuada decadência, mas que ainda produz, precariamente, cachaça de modo artesanal.

Paes
. JOSÉ DEMÉTRIO PAES, citado em 1922 como fiscal na gestão do prefeito Aristides dos Reis e Silva/Coronel Aristides no rio Jarumã.
. LEOPOLDO PAES, citado em 1922 como comerciante no Rio Xingu.
Os outros e os Paes
. Castro & Paes, firma citada em 1931 com comércio no Rio Arapiranga de Beja.

Os Ferreira Pantoja
. BENEDITO FERREIRA PANTOJA, foi dono de engenho que fabricava açúcar e mel de cana, no rio Maúba.

. NICOLAU MARIA PARENTE &Filho, firma citada em 1906 no Rio Abaeté.

Os da Silva Pauxis
. RAYMUNDO NONATO DA SILVA PAUXIS/Raimundo Pauxis, citação:
. MANOEL JOAQUIM DO NASCIMENTO, citação:
A Orquestra Recreativa Carlos Gomes, que tinha como professor de música o Sr. Manoel Joaquim do nascimento, era do Guajará de Beja. Além dessas, existiram outras pessoas e entidades importantes no Guajará, que tiveram origem nessa localidade, como: Manoel Joaquim do Nascimento, músico de renome, professor de música, maestro das bandas “Sai Cinza de Beja e da Banda Carlos Gomes, no tempo de Raimundo Pauxis. A família de Raimundo Nonato Pauxís, que possuía um sítio no Guajará e lá festejavam São Raimundo Nonato.

Pimentel
Famílias originárias no Rio Guajará de Beja
. RAIMUNDA N. PIMENTEL
. FRANCISCA ROMANA DOS PASSOS PIMENTEL
. FÁBIA DOS PASSOS PIMENTEL
. JOÃO FRANCISCO FERREIRA, citação:
. ORÊNCIO PIMENTEL COUTINHO, que nasceu em 22/4/1905 na localidade de Guajará de Beja e faleceu em 25/12/1980, com 75 anos de idade e seus familiares eram do Guajará de Beja. Orêncio foi cartorário, vereador na gestão de do Prefeito nomeado João Francisco Ferreira no período de 12/2/1936 a 31/12/1937, em Abaeté e o mais famoso leiloeiro da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté. Foi batizado em Beja pelo Pe. Pimentel, sendo padrinhos: Raimundo N. Pimentel e Francisca Romana dos Passos Pimentel (irmã de Fábia acima). Orêncio Pimentel Coutinho c/c Cezarina Nobre Coutinho e tiveram os seguintes filhos: Maria da Conceição, Maria Edna, Orêncio Filho e Joana Maria Nobre Coutinho.
. CEZARINA NOBRE COUTINHO
. MARIA DA CONCEIÇÃO NOBRE COUTINHO
. MARIA ÉDNA NOBRE COUTINHO
ORÊNCIO PIMENTEL COUTINHO FILHO
. JOANA MARIA NOBRE COUTINHO

Pinheiro
. ANTONIO PINHEIRO
. ANTONIO PINHEIRO FILHO, foi dono do Engenho Santo Antonio para fabricar cachaça no rio Quianduba.
. INNOCÊNCIO JOAQUIM PINHEIRO, rm 1922 foi citado como dono de engenho para fabricar mel no rio Ajuaí.
Os Pinheiro e os Outros
Pinheiro & Irmão, firma citada em 1922 como dona de engenho no Rio Tucumanduba.
Pires
. AUGUSTO HENRIQUE PIRES, citado em 1922 e 1927 com casa de commércio no Rio Arapiranga de Beja.

Pontes
. BENVINDA DE LIMA PONTES
. JOÃO NEPOMUCENO DE PONTES, citação:
Dos escritos genealógicos de sua neta Benvinda de Araujo Pontes: João Nepomuceno de Pontes nasceu em 6/5/1874 na localidade Rio Guajarazinho, na então Vila de Abaeté, estudou até o 2º livro primário, no interior e aos 12 anos teve que abandonar os estudos para assumir o sustento da família, em conseqüência do falecimento de seu pai. Empregou-se como caixeiro da casa comercial de seu futuro sogro e casou com Benvinda de Lima no dia 14/4/1894, na Intendência de Abaeté. Desta união nasceram 9 filhos: Emiliano, Raimunda/Mundica, Miguel, Domingas, João, Andrelino/Dedé Pontes, Waldomira/falecida criança, Pautila/Lilita/Mimosa, Sebastião/Sabito, falecido criança.

FAMÍLIA PAES
Os Paes
. ELPÍDIO PAES, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
. JOSÉ DEMÉTRIO PAES, citado em 1922 como fiscal na gestão do prefeito Aristides dos Reis e Silva/Coronel Aristides no rio Jarumã.
. LEOPOLDO PAES, citado em 1922 como comerciante no Rio Xingu.
Os outros e os Paes
. Castro & Paes, firma citada em 1931 com comércio no Rio Arapiranga de Beja.
. Antonio Paes, citado como comerciante na Rua Justo Chermont em Abaeté.
. Antonio Paes Filho, citado como comerciante em Abaeté e na década de 1930 era marchante, na Rua Justo Chermont.
. Francisco de Paula Paes, com oficina de ourives na Rua Justo Chermont em Abaeté, citado em 1922.
. João Gualberto Paes, filho Francisco de Paula Paes, com oficina de ourivesaria em Abaeté em 1931.
Os Paes Moreno
. José Paes Moreno, em 1931 com comércio de quitanda à Avenida João Pessoa, em Abaeté, muda para a Rua Justo Chermont.
Os Pinheiro Paes
. Pedro Pinheiro Paes, citado em 1922 em Abaeté.

Os Panglars de Almeida
. Alfredo Panglars de Almeida, na década de 1930 era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.
Os de Almeida Pantoja
. ROSA DE ALMEIDA PANTOJA, casada com Cândido de Almeida Pantoja e com filhos: Martinha Pantoja Ferreira e outros em pesquisa.
. Martinha Pantoja Ferreira tem 91 anos em 2008, filha de Rosa de Almeida Pantoja e Cândido de Almeida Pantoja, parteira desde os 16 anos de idade e até os dias atuais (2008), c/c José Calazans Ferreira/Cala.
FAMÍLIA PARANHOS
Os Paranho
. JOÃO PARANHOS, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920, junto com Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).

Os Parente de Carvalho
. NICOLAU MARIA PARENTE &Filho, firma citada em 1906 no Rio Abaeté.
GARIBALDI PARENTE, citado em 1922 em Abaeté, com olaria no bairro de Santa Rosa na década de 1930 às proximidades dos igarapés Sertão e Mato Grosso, afluentes do Ig. Jacaréquara e a firma Garibaldi Parente & Cia, firma citada como dona de fábrica de sabão dona da Serraria Veneza Paraense em 1931, em Abaeté, exportando caixas de madeira.
Garibaldi Parente possuía comércios no Rios Paramajó e Piquiarana.
. Garibaldi Parente & Cia, firma que em 1922 foi dona do Engenho Cruzeiro do Sul/Fábrica de cachaça e açúcar na cidade de Abaeté), que era um dos engenhos da família Parente e se localizava na frente da cidade de Abaeté, onde hoje se encontra a Fábrica Amazônia de guaraná, de Nazareno Cardoso. Em 1922, além da fábrica de cachaça e açúcar, Garibaldi Parente aparece como comerciante, com a denominação de “Garibaldi Parente & Cia., sito à Rua Justo Chermont, relativo as atividades de casa de commércio de 2ª classe, serraria com officina, fábrica de sabão, typographia e fábrica de cachaça e açúcar.
Os Parente de Carvalho
. MURILO PARENTE DE CARVALHO, foi dono do Engenho Santa Cruz, no Rio Abaeté, que produzia a cachaça Santa Cruz. Esse engenho chegava a produzir 50 garrafões (frasqueiras, que eram recipientes em vidro empalhados por fora em cipó ou palha) por dia. Era o de melhor infra-estrutura, possuindo uma rampa, onde os batelões ancoravam, carregados de cana-de-açúcar, destinados às moendas do engenho. Cada grande batelão carregava cana-de-açúcar suficiente para produzir 25 frasqueiras de cachaça. Os fundos de alguns engenhos, como o Santa Cruz, por exemplo, davam acesso para uma pequena estrada, o que possibilitava o transporte por via terrestre. Mas a maioria dos engenhos existentes nas ilhas de Abaetetuba possuía o fundo em direção aos rios, onde o transporte era por via fluvial. Esse rio é famoso por conter em suas cabeceiras uma famosa cachoeira, chamada de Cachoeira do Rio Abaeté. A entrada do Rio Abaeté era o principal escoadouro de cachaça, próximo do qual se localizavam inúmeros canaviais. Era comum se dizer “roçado de cana-de-açúcar” para esses canaviais.
. MURILO PARENTE DE CARVALHO/Murilo Carvalho, foi dono do Engenho Santa Cruz que fabricava cachaça, no rio Campompema.
Família Maués
Engenho Santa Maria, de Ernani Maués Carvalho, no Rio Abaeté, que produzia cachaça engarrafada e vinho. Esse local também era uma fazenda onde se criavam bois, com moinho de sal, onde trabalhavam muitos empregados.
Os Alves Pereira
. Albino Antonio Alves Pereira, com oficina de funileiro em 1922 na Rua justo Chermont em Abaeté.

Os dos Passos Pimentel
Famílias originárias no Rio Guajará de Beja
. RAIMUNDA N. PIMENTEL
. FRANCISCA ROMANA DOS PASSOS PIMENTEL
. FÁBIA DOS PASSOS PIMENTEL
. JOÃO FRANCISCO FERREIRA, citação:
. ORÊNCIO PIMENTEL COUTINHO, que nasceu em 22/4/1905 na localidade de Guajará de Beja e faleceu em 25/12/1980, com 75 anos de idade e seus familiares eram do Guajará de Beja. Orêncio foi cartorário, vereador na gestão de do Prefeito nomeado João Francisco Ferreira no período de 12/2/1936 a 31/12/1937, em Abaeté e o mais famoso leiloeiro da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté. Foi batizado em Beja pelo Pe. Pimentel, sendo padrinhos: Raimundo N. Pimentel e Francisca Romana dos Passos Pimentel (irmã de Fábia acima). Orêncio Pimentel Coutinho c/c Cezarina Nobre Coutinho e tiveram os seguintes filhos: Maria da Conceição, Maria Edna, Orêncio Filho e Joana Maria Nobre Coutinho.
. CEZARINA NOBRE COUTINHO
. MARIA DA CONCEIÇÃO NOBRE COUTINHO
. MARIA ÉDNA NOBRE COUTINHO
ORÊNCIO PIMENTEL COUTINHO FILHO
. JOANA MARIA NOBRE COUTINHO

Os Pinheiro Baía
. JOSÉ PINHEIRO BAÍA, em 1931 com casa de comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.
. Raymundo Lício Baia, em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté, possuindo uma ponte em madeira.
Os Pinheiro Garcia
. RAIMUNDO PINHEIRO GARCIA
. RAIMUNDO PINHEIRO GARCIA, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920 junto com Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).
Pinheiro e Irmão
. Pinheiro & Irmão, firma com engenho para fabricar cachaça e mel em 1922 e dona de engenho em 1931 que fabricava cachaça no Furo Tucumanduba e firma dona de engenho de cachaça em 1930 que fecha a sua fábrica de cachaça no rio Maracapucu.

Os Pinheiro Maués
. Pinheiro Maués & Cia, firma com o Engenho São José para fabricar cachaça no rio Tucumanduba.
Os Pinheiro Paes
. PEDRO PINHEIRO PAES, citado em 1922 em Abaeté.
Os Pinheiro da Silva
. JOSÉ LUIZ PINHEIRO DA SILVA, em 1922 com um engenho na margem esquerda da Costa Maratauhyra.
. . JOSÉ PINHEIRO RODRIGUES, citação: . ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.

FAMÍLIA PINTO
Os Pinto Ferreira
MIGUEL PINTO FERREIRA, em 1922 foi dono de engenho que fabricava mel no Rio Maracapucu.
. CAROLINA PINTO DA ROCHA, citação: . LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

FAMÍLIA POMPEU
Os Pompeu F. Maués
. Miguel Pompeu F. Maués, foi dono do Engenho Santa Rita no rio Tucumandubazinho.

FAMÍLIA PONTES
João Pontes, citação: citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.

FAMÍLIA PRIMO
Os de Figueiredo Dias Primo
. ANTONIO DE FIGUEIREDO DIAS PRIMO, em 1922 foi dono de engenho que fabricava mel) no rio Maracapucu.

Joaquim de Senna
. Pedro Pinheiro de Moraes, em 1931 c/terreno à R. Santos Dumont, divisa c/Joaquim de Senna e fundos c/a Pça. Dr. Augusto Montenegro.

Os Pinheiro Paes
. Pedro Pinheiro Paes, citado em 1922 em Abaeté.

Os Parente de Carvalho
. MURILO PARENTE DE CARVALHO, foi dono do Engenho Santa Cruz, no Rio Abaeté, que produzia a cachaça Santa Cruz. Esse engenho chegava a produzir 50 garrafões (frasqueiras, que eram recipientes em vidro empalhados por fora em cipó ou palha) por dia. Era o de melhor infra-estrutura, possuindo uma rampa, onde os batelões ancoravam, carregados de cana-de-açúcar, destinados às moendas do engenho. Cada grande batelão carregava cana-de-açúcar suficiente para produzir 25 frasqueiras de cachaça. Os fundos de alguns engenhos, como o Santa Cruz, por exemplo, davam acesso para uma pequena estrada, o que possibilitava o transporte por via terrestre. Mas a maioria dos engenhos existentes nas ilhas de Abaetetuba possuía o fundo em direção aos rios, onde o transporte era por via fluvial. Esse rio é famoso por conter em suas cabeceiras uma famosa cachoeira, chamada de Cachoeira do Rio Abaeté. A entrada do Rio Abaeté era o principal escoadouro de cachaça, próximo do qual se localizavam inúmeros canaviais. Era comum se dizer “roçado de cana-de-açúcar” para esses canaviais.
. MURILO PARENTE DE CARVALHO/Murilo Carvalho, foi dono do Engenho Santa Cruz que fabricava cachaça, no rio Campompema.
. MURILO PARENTE DE CARVALHO/Murilo Carvalho, também foi dono de engenho  no Rio Arapapu.

Os Pereira Aracaty
. Manoel Pereira Aracaty, citado em 1922 em Abaeté.
Os Pereira de Araujo
. Ramiro Pereira de Araújo, citado em 1922 em Abaeté.
. Rodolpho Pereira de Araújo, citado em 1922 em Abaeté.
Os Pereira de Barros
. Cap. Trajano Pereira de Barros, citado em 1922 em Abaeté.
Os Pereira de Lacerda
. JOSÉ PEREIRA DE LACERDA, que de 1805 a 1822 foi o juiz ordinário da Vila de Beja (cargo semelhante a de um prefeito), quando foi criado o Corpo de Oficiais do Senado.
Os Pereira Leite
. AUGUSTO PEREIRA LEITE, citado em 1922 como comerciante no Rio Abaeté.

Famílias originárias no Rio Guajará de Beja
Família Pimentel
. RAIMUNDA N. PIMENTEL
. FRANCISCA ROMANA DOS PASSOS PIMENTEL
. FÁBIA DOS PASSOS PIMENTEL
. JOÃO FRANCISCO FERREIRA, citação:
. ORÊNCIO PIMENTEL COUTINHO, que nasceu em 22/4/1905 na localidade de Guajará de Beja e faleceu em 25/12/1980, com 75 anos de idade e seus familiares eram do Guajará de Beja. Orêncio foi cartorário, vereador na gestão de do Prefeito nomeado João Francisco Ferreira no período de 12/2/1936 a 31/12/1937, em Abaeté e o mais famoso leiloeiro da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté. Foi batizado em Beja pelo Pe. Pimentel, sendo padrinhos: Raimundo N. Pimentel e Francisca Romana dos Passos Pimentel (irmã de Fábia acima). Orêncio Pimentel Coutinho c/c Cezarina Nobre Coutinho e tiveram os seguintes filhos: Maria da Conceição, Maria Edna, Orêncio Filho e Joana Maria Nobre Coutinho.
. CEZARINA NOBRE COUTINHO
. MARIA DA CONCEIÇÃO NOBRE COUTINHO
. MARIA ÉDNA NOBRE COUTINHO
ORÊNCIO PIMENTEL COUTINHO FILHO
. JOANA MARIA NOBRE COUTINHO
Os de Araujo Pereira
Raymundo B. de Araujo Pereira, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920.

