Altemar Paes - Poesias e Crônicas
Poesia é cultura.
Não Tenho Nada Com Isso
Vou contar uma boa estória
Realmente muito interessante,
Versando sobre quatro pessoas
Cujos nomes vão mais adiante
Eu e Vc...
Na Cama...
No Escuro...
Vc Me Chupando...
E Fazendo Barulho...
Quando Chega Perto Do Meu Ouvido,
Me Deixa Louco...
Te Bato, tTe Xingo...
Te Pego De Jeito
Entao Acendo As Luzes...
Sangue Nos Lençóis..
Finalmente Peguei Vc.
Minha homenagem a todas as mães, pelo dia das mães.
Mãe, a Rainha do Lar
Para que a paz e alegria
Reinem no lar é mister
Haver perfeita harmonia
Entre o marido e a mulher
Os Silva Paes
À minha maezinha querida, Professora ELZA DE JESUS
SILVA PAES - 100 Anos de vida.
Estou imensuaravelmente feliz em poder comemorar ao
seu lado mais um de seus aniversários, o centésimo, uma data importante que eu
torço para que se repita, mesmo reconhecendo que a eternidade não é possivel.
Se eu pudesse lhe presentearia com tudo que há de
mais bonito no mundo e com a felicidade eterna, para ver o seu sorriso
iluminado sempre. Mas tudo que posso fazer é lhe dar o meu amor e o meu
carinho.
Obrigado pela sua dedicação diária e pelo amor
doado a mim e à nossa familia todos os dias. Você é a melhor mulher, a minha
rainha, enfim, a melhor mãe do mundo. Quero estar com você a cada dia que virá,
especialmente hoje, juntamente com sua irmã, seus demais filhos, filha, genro,
noras, netas, netos, bisnetas e bisnetos em uma mais que merecida homenagem.
Receba meus beijos e abraços como prova do meu mais
profundo sentimento de amor. Te amo mãezinha querida! Feliz aniversário!
SAUDADES DE
ABAETETUBA
Abaetetuba, hoje tu
és tão bonita
Mas no passado eras muito mais
O progresso que hoje te agita
Te faz diferente dos tempos atrás
Mas no passado eras muito mais
O progresso que hoje te agita
Te faz diferente dos tempos atrás
Antigamente te
chamavas Abaeté
E tu eras muito pequenininha
Eu andava todas as ruas a pé
E jogava bola no meio da pracinha
E tu eras muito pequenininha
Eu andava todas as ruas a pé
E jogava bola no meio da pracinha
Hoje não te chamas mais
Abaeté
Tuas ruas já não têm mais areia
Já não dá mais para andar a pé
Nem jogar futebol com bola de meia
Tuas ruas já não têm mais areia
Já não dá mais para andar a pé
Nem jogar futebol com bola de meia
Muitas casas eram
feitas de barro
Tuas ruas eram orleadas de capim
Hoje tuas ruas estão repletas de carro
E tuas praças estão cheias de jardim
Tuas ruas eram orleadas de capim
Hoje tuas ruas estão repletas de carro
E tuas praças estão cheias de jardim
E até mesmo a minha
rua
O progresso do asfalto cobriu
Ela perdeu o encanto da lua
Pois toda aquela areia sumiu
O progresso do asfalto cobriu
Ela perdeu o encanto da lua
Pois toda aquela areia sumiu
Aquelas ruas com as
pegadas
Da minha infância tão fugaz
Hoje refletem as passadas
De um tempo que não volta mais
Da minha infância tão fugaz
Hoje refletem as passadas
De um tempo que não volta mais
Ah! minha terrinha
querida
Abaetetuba das minhas lembranças
Que bom seria se nesta vida
Nós ficássemos eternamente crianças
Abaetetuba das minhas lembranças
Que bom seria se nesta vida
Nós ficássemos eternamente crianças
(Altemar da Silva
Paes)
Poesia é cultura.
Não Tenho Nada Com Isso
Vou contar uma boa estória
Realmente muito interessante,
Versando sobre quatro pessoas
Cujos nomes vão mais adiante
O primeiro se chama "Todo Mundo",
O segundo se chama "Alguém",
O terceiro se chama "Qualque Um"
E o quarto se chama "Ninguém".
Havia um importante trabalho
Que "Qualquer Um" podia ter feito
Mas "Todo Mundo" tinha certeza
Que "Alguém" o faria direito.
Acontece, que "Ninguém" o fez
E aí, "Alguém" ficou furibundo,
Pois "Qualquer Um" podia fazer
O que era trabalho de "Todo Mundo".
O certo é que "Alguém" pensou
Que "Qualquer Um" iria fazer.