Os Pinheiro
. LUCÍLIA PINHEIRO, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
. MANOEL JOÃO PINHEIRO, citação: Domingos Mac-Dowell/Sr.Mac-Dowell, em 1893 foi dono do 1º  engenho de cana movido à vapor na 2ª intendência do Capitão Manoel João Pinheiro (1891-1894).

Os Pinheiro de Moraes
. Pedro Pinheiro de Moraes
Os Pinheiro Paes
. Pedro Pinheiro Paes, citado em 1922 em Abaeté.

Os Pinto Ferreira
. MIGUEL PINTO FERREIRA, citado em 1922 como antigo comerciante e dono de engenho para mel no Rio Maracapucu.

Os de Lima Pontes
. Anísio Alvim de Lima, citado em 1922 e em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.
. Francisco de Lima Baptista/Pombo da Maroca Lima, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.
. Emiliano de Lima Pontes, era freteiro em Abaeté em 1922 na Canoa Madrugada e, posteriormente, continuou como freteiro na canoa "Cidade de Abaeté".

Q
FAMÍLIA QUARESMA
Os Quaresma
. JOSÉ QUARESMA, nascido em Igarapé-Miry e termineu o curso primário, em 1950, no Grupo Escolar de Abaetetuba, com o Perácio.
. RAIMUNDO QUARESMA, foi dono do Engenho Gentil na foz do Furo Gentil e que foi também dono do Engenho S. Sebastião, no mesmo Furo Gentil.
Os Quaresma e os Outros
. José Quaresma & Irmão, firma citada em 1922 como dona de engenho Rio Cutininga.

Os César Quaresma
. MARIA EDINOR CÉSAR QUARESMA, foi dono de engenho no Rio Arumandubsa e com outro engenho no Furo Gentil.

. PEDRO QUARESMA DOS SANTOS, foi dono de engenho que fabricava açúcar e mel no rio Cuitininga.

Os César Quaresma
. MARIA EDINOR CÉSAR QUARESMA, foi dono de engenho no Rio Arumandubsa e com outro engenho no Furo Gentil.

R
FAMÍLIA REGO
Os Fernandes do Rego
. MANOEL FERNANDES DO REGO, foi dono de engenho para fabricar cachaça e mel no rio Maracapucu-Miry, citado em 1922.
Os Ferreira do Rego
. ANA FERREIRA DO REGO, foi dona de engenho para fabricar açúcar e mel de cana,melaço, no rio Maracapucu.

Os Nunes do Rego
; MANOEL NUNES DO REGO, foi dono do Engenho São Manoel no rio Maracapucu-Miry.

FAMÍLIA REIS
Os Reis
. Raymmundo Reis, citado em 1922 e era dono de padaria na década de 1930, em Abaeté.
Os dos Reis
. José Francisco dos Reis, citado em 1922 em Abaeté.
Os Reis e Silva
. Cel. ARISTIDES DOS REIS E SILVA e irmão eram donos de um engenho na localidade Rio Tucumanduba.
Os Mendes dos Reis
. Herdeiros de José Mendes dos Reis, citado em 1922 em Abaeté.
. MIGUEL MENDES DOS REIS, citado em 1922, que era cartorário em Abaeté, conforme citação: . JUVÊNCIO CHRISTINO PINHEIRO, que em 1931 foi dono de um engenho à vapor para fabricar cachaça, situado à margem direita do Rio Piquiarana, que admite como sócio, Antonio Rosa da Fonseca, com documento feito pelo tabelião Miguel Mendes dos Reis.
. Miguel Mendes dos Reis, citado em 1922 em Abaeté.
Os Reis e as Outras Famílias:
. Cel. Aristides dos Reis e Silva, citado em 1922 e com escritório de advogado na década de 1930 na Praça da República (atual Praça Francisco de Azevedo Monteiro) em Abaeté.
Os dos Reis e Silva
. Cap. João dos Reis e Silva, citado em 1922 em Abaeté.

Os Ribera
. MÁXIMO MAUÉS RIBERA
. ANA RAQUEL RIBERA FIGUEIREDO
Abaetetuba, comemora 122 anos. Em homenagem a querida terra que nasci e me criei, relembro o Hino de Abaetetuba, de autoria meu tio Máximo Maués Ribera. Ontem ao falar com ele, perguntei com quantos anos escreveu o hino e qual foi a sua inspiração para palavras tão lindas...Respondeu que já estava no Rio de Janeiro, aos 21 anos de idade, com uma saudade imensa de Abaetetuba, escreveu um poema para a cidade que depois foi elevada à Hino!! Ficou muito emocionado ao ouvir o hino que o enviei e mandou um grande abraço a todos abaetetubenses que ao cantar o hino lembram dele na sua autoria. Feliz aniversário, abaetetubenses e aos que ali se sentem acolhidos, que esta cidade sempre seja querida e protegida por nós!

Os Rocha
. Nestor Rocha
A Trav. D. Pedro I era uma antiga rua de Abaeté/Pa e não se trata da atual Trav. D. Pedro I, do bairro de Nazaré. É hoje a rua onde se localiza a padaria de Nestor Rocha, na atual Trav. Major Frederico Gama.
. Olyntho Rocha,  com oficina de barbeiro em 1922 na Rua Justo Chermont em Abaeté.
. Adonai Olívio Rocha/Dodó, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.
Os Pinto da Rocha
. CAROLINA PINTO DA ROCHA, citação: . LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

Os Rodrigues
. ANÍSIO RODRIGUES, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920, junto com Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).
. Maximiano Rodrigues, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920.

Os Rodrigues Alves
. Família Rodrigues Alves, atuais donos do antigo Sítio Santa Cruz e donos do barco Rodrigues Alves que faz linha para Breves, Belém, Cametá, Mocajuba e outras cidades, citado em 2008.

. JOSÉ DA COSTA RODRIGUES, citação: Engenho da firma J. C. Rodrigues (José Costa Rodrigues), na margem direita do Furo Grande.
. MIGUEL DA COSTA RODRIGUES. Citação: Engenho Santa Maria, que também pertenceu a Miguel da Costa Rodrigues.
Os Nunes Rodrigues
. Boanerges Nunes Rodrigues
. Boanerges Nunes Rodrigues, em 1964 morava na antiga Trav. D. Macedo Costa, em Abaetetuba.
Os Rodrigues da Silva
Jayme Rodrigues da Silva, citado em 1922 em Abaeté.

FAMÍLIA RIBEIRO
Os Ribeiro
. Plácido José Ribeiro, CITADO EM 1922 E na década de 1930 era tabelião na localidade rio Tucumanduba.
Os Ribeiro de Araujo
. PEDRO RIBEIRO DE ARAUJO, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920:
Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).

Os Costa Ferreira Ribeiro
José da Costa Ferreira Ribeiro: 2º Secretário. Bernardino Mendes da Costa, que em 1939 era o 2º Secretário da festa de Nossa Senhora da Conceição em Abaeté
Os Ferreira Ribeiro
Felippe Ferreira Ribeiro, Ferreira, em 1930 com novo comércio de fumo e bebidas na Travessa Conceição, filial, e Felippe F. Ribeiro-Filial, firma em 1931 com comércio de mercearia na Avenida João Pessoa, e em Abaeté, em 1931 com comércio na Rua Justo Chermont, em Abaeté.

FAMÍLIA ROBERTO
Os Roberto Maués
. Firmo Roberto Maués, citado em 1922 em Abaeté.
. JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS, que foi Comendador da Ordem de Cristo, foi dono da fazenda/engenho São José, na margem direita do rio Tucumanduba, que em em 1922 foi dono de um engenho para fabricar cachaça e mel na localidade Piquiarana e citação e em 1931 com fábrica de cachaça, açúcar e mel, denominada “Conceição”, no Rio Piquiarana, da firma Maués & Barbosa, tendo como sócios José Honório Roberto Maués e José Barbosa Ferreira.

FAMÍLIA RODRIGUES
Os Rodrigues
. MANOEL JOSÉ RODRIGUES, que em 1822 foi do 1º grupo de Oficiais do Senado (cargo equivalente aos vereadores atuais) da antiga Vila de Beja para auxiliar o juiz ordinário (cargo semelhante ao de prefeito) Tomé Rodrigues.
. MIGUEL PROCÓPIO RODRIGUES, em 1922 foi dono de um engenho para fabricar mel no Rio Panacuéra.
. SEGISMUNDO AUGUSTO RODRIGUES, foi dono de um engenho no Rio Panacuera que fabricava açúcar e mel de cana.
. TOMÉ RODRIGUES, que em 1822 era o juiz ordinário na Vila de Beja, ano em que foram empossados os primeiros Oficiais do Senado (cargo que correspondia aos atuais vereadores dos municípios) dessa vila que foram: Vital Luiz Rodrigues, Laulo Souza, Manoel José Rodrigues, Francisco Antonio Silva Castro e Teodósio Luiz do Couto.
. VITAL LUIZ RODRIGUES, que em 1822 foi do 1º grupo de Oficiais do Senado (cargo equivalente aos vereadores atuais) da antiga Vila de Beja para auxiliar o juiz ordinário (cargo semelhante ao de prefeito) Tomé Rodrigues.
Os Batista Rodrigues
. João Baptista Rodrigues, com oficina de barbeiro em 1922 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Os Guimarães Rodrigues
. INDALÉCIO GUIMARÃES RODRIGUES, foi dono do Engenho São Pedro no Furo Tucumanduba.
. NOÉ GUIMARÃES RODRIGUES/Noé Guimarães, dono do Engenho São Jerônimo no Furo Panacuerazinho que fabricava a cachaça São Jerônimo, que em 1994 era só abandono e o mato invadindo tudo.

FAMÍLIA ROSA
Os Rosa da Fonseca
. ANTONIO ROSA DA FONSECA, citação: JUVÊNCIO CHRISTINO PINHEIRO, que em 1931 foi dono de um engenho à vapor para fabricar cachaça, situado à margem direita do Rio Piquiarana, que admite como sócio, Antonio Rosa da Fonseca, com documento feito pelo tabelião Miguel Mendes dos Reis.
FAMÍLIA ROSADO
Os Rosado
. Pedro Rosado, era dono de um engenho localizado na Rua do Trapiche (hoje Rua Justo Chermont), onde, anos depois, foi montada uma Usina Elétrica, movida à vapor de lenha.
Os Santos Rosado
. FRANCISCO DE ASSUNPÇÃO DOS SANTOS ROSADO, em 1927 foi dono do Engenho Santo Antonio no Rio Vilhena com produção de cachaça especial de 21 graus, mel de cana e açúcar batido.
. F. A. Santos Rosado/Francisco de Assunção dos Santos Rosado, era dono de canoa à vela freteira em 1922 na cidade de Abaeté.
Engenho Santo Antonio, de Francisco de Assunção dos Santos Rosado, no Rio Vilhena, com produção de cachaça especial de 21 graus, mel de cana e açúcar batido, em 1927.
Os Negrão Rodrigues
. Agnelo Negrão Rodrigues

segue os R
. ANTONIO RIBEIRO, citado em 1930 com comércio no Rio Abaeté e, posteriormente, muda para o Rio Camotim.
. FERNADO RIBEIRO
. FERNANDO RIBEIRO FILHO, citado em 1922 como comerciante no Rio Abaeté.
. HERMÍNIO RIBEIRO, foi antigo pescador e agricultor e morava na localidade Rio Tauerázinho, era c/c Estefânia com quem teve os seguintes filhos: Francisco, Caboquinho, Pedrinho, Filoca, Zezinho, Antonico, Luci e Iró. Quase todos se mudaram para Belém/Pa.
Filhos de Hermínio e Estefânia
. CABOQUINHO RIBEIRO, casado e tem filhos e mora na Rua dr. Assis em Belém.
. PEDRINHO RIBEIRO, fo antigo comerciante e comerciante de pescado, era c/c Lourdes Rodrigues e com filhos. Pedrinho morava em Abaetetuba e já é falecido.
. IRÓ RIBEIRO
. Major JOAQUIM SOUSA DE ABREU, citação: IRÓ RIBEIRO, foi sogra do major Joaquim Sousa de Abreu.
Os M. C. Ribeiro
M. C. Ribeiro e Filho, firma que foi antiga dona de engenho na localidade Rio Quianduba.

Rocha
. OLINTHO ROCHA, citação: Em 1905 a Banda de Música do Arumanduba e a Banda Henrique Gurjão, estiveram tocando no batizado do filho do Sr. Olinto Rocha, o pequeno Santino, sendo padrinhos o Major Honório Roberto Maués e sua esposa, Dona Hildebrandina Maués.
. SANTINO ROCHA, citação: Em 1905 a Banda de Música do Arumanduba e a Banda Henrique Gurjão, estiveram tocando no batizado do filho do Sr. Olinto Rocha, o pequeno Santino, sendo padrinhos o Major Honório Roberto Maués e sua esposa, Dona Hildebrandina Maués.
. Major HONÓRIO ROBERTO MAUÉS, citação: Em 1905 a Banda de Música do Arumanduba e a Banda Henrique Gurjão, estiveram tocando no batizado do filho do Sr. Olinto Rocha, o pequeno Santino, sendo padrinhos o Major Honório Roberto Maués e sua esposa, Dona Hildebrandina Maués.
. HILDEBRANDINA MAUÉS, citação: Em 1905 a Banda de Música do Arumanduba e a Banda Henrique Gurjão, estiveram tocando no batizado do filho do Sr. Olinto Rocha, o pequeno Santino, sendo padrinhos o Major Honório Roberto Maués e sua esposa, Dona Hildebrandina Maués.

Rodrigues
. CARMELINO PEDRO RODRIGUES, citado em 1922 como dono de olaria no Rio Maracapucu e citado em 1922 como dono de olaria na localidade Rio Maracapucu-Miry.
. JOSÉ RODRIGUES, foi dono de engenho no Furo Samuhuma em 1922.
. JOSÉ RODRIGUES, foi citado em 1922 como dono de engenho no Furo Samaúma e foi dono de engenho para fabricar mel no rio Cuitininga.
. MANOEL RAYMMUNDO RODRIGUES, citado em 1922 como dono de olaria na localidade Rio Maracapucu.
. SESGIMUNDO RODRIGUES, foi dono de engenho para fabricar mel em 1922 no Rio Cutininga. 

. Rodrigues & Irmão, firma dona de engenho no Rio Samuhumma/Cuitininga, 1922.

Os Rodrigues e os Outros
. JOFRE CARDOSO, citação:
. JÚLIA RODRIGUES CARDOSO. citação:
. EDILENA DIAS NEGRÃO/Negrão Cardoso, citação:
ANANAÍ, é uma localidade localizada na área do campo natural Ananaí, ao longo do rio Ipixuna. Ananaí é uma fruta pequena parente do ananás, sendo ela que denominou o lugar, pois esse vegetal existe em grande quantidade naquele local.
Alguns ancestrais do ambientalista e cabelereiro Raimundo Rodrigues Cardoso/Ray Cardoso, cearenses que vieram para Abaeté/Pa formaram essa comunidade.
. RAIMUNDO RODRIGUES CARDOSO/Ray Cardoso, com ancestrais que vieram do Ceará, fugindo da seca no século 19, e se fixaram ao longo das terras banhadas pelo Igarapé Ipixuna. Ray nasceu às margens do Igarapé Ipixuna em 6/8/1949, filho de Jofre Cardoso e Júlia Rodrigues Cardoso, c/c Edilena Dias Negrão e tiveram 3 filhos: Raísa, Radi e Raoni Negrão Cardoso.
Rai é cabelereiro de profissão, ambientalista e artista plástico nas artes da escultura. Também é ambientalista sendo o fundador, junto com alguns outros seus amigos, do Movimento Ecológico e Cultural de Abaetetuba/MECA, entidade que desenvolveu inúmeras atividades ecológicas e educacionais na cidade de Abaetetuba e cidades vizinhas, tendo iniciado em 1982, também, a instalação de uma rádio para a educação ambiental/preservação do meio ambiente, cultural e educacional em Abaetetuba, que hoje tem o nome de Rádio Conceição, de propriedade da Diocese de Abaetetuba. Ray tem irmãos: Mário, Hygino, Israel, Jesus, ...e uma parentela muito grande de tios e primos que vieram do Ipixuna. Algumas comunidades ao longo do Igarapé Ypixuna forma criadas pelos ancetrais de Ray:
• MIRITIZAL. Comunidade situada ao longo do Rio Ipixuna, também formada por ancestrais de Ray Cardoso que vieram do Ceará, fugindo da seca.
Bisavós maternos de Rai Cardoso (avós de Júlia). Quando chegaram em Abaeté subiram o Rio Abaeté e se fixaram no Ipixuna, na localidade São Raimundo, às proximidades da localidade Miritizal, do igarapé Ananaí ou Pernambuco, que deságua no Igarapé Ipixuna, sítio no Bacuri, ao lado do Campo das Cruzes, hoje Fazenda do Gata.

Os outros e os Rodrigues
. JOSÉ COSTA RODRIGUES, com a firma J. C. Rodrigues, dono de engenho na margem direita do Furo Grande.
• MIGUEL DA COSTA RODRIGUES, foi dono do Engenho Santa Maria do rio Quianduba.

. Ceci Fernandes
. LAUDELINO NUNES FERNANDES/Mestre Laudelino, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja.
À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.
. Mestre Laudelino, como músico que era inicialmente tocou na Banda Paulino Chaves junto com um seu irmão de nome Domício Nunes Fernandes. Em 1927 o Mestre Laudelino chegou ao posto de regente da banda. Foram seus contemporâneos na Banda Paulino Chaves: Horácio de Deus e Silva, Estácio de Sena, Félix Machado e seus irmãos Veriano e Emiliano. O Mestre Laudelino e seu filho Ceci Fernandes, tocaram na Banda Carlos Gomes. Existem algumas citações sobre Laudelino Nunes Fernandes. Uma citação do ano de 1927 diz: “Laudelino Mendes Fernandes era o regente da Banda Paulino Chaves”. “Na vida particular era professor municipal no Rio Guajará”.

. RAIMUNDA COSTA RODRIGUES
. ABEL GUIMARÃES RODRIGUES, comerciante e dono de engenho de cana-de-açúcar no Bacuri, para fabricar cachaça, c/c Raimunda Costa Rodrigues. Filhos: Maria Eunice Rodrigues, que se tornou esposa do popular prefeito de Abaetetuba, Chico Narrina/Francisco Maués Carvalho e que tiveram 6 filhos: Raimunda Rosa, advogada; Francinete, Murilo, médico; Francinete, psicóloga (atual prefeita de Abaetetuba/Pa-4/2010); Francilene Rodrigues Carvalho, pedagoga; Francisco Maués Carvalho Filho/Chiquicho, administrador de empresas, empresário.
. FRANCINETE MARIA RODRIGUES CARVALHO, nascida em 29/7/1969, formada em Psicologia, casou e teve uma filha. É poeta amadora. No governo de seu pai, como prefeito de Abaetetuba, ocupou a Secretaria Municipal de Assistência Social e a Secretaria Municipal de Saúde. Francinete de Carvalho foi eleita nova prefeita de Abaetetuba nas eleições de outubro/2008, tendo tomado posse em 1/1/2009, para um governo de 4 anos.
. ABEL GUIMARÃES RODRIGUES, foi dono do Engenho São João que fabricava cachaça no Rio Bacuri e que também foi dono de outro engenho no Rio Furo Grande.
. INDALÉCIO GUIMARÃES RODRIGUES, foi dono do Engenho Perseverança para fabricar cachaça.
. NOÉ GUIMARÃES RODRIGUES, foi dono de engenho no rio Cuitininga.

citações:
VILA DE BEJA (DISTRITO DE ABAETETUBA/PA)
A ANTIGA POVOAÇÃO DE BEJA, ALGUNS ASPECTOS HISTÓRICOS, POLÍTICOS, ECONÔMICOS E ALGUNS DE SEUS ANTIGOS VULTOS
texto
A VILA DE BEJA chegou a ter o seu Senado da Câmara, a partir dos idos anos de 1804. Era ele constituído por um Juiz Ordinário e por cinco Oficiais do Senado. Juiz Ordinário equivalia, mais ou menos, ao cargo de prefeito e as funções de oficiais, às dos atuais vereadores.
. MANOEL JORGE SOARES, em 1804 era o juiz ordinário do Senado da Câmara da Vila de Beja.
Em 1805, José Pereira de Lacerda, que ocupou o cargo até o ano de 1822, quando, na realidade, foi criado o Corpo de Oficiais do Senado.
Tomé Rodrigues, citação:
Vital Luiz Rodrigues, citação:
Laulo Souza, citação:
Manoel José Rodrigues, citação:
Francisco Antonio Silva Castro, citação:
Teodósio Luiz do Couto, citação:
. TOMÉ RODRIGUES: Em 1822 o juiz ordinário do Senado da Câmara da Vila de Beja passou a ser Tomé Rodrigues e os primeiros oficiais empossados foram: Vital Luiz Rodrigues, Laulo Souza, Manoel José Rodrigues, Francisco Antonio Silva Castro e Teodósio Luiz do Couto.
Em 1824 o juiz passou a ser Hermenegildo Francisco Melo;
em 1825, Manoel Trindade;
em 1827, José Raimundo Paiva;
em 1828, (ano em que o Corpo de Oficiais do Senado foi extinto), Bernardo Ferreira dos Santos;
Em 1829, Antonio Pereira, que ficou no cargo até 1833, quando o Senado de Beja foi extinto.
Finalmente, no dia 30/9/1839, o presidente da Província do Pará, Bernardo de Souza Franco,  extinguiu a autonomia da Freguesia de São Miguel de Beja, anexando o seu território ao da Vila de Abaeté.
A Vila de Beja possui a aprazível praia de Beja, localizada às margens do Rio Pará.

Os Fernandes do Rego
. MANOEL FERNANDES DO REGO, foi dono de engenho no rio Maracapucu.


FAMÍLIA REIS
Os Reis
. Raymmundo Reis, citado em 1922 e era dono de padaria na década de 1930, em Abaeté.
Os dos Reis
. José Francisco dos Reis, citado em 1922 em Abaeté.
Os Reis e Silva
. Cel. ARISTIDES DOS REIS E SILVA e irmão eram donos de um engenho na localidade Rio Tucumanduba.
Os Mendes dos Reis
. Herdeiros de José Mendes dos Reis, citado em 1922 em Abaeté.
. MIGUEL MENDES DOS REIS, citado em 1922, que era cartorário em Abaeté, conforme citação: . JUVÊNCIO CHRISTINO PINHEIRO, que em 1931 foi dono de um engenho à vapor para fabricar cachaça, situado à margem direita do Rio Piquiarana, que admite como sócio, Antonio Rosa da Fonseca, com documento feito pelo tabelião Miguel Mendes dos Reis.
. Miguel Mendes dos Reis, citado em 1922 em Abaeté.
Os Reis e as Outras Famílias:
. Cel. Aristides dos Reis e Silva, citado em 1922 e com escritório de advogado na década de 1930 na Praça da República (atual Praça Francisco de Azevedo Monteiro) em Abaeté.
Os dos Reis e Silva
. Cap. João dos Reis e Silva, citado em 1922 em Abaeté.

. MANOEL DOS REIS E SILVA, citação:
. JOÃO CARDOSO/João do Banjo, ribeirinho, natural da localidade Rio Maracapucu, Comunidade de Santa Maria, músico, filho de Manoel dos Reis e Silva, que também tocava banjo na folias e ladainhas do Rio Maracapucu. Aprendeu, ainda criança, a tocar o instrumento do pai, às escondidas, porque seu pai não gostava que alguém pegasse o instrumento dele. Aprendeu olhando seu pai tocar, assobiando as músicas.
. RUI GUILHERME MENDES DOS RIES, citação: . ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.

Ribeiro
M. C. Ribeiro e Filho, firma que foi antiga dona de engenho na localidade Rio Quianduba.
Ribera
Os Maués Ribera
. MÁXIMO MAUÉS RIBERA
. ANA RAQUEL RIBERA FIGUEIREDO
Abaetetuba, comemora 122 anos. Em homenagem a querida terra que nasci e me criei, relembro o Hino de Abaetetuba, de autoria meu tio Máximo Maués Ribera. Ontem ao falar com ele, perguntei com quantos anos escreveu o hino e qual foi a sua inspiração para palavras tão lindas...Respondeu que já estava no Rio de Janeiro, aos 21 anos de idade, com uma saudade imensa de Abaetetuba, escreveu um poema para a cidade que depois foi elevada à Hino!! Ficou muito emocionado ao ouvir o hino que o enviei e mandou um grande abraço a todos abaetetubenses que ao cantar o hino lembram dele na sua autoria. Feliz aniversário, abaetetubenses e aos que ali se sentem acolhidos, que esta cidade sempre seja querida e protegida por nós!

Os Roberto Maués
. Firmo Roberto Maués, citado em 1922 em Abaeté.
. JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS, citado em 1922 e citado em 1931 com fábrica de cachaça, açúcar e mel, denominada “Conceição”, no Rio Piquiarana, da firma Maués & Barbosa, tendo como sócios José Honório Roberto Maués e José Barbosa Ferreira. E José Honório foi Comendador da Ordem de Cristo, foi dono da fazenda/engenho São José, na margem direita do rio Tucumanduba, que em em 1922 foi dono de um engenho para fabricar cachaça e mel na localidade Piquiarana e citação e em 1931 com fábrica de cachaça, açúcar e mel, denominada “Conceição”, no Rio Piquiarana, da firma Maués & Barbosa, tendo como sócios José Honório Roberto Maués e José Barbosa Ferreira.

Os Rocha
. Olyntho Rocha,  com oficina de barbeiro em 1922 na Rua Justo Chermont em Abaeté.
. Adonai Olívio Rocha/Dodó, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.

Família
Correa com citações:
. TEREZINHA FERREIRA CORREA, nasceu em 27/10/1952 e casou, em 11/10/1986. Terezinha nasceu em 28/12/1953 e é filha de Antonio Correa e Maria Ferreira Correa. Manoel Galileu e Terezinha casaram na localidade Maracapucu, com certidão de casamento expedida pelo escrivão Manoel Negrão Rodrigues e tiveram como testemunhas, Hercília da Silva Rodrigues e João de Deus Silva Rodrigues.
. MANOEL NEGRÃO RODRIGUES, citação: . MANOEL GALILEU GUIMARÃES, nasceu em 27/10/1952 e casou, em 11/10/1986, na localidade Maracapucu, com Terezinha Ferreira Correa. Terezinha nasceu em 28/12/1953 e é filha de Antonio Correa e Maria Ferreira Correa. Manoel Galileu e Terezinha casaram na localidade Maracapucu, com certidão de casamento expedida pelo escrivão Manoel Negrão Rodrigues e tiveram como testemunhas, Hercília da Silva Rodrigues e João de Deus Silva Rodrigues.

. HERCÍLIA DA SILVA RODRIGUES, citação: . MANOEL GALILEU GUIMARÃES, nasceu em 27/10/1952 e casou, em 11/10/1986, na localidade Maracapucu, com Terezinha Ferreira Correa. Terezinha nasceu em 28/12/1953 e é filha de Antonio Correa e Maria Ferreira Correa. Manoel Galileu e Terezinha casaram na localidade Maracapucu, com certidão de casamento expedida pelo escrivão Manoel Negrão Rodrigues e tiveram como testemunhas, Hercília da Silva Rodrigues e João de Deus Silva Rodrigues.

. JOÃO DE DEUS SILVA RODRIGUES, citação: . MANOEL GALILEU GUIMARÃES, nasceu em 27/10/1952 e casou, em 11/10/1986, na localidade Maracapucu, com Terezinha Ferreira Correa. Terezinha nasceu em 28/12/1953 e é filha de Antonio Correa e Maria Ferreira Correa. Manoel Galileu e Terezinha casaram na localidade Maracapucu, com certidão de casamento expedida pelo escrivão Manoel Negrão Rodrigues e tiveram como testemunhas, Hercília da Silva Rodrigues e João de Deus Silva Rodrigues.

. MANOEL GALILEU GUIMARÃES, nasceu em 27/10/1952 e casou, em 11/10/1986, na localidade Maracapucu, com Terezinha Ferreira Correa. Terezinha nasceu em 28/12/1953 e é filha de Antonio Correa e Maria Ferreira Correa. Manoel Galileu e Terezinha casaram na localidade Maracapucu, com certidão de casamento expedida pelo escrivão Manoel Negrão Rodrigues e tiveram como testemunhas, Hercília da Silva Rodrigues e João de Deus Silva Rodrigues.
. ANTONIO FRANCISCO CORREA CARIPUNA/Coronel Caripuna, foi dono da Fazenda/Engenho São Francisco, no Furo Grande e o Coronel Caripuna foi chefe político de Abaeté, muito influente na localidade, que até designou Abaeté de Cidade do Caripuna e o engenho do Caripuna foi um dos primeiros na então Vila de Abaeté.

Os Rodrigues
. MANOEL JOSÉ RODRIGUES, que em 1822 foi do 1º grupo de Oficiais do Senado (cargo equivalente aos vereadores atuais) da antiga Vila de Beja para auxiliar o juiz ordinário (cargo semelhante ao de prefeito) Tomé Rodrigues.
. MIGUEL PROCÓPIO RODRIGUES, em 1922 foi dono de um engenho para fabricar mel no Rio Panacuéra.
. SEGISMUNDO AUGUSTO RODRIGUES, foi dono de um engenho no Rio Panacuera que fabricava açúcar e mel de cana.
. TOMÉ RODRIGUES, que em 1822 era o juiz ordinário na Vila de Beja, ano em que foram empossados os primeiros Oficiais do Senado (cargo que correspondia aos atuais vereadores dos municípios) dessa vila que foram: Vital Luiz Rodrigues, Laulo Souza, Manoel José Rodrigues, Francisco Antonio Silva Castro e Teodósio Luiz do Couto.
. VITAL LUIZ RODRIGUES, que em 1822 foi do 1º grupo de Oficiais do Senado (cargo equivalente aos vereadores atuais) da antiga Vila de Beja para auxiliar o juiz ordinário (cargo semelhante ao de prefeito) Tomé Rodrigues.
Os Rodrigues Alves
. Família Rodrigues Alves, atuais donos do antigo Sítio Santa Cruz e donos do barco Rodrigues Alves que faz linha para Breves, Belém, Cametá, Mocajuba e outras cidades, citado em 2008.

Os Rodrigues Ferreira
. SAMUEL RODRIGUES FERREIRA, foi dono do Engenho Santa Terezinha para fabricar açúcar moreno, no rio Maúba.
Os Guimarães Rodrigues
. DIDICO GUIMARÃES era filho de Antonio Guimarães Rodrigues e Raymunda V. da Silva Rodrigues, foi dono de engenho no Furo Grande.

Os Rodrigues da Silva
Jayme Rodrigues da Silva, citado em 1922 em Abaeté.

Os Batista Rodrigues
. João Baptista Rodrigues, com oficina de barbeiro em 1922 na Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Os Guimarães Rodrigues
. INDALÉCIO GUIMARÃES RODRIGUES, foi dono do Engenho São Pedro no Furo Tucumanduba.
. NOÉ GUIMARÃES RODRIGUES/Noé Guimarães, dono do Engenho São Jerônimo no Furo Panacuerazinho que fabricava a cachaça São Jerônimo, que em 1994 era só abandono e o mato invadindo tudo.
Os Negrão Rodrigues
. Agnelo Negrão Rodrigues


. . JOSÉ PINHEIRO RODRIGUES, citação: . ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.

. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.

Os Rosa da Fonseca
. ANTONIO ROSA DA FONSECA, citação: JUVÊNCIO CHRISTINO PINHEIRO, que em 1931 foi dono de um engenho à vapor para fabricar cachaça, situado à margem direita do Rio Piquiarana, que admite como sócio, Antonio Rosa da Fonseca, com documento feito pelo tabelião Miguel Mendes dos Reis.