Ocorre, que "Ninguém" imaginou
Que "Todo Mundo" fosse esquecer
Ao final "Todo Mundo" culpou
E a culpa recaiu sobre "Alguém",
Pois "Qualquer Um" podia fazer
O que não foi feito por "Ninguém"
(Altemar da Silva Paes)
O segundo se chama "Alguém",
O terceiro se chama "Qualque Um"
E o quarto se chama "Ninguém".
Havia um importante trabalho
Que "Qualquer Um" podia ter feito
Mas "Todo Mundo" tinha certeza
Que "Alguém" o faria direito.
Acontece, que "Ninguém" o fez
E aí, "Alguém" ficou furibundo,
Pois "Qualquer Um" podia fazer
O que era trabalho de "Todo Mundo".
O certo é que "Alguém" pensou
Que "Qualquer Um" iria fazer.
Ocorre, que "Ninguém" imaginou
Que "Todo Mundo" fosse esquecer
Ao final "Todo Mundo" culpou
E a culpa recaiu sobre "Alguém",
Pois "Qualquer Um" podia fazer
O que não foi feito por "Ninguém"
(Altemar da Silva Paes)
O que ninguém sabe até agora
E que alguém quer saber
É porque não editaste um livro
Para todo mundo ler.
E que alguém quer saber
É porque não editaste um livro
Para todo mundo ler.
Eu e Vc...
Na Cama...
No Escuro...
Vc Me Chupando...
E Fazendo Barulho...
Quando Chega Perto Do Meu Ouvido,
Me Deixa Louco...
Te Bato, tTe Xingo...
Te Pego De Jeito
Entao Acendo As Luzes...
Sangue Nos Lençóis..
Finalmente Peguei Vc.
Sua Muriçoca Desgraçada!! Takkkkkkkkkkkkk...*-*
. |> Parem De Pensar Besteira, mente poluída.
. |> Parem De Pensar Besteira, mente poluída.
Minha homenagem a todas as mães, pelo dia das mães.
Mãe, a Rainha do Lar
Para que a paz e alegria
Reinem no lar é mister
Haver perfeita harmonia
Entre o marido e a mulher
Briga entre esposo e esposa
É o que se vê de ordinário
Quando o pai quer uma coisa
A mãe quer justo o contrário
Este ideal de concordância
Foi-me fácil de alcançar
E com bastante tolerância
Firmei a paz no meu lar
E assim, felizes vivemos
Sem uma rusga sequer
Pois tudo em casa fazemos
De acordo com o que ela quer
É o que se vê de ordinário
Quando o pai quer uma coisa
A mãe quer justo o contrário
Este ideal de concordância
Foi-me fácil de alcançar
E com bastante tolerância
Firmei a paz no meu lar
E assim, felizes vivemos
Sem uma rusga sequer
Pois tudo em casa fazemos
De acordo com o que ela quer
Fotos da inauguração do escritório do Sr. Roldão Sereni, em 1956. A casa era ao lado da Farmácia do seu Contente.


Poesias 1 do Altemar Paes - Poetas e Poesias
Homenagem ao dia do professor.
A SINA DO PROFESSOR
Todo professor carrega uma sina
O ano inteiro ele é o único errado
Seja competente, pontual e assíduo
Ele nunca consegue ser do agrado
Os alunos logo colocam um apelido
E por todos os alunos ele é criticado
Se o professor é novo, ele é inexperiente
Se o mestre é idoso, já está ultrapassado
Se conhece a matéria, näo sabe explicar
Se ele sabe explicar, não é preparado
Se o tom de voz é alto, ele só sabe gritar
Se fala baixo, é um professor recalcado
Se é pontual e assíduo, ele é um caxias
Se precisa faltar, é um professor ausente
Se dá aula em pé, quer se exibir pra turma
Se dá aula sentado, é prá ler discretamente
Se dá pouca matéria, ele é desinteressado
Se dá bastante matéria, é muito exigente
Se brinca na aula, é metido a engraçado
Se é sério na aula, é um professor enjoado
Se chama atenção dos alunos, é grosseiro
Se não chama atenção, não é respeitado
Se a sua prova é fácil, o professor é fraco
Se a prova é difícil, ele é logo antipatizado
Se escreve muito, não sabe se expressar
Se não escreve, o mestre é desorganizado
Se fala corretamente, ele é um esnobador
Se fala gíria, o mestre é metido a avançado
Se exige muito da turma, é um rasga-beca
Se nada exige, ele é um professor relaxado
Se dá toda a matéria, é puxa-saco da direção
Se não completa a matéria, é um embromador
Se o aluno é aprovado, é porque é estudioso
Se é reprovado, foi perseguição, sim senhor
Se você, todavia, conseguiu ler esta poesia,
Agradeça a uma pessoa: ao seu professor
(Altemar da Silva Paes)
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