FAMÍLIA ROSADO
Os Rosado
. Pedro Rosado, era dono de um engenho localizado na Rua do Trapiche (hoje Rua Justo Chermont), onde, anos depois, foi montada uma Usina Elétrica, movida à vapor de lenha.
Os Santos Rosado
. FRANCISCO DE ASSUNPÇÃO DOS SANTOS ROSADO, em 1927 foi dono do Engenho Santo Antonio no Rio Vilhena com produção de cachaça especial de 21 graus, mel de cana e açúcar batido.
. F. A. Santos Rosado/Francisco de Assunção dos Santos Rosado, era dono de canoa à vela freteira em 1922 na cidade de Abaeté.
Engenho Santo Antonio, de Francisco de Assunção dos Santos Rosado, no Rio Vilhena, com produção de cachaça especial de 21 graus, mel de cana e açúcar batido, em 1927.

S
FAMÍLIA SÁ
Os Correa de Sá
. Alferes FELIPPE CORREA DE SÁ, foi dono do Engenho Anapu, no rio do mesmo nome.
Sampaio
Os Brasil Sampaio
. Maria Brazil Sampaio, citado em 1922 em Abaeté.
Os Santiago de Araujo
. Herdeiros de Felippe Santiago de Araújo, citado em 1922 em Abaeté.

FAMÍLIA SANTOS
Os dos Santos
. HUGO DOS SANTOS, em 1931 estabelece-se como comerciante, comprador de gado em Abaeté.
Os Santos e Irmão
. ANTONIO SANTOS & IRMÃO, firma dona de um engenho para fabricar cachaça e mel em 1922.
Os dos Santos Rosado
. FRANCISCO DE ASSUNPÇÃO DOS SANTOS ROSADO, em 1927 foi dono do Engenho Santo Antonio no Rio Vilhena com produção de cachaça especial de 21 graus, mel de cana e açúcar batido.
Santos e Santos
. Santos & Santos, firma citada em 1926, dona do Engenho Santa Olinda um engenho no Rio Jarumã. Depois esse engenho passou para a firma Saul & Santos, tendo como gerente João Nepomuceno de Pontes, em 1937.
. JOSÉ SAUL, em 1931 com engenho na Costa Maratauhyra, que fechou em 31/12/1932.
. JOSÉ SAUL, citação: BERNARDINO COSTA, com o Engenho Santa Olinda (1926), de Santos & Santos, no Rio Jarumã. Depois esse engenho passou para a firma Saul & Santos, tendo como gerente João Nepomuceno de Pontes, em 1937. Nessa localidade o português, Bernardino Costa, comerciante, morador da cidade de Abaeté, em sociedade com outro português, José Saul, também comerciante em Abaeté, instalaram um engenho para produzir cachaça e mel-de-cana, produtos bastante lucrativos na época, anos de 1930 a 1940 e que foi repassado para Chiquinho Ferreira. Era conhecido como Engenho do Saul/José Saul. Quando a indústria canavieira entrou em declínio na cidade de Abaeté esse engenho foi adquirido por Alípio Gomes que ali instalou uma olaria, para produzir telhas e tijolos de barro, produtos de muita saída na época. Bernardino Costa e o seu sócio José Saul, com engenho no Rio Jarumã;

Os Saul
. José Saul, citado em 1922 em Abaeté.
Os Saul & Costa
. B. Costa, firma que em 1931 ficou com ativo e o passivo da firma Saul & Costa, à Rua Justo Chermont, em Abaeté.

FAMÍLIA SIGMARINGA
Os de Sigmaringa Lobato
Cap. Messias de Sigmaringa Lobato, citado em 1922 em Abaeté.

FAMÍLIA SILVA
Os Silva
. MANOEL SILVA, foi dono do Engenho São Joaquim.
Os da Silva.
. LATINO LÍDIO DA SILVA, citado em 1922 e na década de 1930 era tabelião na Rua Lauro Sodré, em Abaeté.
. PACÍFICO ANTONIO DA SILVA, citado em 1922 em Abaeté.
Os da Silva Dias
. RAIMUNDO DA SILVA DIAS, foi dono do Engenho São Raimundo no rio Maracapucu.
Os Barros e Silva
Família
. Vicente Gama e Silva, em 1931 era comerciante de gado, com terreno à Rua Benjamim Constant, de 16 x 33m, em Abaeté, confinando com ele mesmo à Rua Nilo Peçanha, casou e com filhos Clóvis Barros da Silva/Fuan e outros em pesquisa.
. Clóvis Barros da Silva/Fuan, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.

Os Gama e Silva
Família
. Vicente Gama e Silva, em 1931 era comerciante de gado, com terreno à Rua Benjamim Constant, de 16 x 33m, em Abaeté, confinando com ele mesmo à Rua Nilo Peçanha, casou e com filhos Clóvis Barros da Silva/Fuan e outros em pesquisa.
. Clóvis Barros da Silva/Fuan, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.

Os da Silva Lobato
. Manoel Joaquim da Silva Lobato, citado em 1922 em Abaeté.

Os Loureiro da Silva
. JOAQUIM LOUREIRO SILVA, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920:
Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté), citado em 1922 em Abaeté, e comerciante em Abaeté na década de 1930 em Abaeté.
Os dos Reis e Silva
. Cel. Aristides dos Reis e Silva, citado em 1922 em Abaeté.
. Cap. João dos Reis e Silva, citado em 1922 em Abaeté.
Os Rodrigues da Silva
. Jayme Rodrigues da Silva, citado em 1922 em Abaeté.
Os Vilaça da Silva
. Acrísio Villaça da Silva, citado em 1922, comerciante em Abaeté na década de 1930 em Abaeté.

Os Silva
. Mozar Silva, na década de 1930 era dono de olaria na baixada de Av. Pedro Rodrigues, às proximidades do Ig. Atalaia.
Os da Silva
. LATINO LÍDIO DA SILVA, citação: JÚLIO LÚZIO, que era tutor de Maria Fernandes Silva/Marocas. E Latino Lídio da Silva veio, a pedido de Júlio Luzio, tomar conta do engenho de propriedade do esposo da Sra. Jovita, engenho às margens do Rio Tauerá de Beja.Rio Tauerá de Beja, cujas águas deságuam na Baia do Capim.
. ORMINA ANTONIA DA SILVA, citação: Maria Novaes, em 1931 c/terreno à Av. Veiga Cabral, divisa c/Benedito Ferreira Teixeira e do outro lado c/Ormina Antonia da Silva.
. Dona MAXIMINA DA SILVA, em 1922 dona de um engenho para fabricar mel no Rio Vilhena.
. Ormina Antonia da Silva
. PACÍFICO ANTONIO DA SILVA, na década de 1930 era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.
. SAUL DA SILVA, foi dono do Engenho Santa Olinda.

Os Silva e as Outras Famílias
Os Silva Castro
. FRANCISCO ANTONIO SILVA CASTRO, que em 1822 foi do 1º grupo de Oficiais do Senado (cargo equivalente aos vereadores atuais) da antiga Vila de Beja para auxiliar o juiz ordinário (cargo semelhante ao de prefeito) Tomé Rodrigues.
Os Silva e Pauxis
. Silva & Pauxis, de Raymundo Pauxis e sócio na década de 1930 atuando como marchantes na Rua Justo Chermont em Abaeté.

As Outras Famílias e os Silva
Os Belo da Silva
. A. Belo da Silva, com engenho na margem direita do rio Maracapucu.
Os Fernandes da Silva
. MARIA FERNANDES SILVA/Marocas, citação: JÚLIO LÚZIO, que era tutor de Maria Fernandes Silva/Marocas. E Latino Lídio da Silva veio, a pedido de Júlio Luzio, tomar conta do engenho de propriedade do esposo da Sra. Jovita, engenho às margens do Rio Tauerá de Beja.Rio Tauerá de Beja, cujas águas deságuam na Baia do Capim.
Os Gama e Silva
. VICENTE GAMA E SILVA, em 1931 era comerciante de gado, com terreno à Rua Benjamim Constant, de 16 x 33m, em Abaeté, confinando com ele mesmo à Rua Nilo Peçanha.
Os Loureiro da Silva
. FRANCISCO LOUREIRO DA SILVA, com a firma Francisco L. da Silva, que em 1931 adquire a indústria de J. M. Teixeira, no Rio Piquiarana-Açu. Francisco Loureiro da Silva, que em 1931 era proprietário de fábrica de cachaça denominada “Espírito Santo”, às margens do Rio Piquiarana-Açu, fecha as portas, por falta de vendas. O mesmo “Engenho Espírito Santo” é repassado para Juvêncio C. Pinheiro/Juvêncio Cristino Pinheiro, industrial, com engenho à vapor, para fabricar cachaça.
Os Marques da Silva
. ARQUIMIMA MARQUES DA SILVA, com engenho para fabricar açúcar e mel de cana/melaço, no rio Tucumanduba.
Os Melo da Silva
. Manoel Melo da Silva
. MANOEL MELO DA SILVA, em 1931 com casa na Trav. Assis de Vasconcelos, confinando c/Raymundo Neves.
Os Miranda da Silva
. MANOEL MIRANDA DA SILVA, foi dono do Engenho São Sebastião que fabricava açúcar moreno, no rio Vilhena.
Os Pereira da Silva
. MANOL PEREIRA DA SILVA, foi dono do Engenho Deus é Bom Pai no Furo Tucumanduba. Manoel Pereira da Silva, com oficina de marceneiro em 1922 na Rua Siqueira Mendes, em Abaeté.
Os da Silva Pauxis
Chiquinho Margalho
Miguel Loureiro
Oscar Santos
Os da Silva Pauxis
. Silva & Pauxis, de Raymundo Pauxis e sócio, na década de 1930 atuando como marchantes na Rua Justo Chermont em Abaeté.
. RAYMMUNDO NONNATO DA SILVA PAUXIS/Raimundo Pauxis, que junto c/seu pai Hermínio Pauxis e s/irmão Aládio Ladislau da Silva Pauxis, estiveram presentes à Instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895 e foram assinantes da Ata de Cerimônia de Instalação. E Raimundo Pauxis foi o 2º mestre da Banda Carlos Gomes, após a morte de s/pai Hermínio Pauxis, em 1908 e foi também maestro e excelente professor de música, formando boa parte dos músicos de Abaeté, como Chiquinho Margalho, Miguel Loureiro, Oscar Santos e outros. S/métodos eram rígidos e a disciplina na banda era obedecida nos mínimos detalhes, inclusive no comportamento dos músicos e que na década de 1930 também era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.
Os Pinheiro da Silva
. JOSÉ LUIZ PINHEIRO DA SILVA, em 1922 com um engenho na margem esquerda da Costa Maratauhyra.
. Cel. ARISTIDES DOS REIS E SILVA e irmão eram donos de um engenho na localidade Rio Tucumanduba. Aristides Silva & Cia, firma dona de engenho para fabricar cachaça em 1922, no Furo Tucumanduba.

Silveira
Os de Almeida Silveira
. Cornélio de Almeida Silveira
O Tietê Futebol Club em 1954 tendo como presidente Cornélio de Almeida Silveira, c/concessão de terreno c/limites pela frente c/a Trav. Pinto Martins, fundos c/a R. Floriano Peixoto, dado p/aforamento em documento de 13/11/1954, terreno com 100 x 60m.

Os Soares
. Raymundo José Soares, citado em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Os Solano
. Pancrácio Solano, casado e com filhos: Luiz Solano, Conceição Solano e outros em pesquisa.
Os Solano de Albuquerque
. Oscar Solano de Albuquerque, em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.

Santos
Santos e Santos
Saul e Santos
Alípio Gomes
Chiquinho Ferreira
Engenho Santa Olinda (1926), de Santos & Santos, no Rio Jarumã. Depois esse engenho passou para a firma Saul & Santos, tendo como gerente João Nepomuceno de Pontes, em 1937.
. JOSÉ SAUL, em 1931 com engenho na Costa Maratauhyra, que fechou em 31/12/1932.
. JOSÉ SAUL, citação: BERNARDINO COSTA, com o Engenho Santa Olinda (1926), de Santos & Santos, no Rio Jarumã. Depois esse engenho passou para a firma Saul & Santos, tendo como gerente João Nepomuceno de Pontes, em 1937. Nessa localidade o português, Bernardino Costa, comerciante, morador da cidade de Abaeté, em sociedade com outro português, José Saul, também comerciante em Abaeté, instalaram um engenho para produzir cachaça e mel-de-cana, produtos bastante lucrativos na época, anos de 1930 a 1940 e que foi repassado para Chiquinho Ferreira. Era conhecido como Engenho do Saul/José Saul. Quando a indústria canavieira entrou em declínio na cidade de Abaeté esse engenho foi adquirido por Alípio Gomes que ali instalou uma olaria, para produzir telhas e tijolos de barro, produtos de muita saída na época. Bernardino Costa e o seu sócio José Saul, com engenho no Rio Jarumã.

Soares
. Antonio Soares
. João Cardoso André, em 1931 com casa na Trav. Santos Dumont, canto c/a R. 7 de setembro, entre terrenos de Antonio Soares e a R. 7 de Setembro, com 16m de largura.
Os de Sena
Joaquim de Senna
. Pedro Pinheiro de Moraes, em 1931 c/terreno à R. Santos Dumont, divisa c/Joaquim de Senna e fundos c/a Pça. Dr. Augusto Montenegro.

FAMÍLIA SOARES
Os Soares
. MANOEL JORGE SOARES, que em 1804 era o juiz ordinário da Vila de Beja (cargo semelhante a de um prefeito).
. CLOTILDE SOARES VIEGAS, Citação: Clotilde Soares Viégas e Raymundo Nonato Viégas, com citação: Em 1931 um terreno de 24 x 60m, na Trav. Pedro Rodrigues, limitando à esquerda c/Theodolino Rebello de Araujo, canto c/a Av. Veiga Cabral e fundos c/o cemitério público, requerido por Clotilde Soares Viégas, petição assinada p/Raymundo Nonato Viégas.
Os Soares Ferreira
. MARIANO SOARES FERREIRA, foi dono de engenho para fabricar açúcar e mel de cana/melaço, no rio Maracapucu-Miry.

Os Solano
Família
. OSCAR SOLANO DE ALBUQUERQUE, antigo comerciante à Rua Justo Chermont em Abaeté, comerciante de regatão para o Baixo Amazonas na canoa Estrela do Mar, dono de iate trivela e citado em documentos de 1931, membro da comissão para a construção da Igreja de Nossa S. da Conceição em 1933, citado em 1944, dono de bens e que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté e  que em 1938 era da Comissão Cooperadora da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté 
. MARIA IZABEL DA SILVA SOLANO, filha de Oscar Solano, concluinte da 1ª turma de humanistas do Ginásio Bernardino Pereira de Barros.
. MANOEL JOSÉ LOBATO, citação: Oscar Solano e Manoel José Lobato em 1964 c/imóveis na Trav. D. Macedo Costa.
Domingo, 25 de julho de 1943, e parecia que aquele seria um dia feliz na vida do nosso herói, BOB. Estava ele na fila para comprar ingresso da matinê do CINE NATAN. Está ansioso para assistir " O Grande Ditador" de Charles Chaplin.
os amigos de sua época: Maximiano Rodrigues ( professor Maxico),
Jucá Costa,
Pompeu dos S. Machado,
Pancrácio Solano ( pai do nosso ilustre Luiz Solano ),

FAMÍLIA SOUSA
Os Sousa
. ABÍLIO SOUZA, em 1930 era dono de sapataria em Abaeté.
. LAULO SOUZA, que em 1822 foi do 1º grupo de Oficiais do Senado (cargo equivalente aos vereadores atuais) da antiga Vila de Beja para auxiliar o juiz ordinário (cargo semelhante ao de prefeito) Tomé Rodrigues.
Os de Sousa
. Manoel Maria de Sousa, era dono de engenhoca de garapa fixa na cidade de Abaeté em 1922.
Os Sousa de Abreu
. Major JOAQUIM SOUSA DE ABREU, citação:
. IRÓ RIBEIRO, foi sogra do major Joaquim Sousa de Abreu.

segue os S
Sampaio
. J. Sampaio &Jacques, firma citada em 1922 como dona de comércio no Rio Arapiranga de Beja.
. MARIA BRAZIL SAMPAIO, citada em 1922 E 1931 com mercearia na Povoação de Beja e comércio no Rio Guajará de Beja.

Santos
. LUCIANO ANTONIO DOS SANTOS, citado em 1922 na  Comunidade Santa Maria, no Rio Sirituba.
. LUIZ CORREA DOS SANTOS, firma citada em 1922 com comércio no rio Guajará de Beja.
. PEDRO QUARESMA DOS SANTOS, foi dono de engenho que fabricava açúcar e mel no rio Cuitininga.

Saul & Santos, firma citada em 1926: 
. Santos & Santos, firma citado em 1926. dona do Engenho Santa Olinda, no Rio Jarumã. Depois esse engenho passou para a firma Saul & Santos, tendo como gerente João Nepomuceno de Pontes, em 1937.

Sena
Os Barros Sena


. Lucila Barros Senna
. MANOEL JOSÉ SENA, que foi dono do Engenho São João para fabricar cachaça no rio Acaraqui.

Silva
da Silva
. RAIMUNDO NONATO DA SILVA, natural do Rio Cuitininga, c/c Catarina Brazelina Costa e Silva e tiveram filhos: Manoel Nonato da Silva (2ª geração).
. CATARINA BRAZELINA COSTA E SILVA
. MANOEL NONATO DA SILVA
. Manoel Nonato da Silva, era natural e residia no Rio Cuitininga.
. É da 2ª geração: Manoel Nonato da Silva, nasceu em 7/12/1914, em Igarapé-Miry, Pará e e faleceu com 93 anos de idade de parada cárdiorespiratória e falência múltipla dos órgãos e foi sepultado no Cemitério de Nossa S. da Conceição, em Abaetetuba/Pa. C/c Joana Guimarães da Silva, em 26/4/1947, perante o Juiz Suplente Oscar Pinheiro Castelo Branco de Lima, tendo como testemunhas Pedro da Silva Gomes, casado e agricultor e Plácido Justo da Silva, casado e industrial, casamento nº 325, conforme registro de casamento, fls. 68 e 69, lv. 04, do Cartório 3º Of., João Ferreira Gomes.
. JOANA GUIMARÃES DA SILVA
. 2ª geração: Manoel Nonato da Silva, nasceu em 7/12/1914, em Igarapé-Miry, Pará e e faleceu com 93 anos de idade de parada cárdiorespiratória e falência múltipla dos órgãos e foi sepultado no Cemitério de Nossa S. da Conceição, em Abaetetuba/Pa. C/c Joana Guimarães da Silva, em 26/4/1947, perante o Juiz Suplente Oscar Pinheiro Castelo Branco de Lima, tendo como testemunhas Pedro da Silva Gomes, casado e agricultor e Plácido Justo da Silva, casado e industrial, casamento nº 325, conforme registro de casamento, fls. 68 e 69, lv. 04, do Cartório 3º Of., João Ferreira Gomes.

 os Silva e os Outros
. Silva & Mendes, antiga firma com comércio na localidade Rio Vilhena.

FAMÍLIA
Citações:
Os outros e os Silva
Famílias originárias do Pirocaba
. CIPRIANA MARIA DE BARROS, citação: MIGUEL ARAUJO E SILVA, foi antigo agricultor e morador na localidade Pirocaba, já é falecido, era casado com Cezarina Martins de Araujo e tiveram os seguintes filhos: Raimundo/Diquinho, Joana, Bonifácio, Benedito/é falecido, Getúlio e Luiza Martins de Araujo e Silva.
Irmãos de Miguel Araujo e Silva, por parte de mãe (Cipriana Maria de Barros): Ana Araujo Alves, Nezinha, Domingas e Manoel Araujo.
Filhos de Cipriana Maria de Barros:
. ANA ARAUJO ALVES, citação: MIGUEL ARAUJO E SILVA, foi antigo agricultor e morador na localidade Pirocaba, já é falecido, era casado com Cezarina Martins de Araujo e tiveram os seguintes filhos: Raimundo/Diquinho, Joana, Bonifácio, Benedito/é falecido, Getúlio e Luiza Martins de Araujo e Silva.
Irmãos de Miguel Araujo e Silva, por parte de mãe (Cipriana Maria de Barros): Ana Araujo Alves, Nezinha, Domingas e Manoel Araujo.
Filhos de Cipriana Maria de Barros:
. CEZARINA MARTINS DE ARAUJO, citação: MIGUEL ARAUJO E SILVA, foi antigo agricultor e morador na localidade Pirocaba, já é falecido, era casado com Cezarina Martins de Araujo e tiveram os seguintes filhos: Raimundo/Diquinho, Joana, Bonifácio, Benedito/é falecido, Getúlio e Luiza Martins de Araujo e Silva.
Irmãos de Miguel Araujo e Silva, por parte de mãe (Cipriana Maria de Barros): Ana Araujo Alves, Nezinha, Domingas e Manoel Araujo.
Filhos de Cipriana Maria de Barros:
. LUIZA MARTINS DE ARAUJO E SILVA, citação: MIGUEL ARAUJO E SILVA, foi antigo agricultor e morador na localidade Pirocaba, já é falecido, era casado com Cezarina Martins de Araujo e tiveram os seguintes filhos: Raimundo/Diquinho, Joana, Bonifácio, Benedito/é falecido, Getúlio e Luiza Martins de Araujo e Silva.
Irmãos de Miguel Araujo e Silva, por parte de mãe (Cipriana Maria de Barros): Ana Araujo Alves, Nezinha, Domingas e Manoel Araujo.
Filhos de Cipriana Maria de Barros:
. MIGUEL ARAUJO E SILVA, foi antigo agricultor e morador na localidade Pirocaba, já é falecido, era casado com Cezarina Martins de Araujo e tiveram os seguintes filhos: Raimundo/Diquinho, Joana, Bonifácio, Benedito/é falecido, Getúlio e Luiza Martins de Araujo e Silva.
Irmãos de Miguel Araujo e Silva, por parte de mãe (Cipriana Maria de Barros): Ana Araujo Alves, Nezinha, Domingas e Manoel Araujo.
Filhos de Cipriana Maria de Barros:
. EXPEDITO ALVES, citação: . ANA ARAUJO ALVES, casada com Expedito Alves e moram na cidade Goianésia do Pará.
Miguel Araujo e Silva era filho de Cipriana Maria de Barros e Clarimundo S. de Abreu e este morava na localidade Jarumã. Clarimundo casou e teve outros filhos, que são meio-irmãos de Miguel Araujo e Silva: Raimundo, Dina, Sabá, Antonia, Josefina e João de Abreu, todos do Jarumã.
. FERMINA RIBEIRO DA PAIXÃO, citação: ANA ARAUJO ALVES, casada com Expedito Alves e moram na cidade Goianésia do Pará.
Miguel Araujo e Silva era filho de Cipriana Maria de Barros e Clarimundo S. de Abreu e este morava na localidade Jarumã. Clarimundo casou e teve outros filhos, que são meio-irmãos de Miguel Araujo e Silva: Raimundo, Dina, Sabá, Antonia, Josefina e João de Abreu, todos do Jarumã.
Miguel Araujo e Silva era filho de Cipriana Maria de Barros e Clarimundo S. de Abreu e este morava na localidade Jarumã. Clarimundo casou e teve outros filhos, que são meio-irmãos de Miguel Araujo e Silva: Raimundo, Dina, Sabá, Antonia, Josefina e João de Abreu, todos do Jarumã.
. FERMINA RIBEIRO DA PAIXÃO, citação: . ANA ARAUJO ALVES, casada com Expedito Alves e moram na cidade Goianésia do Pará.
Miguel Araujo e Silva era filho de Cipriana Maria de Barros e Clarimundo S. de Abreu e este morava na localidade Jarumã. Clarimundo casou e teve outros filhos, que são meio-irmãos de Miguel Araujo e Silva: Raimundo, Dina, Sabá, Antonia, Josefina e João de Abreu, todos do Jarumã.
Miguel Araujo e Silva era filho de Cipriana Maria de Barros e Clarimundo S. de Abreu e este morava na localidade Jarumã. Clarimundo casou e teve outros filhos, que são meio-irmãos de Miguel Araujo e Silva: Raimundo, Dina, Sabá, Antonia, Josefina e João de Abreu, todos do Jarumã.
. FERMINA RIBEIRO DA PAIXÃO, citação:
. MANOEL FRANCISCO MARTINS, citação:
Pais de Cezarina Martins de Araujo, esposa de Miguel Araujo e Silva: Fermina Ribeiro da Paixão e Manoel Francisco Martins.
. MANOEL FRANCISCO MARTINS, citação:
Pais de Cezarina Martins de Araujo, esposa de Miguel Araujo e Silva: Fermina Ribeiro da Paixão e Manoel Francisco Martins.
. CIPRIANA MARIA DE BARROS, citação:
. CLARIMUNDO S. DE ABREU, citação:
. ANA ARAUJO ALVES, casada com Expedito Alves e moram na cidade Goianésia do Pará.
Miguel Araujo e Silva era filho de Cipriana Maria de Barros e Clarimundo S. de Abreu e este morava na localidade Jarumã. Clarimundo casou e teve outros filhos, que são meio-irmãos de Miguel Araujo e Silva: Raimundo, Dina, Sabá, Antonia, Josefina e João de Abreu, todos do Jarumã.
. FERMINA RIBEIRO DA PAIXÃO, citação: . ANA ARAUJO ALVES, casada com Expedito Alves e moram na cidade Goianésia do Pará.
Miguel Araujo e Silva era filho de Cipriana Maria de Barros e Clarimundo S. de Abreu e este morava na localidade Jarumã. Clarimundo casou e teve outros filhos, que são meio-irmãos de Miguel Araujo e Silva: Raimundo, Dina, Sabá, Antonia, Josefina e João de Abreu, todos do Jarumã.
. FERMINA RIBEIRO DA PAIXÃO, citação:
. MANOEL FRANCISCO MARTINS, citação:
Pais de Cezarina Martins de Araujo, esposa de Miguel Araujo e Silva: Fermina Ribeiro da Paixão e Manoel Francisco Martins.
. MANOEL FRANCISCO MARTINS, citação: . ANA ARAUJO ALVES, casada com Expedito Alves e moram na cidade Goianésia do Pará.
Miguel Araujo e Silva era filho de Cipriana Maria de Barros e Clarimundo S. de Abreu e este morava na localidade Jarumã. Clarimundo casou e teve outros filhos, que são meio-irmãos de Miguel Araujo e Silva: Raimundo, Dina, Sabá, Antonia, Josefina e João de Abreu, todos do Jarumã.
. MANOEL FRANCISCO MARTINS, citação:
Pais de Cezarina Martins de Araujo, esposa de Miguel Araujo e Silva: Fermina Ribeiro da Paixão e Manoel Francisco Martins.
Filhos de Miguel e Cezarina Martins de Araujo e Silva:
. GETÚLIO MARTINS DE ARAUJO E SILVA, homem simples, agricultor e sábio, produz produtos oriundos da mandioca, especialmente farinha que ainda vende a clientes selecionados entre seus amigos da cidade de Abaetetuba na forma de farinha acondicionada nos tradicionais/culturais paneiros de folhas e talas. Nasceu no dia 15/11/1949 e reside na localidade Pirocaba. É casado e possui os seguintes filhos: Geraldo, Juscelino, Juscelina, Graciete, Maria de Nazaré, Marcelino e Maria Creuza Martins e Silva, filhos a quem educa na simplicidade, na moral e bons costumes. É um católico autêntico.
Juscelino é casado com Maria de Jesus e possuem um filho: Manoel de Jesus.



Os A. Belo da Silva
. A. Belo da Silva, com engenho na margem direita do rio Maracapucu.

Com citações:
• JOSUÉ MARIA DA COSTA SILVA, foi dono do Engenho São João Batista no rio Guajará.
. AGENOR FERREIRA DA SILVA, citação:
. FRANCISCO DE MIRANDA MARGALHO/Chiquinho Margalho, citação:
. RAIMUNDO DA SILVA XAVIER, citação:
. BENTO DE SOUSA, citação:
. DANIEL MARGALHO, citação:
Agenor Ferreira da Silva, músico, natural da localidade rio Bacuri, foi recrutado pelo Mestre Chiquinho Margalho para tocar na Banda Virgem da Conceição. Houve um tempo em que a sede da banda foi improvisada na casa do Mestre Agenor, no Bacuri. Mestre Agenor Silva além de músico, era compositor, mestre, maestro, músico eclético e professor de música. Junto com o Mestre Chiquinho Margalho, em 1949, funda a Banda Virgem da Conceição, ficando com a regência da referida banda. Esse excelente músico tocava trombone de vara, de pista e outros instrumentos musicais, portanto era eclético. Mas Agenor Silva era um grande flautista, o melhor que existia em Abaeté. Era o Contra-Mestre da Banda Virgem da Conceição, no tempo do mestre Chiquinho Margalho e, tempos depois, com a morte de Chiquinho Margalho, assume como Mestre dessa Banda. Participou da 1ª Diretoria da Banda Virgem da Conceição, como vice-presidente. Os demais componentes eram: Francisco de Miranda Margalho/Chiquinho Margalho, presidente; Raimundo da Silva Xavier, secretário e Bento de Sousa, tesoureiro. Agenor também participou de vários conjuntos musicais de sua época, por ele criado ou de outros músicos. Era membro da Orquestra Brasil, junto com Chiquinho Margalho. Na era da introdução dos instrumentos eletrônicos Agenor, em 1967, aparece numa formação do Conjunto Musical “D. M. Show” de Daniel Margalho, tocando pistão.

. JOÃO MAGNO DA SILVA, citado em 1922 como comerciante no Rio Panacuéra.

. RAYMUNDA V. DA SILVA RODRIGUES, citação:
. ANTONIO GUIMARÃES DA SILVA, citação:
. ADALBERTO OLIVEIRA E SILVA, citado em 1922 com comércio no rio Guajará de Beja e citado com os filhos com comércio na margem esquerda do mesmo rio e que foi dono do Engenho Santa Rosa para fabricar cachaça. O Engenho Santa Rosa, no Rio Guajarázinho, e que foi repassado para Didi Solano/Raimundo Solano de Albuquerque, que passou a produzir a Cachaça Alvorada. Raimundo Solano repassou esse engenho para os sócios Bebé e Batista. O Engenho Santa Rosa de Didid Solano chegou a possuir uma vila para mais de trinta trabalhadores, mas que sucumbiu quando a indústria canavieira de Abaeté entrou em declínio por vários motivos.

. Aristides Silva & Cia. firma citada em 1922 como freteira com a Canoa Elegante na localidade Rio Tucumanduba e neesa localidade existiam os engenhos do Cel. Aristides dos Reis e Silva, que foi um importante vulto político e comercial em Abaeté. Como político chegou a ser Deputado da Assembléia Legislativa, Intendente Municipal em Abaeté (1919-1922) e prefeito nomeado na Revolução de 1930 (1/1/1938-28/2/1943). 
. Cap. JOÃO DOS REIS E SILVA, citado em 1922 como freteiro na localidade Rio Tucumanduba com a Canoa Brazileira.

sousa
. RAYMMUNDO DE SOUSA AZEVEDO, citado em 1922 como freteiro de canoa à vela na localidade Ilha do Capim.

Os S
• BENEDITO S. ARAUJO, foi dono do Engenho Santa Rosa no rio Guajará.

Os Correa de Sá
. Alferes FELIPPE CORREA DE SÁ, foi dono do Engenho Anapu, no rio do mesmo nome.
Os Sampaio e Jacques
. J. Sampaio &Jacques, firma citada em 1922 como dona de comércio no Rio Arapiranga de Beja.
Os Brasil Sampaio
. MARIA BRAZIL SAMPAIO, citada em 1922 E 1931 com mercearia na Povoação de Beja e comércio no Rio Guajará de Beja.
Os Santiago de Araujo
. Herdeiros de Felippe Santiago de Araújo, citado em 1922 em Abaeté.

Santos
Saul & Santos, firma citada em 1926: 
Os Barros Sena
. Lucila Barros Senna
Sertório
Os Sertório de Miranda
. José Sertório de Miranda, comerciante em Abaeté na década de 1930.

FAMÍLIA SILVA
Os da Silva Dias
. RAIMUNDO DA SILVA DIAS, foi dono do Engenho São Raimundo no rio Maracapucu.

Os Barros e Silva
Família
. Vicente Gama e Silva, em 1931 era comerciante de gado, com terreno à Rua Benjamim Constant, de 16 x 33m, em Abaeté, confinando com ele mesmo à Rua Nilo Peçanha, casou e com filhos Clóvis Barros da Silva/Fuan e outros em pesquisa.
. Clóvis Barros da Silva/Fuan, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.
Os Gama e Silva
. Vicente Gama e Silva, em 1931 era comerciante de gado, com terreno à Rua Benjamim Constant, de 16 x 33m, em Abaeté, confinando com ele mesmo à Rua Nilo Peçanha, casou e com filhos Clóvis Barros da Silva/Fuan e outros em pesquisa.
. Clóvis Barros da Silva/Fuan, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.

Os da Silva Lobato
. Manoel Joaquim da Silva Lobato, citado em 1922 em Abaeté.

. VICENTE GAMA DA SILVA, citação: . ADAMOR AIRES DE LIMA
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do  Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação: Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.

Os Loureiro da Silva
. JOAQUIM LOUREIRO SILVA, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920:
Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté), citado em 1922 em Abaeté, e comerciante em Abaeté na década de 1930 em Abaeté.
Os dos Reis e Silva
. Cel. Aristides dos Reis e Silva, citado em 1922 em Abaeté.
. Cap. João dos Reis e Silva, citado em 1922 em Abaeté.
Os Rodrigues da Silva
. Jayme Rodrigues da Silva, citado em 1922 em Abaeté.
Os Vilaça da Silva
. Acrísio Villaça da Silva, citado em 1922, comerciante em Abaeté na década de 1930 em Abaeté.

Os Silva
. Mozar Silva, na década de 1930 era dono de olaria na baixada de Av. Pedro Rodrigues, às proximidades do Ig. Atalaia.
Os da Silva
. LATINO LÍDIO DA SILVA, citação: JÚLIO LÚZIO, que era tutor de Maria Fernandes Silva/Marocas. E Latino Lídio da Silva veio, a pedido de Júlio Luzio, tomar conta do engenho de propriedade do esposo da Sra. Jovita, engenho às margens do Rio Tauerá de Beja.Rio Tauerá de Beja, cujas águas deságuam na Baia do Capim.
. ORMINA ANTONIA DA SILVA, citação: Maria Novaes, em 1931 c/terreno à Av. Veiga Cabral, divisa c/Benedito Ferreira Teixeira e do outro lado c/Ormina Antonia da Silva.
. Dona MAXIMINA DA SILVA, em 1922 dona de um engenho para fabricar mel no Rio Vilhena.
. Ormina Antonia da Silva
. PACÍFICO ANTONIO DA SILVA, na década de 1930 era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.
. SAUL DA SILVA, foi dono do Engenho Santa Olinda.
Os Silva Castro
. FRANCISCO ANTONIO SILVA CASTRO, que em 1822 foi do 1º grupo de Oficiais do Senado (cargo equivalente aos vereadores atuais) da antiga Vila de Beja para auxiliar o juiz ordinário (cargo semelhante ao de prefeito) Tomé Rodrigues.
Os Silva e Pauxis
. Silva & Pauxis, de Raymundo Pauxis e sócio na década de 1930 atuando como marchantes na Rua Justo Chermont em Abaeté.

Os Belo da Silva
. A. Belo da Silva, com engenho na margem direita do rio Maracapucu.
Os Fernandes da Silva
. MARIA FERNANDES SILVA/Marocas, citação: JÚLIO LÚZIO, que era tutor de Maria Fernandes Silva/Marocas. E Latino Lídio da Silva veio, a pedido de Júlio Luzio, tomar conta do engenho de propriedade do esposo da Sra. Jovita, engenho às margens do Rio Tauerá de Beja.Rio Tauerá de Beja, cujas águas deságuam na Baia do Capim.
Os Gama e Silva
. VICENTE GAMA E SILVA, em 1931 era comerciante de gado, com terreno à Rua Benjamim Constant, de 16 x 33m, em Abaeté, confinando com ele mesmo à Rua Nilo Peçanha.
Os Loureiro da Silva
. FRANCISCO LOUREIRO DA SILVA, com a firma Francisco L. da Silva, que em 1931 adquire a indústria de J. M. Teixeira, no Rio Piquiarana-Açu. Francisco Loureiro da Silva, que em 1931 era proprietário de fábrica de cachaça denominada “Espírito Santo”, às margens do Rio Piquiarana-Açu, fecha as portas, por falta de vendas. O mesmo “Engenho Espírito Santo” é repassado para Juvêncio C. Pinheiro/Juvêncio Cristino Pinheiro, industrial, com engenho à vapor, para fabricar cachaça.
Os Marques da Silva
. ARQUIMIMA MARQUES DA SILVA, com engenho para fabricar açúcar e mel de cana/melaço, no rio Tucumanduba.
Os Melo da Silva
. Manoel Melo da Silva
. MANOEL MELO DA SILVA, em 1931 com casa na Trav. Assis de Vasconcelos, confinando c/Raymundo Neves.
Os Miranda da Silva
. MANOEL MIRANDA DA SILVA, foi dono do Engenho São Sebastião que fabricava açúcar moreno, no rio Vilhena.
Os Pereira da Silva
. MANOL PEREIRA DA SILVA, foi dono do Engenho Deus é Bom Pai no Furo Tucumanduba. Manoel Pereira da Silva, com oficina de marceneiro em 1922 na Rua Siqueira Mendes, em Abaeté.
Os da Silva Pauxis
Chiquinho Margalho
Miguel Loureiro
Oscar Santos
Os da Silva Pauxis
. Silva & Pauxis, de Raymundo Pauxis e sócio, na década de 1930 atuando como marchantes na Rua Justo Chermont em Abaeté.
. RAYMMUNDO NONNATO DA SILVA PAUXIS/Raimundo Pauxis, que junto c/seu pai Hermínio Pauxis e s/irmão Aládio Ladislau da Silva Pauxis, estiveram presentes à Instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895 e foram assinantes da Ata de Cerimônia de Instalação. E Raimundo Pauxis foi o 2º mestre da Banda Carlos Gomes, após a morte de s/pai Hermínio Pauxis, em 1908 e foi também maestro e excelente professor de música, formando boa parte dos músicos de Abaeté, como Chiquinho Margalho, Miguel Loureiro, Oscar Santos e outros. S/métodos eram rígidos e a disciplina na banda era obedecida nos mínimos detalhes, inclusive no comportamento dos músicos e que na década de 1930 também era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.
Os Pinheiro da Silva
. JOSÉ LUIZ PINHEIRO DA SILVA, em 1922 com um engenho na margem esquerda da Costa Maratauhyra.
. Cel. ARISTIDES DOS REIS E SILVA e irmão eram donos de um engenho na localidade Rio Tucumanduba. Aristides Silva & Cia, firma dona de engenho para fabricar cachaça em 1922, no Furo Tucumanduba.

Os Silva e as Outras Famílias
Os Silva Castro
. FRANCISCO ANTONIO SILVA CASTRO, que em 1822 foi do 1º grupo de Oficiais do Senado (cargo equivalente aos vereadores atuais) da antiga Vila de Beja para auxiliar o juiz ordinário (cargo semelhante ao de prefeito) Tomé Rodrigues.
Em 1822 o juiz passou a ser Tomé Rodrigues e os primeiros oficiais empossados foram: Vital Luiz Rodrigues, Laulo Souza, Manoel José Rodrigues, Francisco Antonio Silva Castro e Teodósio Luiz do Couto.
Os da Silva Correa
. RAIMUNDO DA SILVA CORREA, foi dono do Engenho São Raimundo no Rio Sapocajuba.
Os da Silva Lobato
. Manoel Joaquim da Silva Lobato, citado em 1922 em Abaeté.

Os Pauxis de Abreu
. QUINTINO PAUXIS DE ABREU, era membro da Irmandade de São Sebastião em 1908, em Abaeté. Vide os nomes da Irmandade.
Os da  Silva Pauxis
. RAYMMUNDO NONNATO DA SILVA PAUXIS, citado em 1922 em Abaeté.
. Silva & Pauxis, de Raymundo Pauxis e sócio, na década de 1930 atuando como marchantes na Rua Justo Chermont em Abaeté.
. Raymmundo Nonnato da Silva Pauxis/Raimundo Pauxis, que junto c/seu pai Hermínio Pauxis e s/irmão Aládio Ladislau da Silva Pauxis, estiveram presentes à Instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895 e foram assinantes da Ata de Cerimônia de Instalação. E Raimundo Pauxis foi o 2º mestre da Banda Carlos Gomes, após a morte de s/pai Hermínio Pauxis, em 1908 e foi também maestro e excelente professor de música, formando boa parte dos músicos de Abaeté, como Chiquinho Margalho, Miguel Loureiro, Oscar Santos e outros. S/métodos eram rígidos e a disciplina na banda era obedecida nos mínimos detalhes, inclusive no comportamento dos músicos, citado em 1922 e que na década de 1930 também era marchante, na Rua Justo Chermont em Abaeté.


As Outras Famílias e os Silva
Os Barros e Silva
Família
. Clóvis Barros da Silva/Fuan, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.
. Vicente Gama e Silva, em 1931 era comerciante de gado, com terreno à Rua Benjamim Constant, de 16 x 33m, em Abaeté, confinando com ele mesmo à Rua Nilo Peçanha, casou e com filhos Clóvis Barros da Silva/Fuan e outros em pesquisa.
. Clóvis Barros da Silva/Fuan, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.

Os Belo da Silva
. A. Belo da Silva, com engenho na margem direita do rio Maracapucu.
Os Fernandes da Silva
. MARIA FERNANDES SILVA/Marocas, citação: JÚLIO LÚZIO, que era tutor de Maria Fernandes Silva/Marocas. E Latino Lídio da Silva veio, a pedido de Júlio Luzio, tomar conta do engenho de propriedade do esposo da Sra. Jovita, engenho às margens do Rio Tauerá de Beja.Rio Tauerá de Beja, cujas águas deságuam na Baia do Capim.

Os Loureiro Silva
. JOAQUIM LOUREIRO SILVA, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920:
Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).
. Joaquim Loureiro da Silva, citado em 1922 em Abaeté.
Os Maués Loureiro
. Carlos Maués Loureiro, comerciante em Abaeté na década de 1930.
Os Loureiro da Silva
. FRANCISCO LOUREIRO DA SILVA, com a firma Francisco L. da Silva, que em 1931 adquire a indústria de J. M. Teixeira, no Rio Piquiarana-Açu. Francisco Loureiro da Silva, que em 1931 era proprietário de fábrica de cachaça denominada “Espírito Santo”, às margens do Rio Piquiarana-Açu, fecha as portas, por falta de vendas. O mesmo “Engenho Espírito Santo” é repassado para Juvêncio C. Pinheiro/Juvêncio Cristino Pinheiro, industrial, com engenho à vapor, para fabricar cachaça.
. Joaquim Loureiro Silva, era consórcio do Vera Cruz Sport Club em 1920.

Os da Silva Dias
. RAIMUNDO DA SILVA DIAS, foi dono do Engenho São Raimundo no rio Maracapucu.

Os da Silva Pauxis
. RAYMUNDO NONATO DA SILVA PAUXIS/Raimundo Pauxis, citação:
. MANOEL JOAQUIM DO NASCIMENTO, citação:
A Orquestra Recreativa Carlos Gomes, que tinha como professor de música o Sr. Manoel Joaquim do nascimento, era do Guajará de Beja. Além dessas, existiram outras pessoas e entidades importantes no Guajará, que tiveram origem nessa localidade, como: Manoel Joaquim do Nascimento, músico de renome, professor de música, maestro das bandas “Sai Cinza de Beja e da Banda Carlos Gomes, no tempo de Raimundo Pauxis. A família de Raimundo Nonato Pauxís, que possuía um sítio no Guajará e lá festejavam São Raimundo Nonato.
. Barbosa e Cia, firma que foi antiga dona de engenho na localidade Rio Quianduba.
Os de Matos Bitencourt
. JOÃO DE MATOS BITENCOURT, citação: "Em 1927 o Clube Musical São Sebastião abrilhantou a festa de Santa Maria no Rio Abaeté, na residência do Sr. João de Matos Bitencourt de 3 a 14 de agosto”.

. RAIMUNDO NONATO DA SILVA, natural do Rio Cuitininga, c/c Catarina Brazelina Costa e Silva e tiveram filhos: Manoel Nonato da Silva (2ª geração).
. CATARINA BRAZELINA COSTA E SILVA
. MANOEL NONATO DA SILVA
. Manoel Nonato da Silva, era natural e residia no Rio Cuitininga.
. É da 2ª geração: Manoel Nonato da Silva, nasceu em 7/12/1914, em Igarapé-Miry, Pará e e faleceu com 93 anos de idade de parada cárdiorespiratória e falência múltipla dos órgãos e foi sepultado no Cemitério de Nossa S. da Conceição, em Abaetetuba/Pa. C/c Joana Guimarães da Silva, em 26/4/1947, perante o Juiz Suplente Oscar Pinheiro Castelo Branco de Lima, tendo como testemunhas Pedro da Silva Gomes, casado e agricultor e Plácido Justo da Silva, casado e industrial, casamento nº 325, conforme registro de casamento, fls. 68 e 69, lv. 04, do Cartório 3º Of., João Ferreira Gomes.
. JOANA GUIMARÃES DA SILVA
. 2ª geração: Manoel Nonato da Silva, nasceu em 7/12/1914, em Igarapé-Miry, Pará e e faleceu com 93 anos de idade de parada cárdiorespiratória e falência múltipla dos órgãos e foi sepultado no Cemitério de Nossa S. da Conceição, em Abaetetuba/Pa. C/c Joana Guimarães da Silva, em 26/4/1947, perante o Juiz Suplente Oscar Pinheiro Castelo Branco de Lima, tendo como testemunhas Pedro da Silva Gomes, casado e agricultor e Plácido Justo da Silva, casado e industrial, casamento nº 325, conforme registro de casamento, fls. 68 e 69, lv. 04, do Cartório 3º Of., João Ferreira Gomes.

 Os Silva e os Outros Sobrenomes
. Silva & Mendes, antiga firma com comércio na localidade Rio Vilhena.

Citações:
Os outros e os Silva
Famílias originárias do Pirocaba
. CIPRIANA MARIA DE BARROS, citação:
. ANA ARAUJO ALVES, citação:
. CEZARINA MARTINS DE ARAUJO, citação:
. LUIZA MARTINS DE ARAUJO E SILVA, citação:
. MIGUEL ARAUJO E SILVA, foi antigo agricultor e morador na localidade Pirocaba, já é falecido, era casado com Cezarina Martins de Araujo e tiveram os seguintes filhos: Raimundo/Diquinho, Joana, Bonifácio, Benedito/é falecido, Getúlio e Luiza Martins de Araujo e Silva.
Irmãos de Miguel Araujo e Silva, por parte de mãe (Cipriana Maria de Barros): Ana Araujo Alves, Nezinha, Domingas e Manoel Araujo.
Filhos de Cipriana Maria de Barros:
. EXPEDITO ALVES, citação:
. CIPRIANA MARIA DE BARROS, citação:
. CLARIMUNDO S. DE ABREU, citação:
. ANA ARAUJO ALVES, casada com Expedito Alves e moram na cidade Goianésia do Pará.
Miguel Araujo e Silva era filho de Cipriana Maria de Barros e Clarimundo S. de Abreu e este morava na localidade Jarumã. Clarimundo casou e teve outros filhos, que são meio-irmãos de Miguel Araujo e Silva: Raimundo, Dina, Sabá, Antonia, Josefina e João de Abreu, todos do Jarumã.
. FERMINA RIBEIRO DA PAIXÃO, citação:
. MANOEL FRANCISCO MARTINS, citação:
Pais de Cezarina Martins de Araujo, esposa de Miguel Araujo e Silva: Fermina Ribeiro da Paixão e Manoel Francisco Martins.
Filhos de Miguel e Cezarina Martins de Araujo e Silva:
. GETÚLIO MARTINS DE ARAUJO E SILVA, homem simples, agricultor e sábio, produz produtos oriundos da mandioca, especialmente farinha que ainda vende a clientes selecionados entre seus amigos da cidade de Abaetetuba na forma de farinha acondicionada nos tradicionais/culturais paneiros de folhas e talas. Nasceu no dia 15/11/1949 e reside na localidade Pirocaba. É casado e possui os seguintes filhos: Geraldo, Juscelino, Juscelina, Graciete, Maria de Nazaré, Marcelino e Maria Creuza Martins e Silva, filhos a quem educa na simplicidade, na moral e bons costumes. É um católico autêntico.
Juscelino é casado com Maria de Jesus e possuem um filho: Manoel de Jesus.

Com citações:
• JOSUÉ MARIA DA COSTA SILVA, foi dono do Engenho São João Batista no rio Guajará.
. AGENOR FERREIRA DA SILVA, citação:
. FRANCISCO DE MIRANDA MARGALHO/Chiquinho Margalho, citação:
. RAIMUNDO DA SILVA XAVIER, citação:
. BENTO DE SOUSA, citação:
. DANIEL MARGALHO, citação:
Agenor Ferreira da Silva, músico, natural da localidade rio Bacuri, foi recrutado pelo Mestre Chiquinho Margalho para tocar na Banda Virgem da Conceição. Houve um tempo em que a sede da banda foi improvisada na casa do Mestre Agenor, no Bacuri. Mestre Agenor Silva além de músico, era compositor, mestre, maestro, músico eclético e professor de música. Junto com o Mestre Chiquinho Margalho, em 1949, funda a Banda Virgem da Conceição, ficando com a regência da referida banda. Esse excelente músico tocava trombone de vara, de pista e outros instrumentos musicais, portanto era eclético. Mas Agenor Silva era um grande flautista, o melhor que existia em Abaeté. Era o Contra-Mestre da Banda Virgem da Conceição, no tempo do mestre Chiquinho Margalho e, tempos depois, com a morte de Chiquinho Margalho, assume como Mestre dessa Banda. Participou da 1ª Diretoria da Banda Virgem da Conceição, como vice-presidente. Os demais componentes eram: Francisco de Miranda Margalho/Chiquinho Margalho, presidente; Raimundo da Silva Xavier, secretário e Bento de Sousa, tesoureiro. Agenor também participou de vários conjuntos musicais de sua época, por ele criado ou de outros músicos. Era membro da Orquestra Brasil, junto com Chiquinho Margalho. Na era da introdução dos instrumentos eletrônicos Agenor, em 1967, aparece numa formação do Conjunto Musical “D. M. Show” de Daniel Margalho, tocando pistão.

. JOÃO MAGNO DA SILVA, citado em 1922 como comerciante no Rio Panacuéra.

. RAYMUNDA V. DA SILVA RODRIGUES, citação:
. ANTONIO GUIMARÃES DA SILVA, citação:
. ADALBERTO OLIVEIRA E SILVA, citado em 1922 com comércio no rio Guajará de Beja e citado com os filhos com comércio na margem esquerda do mesmo rio e que foi dono do Engenho Santa Rosa para fabricar cachaça. O Engenho Santa Rosa, no Rio Guajarázinho, e que foi repassado para Didi Solano/Raimundo Solano de Albuquerque, que passou a produzir a Cachaça Alvorada. Raimundo Solano repassou esse engenho para os sócios Bebé e Batista. O Engenho Santa Rosa de Didid Solano chegou a possuir uma vila para mais de trinta trabalhadores, mas que sucumbiu quando a indústria canavieira de Abaeté entrou em declínio por vários motivos.

. Aristides Silva & Cia. firma citada em 1922 como freteira com a Canoa Elegante na localidade Rio Tucumanduba e neesa localidade existiam os engenhos do Cel. Aristides dos Reis e Silva, que foi um importante vulto político e comercial em Abaeté. Como político chegou a ser Deputado da Assembléia Legislativa, Intendente Municipal em Abaeté (1919-1922) e prefeito nomeado na Revolução de 1930 (1/1/1938-28/2/1943). 
. Cap. JOÃO DOS REIS E SILVA, citado em 1922 como freteiro na localidade Rio Tucumanduba com a Canoa Brazileira.

Silveira
Os de Almeida Silveira
Os de Almeida Silveira
. CORNÉLIO DE ALMEIDA SILVEIRA, citação: O Tietê Futebol Club em 1954 tendo como presidente Cornélio de Almeida Silveira, c/concessão de terreno c/limites pela frente c/a Trav. Pinto Martins, fundos c/a R. Floriano Peixoto, dado p/aforamento em documento de 13/11/1954, terreno com 100 x 60m.

Os Soares
Diquinho Soares, citação: citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:
Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
. Raymundo José Soares, citado em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.

Os Soares Ferreira
. MARIANO SOARES FERREIRA, foi dono de engenho para fabricar açúcar e mel de cana/melaço, no rio Maracapucu-Miry.
Os Soares
. MANOEL JORGE SOARES, que em 1804 era o juiz ordinário da Vila de Beja (cargo semelhante a de um prefeito).
. CLOTILDE SOARES VIEGAS, Citação: Clotilde Soares Viégas e Raymundo Nonato Viégas, com citação: Em 1931 um terreno de 24 x 60m, na Trav. Pedro Rodrigues, limitando à esquerda c/Theodolino Rebello de Araujo, canto c/a Av. Veiga Cabral e fundos c/o cemitério público, requerido por Clotilde Soares Viégas, petição assinada p/Raymundo Nonato Viégas.
Os Soares Ferreira
. MARIANO SOARES FERREIRA, foi dono de engenho para fabricar açúcar e mel de cana/melaço, no rio Maracapucu-Miry.

Os Solano
FAMÍLIA ALBUQUERQUE
. RAIMUNDO SOLANO DE ALBUQUERQUE/Didi Solano, citação: Raimundo Solano de Albuquerque, com a firma R. Solano &Cia. dona  de engenho no rio Guajarázinho.
. ADALBERTO DE OLIVEIRA E SILVA/Adalberto Silva, citação:
. LEONOR MÚSSIO DE ALBUQUERQUE/Lola
. Didi Solano/RAIMUNDO SOLANO DE ALBUQUERQUE/Didi Solano, nasceu em 10/1/1910 e faleceu de derrame cerebral em 26/12/1980. C/c Leonor Mússio de Albuquerque/Lola, filha de pai italiano e mãe brasileira. Lola faleceu de insuficiência respiratória no dia 29/3/1922. Didi Solano adquiriu o antigo Engenho Silva, montado por Adalberto Silva, situado no Rio Guajarazinho, que chegou a possuir uma vila para mais de trinta trabalhadores. O Engenho passou a ser denominado de Engenho Santa Rosa, que produzia a famosa cachaça Alvorada. Didi Solano, nos tempos do declínio da cachaça, repassou esse engenho para os sócios Bebé e Batista; Em Abaeté Didi Solano possuía a Fabrica Alvorada, que produzia o refrigerante Alvorada, de muita aceitação no mercado local e regional.
. Major JOÃO SOLANO DE ALBUQUERQUE
. LUIZA SOLANO DE ALBUQUERQUE
. PANCRÁCIO SOLANO DE ALBUQUERQUE/Dedé Solano
Irmãos de Didi Solano: João, Luíza, Dedé Solano. Didi Solano só teve filhos adotivos.
Família Albuquerque:
. João Solano de Albuquerque
. Luíza Solano de Albuquerque:
. Dedé Solano de Albuquerque
. Oscar Solano de Albuquerque, em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.
Família
Os Solano de Albuquerque
Família
. JOÃO SOLANO DE ALBUQUERQUE/Janjão (irmão de Raimundo Solano de Albuquerque), tenente, citado em 1946, 1953.
Família:
. RAIMUNDO SOLANO DE ALBUQUERQUE/Didi Solano, antigo morador da Rua Benjamim Constant em Abaeté, esotérico, comerciante com a firma R. Solano e Cia e dono do engenho de cachaça Santa Rosa, comprado de Adalberto Silva, fabricante da cachaça Alvorada, no Rio Guajarázinho, comerciante do setor de pesca e dono do iate Solano, citado em 1946, 1953. O engenho, devido dificuldades financeiras foi repassado para Bebé e Batista.
Família
. OSCAR SOLANO DE ALBUQUERQUE, antigo comerciante à Rua Justo Chermont em Abaeté, comerciante de regatão para o Baixo Amazonas na canoa Estrela do Mar, dono de iate trivela e citado em documentos de 1931, membro da comissão para a construção da Igreja de Nossa S. da Conceição em 1933, citado em 1944, dono de bens e que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté e  que em 1938 era da Comissão Cooperadora da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté 

. MARIA IZABEL DA SILVA SOLANO, filha de Oscar Solano, concluinte da 1ª turma de humanistas do Ginásio Bernardino Pereira de Barros.

Os Solano de Albuquerque
. RAIMUNDO SOLANO DE ALBUQUERQUE/Didi Solano, citação: Raimundo Solano de Albuquerque, com a firma R. Solano & Cia. dona  de engenho no rio Guajarázinho.
. ADALBERTO DE OLIVEIRA E SILVA/Adalberto Silva, citação:
. LEONOR MÚSSIO DE ALBUQUERQUE/Lola
. Didi Solano/RAIMUNDO SOLANO DE ALBUQUERQUE/Didi Solano, nasceu em 10/1/1910 e faleceu de derrame cerebral em 26/12/1980. C/c Leonor Mússio de Albuquerque/Lola, filha de pai italiano e mãe brasileira. Lola faleceu de insuficiência respiratória no dia 29/3/1922. Didi Solano adquiriu o antigo Engenho Silva, montado por Adalberto Silva, situado no Rio Guajarazinho, que chegou a possuir uma vila para mais de trinta trabalhadores. O Engenho passou a ser denominado de Engenho Santa Rosa, que produzia a famosa cachaça Alvorada. Didi Solano, nos tempos do declínio da cachaça, repassou esse engenho para os sócios Bebé e Batista; Em Abaeté Didi Solano possuía a Fabrica Alvorada, que produzia o refrigerante Alvorada, de muita aceitação no mercado local e regional.
. Major JOÃO SOLANO DE ALBUQUERQUE
. LUIZA SOLANO DE ALBUQUERQUE
. PANCRÁCIO SOLANO DE ALBUQUERQUE/Dedé Solano
Irmãos de Didi Solano: João, Luíza, Dedé Solano. Didi Solano só teve filhos adotivos.
Família Albuquerque:
. João Solano de Albuquerque
. Luíza Solano de Albuquerque:
. Dedé Solano de Albuquerque
. Pancrácio Solano, casado e com filhos: Luiz Solano, Conceição Solano e outros em pesquisa.
. Oscar Solano de Albuquerque, em 1931 com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.

sousa
. RAYMMUNDO DE SOUSA AZEVEDO, citado em 1922 como freteiro de canoa à vela na localidade Ilha do Capim.

T
Família Tabaranã
. Mário Tabaranã, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.
Os Ferrreira Teixeira
. Benedito Ferreira Teixeira
Os M. Teixeira
J. M.Teixeira, Citação: FRANCISCO LOUREIRO DA SILVA, com a firma Francisco L. da Silva, que em 1931 adquire a indústria de J. M. Teixeira, no Rio Piquiarana-Açu. Francisco Loureiro da Silva, que em 1931 era proprietário de fábrica de cachaça denominada “Espírito Santo”, às margens do Rio Piquiarana-Açu, fecha as portas, por falta de vendas. O mesmo “Engenho Espírito Santo” é repassado para Juvêncio C. Pinheiro/Juvêncio Cristino Pinheiro, industrial, com engenho à vapor, para fabricar cachaça.

FAMÍLIA TOCANTINS
Os A. Tocantins
. A. Tocantins & Filhos, firma que foi dona do Engenho Primavera, no Rio Panacuera, para fabricar cachaça.
Os Tocantins Viana
. CLAUDIONOR TOCANTINS VIANA, dono de engenho São Raimundo no rio Maracapucu.
FAMÍLIA TRINDADE
. MANOEL TRINDADE, que em 1825 foi juiz ordinário (espécie de prefeito atual) na Vila de Beja, ano em que já existiam os chamados Oficiais do Senado da Câmara (espécie de vereadores atuais).

Família Tabaranã
. Mário Tabaranã, na década de 1940 aprendeu com o Mestre Carlito Loureiro o ofício de sapateiro, em Abaeté.
Os Ferrreira Teixeira
. Benedito Ferreira Teixeira
Os M. Teixeira
J. M.Teixeira, Citação: FRANCISCO LOUREIRO DA SILVA, com a firma Francisco L. da Silva, que em 1931 adquire a indústria de J. M. Teixeira, no Rio Piquiarana-Açu. Francisco Loureiro da Silva, que em 1931 era proprietário de fábrica de cachaça denominada “Espírito Santo”, às margens do Rio Piquiarana-Açu, fecha as portas, por falta de vendas. O mesmo “Engenho Espírito Santo” é repassado para Juvêncio C. Pinheiro/Juvêncio Cristino Pinheiro, industrial, com engenho à vapor, para fabricar cachaça.

FAMÍLIA TOCANTINS
Os Tocantins Viana
. CLAUDIONOR TOCANTINS VIANA, foi dono do engenho São Raimundo no rio Maracapucu.
. DEOCLÉCIO TOCANTINS VIANA/Deca Viana, foi dono do Engenho Borboleta no Rio Urubuéua, que produzia a cachaça Borboleta.
. CLAUDIONOR TOCANTINS VIANA, citação:
. Velho Artur, foi dono de engenho que repassou para Claudionor Tocantins Viana/Claudionor Viana no Rio Ajuaí. E o Velho Artur também tinha um engenho no Rio Guajarázinho, repassado, depois, para Claudionor Viana, que produzia a cachaça Papagaio.

Os A. Tocantins
. A. Tocantins & Filhos, firma que foi dona do Engenho Primavera, no Rio Panacuera, para fabricar cachaça.
Os Tocantins Viana
. CLAUDIONOR TOCANTINS VIANA, dono de engenho São Raimundo no rio Maracapucu.

V
. RAYMMUNDO FERREIRA VAZ, citado em 1922 como dono de engenhoca para fabricar mel no Rio Quianduba e citado em 1931 como dono de engenho no Furo Grande, que fechou em 1932.

FAMÍLIA VIANA
Os Nobre Viana
. RAIMUNDO NOBRE VIANA, dono de engenho na margem direita do rio Maracapucu.

Os Tocantins Viana
. CLAUDIONOR TOCANTINS VIANA, foi dono do engenho São Raimundo no rio Maracapucu.
. DEOCLÉCIO TOCANTINS VIANA/Deca Viana, foi dono do Engenho Borboleta no Rio Urubuéua, que produzia a cachaça Borboleta.
. CLAUDIONOR TOCANTINS VIANA, citação:
. Velho Artur, foi dono de engenho que repassou para Claudionor Tocantins Viana/Claudionor Viana no Rio Ajuaí. E o Velho Artur também tinha um engenho no Rio Guajarázinho, repassado, depois, para Claudionor Viana, que produzia a cachaça Papagaio.
. Viana & Irmão, firma dona do Engenho Santa Olinda para fabricar açúcar moreno/açúcar mascavo, que era um açúcar menos refinado que o açúcar branco.
Viegas
. ANTONIO CARLOS VIEGAS, era Fiscal no Rio Maracapucu-Miry na gestão do Coronel Aristides dos Reis e Silva.
. Raymundo Nonato Viégas/Santinho Viégas, perspicaz, inteligente e letrado, que em 1939 era o 1º Secretário da festa de Nossa Senhora da Conceição em Abaeté, foi funcionário da P. M. de Abaeté, que alfabetizou muitos de seus antigos amigos e colegas, um dos baluartes da construção da Igreja Matriz de Abaeté que foi com sua família para Belém onde todos os seus filhos se formaram pilotos de aviação ou oficiais da Marinha).

Vilaça
. A. Villaça, firma citada em 1930 e a firma A. Villaça da Silva com comércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté.
. Galileu Villaça & Cia, firma dona do Engenho Santo Antonio que fabricava cachaça, no Furo Tucumanduba.
os Vilaça e os outros nomes
. Villaça e Irmão, firma citada em 1931 com comércio no Rio Guajará de Beja.
Os Vilaça da Silva
. A. Villaça da Silva, firma com comércio no Rio Cuitininga.
. Acrísio Villaça da Silva, citado em 1922 e a firma A. Villaça citada em 1930 e a firma A. Villaça da Silva com comércio à Rua Justo Chermont, comerciante na década de 1930 em Abaeté.

As outras famílias e os Vilaça
Os Correa Vilaça
. Guilhermino Correa Villaça, citado em 1922 em Abaeté.

Vilhena
. VENÂNCIO FERREIRA VILHENA, foi dono do Engenho São Pedro que fabricava cachaça, no rio Quianduba.

Os Alves Vaz
Alves Vaz, antigos donos do Sítio Santa Cruz, que subsistiu até a década de 1920, onde hoje (2008) fica a Escola Graziela, um posto de saúde e casas que formam pequenas vilas.

FAMÍLIA VIANA
. Viana & Irmão, firma dona do Engenho Santa Olinda para fabricar açúcar moreno/açúcar mascavo, que era um açúcar menos refinado que o açúcar branco.
Viegas

os Vilaça e os outros nomes
. Villaça e Irmão, firma citada em 1931 com comércio no Rio Guajará de Beja.

Os Vilaça da Silva
. A. Villaça da Silva, firma com comércio no Rio Cuitininga.

. Acrísio Villaça da Silva, citado em 1922 e a firma A. Villaça citada em 1930 e a firma A. Villaça da Silva com comércio à Rua Justo Chermont, comerciante na década de 1930 em Abaeté.
As outras famílias e os Vilaça

W
FAMÍLIA WALLACE
. CALIXTO WALLACE, dono do Engenho São José no Rio Capim.
As Outras Famílias e os Abreu
Os Wanzeller de Abreu
. GUILHERME ABREU, ator e ensaiador teatral, baluarte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos de 1920, grupo teatral que encenava peças no alpendre da Igreja do Divino para angariar fundos para a construção da nova Igreja Matriz de Abaeté, casou e teve filhos.
. HELENA WANZELLER DE ABREU, filha de Guilherme Abreu.
. OSCARINA WANZELLER DE ABREU, filha de Guilherme Abreu.


X
• NILAMON XAVIER DE SENA, que nasceu na Costa Maratauhyra, nas Ilhas de Abaeté, foi agricultor, plantando cana-de-açúcar, mandioca, feijão, era católico, músico, viajante marítimo, viajando com os irmãos para o Marajó, Baixo Amazonas, vendendo mercadorias variadas, especialmente cachaça, que era vendida em todos os lugares, em viagens de 45 dias ou 3 meses no inverno, em barco trivela. Com 10 anos de idade veio com sua família para morar na cidade. Casou com Lucila Barros Senna. Em 2003 ficou viúvo e aposentado, quando as casas de Abaetetuba e interior eram cheias de imagens dos santos, com oratórios, quadros de santos.

Z







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Figuras populares
. Sinhuca Mantegueira
. Saíca
. Galileu
. Stélio, em 1930 era dono de sapataria em Abaeté.
Família Araujo
. Lauro Testa Branca, em 1930 era dono de sapataria em Abaeté.
. José/Zé Mucura, no bairro do Algodoal, era dono de olaria na década de 1930 no bairro do Algodoal, na cidade de Abaeté.

Engenho “Cá Te Espero”, que ficava na boca do Rio Bacuri.

Sobre Igrejas Evangélicas no Rio Maracapucu
Igreja Cristã do Brasil
O 2º casal a chegar à Abaetetuba foi DOUGLAS E MARY McALLESTER, trabalho mais concentrado no Rio Maracapucú. Do Maracapucú, que era o centro da operação, eles saíam para os demais rios, como Costa Maratauíra, Furo Grande, Quianduba, Rio Abaeté e outras localidades, onde conseguiram a arrebanhar um bom número de fiéis.



· 2º Secretário:

Abaixo, foto de Joaquim Mendes Contente, lançando a pedra
fundamental para a construção da Nova Igreja Matriz de
Nossa S. da Conceição em Abaeté.

28 de Novembro – Início da Festa
A foto acima indica o dia do Círio da Festa de Nossa
Senhora da Conceição em Abaeté, onde todos estavam
vestidos de branco e empurrando a Berlinda da Santa.
A foto acima mostra o povo em uma antiga festa

A
Os Araujo
· Armindo Araujo, que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté e que em 1938 era Auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades Arapiranga, Uraenga e Vila de Beja.
.
Os de Araujo
· Madame José Roberto de Araujo, que em 1938 era juíza da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté

Ribeiro de Araujo
· Licínio Ribeiro de Araujo (músico irmão de Prudente e Pedro Ribeiro de Araujo), que em 1938 era juiz da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Pedro Ribeiro de Araujo (grande músico e que chegou a maestro da Banda Carlos Gomes e membro da Confraria de São Raimundo Nonato, santo padroeiro da Banda, que em 1938 era juiz da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté
· Prudente Ribeiro de Araujo (irmão de Pedro e Licínio Ribeiro de Araujo com nome na História-Memória de Abaeté e na musicalidade), que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté e que Prudente Ribeiro de Araujo, junto com José Lima e Manoel Lobato, em 1938 eram Auxiliares da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades Rio Abaeté e seus afluentes e Colônia.

Arlindo
· João Arlindo, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite dos Operários da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
Cardoso
· Maria Zaíde Cardoso (professora com nome na História-Memória da Educação em Abaetetuba), que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté.

Ataíde
· Arquimino Athaide, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite do Funcionalismo Público da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.


D
Dume
· Filomena Dume, que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté.

F
Ferreira
Os Ferreira
· Augusto Ferreira, que em 1938 era da Comissão Cooperadora da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté
· Carlaide Ferreira (foi conhecida professora em Abaeté, da Família Jorge), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Mocidade da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Lauri Ferreira (conhecido comerciante, casado com Alfa Pontes), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Mocidade da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Santinha Ferreira, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite das Mães de Família da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Raimundo Nonato Ferreira, que em 1938 era da Comissão Cooperadora da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté (chegou a ser prefeito de Abaeté)
Os da Costa Ferreira Ribeiro.

José da Costa Ferreira Ribeiro, que era o 2º secretário em 1938 da Festa de Nossa. S. da Conceição  em Abaeté, foi prefeito de Abaeté.
Os Dias Ferreira
· Ana Dias Ferreira, que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté.

Família
· Manoel do Espírito Santo Ferreira (Duca Ferreira, comerciante, dono de engenho de cachaça, político em Abaetetuba), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Indústria e da Agricultura da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté e que Madame Manoel do Espírito Santo Ferreira em 1938 era Auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades rios Maracapucu e Maracapucu-Miri..
· Dulce Ferreira (filha de Duca Ferreira), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Mocidade da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Profa. Noca Martins Ferreira, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite do Funcionalismo Público da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

· Arthur Nunes Ferreira (da Família Nunes Ferreira, comerciante, dono de engenho de cachaça em Abaeté), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Indústria e da Agricultura da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Os Marques Ferreira
· Francisco Marques Ferreira, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite dos Marítimos da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
Os Nunes Ferreira
· Profa. Esmerina Nunes Ferreira (da Família Nunes Ferreira, professora em Abaeté, chegando ao posto de diretora do Grupo Basílio de Carvalho, casada com o imigrante sírio-libanês Bou-Habib).

Figueiredo
· José Figueiredo, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite do Funcionalismo Público da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Dr. Walter Figueiredo, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite do Funcionalismo Público da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Floresta
· Ninita Floresta, que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté.

G
Gomes
. JOÃO ALBINO GOMES
· João Albino Gomes Filho, que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do na localidade Rio Guajará de Beja.
.
Guimarães
· José Guimarães, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite dos Operários da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

L
Os Lima
· José Lima, que em 1938, junto com Prudente Ribeiro de Araujo e Manoel Lobato, eram Auxiliares da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades Rio Abaeté e seus afluentes e Colônia.

Os de Lima
· Frederico de Lima, que em 1938 era juiz do mastro e da bandeira da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté
· José Feliciano de Lima, que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté, e que em 1938 era juiz da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Os Lobato
· Cesarina Lobato, que em 1938 era juíza da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Manoel Lobato, que junto com José Lima e Prudente Ribeiro de Araujo, em 1938 eram Auxiliares da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades Rio Abaeté e seus afluentes e Colônia.
· Manoelzinho Lobato, que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté.
· Sebastião Lobato, que em 1938 era juiz do mastro e da bandeira da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
Os da Costa Lobato
· Fortunato da Costa Lobato/Fortunato Lobato (filho de Messias de Sigmaringa Lobato), que em 1938 era juiz da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Os Leite Lobato
· Dalca Leite Lobato (filha do conhecido Capitão Leite), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Mocidade da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Os Paes Loureiro
· Nieta Paes Loureiro, mãe de João de Jesus e Raimundo Nonato Paes Loureiro, casada com Pedro Loureiro da Sapataria Abaeteense, que em 1938 era juíza da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Luna
· José Luna, que em 1938 era juiz da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

M
Macedo
· Raymundo Macedo, auxiliado por Madame Inocêncio Joaquim Pinheiro, que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté.

Maciel
· Vicente Maciel (músico membro da Banda Carlos Gomes e um de seus presidentes), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite dos Operários da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Matos
· Luna Matos, que em 1938 era Auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades rios Belchior, Sirituba e Tabatinga.

Maués
· Rozendo Maués (membro da Família Maués e com nome de rua), que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté e  Rosendo Maués (com nome de rua em Abaetetuba), que em 1938 era Auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades rio Maúba, Furo Panacuera e Furo da Mata.
Mendes

. Bernardino Mendes da Costa, que era o vice presidente em 1938 da Festa de Nossa. S. da Conceição  em Abaeté, era português, comerciante e industrial que era casado com uma abaeteense da Família de Bento de Carvalho).
Vice-Presidente

P Paixão
· Dalica Paixão, que em 1938 era Auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades rios Xingua, Caripetuba e Paramajó.

Pauxis
· Raymmundo Nonnato da Silva Pauxis/Raymundo Pauxis/Mundico Pauxis, que em 1938 era da Comissão Cooperadora da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté, filho de Hermínio Pauxis, este fundador do Clube Carlos Gomes em 1880, ambos grandes músicos e maestros de Abaeté, possivelmente originários da localidade Tauerá de Beja).

Maués Pinheiro
· Belino Pinheiro, (este com nome de rua em Abaetetuba), que em 1938 era Auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades Rios Sapocajuba, Anequara e Urucuri.
· Palmira Maués Pinheiro, que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté.

M
Os Batista Maués
· Almerindo Batista Maués/Almerindo Maués, que em 1938 era juiz  da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
Os F. R. Maués
· F. R. Maués, que em 1938 era Auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades rios Piquiarana-Açu, Piquiarana-Miri, Itanimbuca, Acarajó e Furo do Limão.
· Firmo Roberto Maués (membro da tradicional Família Maués, vinda do patriarca João Olímpio Maués).

Melo
· Estefânia Mello, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite das Mães de Família da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
Moreno
· Angelina Mello Moreno, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite das Mães de Família da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
Miranda
· José Sertório de Miranda (antigo comerciante de Abaeté), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite do Comércio da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

N
Navarro
· Priscos Navarro, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite do Funcionalismo Público da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

O
Oliveira
· Augusta Oliveira, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite das Mães de Família da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Raymundo Oliveira, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite do Comércio da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

P
Pacheco
· Egídio Pacheco, que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté e que em 1938 era Auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades rios Quianduba e Marianduba.
.
Paes
· Lucídio Negrão Paes (antigo comerciante de Abaeté e um dos patriarcas de uma vertente da Família Paes), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite do Comércio da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Parente
· Carmelita Parente (da Família Parente), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite das Mães de Família da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Garimar Parente (da família Garibaldi Parente), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Mocidade da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
Os Macedo Parente
· Giovani Macedo Parente (filho de João Parente, parente de Garibaldi Parente), que em 1938 era juiz  da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Humberto Parente, que em 1938 era da Comissão Cooperadora da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté, jovem membro da tradicional família Parente, cujo pai era um dos maiores comerciantes e industriais da então Abaeté.

Os C. Pinheiro
· Osmarina C. Pinheiro, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Mocidade da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
Os Cardoso Pinheiro
· Ana Cardoso Pinheiro, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Mocidade da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
Os J. Pinheiro
· Madame Inocêncio J. Pinheiro, que em 1938 era Auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades rios Ajuaí e Ajuaizinho.
Os Maués Pinheiro
· Palmira Maués Pinheiro, que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaetéque em 1938 era Auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades nas localidades rios Baixo Tucumanduba e Paruru.

Pontes
.· Emiliano de Lima Ponte, que em 1938 era da Comissão Cooperadora da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté (membro da tradicional Família Pontes de Abaeté, filho de João Pontes, este que era escriturário, guarda-livros e que foi o introdutor da filosofia e das práticas mediúnicas do nascente Espiritimo em Abaeté). 

Q
Quaresma
· Madame Benjamim Quaresma, que em 1938 era juíza da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté

R
Ribeiro
Ribeiro de Araujo
· . PEDRO RIBEIRO DE ARAUJO/Pedro Araujo, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite dos Operários da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Prudente Ribeiro de Araujo (irmão de Pedro e Licínio Ribeiro de Araujo com nome na História-Memória de Abaeté e na musicalidade), que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté.
· Felipe Ferreira Ribeiro (conhecido comerciante dono da casa comercial Boa Esperança, esta gerenciada por Pagão, irmão de Felipe), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Mocidade da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Os da Costa Ferreira Ribeiro
José da Costa Ferreira Ribeiro, que era o 2º secretário em 1938 da Festa de Nossa. S. da Conceição  em Abaeté, foi prefeito de Abaeté.

Rodrigues
· Raymundo Rodrigues, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Mocidade da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
Os L. Rodrigues
· Orlandina L Rodrigues (filha do conhecido e lendário Prof. Maxico, grande nome da antiga Educação de Abaeté), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Mocidade da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Osvaldina Rodrigues (filha do Prof. Maxico), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Mocidade da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

S
Os Santos
· Theodomiro Santos, que em 1938 era Auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté, nas localidades Rios Jarumã e Tauerá de Beja.
Os dos Santos
· Teodoro dos Santos, que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté.
Os dos Santos Ribeiro
· Profa. Laura dos Santos Ribeiro (nome histórico da Educação em Abaetetuba), que em 1938 era auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição, na arrecadação de óbulos, contribuições e na distribuição de cartas, convites em sua localidade do interior do município de Abaeté.

As Outras Famílias e os Santos
· Haida Barros Santos, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite das Mães de Família da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Sena
· Raymundo Sena, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite dos Marítimos da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Os Silva
· Antonio Silva, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite dos Marítimos da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Madame Jayme Silva, que em 1938 era juiz  da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Sisínia Silva (membro da família de Latino Lídio da Silva que chegou a ser prefeito nomeado e com nome de rua e Sisínia tinha origem na locaslidade Jarumã onde era professora).
Os da Silva
· Feliciano Augusto da Silva, que em 1938 era Auxiliar da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté nas localidades rios Urubuéua, da Prata e Doce.
Os dos Reis e Silva
· Coronel Aristides dos Reis e Silva, que foi o maior nativista de Abaeté, grande nome da História do Município de Abaetetuba e que foi Intendente e deputado estadual, , que em 1938 era juiz da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Soares
· Adair F. Soares, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite da Mocidade da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Sousa
· Nivarna Silva de Souza, que em 1938 era juíza do mastro e da bandeira da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

V
Vale
· Madame Avelino do Vale, que em 1938 era juiz da Festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté
Vasconcelos
· Judith Vasconcellos, que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite das Mães de Família da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Viegas
Raymundo Nonato Viégas, que era o 1º secretário em 1938 da Festa de Nossa. S. da Conceição  em Abaeté, grande abaeteense, letrado, de vivaz inteligência, funcionário da Prefeitura Municipal, que era uma espécie de mentor intelectual nas festas de Nossa S. da Conceição e demais eventos cívicos, sociais de Abaeté e era casado com uma jovem da família Margalho).

Vilaça
Os Vilaça da Silva
· Acrísio Vilaça da Silva (patriarca da Família Villaça), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite dos Marítimos da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.
· Etelvina Vilaça da Silva (da Família Villaça da Silva, do patriarca dessa família Acrísio Villaça da Silva), que em 1938, junto com outros componentes, era membro da Noite das Mães de Família da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

A foto acima mostra a Igreja Matriz de Abaeté, para onde
convergiam os lucros obtidos das antigas festas e de outras
atividades para arrecadação de fundos para esse fim.
Receita: