quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Ig-Miri - Genealogia, Cutura, Educação e Figuras Populares

Ig-Miri - Genealogia, Cultura, Educação e Figuras Populares
28022029
Ana Raquel Ribera Figueiredo


Durante uns 11 anos de vida escolar no INSA, cantei milhares de vezes: o Hino Nacional, o Hino da Bandeira, o Hino do Pará, o Hino de Abaetetuba e o Hino da escola. E em outubro, mês de São Francisco, patrono da escola, hinos católicos. Sobrevivi.. kkkkkk..
Os colegas sobreviventes acrescentem se esqueci algum hino.. kkk


Ig-Miri 3
C
Correa
1ª G/ pais, de Manoel João Correa de Miranda (1º Manoel João) e seu irmão Julião Antonio Correa de Miranda (1º Julião), que tiveram filhos, 2ª G/Filhos/F. 
2ª G/Filhos/F: MANOEL JOÃO CORREA DE MIRANDA (o 1º Manoel João) e seu irmão JULIÃO ANTONIO CORREA DE MIRANDA:
F
Ferreira
2ª G/F/Manoel João Correa de Miranda (o 1º Manoel João), c/c Maria Ferreira de Gusmão (esta citada em 1825), donos de terras com plantações e donos de escravos e senhores de engenhos em Igarapé-Miri/Pa e tiveram cerca de 10 filhos, 3ª G/Netos/N: Manoel João Correa de Miranda (homônimo do pai) e Marcellino José. Outros filhos: José Carlos Correa de Miranda, Manoel Gonçalves Correa de Miranda. Como dono de escravos Manoel João (o 1º Manoel João) teve outros filhos fora do casamento, fato comum na época da escravidão e da elite das localidades.

Nota: A família Gusmão é uma das primeiras do Povoado de Sant’Anna de Igarapé-Miry, junto com as famílias Correa de Miranda, dos Gonçalves Chaves, dos Castro, dos Pantoja, dos Gusmão e outras antigas famílias de Igarapé-Miri e Maria Ferreira de Gusmão foi esposa do 1º Manoel João Correa de Miranda, que casaram nas décadas finais do século 18.

Genealogia Paralela dos Ferreira de Gusmão:
MARIA FERREIRA DE GUSMÃO, esposa de Manoel João, acima, também era detentora de engenhos, entre os quais o Engenho Nossa Senhora das Mercês, no Rio Anapu, na Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri, e era dona de escravos e outros patrimônios, citada em 1825, possivelmente era parente de Anna Ferreira de Gusmão, esta dona de engenho/fazenda, dona de mais de 40 escravos, dona de terras na ilha onde se localizava o Engenho Nossa Senhora das Mercês com plantações de cacau citada em 1830. São citados como donos de engenhos/fazendas, contemporâneos de Maria Ferreira de Gusmão e sua irmã Anna: Thomas Homum, dona Rita Borges Machado, José Gonçalves Chaves, estes citados em 1830.

JOANNA MARIA FERREIRA DE GUSMÃO (possivelmente parente de Maria Ferreira de Gusmão e Anna Ferreira de Gusmão), c/c JOSÉ CARLOS CORREA DE MIRANDA (neto do 1º Manoel João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão), donos de terras e outros bens:

1) Huma sorte de terras principiando na boca do Igarapé denominado (....), athe o igarapé denominado Domingos Guará, (na Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry), com cazas de vivenda, cappela e engenho e hum cacoal pequeno, citado em 1838.

2) huma sorte de terras de Juarumbau-miri athe o igarapé da Partilha, com 2.800 pés de cacau e huma sorte de terras firmes (....) com 500 pés de café frotíferos com cazas cobertas de palha, (na freguesia de Sant’Anna de igarapé-Miry, citado em 1838), donos de 13 escravos e José Carlos ainda herda de sua mãe vários bens, inclusive casas em Belém/Pa (na antiga Travessa de Santo Antonio).

ANNA FERREIRA DE GUSMÃO, citada em 1830, 1836, dona de terras em área do Engenho Nossa Senhora das Mercês, com 4.825 pés de cacau, dona de casas e com 45 escravos e outros bens:

1) Huma sorte de terras na Ilha onde existe o Engenho de Nossa Senhora das Mercês, com duzentas braças de frente pelo mais ou menos principiando dos (....) athe o Igarapé de Thomas Homum (....).
2) 2.025 pés de cacau frutíferos.
3) Huma sorte de terras principiando das terras de thomas Homum athe o Igarapé de Serillo, que terá 120 braças de frente com meia légua de fundos pouco mais ou menos na Ilha onde existe o Engenho de Nossa senhora das Mercês.
4) Hum cacoal com 2.780 pés de cacau frutíferos.
5) Meio quarto de terras no rio (....) principiando dos marcos de D. Rita Borges Machado, pelo rio acima athe os marcos de Fernando Jozé Gonçalves Chaves, com uma légua de fundos.
6) Huma fazenda com cazas de vivenda e com Engenho e Olaria e huma Ilha de terras onde existe a dita fazenda que terá pouco mais ou menos huma légua.

Continuação da Genealogia dos Correa de Miranda:

3ª G/Netos, filhos de Manoel João Correa de Miranda (o 1º Manoel João) e Maria Ferreira de Gusmão:
3ª G/N/ Manoel João Correa de Miranda (o 2º Manoel João, homônimo do pai), nasceu no distrito de Anapu, Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri, era dono de terras com plantações de seringueiras, dono de escravos e com laços de comércio de borracha em Belém/Pa, dono de engenhos, tenente-coronel das antigas milícias, c/c Francisca Xavier Gonçalves Moura e ficou viúvo e casou uma 2ª vez com Catharina Maria de Oliveira Góes e sem filhos com essas esposas, porém teve um filho, 4ª G/Bisnetos/Bn, com Alexandrina Souza de Miranda (esta já era falecida em 1870) de nome Antonio Manoel Correa de Miranda. Manoel João Correa de Miranda faleceu quando seu filho Antonio Manoel tinha 20 anos de idade, em 1850 e teve cerca de outros 9 irmãos.

G
Gusmão
Ferreira
2ª G/F/Manoel João Correa de Miranda (o 1º Manoel João), c/c Maria Ferreira de Gusmão (esta citada em 1825), donos de terras com plantações e donos de escravos e senhores de engenhos em Igarapé-Miri/Pa e tiveram cerca de 10 filhos, 3ª G/Netos/N: Manoel João Correa de Miranda (homônimo do pai) e Marcellino José. Outros filhos: José Carlos Correa de Miranda, Manoel Gonçalves Correa de Miranda. Como dono de escravos Manoel João (o 1º Manoel João) teve outros filhos fora do casamento, fato comum na época da escravidão e da elite das localidades.

Nota: A família Gusmão é uma das primeiras do Povoado de Sant’Anna de Igarapé-Miry, junto com as famílias Correa de Miranda, dos Gonçalves Chaves, dos Castro, dos Pantoja, dos Gusmão e outras antigas famílias de Igarapé-Miri e Maria Ferreira de Gusmão foi esposa do 1º Manoel João Correa de Miranda, que casaram nas décadas finais do século 18.

Genealogia Paralela dos Ferreira de Gusmão:
MARIA FERREIRA DE GUSMÃO, esposa de Manoel João, acima, também era detentora de engenhos, entre os quais o Engenho Nossa Senhora das Mercês, no Rio Anapu, na Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri, e era dona de escravos e outros patrimônios, citada em 1825, possivelmente era parente de Anna Ferreira de Gusmão, esta dona de engenho/fazenda, dona de mais de 40 escravos, dona de terras na ilha onde se localizava o Engenho Nossa Senhora das Mercês com plantações de cacau citada em 1830. São citados como donos de engenhos/fazendas, contemporâneos de Maria Ferreira de Gusmão e sua irmã Anna: Thomas Homum, dona Rita Borges Machado, José Gonçalves Chaves, estes citados em 1830.

JOANNA MARIA FERREIRA DE GUSMÃO (possivelmente parente de Maria Ferreira de Gusmão e Anna Ferreira de Gusmão), c/c JOSÉ CARLOS CORREA DE MIRANDA (neto do 1º Manoel João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão), donos de terras e outros bens:

1) Huma sorte de terras principiando na boca do Igarapé denominado (....), athe o igarapé denominado Domingos Guará, (na Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry), com cazas de vivenda, cappela e engenho e hum cacoal pequeno, citado em 1838.

2) huma sorte de terras de Juarumbau-miri athe o igarapé da Partilha, com 2.800 pés de cacau e huma sorte de terras firmes (....) com 500 pés de café frotíferos com cazas cobertas de palha, (na freguesia de Sant’Anna de igarapé-Miry, citado em 1838), donos de 13 escravos e José Carlos ainda herda de sua mãe vários bens, inclusive casas em Belém/Pa (na antiga Travessa de Santo Antonio).

ANNA FERREIRA DE GUSMÃO, citada em 1830, 1836, dona de terras em área do Engenho Nossa Senhora das Mercês, com 4.825 pés de cacau, dona de casas e com 45 escravos e outros bens:

1) Huma sorte de terras na Ilha onde existe o Engenho de Nossa Senhora das Mercês, com duzentas braças de frente pelo mais ou menos principiando dos (....) athe o Igarapé de Thomas Homum (....).
2) 2.025 pés de cacau frutíferos.
3) Huma sorte de terras principiando das terras de thomas Homum athe o Igarapé de Serillo, que terá 120 braças de frente com meia légua de fundos pouco mais ou menos na Ilha onde existe o Engenho de Nossa senhora das Mercês.
4) Hum cacoal com 2.780 pés de cacau frutíferos.
5) Meio quarto de terras no rio (....) principiando dos marcos de D. Rita Borges Machado, pelo rio acima athe os marcos de Fernando Jozé Gonçalves Chaves, com uma légua de fundos.
6) Huma fazenda com cazas de vivenda e com Engenho e Olaria e huma Ilha de terras onde existe a dita fazenda que terá pouco mais ou menos huma légua.


Continuação da Genealogia dos Correa de Miranda:
G
3ª G/Netos, filhos de Manoel João Correa de Miranda (o 1º Manoel João) e Maria Ferreira de 
Gusmão:
3ª G/N/ Manoel João Correa de Miranda (o 2º Manoel João, homônimo do pai), nasceu no distrito de Anapu, Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri, era dono de terras com plantações de seringueiras, dono de escravos e com laços de comércio de borracha em Belém/Pa, dono de engenhos, tenente-coronel das antigas milícias, c/c Francisca Xavier Gonçalves Moura e ficou viúvo e casou uma 2ª vez com Catharina Maria de Oliveira Góes e sem filhos com essas esposas, porém teve um filho, 4ª G/Bisnetos/Bn, com Alexandrina Souza de Miranda (esta já era falecida em 1870) de nome Antonio Manoel Correa de Miranda. Manoel João Correa de Miranda faleceu quando seu filho Antonio Manoel tinha 20 anos de idade, em 1850 e teve cerca de outros 9 irmãos.

L
· Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry: 
Lobato
1ª companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
Para alferes, o guarda Manoel Sebastião Lobato.
C
. João Antonio da Cruz
. João Antonio da Cruz Filho
· Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry: 
Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.

P
Pimentel
· Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry: 
Pimentel
Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel. 
Passos
· Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry: 
Passos
Correa
Miranda
Para capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
Oliveira
Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira.
Valois
Chaves
Para alferes, o guarda José Valois Chaves.

· Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry: 
3ª companhia:
Oliveira
. Manoel Raimundo de Oliveira
Para capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
Lopes
Oliveira
Para tenente, o alferes do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
Costa
Para alferes, o guarda Athanásio Bonifácio da Costa.

· Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry: 

4ª companhia; promoções em 1888:
Pinheiro
Para capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
Lira
Lobato
Para tenente, o guarda Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato.
Lira
Castro
Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra Castro. 

· Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry: 

6ª companhia; promoções em 1888:

Para capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
Lobato
Para tenente, o guarda Marcellino Antonio da Silva.
Rocha
Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Paraense
Perdigão
Estado maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense Perdigão.
Laudim
Miranda
Para tenente-quartel-mestre, o guarda João Antonio Laudim de Miranda.

Espírito Santo
Genealogia Paralela de Catharina Ignácia do Espirito Santo:
Pais de Catharina Ignácia?
CATHARINA IGNÁCIA DO ESPÍRITO SANTO, dona terras, engenho, roças, canaviais: 1) hum engenho coberto de palha com cazas de morada e huma sorte de terras principiando da boca do Igarapé (....) athe a boca do Furo Açu (....) (situado na Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, citado em 1829). 2 huma roça de mandioca em terras firmes. 3) hum canavial em terras de vargens. 4) huma sorte de terras no Rio Muruasú (na Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, citado em 1829), dona de 24 escravos na localidade Furo-Açu e Muru-Açu.


· Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry: 
Correa
Carupuna
Promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.

Genealogia Paralela dos Castilhos:
Rodrigues
Castilhos
MARCIANNO RODRIGUES DE CASTILHO, que em 1889 era alferes do 7º batalhão de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miri, junto com Francisco Antonio d’Oliveira Pantoja, como tenente-quartel-mestre, o tenente-ajudante-alferes João Capistrano Janhahu e o capitão Hypólito Rabello Moreira Sampaio, capitão-tenente Raimundo Pinheiro Lopes, tenente-alferes Cordolino Afonso de Lyra, tenente Agostinho Augusto pinheiro, tenente Manoel Domingos d’Oliveira, Alferes Manoel Raymundo dos Santos Quaresma, e o alferes José Ildefonso Sosinho.
Família:
Castilho
MARIA DO CARMO DE CASTILHO, dona de engenho de cana movido à água, casas e dona de 32 escravos em terras de Abaeté, citada em 1853 e 1ª esposa do Cel. Caripuna, falecida em 1851. Filhos de Maria do Carmo de Castilho c/Antonio Francico Correa Caripuna (Tenente-Coronel Caripuna): Francisco e Firnino Correa Caripuna.
Correa
Caripuna
Francisco Correa Caripuna, c/c sua prima Aurélia, filha de Justo José (irmão do Coronel Caripuna) e tiveram filhos.
Firmino Correa de Miranda, c/c sua prima Elíbia (filha de Justo José, irmão do Coronel Caripuna) e tiveram filhos.
Família:
ISABEL MARIA DE CASTILHO (possivelmente irmã de Maria do Carmo de Castilho), c/c Justo José Correa de Miranda (da 4ª G/Bisnetos/Bn, abaixo), sendo o 1º casamento deste e tiveram filhos: Aurélia Aureliana e Elíbia Eufrosina Correa de Miranda. Justo José casou uma 2ª vez com Alexandria Maria Pinheiro e tiveram filhos: Rogério, Raquel e Reinaldo Correa de Miranda.



Filhos de Isabel Maria de Castilho e Justo José Correa de Miranda:



Aurélia Aureliana Correa de Miranda, c/c seu primo Francisco Correa de Miranda, este filho do Tenente-Coronel Caripuna.



Interesses Familiares do Autor do Blog do Prof. Ademir Rocha:

Cada pessoa possui como raízes familiares 8 bisavós, sendo 4 pelo lado paterno e 4 pelo lado materno. Os 4 avós pelo lado paterno do autor do Blog, Prof. Ademir Rocha, já foram identificados em parte. Sua bisavó paterna Ana Andreza Correa, casada com seu bisavô paterno, Olympio Gomes Rocha, dá indícios de ter vindo da família Correa de Miranda ou Correa de Igarapé-Miri, haja vista a afinidade entre alguns componentes da família Correa de Miranda, com membros da família Gomes da Rocha, com interesses comerciais e familiares na localidade Tucumanduba. Fazendo algumas suposições da existência desses bisavós, o autor do Blog encontrou a data entre as décadas de 1830 a 1840, como prováveis datas de nascimento de seu bisavós paternos e maternos. Foi encontrada a data de 1876 que cita Olympio Gomes Rocha, como professor da escola elementar do Tucumanduba, local onde o Coronel Caripuna e Coronel José Honório Roberto Maués, ambos vindos do clã familiar dos Correa de Miranda e o Coronel Caripuna falece em 31/11/1877 no então “districto” de Abaeté e a amizade entre essas famílias se faz sentir em 1905 através do avô paterno de Ademir Rocha, o Sr. Olyntho Rocha, quando o Coronel José Honório Roberto Maués, torna-se padrinho de batizado de um dos filhos do Sr. Olyntho Rocha. 



Uma questão pessoal do autor do Blog do Prof. Ademir Rocha, que é pesquisador amador das genealogias das populações dos municípios do Baixo Tocantins, é que o mesmo tem como seu bisavô paterno o Sr. Olímpio Gomes da Rocha (professor no Tucumanduba em 1876-mesmo local de um dos engenhos do Coronel José Honório Roberto Maués, este filho de João Olympio Roberto Maués, citado em 1877 e genro do Coronel Caripuna-Antonio Francisco Correa de Miranda ou Antonio Francisco Correa Caripuna, com acréscimo do Caripuna) e respectiva bisavó a Sra. Ana Andreza Correa. Os Gomes Rocha ou Gomes da Rocha são abundantes na então Província do Pará e com componentes dessas famílias espalhados nas localidades do Baixo Tocantins (Joaquim Gomes da Rocha, professor em 1867 em Baião, 1876 em Conde; Capitão Felippe Benício Gomes da Rocha, citado em 1874) e havia uma relação muito estreita entre a família Gomes Rocha com as famílias Correa de Miranda e Roberto Maués, que são do mesmo clã familiar. Sua bisavó paterna, Ana Andreza Correa, possivelmente vem das famílias Correa ou Correa de Miranda, de Igarapé-Miri. Precisamos fazer uma visita ao Livro do Tombo, da Igreja de Sant’Anna, de Igarapé-Miri, e ao Cartório do Registro Civil dessa cidade, anos do 1800 em diante.



Genealogia Paralela de Olympio Gomes Rocha:

1ª G/ pais de Olympio Gomes Rocha

2ª G/Filhos/F, Olympio Gomes Rocha, casou com Anna Andreza Correa e com filhos, 3ª G/Netos/N: Olyntho Rocha e outros.

3ª G/N, Olyntho Rocha, casou com Maria Lobato e com Filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Ademar, Santino, Lydia Lobato Rocha e outros. Vide Família Lobato, de Abaetetuba.





Família:

Andrezza Pereira Machado, professora da escola elementar de Maiauatá, distrito de Igarapé-Miry, citada em 1885.

Genealog da Fam C d M e outros aspectos
1ª G/pais de João Tourão Correa de Miranda e outros irmãos, 2ª G/Filhos/F: Claudomiro Correa de Miranda e outros.
2ª G/Filhos/F, João Tourão Correa de Miranda, dono de engenho de cana-de-açúcar no rio Maiauatá em 1930, no atual município de Igarapé-Miri/Pa e de outro engenho na localidade Santo Antonio do Botelho, no mesmo município e ainda torna-se arrendatário do Engenho Nova Olinda, este no município de Abaetetuba/Pa e, posteriormente, nos anos de 1960, João Tourão Correa de Miranda muda para a capital e segue na modalidade de comércio de estivas no bairro da Cidade Velha em Belém.
2ª G/F, Claudomiro Correa de Miranda, irmão de João Tourão Correa de Miranda.

1ª G/ pais de Silvestre Correa de Miranda
2ª G/Filhos/F, Silvestre Correa de Miranda, que comprou o antigo Engenho Cariá, sito no Rio Meruú-Açu, no atual município de Igarapé-Miri, que inicialmente, no final do século 19, pertencia ao Capitão Amadeu Cristino Pinheiro (este filho da escrava Ana Cristina) e que, na primeira década do século 20, foi vendido ao Major João Pinto Longuinhos Braga, cuja viúva vendeu o Engenho Cariá ao sr. Silvestre Correa de Miranda, que casou com Joanna Longuinhos e com filhos, 3ª G/Netos/N: Olavo (este morava em Belém), Oduval (este trabalhava com o pai), que chegaram a trabalhar mais alguns anos no engenho.

1ª G/ pais de Perciliano Tourão Correa
2ª G/Filhos/F, Perciliano Tourão Correa, que comprou o Engenho Vera Cruz, sito nas margens do Rio Panacuéra-Miri, de Maria Fortes, que tinha herdado esse antigo engenho de seu pai, Major João Nicolau Fortes, após a década de 1950 e ficou nos negócios da indústria canavieira até a década de 1970 quando adveio a crise dos engenhos do Baixo Tocantins.

Família
1ª G, pais de Raimundo Correa de Miranda
2ª G/Filhos/F, Raimundo Correa de Miranda e outros?, nasceu em Igarapé-Miri entre os anos de 1897 a 1899 e jovem viajou para a Ilha do Marajó, interior da cidade de Breves/Pa e casou com Rogéria Bahia/Correa de Miranda e tiveram 5 filhos, 3ª G/Netos/N que têm descendência também em Belém/Pa e netos, 4ª G/Bisnetos/Bn, entre os quais Carlos Alberto Correa de Miranda, este residindo atualmente no Rio de Janeiro/RJ e que está interessado em obter mais dados sobre a origem de sua família e a certidão de nascimento de seu avô Raimundo Correa de Miranda, citado acima.
3ª G/Netos/N, filhos de Raimundo Correa de Miranda e Rogéria Bahia Correa de Miranda.
4ª G/Bisnetos/Bn, netos de Raimundo Correa de Miranda e Rogéria Bahia Correa de Miranda, nascidos de seus 5 filhos.
4ª G/Bn, Carlos Alberto Correa de Miranda, reside no Rio de Janeiro, citado acima.
Colaboração de Carlos Alberto Correa de Miranda.


Família

Prezado:
Para complementação das informações do seu blog:
O Barão de Cayrari teve vários filhos, dos quais apenas dois sobreviveram:

O PRIMEIRO DE NOME:
5ª G/Tn/ Eufrosina Miranda (posterioremtne casou com o político paraense Nina Ribeiro e passou a ser EUFROSINA MIRANDA RIBEIRO), c/c com o influente jornalista, advogado e político paraense, Raimundo Nina Ribeiro, com nome na história do Pará, que ficou viúva e com filhos 6ª G/Tetranetos/Ttn. 

O SEGUNDO DE NOME:
5ª G/Tn, Antonio Miranda Filho (Falecido em 1911, em Belém)
Antonio Miranda Filho, casou com Arcelina Lima de MIranda (em solteira Silva Lima)

Tiveram os seguintes filhos:
Amadeu Correa de Miranda, Antonio Correa de Miranda, Leopoldina Correa de Miranda, Julieta Correa de Miranda, Julieta Correa de Miranda, Judith Correa de Miranda, Romeu Correa de Miranda, Antonieta Correa de Miranda, Pompeu Correa de Miranda e Maria Correa de Miranda.
O filho AMADEU CORREA DE MIRANDA, casou (no católico) em 1913, na Basílica de Nazare, em Belém e no Civil no Palacete da Cidade, com LILIA PINHEIRO DE MIRANDA (em solteira Lilia Madeira Pinheiro), filha de CESAR AUGUSTO DE ANDRADE PINHEIRO e ANNA MATHILDE ANDRADE PINHEIRO. Cesar Augusto de Andrade Pinheiro foi um dos homens fortes da região de Bragança, Capanema, Miraselvas e Quatipuru (sendo considerado o fundador daquela que mais tarde viria a ser Capanema). Durante décadas foi inimigo político do prioprio primo de nome LEANDRO ANTONIO PINHEIRO. Pelo que consta (ironia da vida) estão sepultados lado a lado no Cemitério de Quatipuru.

Continuando a trajetória de AMADEU CORREA DE MIRANDA E LILIA PINHEIRO DE MIRANDA. 
estes tiveram vários filhos. São eles: ORMY PINHEIRO DE MIRANDA, NOEMY PINHEIRO DE MIRANDA, ARLY PINHEIRO DE MIRANDA, ALBY CORREA DE MIRANDA (é o único filho cujo sobrenome é Correa de Miranda e não Pinheiro de MIranda), YVONI PINHEIRO DE MIRANDA, ENY PINHEIRO DE MIRANDA e LUZIO PINHEIRO DE MIRANDA.
Eny pinheiro de MIranda,veio para o Rio de Janeiro na decadá de 1940 e casou, em 1948, Com Manoel Francisco Duarte de Castro Araujo, deste casamento nasceram: JUREMA MIRANDA DE CASTRO ARAUJO e eu, MARCO MIRANDA DE CASTRO ARAUJO.
Tomara que eu tenha contribuido um pouco para a compreensão plena do caminhar dessa grande família.
Abs
Marco Miranda

Colaboração de Thyran Miranda
Família Correa de Miranda do Baixo Amazonas, Prainha/PA
Um membro desta família, devido a austeridade e rigidez familiar, mudou-se para o Peru e, posteriormente para o Baixo Amazonas, Prainha/Pa, ainda quando esta localidade pertencia ao município paraense de Santarem, e lá constituiu uma grande geração com 3 esposas sucessiva, dos Correia de Miranda, esta de Igarapé-Miri/PA

ANITA MIRANDA
. Professora BERENICE DE SOUSA MIRANDA, com nome na Tv. Professora Berenice de Sousa Miranda, em Painha/PA, bairro Açaizal.
,.DOMINGAS MIRANDA
. EMANOEL CORREA DE MIRANDA, nascido em 03/8/1873, 
FROYLAN CORREA DE MIRANDA, patriarca dos Correa de Miranda em Prainha e que é avô de Thayran Matheus Miranda..
RAYMUNDO CORREA DE MIRANDA, com nome da Travessa Raimundo Correa de Miranda, no bairro Açaizal
. ROLDÃO CORREA DE MIRANDA, filho de Emanoel Nazareth Correa de Miranda, que casou com 3 esposas sucessivas: Gregória, Dalila da Silva Miranda e Raimunda Pires e com os filhos: Domingas Miranda, Anita Miranda, Corinto da Silva Miranda, Benedita Pires Miranda, Ney Pires Miranda, Benedito Pires Miranda, Léia Pires Miranda, Cleia Pires Miranda, Arlindo Pires Miranda, Varlindo Pires Miranda, Carlos Pires Miranda, Manoel Pires Miranda, Neir Pires Miranda, Roldão Correa de Miranda Filho, Delfina da Silva Miranda, Altair da Silva Miranda, Lindóia da Silva Miranda, Raimundo da Silva Miranda, Deuslírio da Silva Miranda, Antonio da Silva Miranda, Maria José da Silva Miranda e Rômula da Silva Miranda, este nascido em 04/41938 e se for o mais criança significa que os demais são anteriores ao ano de 1938. Rodão Correia de Miranda teve outros irmãos: Philadelfo Correa de Miranda, Ernesto Correa de Miranda, Maria de Lourdes Correa de Miranda, Otaviano Correa de Miranda, Priscila Correa de Miranda, Natalina Correa de Miranda, Isolina Correa de Miranda Bernardete Correa de Miranda, esta nascida em 27/8/1906, e se esta for a mais criança da família, os demais são de nascimento anteriores ao 1906.
. ROLDÃO CORREA DE MIRANDA FILHO, este filho de Roldão Correa de Miranda, e Raimunda Pires e Roldão Filho casou com Oneide de Santa Maria do Uruará.

. VICENTE ANTONIO DE MIRANDA, nascido em 10/03/1803 e falecido em 10/12/1852 aos 49 anos, em Belém/PA, foi dono da Fazenda Conceição , no Marajó, como bem herdado, solteiro até então solteiro, foi Tenente-Coronel do Batalhão de Caçadores da Guarda Nacional, condencorado com a comenda da Ordem de Christo pela Rainha de Portugal; condecorado como Oficial da Imperial Ordem da Rosa, e foi um dos mais proprietário da Província do Pará.

OUTRAS FAMÍLIAS DE IGARAPÉ-MIRI E ABAETETUBA
Família Amanajás de Tocantins
1ª G, pais de Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins
2ª G/Filhos/F, Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins, dono do Engenho Santa Cruz em 1712, movido pela força das correntezas das águas, sito no Igarapé Calha, no atual município de Igarapé-Miri, que produzia açúcar moreno, cachaça, rapadura, engenho posteriormente transformado à vapor, casou com Isabel Amanajás de Tocantins e com filhos, 3ª G/Netos/N, Tomás Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins.
3ª G/N, Tomás Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins, este Coronel da Guarda Nacional, comerciante, herdeiro do Engenho Santa Cruz no final do século 19, que prosperou e adquiriu lancha à vapor Rosinha e que casou com Rosa de Lyra e tiveram 12 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn, que venderam o Engenho Santa Cruz.

Família Rodrigues
1ª G/pais de Miguel Procópio Rodrigues
2ª G/Filhos/F, Miguel Procópio Rodrigues, natural do Rio Panacuéra, no atual município de Abaetetuba, dono de engenho movido à tração animal em 1889, que produzia açúcar, cachaça e rapadura, casado e com filhos, 3ª G/Netos/N.

Família Vale
1ª G/pais de Avelino Joaquim do Vale, português, dono de engenho em 1930 no rio Panacuéra, no atual município de Abaetetuba, com a produção de açúcar e que, posteriormente, comprou do Capitão Porfírio Antonio Lobato as terras do antigo engenho Santa Cruz e que associou-se ao jovem João Vasconcelos Alves, este de nacionalidade portuguesa e construíram engenho em 1930 com maquinário de marca inglesa, que prosperaram na atividade de comércio-indústria-navegação e só encerraram atividade com a crise da cachaça nos anos finais da década de 1970.

Família Vieira
José Pinto Vieira, que comprou as fazendas dos herdeiros de Antonio Manoel Correa de Miranda/Barão de Cairary.

Família Pinheiro
1ª G/ pais de Manoel João Pinheiro
2ª G/Filhos/F, Manoel João Pinheiro, Capitão da Guarda Nacional, foi intendente de Abaeté em 1891-1894 em substituição ao ex-intendente José Benedito Ruiz em conturbado processo político devido Ruiz não querer deixar a função de intendente, comprou o jornal O Abaeteense do Coronel Caripuna, rico dono de engenhos e escravos, tendo filhos (3ª G/Netos/N, com diversas mulheres, e tendo filhos com a escrava Ana Cristina, 3ª G/N, onde o Capitão chegou ao número de 100 netos, incluindo os netos de Ana Cristina, que hoje é venerada no Cemítério Público de Abaetetuba. Um dos 7 filhos do Capitão Manoel João e Ana Cristina é Amadeu Cristino Pinheiro, da 3ª G/N.

3ª G/N, Amadeu Cristino Pinheiro, nasceu no Rio Piquiarana, no atual município de Abaetetuba e faleceu bem idoso em Belém, tendo sido sepultado ao lado da sepultura de sua mãe, a escrava Ana Cristina, no Cemitério Público de Abaetetuba. Iniciou na indústria canavieira no final do século 19 comprando o pequeno Engenho Espírito Santo, e arrematou um terreno de grande extensão em Igarapé-Miri onde instalou outro engenho, o Engenho Carmo, por ser devoto de Nossa Senhora do Carmo e que também dono do Engenho Cariá, sito às margens do Rio Meruú-Açu, no atual município de Igarapé-Miri/Pa e que foi vendido na 1ª década do século 20 ao Major João Pinto Longuinhos Braga, tendo este ficado no referido engenho até o ano de 1940. A maioria dos parentes de Amadeu Cristino Pinheiro passou a residir e trabalhar no plantio e cultivo de cana-de-açucar para suprir o Engenho Carmo e Amadeu Cristino mandou construir uma grande casa que funcionava como comércio e local dos festejos religiosos à Nossa Senhora do Carmo e festas dançantes. Com os avanços dos seus negócios, Amadeu Cristino comprou outros terrenos para plantação de cana, inclusive o terreno cacual, que se localizava em frente ao engenho. Como mantinha negócios no município vizinho de Abaetetuba, transferiu sua família para os estudos nessa cidade onde comprou o imóvel de Acrísio Villaça da Silva, sito à Praça da Bandeira, em 1947, que foi vendido para servir de séde da Prefeitura Municipal de Abaetetuba. Porém a maioria de seus familiares continuaram a trabalhar nos negócios do Capitão Amadeu Cristino (nomeado Capitão da Guarda Nacional do final do século 19), que chegou a possuir mais de 200 parentes sob seu amparo. Tendo casado por 3 vezes, o Capitão Amadeu Cristino teve filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn.

Com a 1ª esposa, Januária da Silva Palheta o Capitão Amadeu Cristino não teve filhos.
Com a 2ª esposa, Merandolina Cipriana da fonseca, teve 6 filhos , 4ª G/Bn: Teodó, Ernestina, Ida, Ana, André e outro falecido bebê.
4G/Bn, André Pinheiro, que passou a administrar outro engenho de seu pai na localidade Cacual.
Com a 3ª esposa, Maria Raimunda Machado, teve 7 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Teotônio, Sizino, Murilo, Antonico, Hoyte, Nizi e Lourdes.
4ª G/Bn, os filhos dos irmãos do Capitão Amadeu Cristino, que constituíam uma numerosa família sob a proteção do Capitão.

Outros Componentes da Família Pinheiro, descendentes dos capitões Manoel João Pinheiro e Amadeu Cristino Pinheiro
Zeca Pinheiro
Zuzu Pinheiro
Juvêncio Cristino Pinheiro, comerciante e dono de engenho no Rio Piquiarana, município de Abaetetuba, em 1931.

1ª G/Pais de Luiz Quintino
2ª G/Filhos/F, Luiz Quintino, era caldeireiro de cobre nos engenhos da região, perito em recuperar alambiques e destilarias de aguardente de cana e montou um pequeno engenho ba Ilha de Uruá, no município de Igarapé-Miri/Pa na década de 1950, cuja produção vendia para a Casa Vale e regatões locais e instalou o Engenho São Benedito no final da década de 1950, sito às margens do Rio Maiauatá e, como a maioria dos donos de engenho da região, teve seus bens, maquinários, prédio e terras penhoradas por reclamações dos trabalhadores na Justiça do Trabalho em 1975.

Família Longuinhos Braga
1ª G/ pais do Major João Pinto Longuinhos Braga
2ª G/Filhos/F, Major João Pinto Longuinhos Braga, que foi dono do Engenho Ariramba, sito no rio Meruú-Açu, no atual município de igarapé-Miri/Pa, comprado do Capitão Amadeu Cristino Pinheiro na 1ª década do século 20 e no qual permaneceu até o ano de 1940-e o Major João Pinto Longuinhos Braga casou com Joanna Longuinhos, que tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Arcelino, Artimidório, Orlando e João, falecidos novos, na faixa de 25 a 35 anos e a sra. Joanna, após o falecimento de seu marido, vendeu o dito engenho para o sr. Silvestre Correa de Miranda, tendo este casado com Paulina Longuinhos de Miranda (provavelmente filha do Major João Longuinhos).

Família Garcia da Silva
1ª G/ pais do senador estadual Coronel José Garcia da Silva
2ª G/Filhos/F, Coronel José Garcia da Silva, foi senador estadual no Pará até 1900, intendente de Igarapé-Miri/Pa em várias legislaturas de 1900 a 1915 quando construiu o atual Palácio Senador Garcia, na mesma cidade, foi dono do Engenho Livramento, sito no Rio Anapu, na atual cidade de Igarapé-Miri/Pa no final do século 19 e dono do Engenho Santa Maria, sito no Rio Maiauatá, município de Igarapé-Miri na data de 1890, com produção de cachaça para venda aos comerciantes de regatão da região e o chamado Coronel Garcia tornou-se rico proprietário de bens, inclusive casas tipo chalé ornamentadas com materiais vindos da Europa. O antigo Engenho Livramento foi vendido ao Sr. Torquato Barros. O Coronel Garcia era casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: José Garcia Filho e outros.
3ª G/N, José Garcia Filho/Cazuzinha, que assumiu os negócios do pai, enquanto este desempenhava suas atividades políticas e Cazuzinha, tendo sido acidentado em uma moenda de engenho, vendeu o Engenho Santa Maria para fazer tratamento em Belém/Pa.

Família Fortes
1ª G/ pais do Major João Nicolau Fortes
2ª G/Filhos/F, Major João Nicolau Fortes, natural de Igarapé-Miri, falecido no princípio dos anos de 1950 com 94 anos de idade (nascido por volta de 1856), dono de engenho de cana-de-açúcar no rio Meruú-Açu em 1930 com dezenas de canaviais para suprir as atividades de produção de açúcar e cachaça, dono do Engenho São Sebastião (pertencia ao Coronel Maximiano Cardoso, com o nome de engenho Juarimbu), e dono do Engenho Vera Cruz, sito no Rio Panacuéra-Miri, tendo-o alugado ao sr. Meneléu Correa Leão. O Major Fortes era casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: João de Oliveira Fortes, Maria, Flor Fortes e outros.
3ª G/Netos/N:
3ªG/N, João de Oliveira Fortes, gerente do Engenho São Sebastião, adquirido por seu pai do Coronel Maximiano Cardoso na década de 1930.
3ª G/N, João de Moraes Fortes, filho do Major João Nicolau Fortes, que morava na cidade de Abaeté/Pa e foi chamado para gerenciar o mesmo Engenho São Sebastião nos anos de 1950.
3ª G/N, Maria Fortes, casou com Julião Simplício de Oliveira e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn.
3ª G/N, Flor Fortes, casou o português Joaquim de Freitas Castro.

Família Oliveira
1ª G/ pais de Julião Simplício de Oliveira
2ª G/Filhos/F, Julião Simplício de Oliveira, lendário dono de engenhos e outros bens em Igarapé-Miri/Pa, começou trabalhando com o dono de engenhos Major João Nicolau Fortes e que em 1940 adquiriu seu próprio engenho no Rio Santo Antonio no atual município de Igarapé-Miri//Pa, casou com Maria Fortes, esta filha do Major João Nicolau Fortes (vide família Fortes).

Família Leão
1ª G/ pais de Meneléu Correa Leão
2ª G/Filhos/F, Meneléu Correa Leão, que em 1956 foi admitido como sócio dos negócios de comércio e indústria canavieira do Major João Nicolau Fortes e filhos e que com recursos e capacidade administrativa deu impulso a esses negócios, especialmente do comércio de cachaça, tendo alugado o Engenho Vera Cruz, de Propriedade do Major Fortes, até a década de 1950 e permanecendo na sociedade até 1968, quando adquiriu o Engenho Nazaré, sito na Vila de Maiauatá no rio de mesmo nome.

Família Moraes
1ª G/ pais de João Pereira de Moraes/Cametá
2ª G/Filhos/F, João Pereira de Moraes/Cametá, que foi gerente do Engenho Santa Cruz, vindo da antiga Usina Santa Cruz citada em 1712 como produtora de açúcar em Igarapé-Miri, e Cametá, citado na década de 1950 se constituío um destacado administrador da lendária Casa Vale, situada à margem do Rio Maiautá pertencente à firma Alves Vale e Cia, tornando-se um dos sócios da referida firma por sua capacidade administrativa em negócios que envolviam atividades de indústria-comércio-navegação, incluindo o lucrativo comércio de regatão pelo Rio Tocantins e Baixo Amazonas e dita Casa Vale que se constituiu numa espécie de empório comercial do concorrido Rio Maiauatá, onde de seu porto chegavam e saíam numerosos barcos com negócios com a referida casa comercial. Porém a poderosa Casa Vale de grande importância comercial e histórica na indústria canavieira, especialmente da cachaça, no promissor e lucrativo comércio de regatão, não resistiu à crise que se abateu sobre a indústria canavieira e, em consequência, sobre as demais atividades comerciais e veio à falência nos fatídicos anos finais da década de 1970, devido uma série de fatores, especialmente a concorrência dos produtos vindos de outras partes de país, das execuções da Justiça do Trabalho, via Junta implantada no ano de 1973 em Abaetetuba, que levou à leilão o conjunto de bens imóveis da firma. Vide Indústria Canavieira de Abaetetuba e Igarapé-Miri.

Família Bastos
1ª G/Pais de Joaquim Vieira Bastos
2ª G/Filhos/F, Joaquim Vieira Bastos, dono do Engenho Ariramba, sito no Rio Itanimbuca, no município de igarapé-Miri/Pa montado na década de 1960, que produzia a cachaça Ariramba.

Família Fernandes
1ª G/ pais de Ricardo Fernandes
2ª G/Filhos/F, Ricado Fernandes, que era casado com uma das filhas do sr. Antonio José da Costa Cardoso, dono do antigo Engenho São Benedito na 1ª década do século 20, a qual herdou o dito engenho, que após alguns períodos de aliguéis foi fechado devido desgaste dos maquinários.

Família Costa
1ª G/ pais de Antonio Primo da Costa
2ª G/Filhos/F, Antonio Primo da Costa, que em 1930 comprou o Engenho Santa Maria, de propriedade de José Garcia Filho/Cazuzinha e seu pai Coronel José Garcia da Silva/Coronel Garcia. Antonio Primo da Costa desenvolveu atividades no engenho de cana-de-açúcar até o ano de 1950, quando alienou os bens ao deputado Alaci Pinheiro Sampaio. 

1ª G/ pais de Francisco Ferreira da Costa/Seu Chico
2ª G/Filhos/F, Francisco Ferreira da Costa/Seu Chico, começou como empregado braçal e chegou a gerente de um engenho nas margens do Rio Quianduba em Abaetetuba e, poupando suas economias, conseguiu arrendar um pequeno engenho, em sociedade com dois amigos. Algum tempo depois comprou a engenhoca Santa Rosa, sito às margens do Rio Meruú-Açu, em Igarapé-Miri/Pa, com pequena produção de cachaça e, devido as dificuldades, passou a produzir menor quantidade de frasqueiras de cachaça em 1991, fato que fez com que Seu Chico, após 50 anos de atividades no ramo, viesse a fechar seu pequeno engenho e passou a viver como pequeno comerciante ribeirinho de Igarapé-Miri. 

Família Cardoso
1ª G/ pais de Antonio José da Costa Cardoso
2ª G/Filhos/F, Antonio José da Costa Cardoso, que era dono na 1ª década do século 20 do antigo engenho São Benedito, sito nas margens do Rio Meruú-Açu, que após algum tempo, comprou novas terras onde plantava cacau cuja produção vendia juntamente com a cachaça produzida no engenho, que com o falecimento do sr. Antonio José, foi herdado por uma de suas filhas, 3ª G/Netos/N, que era casada com o sr. Ricardo Fernandes, que após alguns anos de aluguéis do referido engenho, o mesmo foi fechado devido desgaste de maquinário.

Família Nunes
1ª G/ pais de Antonio Gonçalves Nunes, o Barão de Igarapé-Miri
2 G/Filhos/F, Antonio Goonçalves Nunes, o Barão de Igarapé-Miri, com um engenho no Rio Maiauatá, no atual município de Igarapé-Miri, local em que o sr. Altino Pinheiro Sampaio veio a montar, na década de 1950, o Engenho Santo Antonio.

Família Rodrigues
1ª G/pais de Jerônimo Marques Rodrigues
2ª G/Filhos/F, Jerônimo Marques Rodrigues, natural de Igarapé-Miri e falecido em 2009 com 92 anos de idade (nasceu por volta de 1907), iniciou suas atividades no comércio de regatão através da canoa à vela São Benedito que havia adquirido do sr. Júlio Correa Lobato no ano de 1946 e fazendo trocas de cachaça, telhas e outros produtos do Baixo Tocantins com os produtos como farinha de mandioca, peixes secos e outros das localidades dos rios Capim, Santana, Ilha do Marajó, e vendendo o resultado das trocas no próprio município de Igarapé-Miri/Pa. Em 1957 pasoou a fazer o mesmo comércio pela região do Salgado do Pará, atravessando a Baía do Sol, pelas localidades de Curuçá, Marudá, Maracanã e outras, tendo prosperado nos negócios, casado e com filhos, 3ª G/Filhos/F: Osmar, Oscar, João, José, Celso, Maria Neuza, Maria de Nazaré, Maria Celma e Marinete Correa Rodrigues, tendo introduzido os filhos na mesma atividade e com embarcações motorizadas, inclusive o navio Pinheiro, que reformado, passou a chamar-se São Jerônimo com viagens para o Baixo Amazonas e ainda no sistema de trocas, tendo avançado economicamente, e com isso, iniciaram na tradicional atividade canavieira, adquirindo maquinário usado do sr. José Timóteo e instalando o Engenho Liderança, sito no Rio Murutipucu, no município de Igarapé-Miri e com isso o sr. Jerônimo Marques Rodrigues ficou administrando o engenho e os filhos continuaram na atividade de comércio de regatão pelo Baixo Amazonas e região do Salgado Paraense. Com os progressos econômicos constituíram a firma Jerônimo Rodrigues & Filhos e assim adquiriram outros bens, inclusive os imprescíndíveis barcos para vender a Cachaça Rodrigues e outros produtos da região. Em 1973 iniciaram no ramo de torrefação de café em Belém, no Porto do Sal, negociando os produtos da torrefação da fábrica de Belém com os regateiros do Baixo Amazonas. Deixaram os negócios da indústria canavieira e do comércio de regatão nas mãos do sr. Bertino/Fiapo e montaram uma loja na Av. Alcindo Cacela, em Belém/Pa, loja que deu origem ao grande grupo de Spermercados Líder e o grande Shopping Center Castanheira. Os Rodrigues, descendentes de Jrônimo Marque Rodrigues, já devem estar atualmente com as gerações: 4ª (bisnetos), 5ª (trinetos), 6ª (tetranetos), etc. desse patriarca bem sucedido nos negócios advindo da indústria canavieira e do comércio de regatão muito comum em Igarapé-Miri e Abaetetuba nos anos de 1930 em diante.

Família Lobato
1ª G/ pais do Capitão Porfírio Antonio Lobato
2ª G/Filhos/F, Capitão Porfírio Antonio Lobato, que comprou as terras do antigo Engenho Santa Cruz e, posteriormente, as vendeu ao português Avelino Joaquim do Vale e também ficou por motivo de hipoteca com Américo Correa Filho, na 2ª década do século 20, com o Engenho Vera Cruz, sito no Rio Panacuéra-Miri e tendo repassado este engenho no princípio da década de 1930 ao Major João Nicolau Fortes.

1ª G/ pais de Manoel Lobato/Duquinha Lobato
2ª G/Filhos/F, Manoel Lobato/Duquinha Lobato, rico senhor, dono de negócios no ramo de indústria-comércio-navegação em Igarapé-Miri/Pa, com seus familiares residindo em Belém/Pa.

Família Ribeiro
1ª G/ pais de Raimundo Mito Ribeiro/Mito Ribeiro
2ª G/Filhos/F,Raimundo Mito Ribeiro/Mito Ribeiro, que junto com Manuel Lourenço Correa Lobato, alugaram do Major João Nicolau Fortes o Engenho Vera Cruz, sito às margens do Rio Panacuéra-Miri, ficando na indústria canavieira por alguns anos, quando o devolveram à sra. Maria Fortes, filha do Major Fortes que havia falecido.

Família Correa
1ª G/ pais de Américo Correa
2ª G/Filhos/F, Américo Correa, era de origem italiana, que na última década do século 19 montou o Engenho Vera Cruz no rio Panacuéra-Miri e prosperou economicamente. Casou e teve os filhos, 3ª G/Netos/N: Júlio e Américo Correa (o filho).
3ª G/N, Américo Correa Filho, que com o falecimento do pai, assume os negócios do engenho de cana, que na 2ª década do século 20, devido dificuldades financeiras, hipoteca o engenho ao Capitão Porfírio Antonio Lobato, que acaba ficando com o referido engenho Vera Cruz.
3ªG/N, Júlio Correa, que após o falecimento de seu pai, herda a propriedade denominada Espera, localizada nas margens do Rio Igarapé-Miri, onde havia uma grande plantação de cacau.

1ª G/ pais de Arcelino Pimentel Correa
2ª G/Filhos/F, Arcelino Correa, que começa a trabalhar desde os 14 anos como empregado de casa comercial, tendo posteriormente casado com Alice Pinheiro e foram para o interior do município de Igarapé-Miri/Pa para desenvolver o comércio de regatão em canoas à vela para o Baixo Amazonas, onde levava os produtos locais, especialmente cachaça, que trocava com os produtos desta região, como pirarucu, couros de jacarés e outros animais silvestres e outras mercadorias e assim foi crescendo nos negócios. Arcelino Pimentel Correa e Alice Pinheiro tiveram 3 filhos, 3ª G/Netos/N: Alaci, Arthur e Artêmio Pinheiro Correa e com estes criou a firma Arcelino Correa & Cia. e montaram o Engenho São Judas Tadeu no Rio Murutipucu, no atual município de Igarapé-Miri/Pa, com um maquinário adquirido do sr. Manoel Lobato/Duquinha Lobato, quando passaram a produzir cachaça de nominada Com Jeito Vai, que comercializava no sistema de regatão pelas localidades da região tocantina e rio Amazonas. Tendo prosperado nos negócios, Arcelino Pimentel Lobato e filhos, em 1970, foram para Belém e no chamado Porto do Sal instalaram um armazém de estivas chamado Armazém Correa e no final do ano de 1970 encerraram as atividades da indústria canavieira e do comércio de regatão. O sr. Arcelino Pimentel Correa já é falecido e os filhos, 3ª G/Netos/N, prosseguiram nos negócios e são os netos do Sr. Arcelino, 4ª G/Bisnetos/Bn, que estão à frente de uma grande rede de supermecados em Belém/Pa.

Família Correa Lobato:
1ª G/ pais de Júlio Correa Lobato
2ª G/Filhos/F, Júlio Correa Lobato, natural de Igarapé-Miri/Pa, comerciante de regatão, dono de embarcações, inclusive o navio Pinheiro, dono de engenhos.
1ª G/ pais de Manoel Lourenço Correa Lobato
2ª G/Filhos/F, Manoel Lourenço Correa Lobato, que junto com o sr. Mito Ribeiro, alugaram o Engenho Vera Cruz, sito no Rio Panacuéra-Miri, do Major João Nicolau Fortes. Manoel Lourenço e Mito Ribeiro, após alguns anos na indústria canavieira, devolveram o mesmo engenho à sra. Maria Fortes, que havia herdado o engenho de seu pai, o Major Fortes.
1ª G/Pais do Capitão Arcelino de Miranda Lobato
2ª G/Filhos/F, Capitão Arcelino de Miranda Lobato
1ª G/ pais de Arcelino Correa Lobato

Família Lopes
1ª G/ pais de Raimundo Pinheiro Lopes
2ª G/Filhos/F, Raimundo Pinheiro Lopes, que chegou a trabalhar nos engenhos de cana-de-açúcar do Major João Nicolau Fortes.

Família Araujo
1ª G/ pais de Manoel Araujo/Duquinha Araujo
2ª G/Filhos/F, Manoel Araujo/Duquinha Araujo, comerciante no município de Igarapé-Miri/Pa, nos anos de 1950 em diante.

Família Levy
1ª G/ pais de Moisés Levy
2ª G/Filhos/F, Moisés Levy, que chegou ao cargo de prefeito municipal de Igarapé-Miri/Pa, citado em 1931. 

Família Nahum
1ª G/ pais de Benjamim Nahum/Poca
2ª G/Filhos/F, Benjamim Nahum/Poca, comerciante e dono de engenhos no município de Igarapé-Miri/Pa nos anos de 1950 em diante.

Família Castro
1ª G/ pais de Joaquim de Freitas Castro
2ª G/Filhos/F, Joaquim de Freitas Castro, português, químico industrial, trabalhou nos engenhos do Major João Nicolau Fortes em Igarapé-Miri/Pa nos anos de 1930 que, posteriormente, adquiriu seu próprio engenho no Rio Piquiarana, no atual município de Abaetetuba/Pa, casou com Flor Fortes, esta filha do Major João Nicolau Fortes para quem Joaquim trabalhava.

1ª G/ pais de Raimundo Castro
2ª G/Filhos/F, Raimundo Castro, que era afilhado e trabalhava como gerente dos negócios de João Tourão Correa de Miranda até 1960.
1ª G/ pais do deputado Victório Gonçalves de Castro
2ª G/Filhos/F, deputado Victório Gonaçves de Castro, foi deputado na gestão do Governador Lauro Sodré ( anos de 1902 a 1914).

Família Pantoja
1ª G/ pais de Miguel e Venino Tourão Pantoja
2ª G/Filhos/F, Miguel Tourão Pantoja, que com o irmão Venino compram os negócios comerciais de João Tourão Correa de Miranda, em Igarapé-Miri/Pa.
2ª G/Filhos/F, Venino Tourão Pantoja

Família Pinheiro Sampaio
1ª G/ pais do deputado Alaci Pinheiro Sampaio
2ª G/Filhos/F, deputado Alaci Pinheiro Sampaio, que no ano de 1950 comprou o Engenho Santa Maria do sr. Antonio Primo da Costa e ficou na indústria canavieira até o ano de 1970.
2ª G/F, Altino Pinheiro Sampaio, que na década de 1950 instalou o Engenho Santo Antonio, às margens do Rio Maiauatá, no atual município de Igarapé-Miri/Pa, cuja cachaça produzida era vendida para as engarrafadoras Santo Antonio e Cocal, de São Sebastião da Boa Vista/Pa, na Ilha do Marajó. O Engenho Santo Antonio foi montado nas terras do antigo engenho de Antonio Gonçalves Nunes, o Barão de Igarapé-Miri, contemporâneo de Pedro Honorato Correa de Miranda citado em Família Correa de Miranda, acima.

Caros descendentes da Família Correa de Miranda,
Tem a seguinte questão que nós estamos moralmente comprometido com a resposta e não a temos: A Sra. Antonia Maria Alves de Miranda e sua filha Simone Miranda, moradoras em recife/Pe e descendente dos Correa de Miranda, querem notícias de seus parentes do Pará ou Brasil. Antonia é filha de Oswaldo Correa de Miranda (este nascido a 29/1/1916 noPará) e Maria Haidée Alves Miranda e Oswaldo, era filho de Cláudio Correa de Miranda e Hermelinda Correa de Miranda. Antonia hoje está com 70 anos e que encontrar seus parentes. Por favor, algum de vcs tem essa resposta? Feliz Ano Novo para todos os descendetes dos Correia de Miranda no Brasil. De Ademir Rocha


1.                  
2.                Prezado professor,
Sou descendente dos Pinheiros e Oliveiras citados aqui entre as famílias de Iguarapé- Miri, no entanto, tenho uma dúvida.

O capitão Manoel João Pinheiro e o senhor Basileu Benício de Oliveira eram filhos de colonizadores portugueses?

Muito obrigada pelas informações e meus parabéns pela pesquisa.

email amandaserrao@yahoo.com.br
3.               
Cara Amanda Serrão, obrigdo pela visita ao n/Blog e quanto à sua pergunta, se vc se refere ao Cap Manoel João Pinheiro, rico dono de engenhos e outros bens, casado, entre outras, com a escrsva Ana Cristina e com filhos, entre os quais o Cap Amadeu Cristino Pinheiro, este rico dono de engenhos em Ig-Miri e também se refere ao rico dono de engenhos e outros bens Julião Simplício de Oliveira, este filho de Basileu Benício de Oliveira e Maria de Nazaré Maciel de Oliveira, então, vc provém dessas tradicionais famílias de Ig-Miri e Abaetetuba. Abçs, Ademir Rocha
4.               
oi professor minha família descende de paulino correa de Miranda e miraci barbosa do Rio anapu de igarapé miri são meus avós
5.                
oi professor sou descendente de paulino Corrêa de Miranda e miraci barbosa são meus avós gostaria de saber de outros parentes
6.               
Caro João Guedes, se vc citar os pais, irmãos do seu pai Paulino Correa de Miranda, e os pais e avos de Miraci Barbosa. Abçs.
7.                
Professor, boa tarde, hoje depois de 25 anos eu consegui descobrir através de minha avó que meu avô materno se chama Antônio Miranda da Silva.
Ele não registrou minha mãe, cometeu um erro mentindo para minha avó dizendo que era solteiro, não era é ainda tinha filhos. Minha mãe sabe pouco sobre ele. Só conseguir descobri porque minha avó está muito doente e resolveu dizer o nome e essas poucas informações. Consegue me orientar. Sei que é quase impossível descobrir no meio de tantos. Isso aconteceu no Rio de Janeiro em um bairro chamado Colégio. Abraços!
8.               
Professor, boa tarde, hoje depois de 25 anos eu consegui descobrir através de minha avó que meu avô materno se chama Antônio Miranda da Silva.
Ele não registrou minha mãe, cometeu um erro mentindo para minha avó dizendo que era solteiro, não era é ainda tinha filhos. Minha mãe sabe pouco sobre ele. Só conseguir descobri porque minha avó está muito doente e resolveu dizer o nome e essas poucas informações. Consegue me orientar. Sei que é quase impossível descobrir no meio de tantos. Isso aconteceu no Rio de Janeiro em um bairro chamado Colégio. Abraços!
9.               
Caro Douglas Vives, obgdo. pela visita ao n/Blog e realmente é muito complicado se descobrir essa origem. Temos que descobrir se Antonio Miranda da Silva, seu avô, é de Abaete, Igarapé-Miri ou Belém e se os nomes Miranda e Silva são de alguma família dessas localidades. Pela certidão de nascimento d s/avô, saberemos seus pais, maternos e paternos, que são seus bisavós. Em todo caso, vou ver se encontro nas famílias Miranda e Silva alguma genealogia que leve ao seu avô materno. Abçs. de Ademir Rocha.

Ig-Miri 2
Como as terras de Abaetetuba e Igarapé-Miri são banhadas pelos mesmos corpos d’água, conforme citado acima, seria natural que as terras dos mesmos municípios se prestassem ao plantio da cana doce, que fornecia a matéria-prima para os antigos engenhos e sua indústria canavieira, na produção de açúcar e cachaça. As cabeceiras dos rios Paramajó, Arumanduba, Ilha Sirituba, Guajarázinho, Sarapuquara, Maracapucu, Costa Maratauíra, Furo Grande, Tucumanduba, Piquiarana, Itacuruçá, Piquiarana-Açu, Piquiarana-Miri, Panacuéra e Campompema, Mahuba, quase todos influenciados pelas águas das marés que se formavam a partir do Rio Meruú-Açu e alguns desses cursos d’água banhando os dois municípios. Então, foi natural que os grandes donos de engenhos de cana doce do Baixo Tocantins, tivessem empreendimentos canavieiros nos dois municípios. 
Muitos engenhos e grandes canaviais existiam nas margens dos rios de Igarapé-Miri e Abaetetuba, e esses rios foram importantes no escoamento dos produtos da indústria canavieira e do intenso comércio de regatão. Alguns importantes rios da época dos engenhos de Igarapé-Miri e Abaetetuba:

Rio Meruú-Açu, lendário rio de Igarapé-Miri, que abrigou dezenas de engenhos e canaviais e que avança para o município de Abaetetuba, recebendo ali o nome de Rio Maratauíra.
Alguns Engenhos no Rio Meruú-Açu
· Engenho São Benedito, de Antonio José da Costa Cardoso.
· Novo Horizonte, de João Nicolau Fortes
· Engenho Cariá, de Amadeu Cristino Pinheiro
· Engenho Indiano, da firma Nonato e Filho, de Guilherme Nonato e filhos Plácido Febrônio, Raimundo e Antonio Nonato.
· Engenho Menino Deus I, da firma Lobato e Silva, com os sócios, Eládio Correa Lobato e Eduardo Carlos Silva.
· Engenho Santa Helena, de João Tourão de Miranda
· Engenho Santa Rosa, de Francisco Ferreira da Costa
· Engenho São João, de José Timóteo da Costa
· Engenho São Jorge, de Raimundo Martins de Lima e filho Agenor da Silva Lima
· Engenho São Paulo, de José Roberto de Araujo
· Engenho São Vicente, da firma Souza e Irmão, que tinha como sócios os irmãos: Manoel Joaquim de Souza e Praxedes Vicente de Souza.
Engenho Veneza, do Major João Nicolau fortes e Aladim Lapa Sampaio.

Rio Santo Antonio, que abrigou os seguintes engenhos:
· Engenho Brasil, de Julião Simplício de Oliveira
· Engenho Santo Antonio de Botelho, de João Tourão Correa de Miranda
· Engenho Pará, dos irmãos Caetano e Acácio Correa Leão
· Engenho Recreio, de Meneléu Correa de Leão

Rio Murutipucu, importante rio que abrigou os engenhos:
· Engenho Liderança, de Jerônimo Marques Rodrigues e filhos
· Engenho São Judas Tadeu, de Arcelino Correa
· Engenho Aliança, dos Irmãos Correa
· Engenho São Raimundo do Rio Murutipucu, de Didi Machado

Rio Itanimbuca
Importante rio de Igarapé-Miri, em cujas margens abrigou os engenhos:
· Engenho Ariramba, de Joaquim Vieira Bastos
· Engenho Livramento, do capitão Arcelino de Miranda Lobato e filho Eládio Correa Lobato.

Rio Maiauatá
Lendário rio de Igarapé-Miri que abrigou importantes portos, fábricas e engenhos, e que serviu de importante entreposto da antiga navegação fluvial à vapor da Província do Pará pela localização estratégica na navegação e no escoamento e comercialização dos produtos da indústria canavieira e no transporte de passageiros e ligação com outras importantes vias fluviais da região.

Alguns Engenhos, Casas Comerciais e Portos Situados às Margens do Rio Maiauatá
· Engenho Casa Vale, da firma Alves Vale & Cia, proprietária da histórica usina de Açúcar Santa Cruz, que vem desde 1712 e que abrigava também um importante entreposto comercial que servia na navegação fluvial e ao comércio de regatão do Baixo Tocantins.
· Engenho Nazaré, de Meneléu Correa Leão
· Engenho Santa Maria, citado em 1890, que pertenceu ao senador estadual Coronel José Garcia da Silva.
· Engenho Fortaleza, de propriedade da firma Produtos Alimentícios Fortaleza Ltda, constituída pelos sócios, Manoel Lourenço Correa Lobato, Eládio Correa Lobato e Raimundo Mito Ribeiro.
· Engenho Independência, de Júlio Correa Lobato
· Engenho Santo Antonio de Botelho, de João Tourão de Miranda
· Engenho Santo Antonio, de Altino Pinheiro Sampaio
· Engenho São Benedito de Maiauatá, de João Quintino
· Bar Alegria, situado na Vila Maiauatá, no rio de mesmo nome, de Anilo Martins Cardoso, célebre pelas festas que promovia no local.
· Engenho Vivi, dos irmãos João, Waldemar, Altino, Raimundo e Aladim Lapa Sampaio, e onde existia o histórico e lendário Trapiche Hipólito, que era uma espécie de entreposto comercial no século 19, que pertencia ao Coronel Hipólito Moreira Sampaio.

Rio Juarimbu
Que abrigou os seguintes engenhos:
· Engenho Juarimbu, importante e histórico que pertenceu Coronel Maximiano de Almeida Cardoso.
· Engenho São Sebastião, de Meneléu Correa de Leão.

Igarapé Santana
· Que abrigou o Engenho São Raimundo, de Raimundo Lopes Sampaio, este filho do lendário Coronel Hipólito Rabello Moreira Sampaio que era o dono do mesmo engenho, porém situado no Rio Maiauatá, quando funcionava como entreposto comercial no século 19.

Furo e Ilha do Uruá
· Com plantações de canaviais e o Engenho Santa Rosa, de Luiz Quintino. 

Igarapé Calha
· Onde existiam engenhos e canaviais.

Rio Anapu, que abrigou importantes engenhos a partir da Era Colonial do Pará:
· Engenho Anapu, antigo engenho do alferes Felippe Correa de Sá, que vem da era colonial do Pará.
· Engenho do Carmo, histórico, lendário e antigo Engenho do Carmo, do Barão de Cairary/Antonio Correa de Miranda e outros engenhos da mesma família.
· Engenho Livramento, que em épocas recuadas pertencera ao Coronel José Garcia da Silva

Rio Caji:
· Utilizado na plantação da cana doce.

Rio Panacuéra
· Que divide suas águas e terras entre Abaetetuba e Igarapé-Miri e que abrigava o Engenho São Raimundo do Panacuéra, de Benjamim de Castro Nahum/Poca.

Rio Japuretê, afluente do Rio Meruú-Açu
· Que abrigava o Engenho São Sebastião, de Anilo Martins Cardoso e seu pai, Antonio da Costa Cardoso.

Panacuéra-Miri
· Que no final do século 19 abrigou o Engenho Vera Cruz, de Américo Correa

Rio Mamangal
· Que abrigou o Engenho Quaresminha, dos irmãos Quaresma

Rio Acarajó
· Que era utilizado na plantação da cana doce

Rio São Domingos
· Que abrigava o engenho de Plácido Justo da Silva
Citações Históricas
· Fazenda São Domingos, localizada na localidade Itapocu, do termo judiciário de Igarapé-Miry, nas mediações da cidade de Cametá, citada em 1864 e em 1884 é atacada por um grupo de quilombolas, entre os quais: Gaspar, Raymundo, Roberto, Isidoro, Victório, Gonçalo, Manoel Pedro e Laurindo.
· Fazenda Conceição, de D. Ângela e o quilombola Victório, citados em 1884, no conflito da Fazenda São Domingos.

Furo do Seco
Que abrigava os engenhos:
· Engenho São João do Furo do Seco, de João de Souza Paiva/João Boi
· Engenho São José, de Raimundo Martins de Lima.

Fazenda Jaguarary:
Observações:
· A importante, histórica e lendária Fazenda Jaguarary e seu engenho, sito na povoação do Moju e que era um dos grandes engenhos do ciclo açucareiro do século 17, que se dedicava a grande produção de açúcar, onde a maior parte era exportada para Portugal e que foi instalado por Ambrósio Henriques da Silva Pombo/Barão de Jaguarary e que foi repassado para os padres jesuítas, que em 1669 servia de casa de recreio para esses padres e que sob a direção desses missionários continuou sua função de fazenda e engenho, empregando mais de duas centenas de escravos índios e negros nos serviços das lavouras e do engenho.
· A citação abaixo se refere ao município de Igarapé-Miry, porque esse município era cabeça do Termo judiciário de Igarapé-Miry, que englobava os territórios da Villa de Igarapé-Miry e das Freguesias de Moju e Abaeté.
· A citação se refere apenas a um projeto que não chegou a ser implantado, talvez devido ao fato de que as agitações políticas pela implantação do regime republicano já se faziam sentir muito forte na Capital e pelo interior da província do Pará e, por isso, não oferecia boas condições sociais para a implantação desse grande empreendimento açucareiro.

"Em 1889 era objetivo do governo a instalação de um engenho central denominado Jaguarary no município de Igarapé-Miry, ou melhor, um engenho central na Fazenda Jaguarary, tendo como contratante do engenho o bacharel Heráclio Vespasiano Fiock Romano, que obrigou-se por si ou por sua empresa, que se responsabilizou em organizar, fundar e explorar esse engenho para a fabricação de açúcar e álcool de cana, com aparelhos, maquinismos dos mais aperfeiçoados com capacidade para moer diariamente 400 mil toneladas de cana-de-açúcar em 24 horas, pelo valor de 850 contos de réis (oitocentos e cincoenta mil réis= 850:000$000 réis), com emprego para 500 famílias imigrantes, lavradores para cultivar a cana e com favores concedidos pelo governo imperial".

Outros Engenhos ou Donos de Engenhos

· Engenho Serrão, de José Pacheco Serrão de Castro, povoação de Moju
· Engenho Conceição, sito no Rio Piquiarana, do português Joaquim de Freitas Castro
· Engenho de Benedito Ferreira Pantoja, no Rio Mahuba.
· Engenho Vera Cruz, no Rio Panacuéra-Miry, de Lobato & Cia, que passou para a firma Tourão Correa e irmão.
· Engenho Cariá, no Rio Meruú, de Silvestre Correa de Miranda
· Engenho Cacaual, no lugar Espera, Rio Igarapé-Miry, de Amadeu Cristino Pinheiro
· Engenho Carmo, no rio Igarapé-miri, de Amadeu Cristino Pinheiro
· Engenho Nazaré, no Rio Domingos, de Henrique Bitencourt, que com o falecimento do proprietário passou para Viúva Henrique Bitencourt e Cia.
· Engenho São Miguel, no rio Maiauatá, de Sampaio Ltda.
· Engenho Santa Cruz, no Rio Panacuéra-Açu, de Viúva Vale e Cia, que também produzia álcool e açúcar branco.
· Engenho Livramento, no rio Itanimbuca, de Arcelino Brasiliano, que passou a pertecer ao seu filho Eládio Correa Lobato.
· Engenho Santa Maria, no rio Maiauatá, de Antonio Primo da Costa, que passou para a firma A. Sampaio e Cia.

· Engenho Nossa Senhora das Mercês:
Antigo e histórico engenho da localidade Anapu de MARIA FERREIRA DE GUSMÃO, esposa de Manoel João Correa de Miranda, que era detentora de engenhos, entre os quais o Engenho Nossa Senhora das Mercês, no Rio Anapu, na Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri, que era dona de escravos e outros patrimônios, citada em 1825, possivelmente parente de Anna Ferreira de Gusmão, esta dona de engenho/fazenda e dona de mais de 40 escravos, dona de terras na ilha onde existia o Engenho Nossa Senhora das Mercês com plantações de cacau citada em 1830.
Thomas Homum, Donos, dono de engenhos/fazendas, contemporâneos de Maria Ferreira de Gusmão e sua irmã Anna, citados em 1830.
Dona Rita Borges Machado, dono de engenhos/fazendas, contemporâneos de Maria Ferreira de Gusmão e sua irmã Anna, citados em 1830.
José Gonçalves Chaves, dono de engenhos/fazendas, contemporâneos de Maria Ferreira de Gusmão e sua irmã Anna, citados em 1830.

JOANNA MARIA FERREIRA DE GUSMÃO (possivelmente parente de Maria Ferreira de Gusmão e Anna Ferreira de Gusmão), c/c JOSÉ CARLOS CORREA DE MIRANDA (neto do 1º Manoel João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão), donos de terras e outros bens: 
Engenho no Igarapé Domingos Guará: 
Uma sorte de terras principiando na boca do Igarapé denominado (....), athe o igarapé denominado Domingos Guará, (na Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry), com cazas de vivenda, cappela e engenho e hum cacoal pequeno, citado em 1838. 
Huma sorte de terras de Juarumbau-miri athe o igarapé da Partilha, com 2.800 pés de cacau e huma sorte de terras firmes (....) com 500 pés de café frotíferos com cazas cobertas de palha, (na freguesia de Sant’Anna de igarapé-Miry, citado em 1838), donos de 13 escravos e José Carlos ainda herda de sua mãe vários bens, inclusive casas em Belém/Pa (na antiga Travessa de Santo Antonio). 

ANNA FERREIRA DE GUSMÃO, citada em 1830, 1836, dona de terras em área do Engenho Nossa Senhora das Mercês, com 4.825 pés de cacau, dona de casas e com 45 escravos e outros bens:
1) Huma sorte de terras na Ilha onde existe o Engenho de Nossa Senhora das Mercês, com duzentas braças de frente pelo mais ou menos principiando dos (....) athe o Igarapé de Thomas Homum (....).
2) 2.025 pés de cacau frutíferos.
3) Huma sorte de terras principiando das terras de Thomas Homum athe o Igarapé de Serillo, que terá 120 braças de frente com meia légua de fundos pouco mais ou menos na Ilha onde existe o Engenho de Nossa Senhora das Mercês.
4) Hum cacoal com 2.780 pés de cacau frutíferos.
5) Meio quarto de terras no rio (....) principiando dos marcos de D. Rita Borges Machado, pelo rio acima athe os marcos de Fernando Jozé Gonçalves Chaves, com uma légua de fundos.

· Engenho de Anna Ferreira de Gusmão:
Huma fazenda com cazas de vivenda e com Engenho e Olaria e huma Ilha de terras onde existe a dita fazenda que terá pouco mais ou menos huma légua.

Bens de ANTONIO FRANCISCO CORREA CARIPUNA/Coronel Caripuna, citados em seu inventário de 1877: 
Fazenda Boa Vista, situada no districto de Abaité, com caza de vivenda coberta de telhas e engenho separado desta, parte coberto de telha e parte de palha (....) com dois canaviais no mesmo terreno, e socas em outro terreno de jenipahuba com machinas para cana, motor, caldeira, no estado, machina de serrar miserável, uma dita de olaria também miserável, tachos e turbinas assentadas, 8 tachos para depósito de açúcar, 4 coxos pequenos para depósito d’ágoa e garapa, duas pipas para caxaça, 8 coxos de garapa, um alambique velho e furado com seus pertences velhos e um aparelho (....). 
Fazenda denominada São Francisco, no districto de Abaité, com caza de vivenda de sobrado, coberta de telha, e mais outra pequena caza no Rio Maracapucu, tendo a mesma fazenda um cacoal velho no Igarapé (.....), no Furo do Coelho. 
Um sítio com caza de vivenda coberta de palha na boca do Rio Piramanha, no districto de Abaité. 
Uma sorte de terras no districto de Abaité, da boca do Rio Anequara do Rio Urucum. 
Uma sorte de terras firmes no districto de Abaité no Rio Curupiri (....) com uma légoa pouco mais ou menos. 
Uma sorte de terras no Rio Urubum, districto de Abaité. 

Engenho de Maria do Carmo de Castilho:
MARIA DO CARMO DE CASTILHO, dona de engenho de cana movido à água, casas e dona de 32 escravos em terras de Abaeté, citada em 1853 e 1ª esposa do Cel. Caripuna, falecida em 1851. Filhos de Maria do Carmo de Castilho c/Antonio Francico Correa Caripuna (Tenente-Coronel Caripuna): Francisco e Firnino Correa Caripuna.

· Engenho Santa Cruz:
O antigo Engenho Sana Cruz teve vários donos, um dos quais foi LEANDRO MONTEIRO AMANAJÁS DE TOCANTINS em 1712, movido pela força da água, para produção de açúcar, sito no Igarapé Calha, no atual município de Igarapé-Miri/Pa, que casou com Isabel Amanajás de Tocantins e com filhos, 3ª G/Netos/N: Tomás Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins, coronel da Guarda Nacional, comerciante, dono do Engenho Santa Cruz no final do século 19, que tornou-se rico, adquirindo a lancha à vapor Rosinha importada da Alemanha, que casou com Rosa de Lyra e tiveram 12 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn , que por inexperiência nos negócios e residindo em Belém, vieram a vender os maquinários do engenho e as terras para o Capitão Porfírio Antonio Labato.

· Engenho de Antonio José da Silva Brabo:
ANTONIO JOSÉ DA SILVA BRABO, dono de engenhos e escravos em Abaeté e Igarapé-Miry, casou e teve filhos, 3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo.

· Engenho de José Fleury Correa Caripuna:
JOSÉ FLEURY CORREA CARIPUNA, citado em 1877 e que em 1888 era o 1º suplente de juiz municipal do termo de Igarapé-Miry e o 3º suplente era o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda, e José Fleury era dono de engenhos.

Engenhos do TENENTE-CORONEL JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS: 
Com casa de vivenda e com engenho para fabricar cachaça e mel no Rio Piquiarana em 1922. 
Fábrica de cachaça, açúcar e mel, denominada “Conceição”, no Rio Piquiarana, da firma Maués & Barbosa, tendo como sócios José Honório Roberto Maués e José Barbosa Ferreira, em 1931. 

· Engenhos de Justo José Correa de Miranda:
JUSTO JOSÉ CORREA DE MIRANDA, era coletor de rendas de Abaeté, citado em 1818/1819, Oficial da Guarda Nacional de Abaeté citado em 1869, falecido quando seus filhos Rogério e Reinaldo (do 2º casamento) estavam com 12 e 3 anos, respectivamente, detentor de casas, inclusive 8 residências em Belém/Pa (uma casa de sobrado na Travessa do Passinho em Belém) e de muitas terras com plantações de cacau e engenhos movidos à vapor de lenha nos distritos de Igarapé-Miri e Abaeté, senhor de 32 escravos e dono de um grande patrimônio (147.840$040 réis), citado em 1878, e Justo José ocupou vários cargos públicos na era provincial de Abaeté, como professor vitalício da escola do 1º grau do sexo masculino citado em 1847 até1855 quando foi aposentado, coletor de rendas de Abaeté e outras funções e ele era dono dos seguintes bens, citados em 1878 em Igarapé-Miri e Abaetetuba: 
Engenho Santo Antonio no Furo do Coelho, Rio Tucumanduba, districto de Abaité, movido à vapor, e a machinaria deste em uso e trabalhando, com cazas de vivenda, e engenho coberto de telhas, situado em uma sorte de terras, que do igarapé Furo, que faz divisa com o Engenho São Francisco dos herdeiros do finado Coronel Caripuna (este falecido em 1877) entrando pelo Igarapé Acapu, onde faz divisa com o Engenho São Jozé do Major Jozé Honório Roberto Maués, tendo o mesmo engenho cinco coxos de madeira, três pipas, três táboas para açúcar, cinco taxos de ferro sendo que três assentes e uma quebrada, dois alambiques, sendo um em bom estado e outro inutilizado, e mais acessórios pertencentes ao fabrico de açúcar e aguardente (....) tendo um alambique de motor contínuo e duas bombas que não pertencem ao Engenho (.....) tendo ainda o mesmo engenho uma sala com porta para a parte do rio com altar, castiçaes e santo, que é a capela do mesmo engenho. 
Engenho Cariá, movido à vapor com caza grande de vivenda na caza do mesmo Engenho, cobertos de telha, situado em uma sorte de terras no Rio Moruhuapú, segundo districto de Igarapé-Miry, tendo o engenho todos os acessórios e pertences para o fabrico do açúcar e aguardente, inclusive um turbina, dois alambiques, sendo um do motor contínuo, tanques, coxos (.....). 

· Engenho de Julião Antonio Correa de Miranda:
JULIÃO ANTONIO CORREA DE MIRANDA, citado em 1800 como tenente da 8ª Companhia do Regimento de Milícia da cidade de Belém, dono de engenho movido à água no rio Anapu, Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri, dono de terras com plantações de cacau e café, dono de 47 escravos em 1810, irmão de Manoel João Correa de Miranda, este e sua esposa Maria Ferreira de Gusmão, citados em 1925.
Bens de Julião Antonio Correa de Miranda, citados em 1810 em seu inventário: 
Hum Engenho de cana d’água muito arruinado com seus aguilhões de ferro, com cazas cobertas de palha, com seus quartos por acabar, com ranchos de palha, situado em terras de Manoel João Correa de Miranda, irmão do falecido, no Rio Anapu (....). 
5.950 pés de cacau 

Engenho de Maria da Glória Correa de Miranda:
MARIA DA GLÓRIA CORREA DE MIRANDA, dona de terras, engenho e terrenos: 
Huma sote de terras com meia légua, pouco mais ou menos a qual principia das divisões de JOZÉ GONÇALVES CHAVES e confina com ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA, fundos competentes, denominado vulgarmente Japaticú com caza de vivenda coberta de telha com 100 palmos de frente e 70 de fundos, além de um grande quintal com cazas (no município de Igarapé-Miry, citado em 1857). 
Hum quarto de terras nas cabeceiras do Rio (....) que principiam dos marcos de ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA e dahi por diante athe o (....) de braças pertencentes às ditas terras (na freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, citada em 1857). 
Dois terrenos na Villa de Igarapé-Miry (citados em 1857). 
Hum engenho de moer urucú sem serventia (citado em 1857), dona de17 escravos. 

Engenhos de Maria Rita Correa de Miranda: 
Maria Rita Correa de Miranda, dona de terras com plantações de cacau na Vila de Igarapé-Miri, dona 16 escravos, contemporânea do seu vizinho, também dono de fazendas/engenhos: Maria Gonçalves Chaves, citados em 1857. 
· Engenhos de José Carlos Correa de Miranda: 
José Carlos Correa de Miranda c/c Joanna Maria Ferreira de Gusmão, donos de terras com plantações de mais de 2.800 pés de cacau e cana-de-açúcar, donos de casas, engenhos e 13 escravos na igarapé Domingos Guará, Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri. 
Engenho de Silvestre Correa de Miranda: 
Silvestre Correa de Miranda, que comprou o antigo Engenho Cariá, sito no Rio Meruú-Açu, no atual município de Igarapé-Miri, que inicialmente, no final do século 19, pertencia ao Capitão Amadeu Cristino Pinheiro (este filho da escrava Ana Cristina) e que, na primeira década do século 20, foi vendido ao Major João Pinto Longuinhos Braga, cuja viúva vendeu o Engenho ao Sr. Silvestre Correa de Miranda, que casou com Joanna Longuinhos e com filhos, 3ª G/Netos/N: Olavo (este morava em Belém), Oduval (este trabalhava com o pai), que chegaram a trabalhar mais alguns anos no engenho. 
· Engenho Menino Deus, no Rio Panacuéra, de Albino da Costa Correa.
· Engenho Santa Maria, no Rio Maiauatá, de Antonio Primo da Costa.
· Engenho São João, no Rio Meruú-Açu, de José Timóteo & Cia, de José Timóteo da Costa. 

Ig-Miri 4
. 1ª G/ pais de Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins
. 2ª G/Filhos/F, LEANDRO MONTEIRO AMANAJÁS DE TOCANTINS, dono do antigo Engenho Santa Cruz em 1712, movido pela força da água, para produção de açúcar, sito no Igarapé Calha, no atual município de Igarapé-Miri/Pa, que casou com Isabel Amanajás de Tocantins e com filhos, 3ª G/Netos/N: Tomás Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins, coronel da Guarda Nacional, comerciante, dono do Engenho Santa Cruz no final do século 19, que tornou-se rico, adquirindo a lancha à vapor Rosinha importada da Alemanha, que casou com Rosa de Lyra e tiveram 12 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn , que por inexperiência nos negócios e residindo em Belém, vieram a vender os maquinários do engenho e as terras para o Capitão Porfírio Antonio Lobato.

Família
Genealogia Paralela de Victória Maria da Silva Brabo
. 1ª G/ Pais de Antonio José da Silva Brabo ou avós de Victória Maria
. 2ª G/Filhos/F: ANTONIO JOSÉ DA SILVA BRABO, dono de engenhos e escravos em Abaeté e Igarapé-Miry, casou e teve filhos, 3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo.
. 3ª G/Netos/N: VICTÓRIA MARIA DA SILVA BRABO AMANAJÁS, c/c o Coronel Antonio Cardoso Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri e tiveram filhos, . 4ª G/Nisnetos/Bn: Hygino Amanajás e outros.
. 3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo, casou uma 2ª vez com o Tenente-Coronel Caripuna e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho) e outros, inclusive a que se tornou esposa de Hygino Amanajás.
Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, é citada em 1877, mãe de Hygino Amanajás, citado em 1877, este genro do Tenente-Coronel Caripuna, por que casado com uma das filhas desse tenente-coronel, citado falecido em 1877. Victória Maria da Silva Brabo Amanajás era casada com o Coronel Antonio Cardoso Amanajás (que foi o introdutor do clã Amanajás na antiga Freguesia de Abaeté), com que teve vários filhos, entre os quais o Coronel Hygino Amanajás/Hygino Antonio Cardoso Amanajás.

Continuação da Genealogia dos Correa de Miranda
. 5ª G/Trinetos/Tn: filhos de Antonio Francisco Correa Caripuna (Tenente-Coronel Caripuna) e Maria do Carmo de Castilho:
. 5ª G/Tn/ Francisco Correa Caripuna, c/c sua prima Aurélia, filha de Justo José (irmão do Coronel Caripuna).
. 5ª G/Tn/ Firmino Correa de Miranda, c/c sua prima Elíbia (filha de Justo José, irmão do Coronel Caripuna).
. 5ª G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria da Silva Brabo, citada em 1877:
. 5ª G/Tn: Victório Antonio Correa Caripuna, citado em 1877.
. 5ª G;Tn: José Fleury Correa Caripuna, citado em 1877 e que em 1888 era o 1º suplente de juiz muncipal do termo de Igarapé-Miry e o 3º suplente era o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda.
. 5ª G/Tn: Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho), citado em 1877.
. 5ª G/Trinetos/Tn, outros filhos do Tenente-Coronel Caripuna (estes filhos eram ainda  vivos quando a 2ª esposa do Tenente-Coronel Caripuna, Victória Maria da Silva Brabo, ficou viúva em 1877:
. 5ª G/Tn; uma filha c/c Hygino Amanajás, este citado em 1877.
. 5ª G/Tn: uma filha casou com Antonio José Ferreira de Góes, citado em 1877.

Genealogia Paralela
Outras Famílias Amanajás
Theodomiro Amanajás de Carvalho

Família
. 1ª G/ pais de Manoel Antonio Cardoso Amanajás
. 2ª G/Filhos/F, Manoel Antonio Cardoso Amanajás, dono do Engenho Palheta, no  distrito de Villa Muaná, na Ilha do Marajó, Pará.

Genealogia Paralela
Outros Góes
Ferreira de Góes
. Antonio José Ferreira de Góes, casou com uma filha do Coronel Caripunas.

Continuação da Genealogia dos Correa de Miranda
. 3ª G/Netos/N , da família Correa de Miranda, Victória Maria da Silva Brabo, casou uma 2ª vez com o Tenente-Coronel Caripuna e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho) e outros, inclusive a que se tornou esposa de Hygino Amanajás.
Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, é citada em 1877, mãe de Hygino Amanajás, citado em 1877, este genro do Tenente-Coronel Caripuna, por que casado com uma das filhas desse tenente-coronel, citado falecido em 1877. Victória Maria da Silva Brabo Amanajás era casada com o Coronel Antonio Cardoso Amanajás (que foi o introdutor do clã Amanajás na antiga Freguesia de Abaeté), com que teve vários filhos, entre os quais o Coronel Hygino Amanajás/Hygino Antonio Cardoso Amanajás.
. 5ª G/Trinetos/Tn: filhos de Antonio Francisco Correa Caripuna (Tenente-Coronel Caripuna) e Maria do Carmo de Castilho:
. 5ª G/Tn/ Francisco Correa Caripuna, c/c sua prima Aurélia, filha de Justo José (irmão do Coronel Caripuna).
. 5ª G/Tn/ Firmino Correa de Miranda, c/c sua prima Elíbia (filha de Justo José, irmão do Coronel Caripuna).
. 5ª G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria da Silva Brabo, citada em 1877:
. 5ª G/Tn: Victório Antonio Correa Caripuna, citado em 1877.
. 5ª G;Tn: JOSÉ FLEURY CORREA CARIPUNA, citado em 1877 e que em 1888 era o 1º suplente de juiz muncipal do termo de Igarapé-Miry e o 3º suplente era o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda, e José Fleury era dono de engenhos.

Silveira Góes
Capitão JOÃO FLORÊNCIO DA SILVEIRA GÓES
. Em 1868 eram 2 Comandos Superiores, situados nas Comarcas da Capital e Villa de Igarapé-Miry.
Na Comarca da Capital eram 7 comandos superiores:
Comando Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá), Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves, Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião, Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém (Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando Superior da Comarca de Igarapé-Miry
. Comandante superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
No 10º batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na Freguesia de Abaeté.
No 11º batalhãi de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na Villa de Igarapé-Miry.
Na 2ª secção de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na Freguesia de Cairary.
Na companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Nonteiro de Lyra Lobato, na Villa de Igarapé-Miry
Na companhia de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da Silveira Góes, na Freguesia de Abaeté.
Maués Góes
Emercinda Maués Góes, participava da comissão organizadora das antigas festas de Nossa Senhora da Conceição.
Outros Maués 
. Rosendo Maués, dono do Engenho Santo Antonio para fabricar cachaça na localidade Rio Maúba.

Continuação da Genealogia dos Correa de Miranda
. 5ª G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria:
. 5ª G/Tn: uma filha c/c ILDEFONSO SOSINHO, citado em 1877.
. 5ª G/Tn: ADELAIDE CARIPUNA, que c/c João Olympio Roberto Maués (este deu origem ao clã dos Roberto Maués, de Abaeté), senhor de engenho e escravos, citado em 1877, ano de falecimento de seu sogro, o Cel. Caripuna. (Vide Fam. Maués) e tiveram filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Maria, José Honório, Firmo e Manoel Roberto Maués, que também se tornaram ricos donos de engenhos em Abaeté. Vide famílias Roberto Maués e Ferreira Nunes.
. JOÃO OLYMPIO ROBERTO MAUÉS, citado em documentos de 1894.
. 6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Adelaide Caripuna e João Olympio Roberto Maués:
. 6ª G/Ttn: Maria Maués Nunes, c/c José Ferreira Nunes, comerciantes na Rua Justo Chermont em 1922, ficou viúva e tiveram filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn.
. 6ª G/Ttn: CORONEL JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS, nasceu na Freguesia de Nossa S. da Conceição de Abaeté e foi sepultado no 2º Cemitério Público de Abaetetuba, dono da Fazenda/engenho São José, na margem esquerda da localidade Rio Tucumanduba, recebeu o título de Comendador da Ordem de Cristo do governo imperial, com patente de tenente-coronel da Guarda Nacional, foi deputado na Assembléia Imperial e é citado em 1874 como subdelegado do distrito de Abaeté, junto com o delegado Francisco José Correa de Miranda, de Igarapé-Miry,  subdelegado de Igarapé-Miry, Francisco Lopes Tourão,subdelegado de Anapu, Manoel Lourenço Correa de Miranda.
Com o advento da República, a 13 de fevereiro de 1890 o Governo Provisório do Pará dissolveu a Câmara Municipal, porém, na mesma data, um outro decreto criava o Conselho de Intendência Municipal, tendo como 1º intendente José Honório Roberto Maués e, como este não aceitou a nomeação, foi substituído por José Benedito Ruiz.


4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Manoel Gonçalves Correa de Miranda e Thereza de Jesus Maia:
4ª G/Bn: João Antonio Sandim de Miranda
4ª G/Bn: Anna Correa de Miranda. Presente à Instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895 e uma das assinantes da Ata de Cerimônia de Instalação 4ª G/Bn: Theresa Correa de Miranda, c/c Francisco Lobato Frade. É o mesmo Antonio Francisco Lobato Frade, que ajudava a eleger Pedro Honorato Correa de Miranda para a Assembléia provincial, citado desde 1835 a 1867.
4ª G/Bn: Joanna Correa de Miranda
4ª G/Bn: Major João Baptista Correa de Miranda, filho de um irmão de Manoel Gonçalves Correa de Miranda, acima, Capitão da Guarda Nacional citado em 1866, foi vereador na Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1861-1865), citado em 1876.

Pedro Honorato Correa de Miranda:
Em 1868 eram 2 Comandos Superiores, situados nas Comarcas da Capital e Villa de Igarapé-Miry.
Na Comarca da Capital eram 7 comandos superiores:
Comando Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá), Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves, Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião, Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém (Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando Superior da Comarca de Igarapé-Miry
Pedro Honorato Correa de Miranda
Antonio Francisco Correa Caripuna
Comandante superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
No 10º batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na Freguesia de Abaeté.
No 11º batalhãi de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na Villa de Igarapé-Miry.
Na 2ª secção de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na Freguesia de Cairary.
Na companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Nonteiro de Lyra Lobato, na Villa de Igarapé-Miry
Na companhia de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da Silveira Góes, na Freguesia de Abaeté.
. Pedro Honorato Correa de Miranda, era o comandante superior da Guarda Nacional de Igarapé-Miri, que abrangia os batalhões da Guarda Nacional de Abaeté e ambos atrelados ao 1º Distrito da Comarca da Capital, junto com  as “paróchias”da Sé, SS. Trindade, Acará, Moju, Barcarena, Beja, Conde e Cairary, e Pedro Honorato, por motivo de doença, passou o cargo em 30/7/1868 para o tenente-coronel comandante do batalhão de infantaria nº 11, João Maria Gonçalves de Castro e este, por se achar fora do município e também doente, assumiu o cargo o comandante do 10º  batalhão de infantaria de Abaeté, Antonio Francisco Correa Caripuna,por ser o mais velho no comando de Igarapé-Miry . Quase todos pertenciam ao mesmo clã familiar dos Correa de Miranda de Igarapé-Miri/Pa.
Pedro Honorato Correa de Miranda, em1852 era o delegado da instrução pública da Villa de Igarapé-Miry, tendo como suplente José Antonio de Lyra Sosinho e em 1854 continuava como delegado, tendo como suplente José Antonio de Lira e Pedro Honorato ocupou o cargo de Secretário do Tribunal de Relações e Contabilidade e Escrituração Mercantil do Liceu, era jornalista no Jornal O Liberal, de Belém do Pará, citado em 9/4/1882, reitor do Colegio Paraense, citado em 1863.

. João Evangelista Correa Chaves, foi vereador da 1ª Câmara da Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1845-1849) e deputado provincial entre os anos de 1844 e 1875, primo de Pedro Honorato Correa de Miranda e seu eleitor para a Assembléia Provincial em vários mandatos.
. Francisco José Correa de Miranda vereador da 1ª Câmara da Vila de Santa Anna de Igarapé-Miri (1844-1849), Major da Guarda Nacional de Igarapé Miri citado em 1866 e delegado de Igarapé-Miry, tendo como subdelegado Francisco Lopes Tourão e mais os subdelegados de Anapu, Manoel Lourenço Correa de Miranda e de Abaeté, José Honório Roberto Maués, como da comarca da Capital, citados em 1874.
. Izidoro Antonio Correa de Miranda, foi vereador na Câmara de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1857-1860).
. Crescêncio Correa de Miranda, foi verador na Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1865-1868).
. José Procópio Correa de Miranda, citado em 1867, tenente.
. João José Correa de Miranda, citado em 1867 e Antonio Francisco Lobato Frade (é o mesmo Francisco Lobato Frade c/c Theresa Correa de Miranda, filha de Manoel Gonçalves Correa de Miranda e Thereza de Jesus Maia?), citado como eleitor de Pedro Honorato Correa de Miranda, desde 1835 a 1868, para a Assembléia Provincial e Manoel Lourenço, influentes em Igarapé-Miri .
. Manoel Procópio Correa de Miranda, foi vereador na Vila de Santa Ana de Igarapé-Miri (1873-1877, quando foi presidente da Câmara e 1881-1884)
. Antonia Maria Correa de Miranda, dona de terras com plantações, dona de 5 escravos no rio Coji, distrito de Anapu e Abaeté, citada em 1862.
. Antonia Euphrosina Correa de Miranda

. Tenente-Coronel Arlindo Leopoldo Correa de Miranda. Foi presidente da 1ª Câmara da Vila de Abaeté, em 1881 até 1884 e da 2ª, de 1884 a 1887.
Foi membro, como vogal, do Conselho de Intendência de Abaeté, período de 1890-1891, na intendência de José Benedito Ruiz.

. Dr. JOÃO EVANGELISTA CORREA DE MIRANDA, cunhado de João Evangelista Correa Chaves, foi vereador na Vila de Santa Anna de Igarapé-Miri (1865-1868), deputado provincial entre os anos de 1876 a 1878, e c/c uma irmã de João Evangelista Correa Chaves. Juiz Substo. do 2º Distrito Judiciário da Comarca, em 1895. Foi um dos assinantes da Ata de Instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895.
Dr. João Evangelista Correa de Miranda, como major-ciriurgião:
A comarca de Igarapé-Miry em 12/4/1906 abrigava a 72ª brigada de infantaria que tem como coronel comandante, o tenente-coronel Marcollino Augusto Ferreira Vaz e ainda:
Estado maior: Capitão-assistente, João Pereira da Costa Júnior e o capitão Miguel Mendes dos Reis; capitaõ-ajudante de ordem, Messias de Sigmaringa Lobato e capitão-ajudante de ordem, Leopoldo Anísio de Lima; major-cirurgião, Dr. João Evangelista Correa de Miranda.

MARIA DA GLÓRIA CORREA DE MIRANDA, dona de terras, engenho e terrenos:1) Huma sote de terras com meia légua, pouco mais ou menos a qual principia das divisões de JOZÉ GONÇALVES CHAVES e confina com ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA, fundos competentes, denominado vulgarmente Japaticú com caza de vivenda coberta de telha com 100 palmos de frente e 70 de fundos, além de um grande quintal com cazas (no município de Igarapé-Miry, citado em 1857).
2) Hum quarto de terras nas cabeceiras do Rio (....) que principiam dos marcos de ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA e dahi por diante athe o (....) de braças pertencentes às ditas terras (na freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, citada em 1857).
3) dois terrenos na Villa de Igarapé-Miry (citados em 1857).
4) hum engenho de moer urucú sem serventia (citado em 1857), dona de17 escravos.
MARIA RITA CORREA DE MIRANDA, dona de terras com plantações de cacau na Vila de Igarapé-Miri, dona 16 escravos, contemporânea do seu vizinho, também dono de fazendas/engenhos: Maria Gonçalves Chaves, citados em 1857.
JOSÉ CARLOS CORREA DE MIRANDA, c/c Joanna Maria Ferreira de Gusmão, donos de terras com plantações de mais de 2.800 pés de cacau e cana-de-açúcar, donos de casas, engenhos e 13 escravos na igarapé Domingos Guará, Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri.
Maria da Glória Miranda Nery, citada em1895.
Antonia Euphrosina Correa de Miranda.
MANOEL LOURENÇO CORREA DE MIRANDA (o 1º Manoel Lourenço), citado em 1874 como subdelegado de Anapu, junto com o delegado de Igarapé-Miry, Francisco José Correa de Miranda, de Igarapé-Miry, do  subdelegado Francisco Lopes Tourão e dos subdelegados,  tendo como subdelegado Francisco Lopes Tourão e mais o do subdelegado de Abaeté, José Honório Roberto Maués, como da comarca da Capital.

Família
Passos Correa de Miranda:

José dos Passos Correa de Miranda:
Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:

1ª companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
Para alferes, o guarda Manoel Sebastião Lobato.

Promoções: promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:


Para capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda. Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:

Para capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
Para tenente, o alferes do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
Para alferes, o guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:

Para capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
Para tenente, o guarda Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato.
Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:

Para capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
Para tenente, o guarda Marcellino Antonio da Silva.
Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Estado maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense Perdigão.
Para tenente-quartel-mestre, o guarda João Antonio Laudim de Miranda.
Por portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.

A família abaixo residente em Pernambuco quer conhecer e se corresponder com seus parentes do Pará:
1ª G/ pais de CLÁUDIO CORREA DE MIRANDA
2ª G/Filhos/F, Claúdio Correa de Miranda, casado com Hermelinda Correa de Miranda, ambos domiciliados e residentes em Belém/Pa e com filhos, 3ª G/Netos/N: Oswaldo Correa de Miranda e outros.
3ª G/N: OSWALDO CORREA DE MIRANDA, nascido a 21/1/1916 no Estado do Pará, que por questões familiares foi embora do Pará (sua mãe ficou viúva e casou uma 2ª vez) e nunca mais se teve notícias suas, fixando residência nos bairros da Várzea e da Boa Vista, em Recife-PE. Desde seu falecimento, posterior ao de sua esposa, sua única filha de Recife/Pe, junto a seus dois filhos, manifesta desejo de conhecer os seus parentes do Pará e até o momento não lograram êxito. Oswaldo Correa de Miranda casou civilmente em Recife com Maria Haydée Alves Miranda em 22/2/1941 e ambos já são falecidos desde a década de 1940 e Oswaldo e Haydée tiveram uma única filha, 4ª G/Bisnetos/Bn: Antonia Maria Alves Miranda, que completou 70 anos em 04/2012 (nascida em  1942) e seu maior sonho em vida é conhecer seus parentes do Norte do Brasil.
4ª G/Bn: Antonia Maria Alves Miranda, pernambucana, casou e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Simone Miranda/Simica, e Antonia tem uma neta, um neto, 6ª G/Tetranetos/Ttn e uma bisneta, 7ª G/Pentanetos/Pn, em Recife, que estão à procura de seus parentes da Família Correa de Miranda, do Norte do Brasil, especialmente os de Belém /Pa. Vide foto de Oswaldo e Maria Haydée.
Colaboração de Simone e Antonia Miranda, direto de Recife-PE.
Obs: Os dados sobre os parentes dessa família acima podem ser informados aqui mesmo nesta postagem no espaço de comentários abaixo ou ser enviados para o e-mail ademir-heleno@bol.com.br ou o e-mail de Simone acima citada. 

Família
1ª G, pais de Raimundo Correa de Miranda
2ª G/Filhos/F, Raimundo Correa de Miranda e outros?, nasceu em Igarapé-Miri entre os anos de 1897 a 1899 e jovem viajou para a Ilha do Marajó, interior da cidade de Breves/Pa e casou com Rogéria Bahia/Correa de Miranda e tiveram 5 filhos, 3ª G/Netos/N que têm descendência também em Belém/Pa e netos, 4ª G/Bisnetos/Bn, entre os quais Carlos Alberto Correa de Miranda, este residindo atualmente no Rio de Janeiro/RJ e que está interessado em obter mais dados sobre a origem de sua família e a certidão de nascimento de seu avô Raimundo Correa de Miranda, citado acima.
3ª G/Netos/N, filhos de Raimundo Correa de Miranda e Rogéria Bahia Correa de Miranda.
4ª G/Bisnetos/Bn, netos de Raimundo Correa de Miranda e Rogéria Bahia Correa de Miranda, nascidos de seus 5 filhos.
4ª G/Bn, Carlos Alberto Correa de  Miranda, reside no Rio de Janeiro, citado acima.
Colaboração de Carlos Alberto Correa de Miranda. 

Família
 João Marcellino Correa de Miranda, 6º suplente em exercício da subdelegacia do 2º distrito de Acará, citado em 1869, com casa  atacada à noite por 8 indivíduos armados.

Família:
JOÃO AUGUSTO CORREA, dono da Companhia de Navegação Fluvial Paraense, citado em 1868 fazendo as linhas dos vapores para as localidades de Moju, Guamá e com pontos de escalas na Boca do Jambuaçu, Freguesia de Moju, Boca do Canal, Fazenda do Coronel Miranda e Cairary e através dos vapores “Moju” e Guamá” em viagens de 20 horas á 12 milhas por hora e a favor da maré e em 1869 citado fazendo a navegação à vapor entre a Capital e os portos de Cairary, Acará e Tupinambá, no rio Guamá, com escala em Bujaru, São Domingos, São Miguel, Irituia com 2 vapores por mês, com subvenção de hum ano, por contrato de 30/11/1868, em duas linhas, uma da Capital a Igarapé-Mirim, tocando os vapores em Abaeté e a 2ª linha da Capital a Baião, tocando os vapores em Cametá, Tocantins e Mocajuba e em 1870 a mesma companhia de navegação é citada com 7 linhas de navegação e em franca prosperidade, sendo uma dessas linhas a linha inferior do Baixo Tocantins.

Família
Bacharel Manoel Gomes Correa de Miranda, juiz de órfãos  citado em 1844 e professor no Lyceu Paraense citado em 1844, em Belém/Pa,  juiz de direito citado em 1850,1851.
Família
Julião Honorato Correa de Miranda, falecido em 1874, engenheiro, citado em 1869, 1873 servindo nas obras da extinta Repartição de Terras Públicas, engenheiro e fiscal das obras públicas da província do Pará, citado nessa função em 1873 e em 1874 era o engenheiro-fiscal da construção da Igreja de Nazareth.
Julião Honorato Correa de Miranda (homônimo) citado em 1881 na abertura de estradas no Rio Tapajós e Mato Grosso, com demora de um mês de estudos e com relatórios, junto com o engenheiro Antonio Manoel Gonçalves Tocantins.
Família
João Pedro Correa de Miranda, citado em 1863 como aluno pensionista do Colégio Paraense, em 1879 comobacharel secretário interno da Relação do distrito.
João Pedro Honorato Correa de Miranda, bacharel citado em 1879 como secretário nomeado para o Tribunal de Relação do distrito da Capital e no mesmo ano citado como lente e professor de Contabilidade e Escrituração Mercantil, no Lyceu Paraense, recebendo menção honrosa.
As citações sobre João Pedro e João Pedro Honorato indicam, pelas datas, que se trata da mesma pessoa.
Família
Manoel Correa de Miranda, tenente-coronel, com contrato de 3:000$000 réis anuais, por 10 anos, com o governo da Província  em 1888, na navegação para Igarapé-Miry.
Adelino Octávio Correa de Miranda, bacharel, citado em 1886 como professor substituto de Latim do Lyceu Paraense, na capital.

Família
JOSÉ ANTONIO DE MIRANDA, com embarcação à vapor que fazia linha para a capital e para a sua fazenda no Rio Capim de 1859 a1862.
Mendes Correa & Cia, que possuía em 1900 contrato com o Estado do Pará para a navegação da Linha do Alto Acará.
João Baptista Correa de Miranda, citado em 1876 como como oficial da Guarda Nacional.
Manoel Martins Correa de Miranda, citado como professor da instrução pública de Moura em 1842.


Colaboração de Carlos Correa
Família Paralela de Severina Correa de Miranda
 . Agripino Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Carlos Correa,  filho de Creuza Pinheiro Correa e Oséas Lobato Correa.
. Cláudio Dória Pinheiro, filho de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro  
. Creuza Dória Pinheiro/Creuza Pinheiro Correa, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro e Creuza casou com Oséas Lobato Correa e com filhos: Carlos Correa.
.  Francisco Dória/Chiquinho Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda e Francisco com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
.  João Pereira Dória/João Dória, com origem na localidade Rio Murutipucu-comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva nessa localidade, casado com Severina Correa de Miranda e com filhos: Francisco, Ranulfo, Agripino, Maria e Rosa Dória. 
. Maria Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Natércia Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro.
. Oséas Lobato Correa, casou com Creuza Pinheiro Correa e com filhos: Cláudio Correa.   
.  Ranulfo Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Ranulfo com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
. Rosa Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Rosa casou com Gustavo Martins Pinheiro e com 4 filhos: Creuza, Zuila, Cláudio e Natércia Dória Pinheiro.
. Zuila Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro   

Colaboração de Carlos Correa
Família Paralela de Severina Correa de Miranda
 . Agripino Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Carlos Correa,  filho de Creuza Pinheiro Correa e Oséas Lobato Correa.
. Cláudio Dória Pinheiro, filho de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro  
. Creuza Dória Pinheiro/Creuza Pinheiro Correa, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro e Creuza casou com Oséas Lobato Correa e com filhos: Carlos Correa.
.  Francisco Dória/Chiquinho Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda e Francisco com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
.  João Pereira Dória/João Dória, com origem na localidade Rio Murutipucu-comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva nessa localidade, casado com Severina Correa de Miranda e com filhos: Francisco, Ranulfo, Agripino, Maria e Rosa Dória. 
. Maria Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Natércia Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro.
. Oséas Lobato Correa, casou com Creuza Pinheiro Correa e com filhos: Cláudio Correa.   
.  Ranulfo Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Ranulfo com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
. Rosa Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Rosa casou com Gustavo Martins Pinheiro e com 4 filhos: Creuza, Zuila, Cláudio e Natércia Dória Pinheiro.
. Zuila Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro   

Ig ABC

Família Acatauassu
. Domingos Borges Machado Acatauassu, (inimigo político de Pedro Honorato Correa de Miranda), foi um dos vereadores da 1ª Câmara de Vereadores da Villa de Igarapé-Miri (1845-1849), contemporâneo dos também vereadores dessa mesma câmara: Domingos Borges Machado Acatauassu, João Evangelista Correa Chaves, Francisco José Correa de Miranda, Pedro Honorato Correa de Miranda, João dos Santos Lopes e Antonio Hygino Cardoso Amanajás. Domingos Borges Machado Acatauassu, era do Partido Liberal, citado nos documentos dos períodos provinciais e nas primeiras décadas dos governadores do Pará, do Partido Conservador, que também era deputado na Assembléia dos Deputadosa, entre 1835 e 1867. O jornal O Diário do Grão-Pará, atacava Domingos Acatauassu nos anos de 1850, quando este era Juiz de Órfãos de Igarapé-Miri, porém Pedro Honorato perdeu influência sobre seus eleitores, inclusive de seus parentes, em 1867 e com isso perdeu a vaga de deputado provincial para Domingos Acatauassu e citado em 1877 como Tenente-Coronel Comendador, membro da comissão dos imigrantes cearenses para Igarapé-Miri.
Família Afonso
Os Afonso
. Benedita Afonso, foi citada em 1970 como professora nomeada em Igarapé-Miri/PA
. José Afonso, foi um dos antigos mirienses que lutaram  pela melhoria da educação em Ig-Miri.
. Maria da Graça Afonso, citada em 1968 como professora nomeada em Igarapé-Miri/PA.
. Florêncio Farias Afonso, chegou na antiga Vila Concórdia, hoje Maiuatá, em 1920e muito ajudou no desenvolvimento da localidade.
Família
. Florêncio Farias Afonso
. José Moraes Afonso/Zeca Afonso, nascido a 4/11/1910,  filho de Florêncio Farias Afonso e Zeca Afonso é citado com 89 anos em 1999, é um dos depositários da memória de Ig-Mir, especialmente da antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá, que fala da fartura e beleza dessa localidade que por isso atraiu muitos imigrantes que ajudaram no desenvolvimento da vila, que eram devoto de Santo Antonio e de N. S. de Nazaré, da então Vila Cóncórdia, que muito ajudaram nos festejos desses santos, especialmente a concorrida festa de N. S. de Nazaré a partir de 1900.
Família
. José Maria Afonso/Tio Zeca, com origem na Vila de Maiuatá, município de Igarapé-Miri, casado com Araci Santa Maria Afonso e com filhos: Miguel Benedito Quaresma Afonso/Mestre Boboca, Socorro Afonso e outros em pesquisa
. Miguel Benedito Quaresma Afonso/Miguel/Mestre Boboca, nascido a 23/7/1956,com origem na Vila Maiuatá, município de Igarapé-Miri, falecido, filho de José Maria Afonso/Tio Zeca e Araci Santa Maria Afonso, era dono do Sítio Iara, grande mestre musical tocando guitarra nos conjuntos de Igarapé-Miri e Abaetetuba, casado e com 5 filhos. 
Outros Afonso em Pesquisa
Família Albuquerque
. Nadir Albuquerque
Família Alfaia
Monteiro de Alfaia Lobato:
Lourenço Monteiro de Alfaia Lobato:
Em 1878 foram nomeados: delegado de Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de Castro e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º districto, como subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão Lourenço Monteiro de Alfaia Lobato e 3º dito, João d’Annunciação Correa.
Família Almeida
Os Almeida
. Antonio Almeida, antigo morador de Ig-Miri em cujo sobrado funcionou o antigo Grupo Escolar de dessa cidade.
. Firmo Almeida, participou em 1920 da antiga banda Henrique Gurjão, posteriormente transformada no Clube Nunes Garcia em Ig-Miri.
. Francisca Almeida, citada em 1968 como professora nomeada para a Vila Maiuatá, em Igarapé-Miri/PA.
. Otávio Almeida, era morador na localidade Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá, que cedia sala de sua casa  para funcionamento da escola da localidade, casado com D. Lili e com filhos: Lucilinda Ferreira Belúcio, esta professora, Odrado e Almendro.
. Raimunda Almeida/Mundinha, com origem no município de Ifarapé-Miri, citada em 2007.
Graciliano Almeida, foi deputado estadual no Pará. 
Os de Almeida
. Maria de Nazaré de Almeida, foi professora e diretora no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri. 
Família
. Celeciana de Almeida/Cecé, com origem na localidade Rio Maiuíra, que já possuía 98 anos de idade em 2001 e ultrapassou a casa dos 100 anos de vida, tendo trabalhado como tecelã de redes com fios de algodão, extratora de seringa, apanhadora e amassadeira de açaí, agricultora de arroz, milho, depositária de grande parte da memória ribeirinha, casou com João Cardoso e com um filho: Itamar, e com o marido a deixando por outra e, posteriormente, Celé teve mais 2 filhos em 2ª núpcias: João e Maximiano, ambos já falecidos, sendo que Cecé era boa frequentadora dos antigos bailes do tempo dos jazzs: Jacaré, 15 de Agosto, Bela União, Paulo Chaves, Coforotes, Carlos Gomes, Palha Seca, Palha Verde e outros conjuntos da época.
. Itamar Almeida Cardoso, filho de Celeciana de Almeida e João Cardoso.
. João Almeida, já é falecido, filho em 2ª núpcias de Celeciana Almeida
. João Cardoso, foi o 1º marido de Celeciana Almeida e com o filho Itamar Almeida Cardoso.
. Maximiano Almeida, já é falecido, filho em 2ª núpcias de Celeciana de Almeida. 
Família
. Abília Sacramento
. Alberto da Trindade Almeida, filho de Tomaz de Aquino Almeida e Maria do Carmo Trindade de Almeida, irmão de Ana da Trindade Almeida, foi advogado e prefeito de Ig-Miri em 1935-1938 pelo antigo Partido Social Democrático, foi prefeito nomeado pelo Interventor Federal Joaquim de Magalhães Cardoso Barata no chamado Estado Novo e que fundou em 1941 o famoso Sport Club Sant'Ana, este clube de muitas glórias nessa época.
. Ana da Trindade de Almeida, foi aluna até as primeiras letras da professora Eulina da Purificação Cardoso na Escola Municipal feminina em Igarapé-Miri, foi professora por longos anos em Ig-Miri, nascida em 1/1/1900 e falecida em Belém no dia 2/6/1978 filha de Tomaz Aquino de Almeida e Maria do Carmo Trindade de Almeida, estudou na Escola de Externato da Professora Eulina da Purificação Cardoso e outras escolas de Ig-Miri, foi professora na antiga Casa Vale, do Sr. Avelino Vale e em outros locais por longos anos, e foi dona de Escola de Externato em sua casa para crianças, e em 1930 foi designada como professora para a localidade Panacuera, no Engenho do Sr. Avelino Vale e, posteriormente, foi professora na Escola Isolada Mixta, em Ig-Miri, contenporaneamente ao seu Externato, e nas suas escolas desenvolvia apresentações cívicas, culturais e trabalhos manuais variados, foi autora de peças teatrais, foi catequista e uma das organizadoras das noites da festa de Santa'Ana, foi cantora do coral nessas festas, compositora.
. Antonio da Trindade Almeida, filho de Tomaz Aquino de Almeida e Maria do Carmo Trindade Almeida, irmão de Ana da Trindade Almeida
. Arminda Correa de Almeida, esta nascida em 1905, costureira, citada em 1912 como aluna da professora Eulina da Purificação Cardoso
. Áurea Almeida, filha da professora Ana de Almeida.
. Celeciana de Almeida/Cecé
. Creuza Almeida, sobrinha de Ana de Almeida
. Graciano da Trindade Almeida, filho de Tomaz Aquino de Almeida e Maria do Carmo Trindade de Almeida, irmão de Ana da Trindade Almeida, que em sua época advogou em Ig-Miri e como político foi deputado estadual pelo partido da União Democrática Nacional entre o período de 1946-1950 e que faleceu em pleno exercício do mandato em 1/8/1950 deixando viúva a Sra. Ana Gouveia Lobato de Almeida/D. Noca.
. Lucilinda Ferreira Belúcio
. Marcionila da Trindade Sacramento, filha de Tomaz de Aquino de Almeida e Maria do Carmo Trindade de Almeida, irmã de Ana da Trindade Almeida.
. Maria Creuza Almeida Costa
. Maria da Trindade Almeida, filha de Tomaz Aquino de Almeida e Maria do Carmo Trindade de Almeida, irmã de Ana da Trindade Almeida.
. Raimunda Marlene Almeida, sobrinha da professora Ana de Almeida.
. Raimunda Marlene Miranda do Carmo. 
. Raimundo Benedito de Brito Almeida/Mundiquinho, foi o autor do Hino do Esporte Clube Santana, de Ig-Miri.
. Tomaz Aquino de Almeida, casou com Maria do Carmo Trindade de Almeida e com filhos: Ana da Trindade Almeida e seus irmãos: Alberto, Graciano, Marcionila da Trindade Sacramento, Maria, Tomaz de Valois da Trindade Almeida.
. Tomaz de Valois  Trindade Almeida, filho de Tomaz Aquino de Almeida e Maria do Carmo Trindade de Almeida, irmão de Ana da Trindade Almeida 
Os Outros Almeida
. Alfredo Danglares de Almeida, que foi intendente municipal em Ig-Miri em 1931 e sub-prefeito no mesmo município.
. Januária Constância da Costa Almeida.
. José Maria Correa de Almeida, foi aluno no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Bacharel em Direito.
Família Alves
Os Alves
. Regina Alves, foi professora no início do Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri e no antigo Grupo Escolar da mesma cidade.

. Gil Braz Alves, Feliciano Martins e José Valois descendentes de europeus, que na penúltima década do século 19 chegaram no Rio Maiauatá e estabeleceram-se na antiga Ilha Concórdia (antigo nome da Vila Maiauatá), vindos do estado do Maranhão e que iniciaram a ocupação e a devoção à Santo Antonio na Vila Maiauatá e no ano de 1900 deram origem à devoção à Virgem de Nazaré na mesma vila e que hoje é a Padroeira dessa localidade.
Família Amaral
Antonio Maria do Amaral, chegou na antiga Vila Concórdia, hoje Maiuatá, em 1920.

FAMÍLIA AMANAJÁS
Cardoso Amanajás:
. Antonio Hygino Cardoso Amanajás, foi um dos vereadores para a 1ª Câmara de Vereadores da Villa de Igarapé-Miri (1845-1849), contemporâneo dos também vereadores dessa mesma câmara: Domingos Borges Machado Acatauassu, João Evangelista Correa Chaves, Francisco José Correa de Miranda, Pedro Honorato Correa de Miranda, João dos Santos Lopes e Antonio Hygino Cardoso Amanajás.
Família
. 1ª G, pais de Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins
. 2ª G/Filhos/F, Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins, dono do Engenho Santa Cruz em 1712, movido pela força das correntezas das águas, sito no Igarapé Calha, no atual município de Igarapé-Miri, que produzia açúcar moreno, cachaça, rapadura, engenho posteriormente transformado à vapor, casou com Isabel Amanajás de Tocantins e com filhos, 3ª G/Netos/N, Tomás Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins.
. Isabel Amanajás de Tocantins, casou com Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins (Vide acima).
Família 
. Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins: Em 1878 foram nomeados: delegado de Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de Castro e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º districto, como subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão lourenço Monteiro de Alfaia Lobato e 3º dito, João d’Annunciação Correa.
Família
 . Thomaz Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins, citado em 6/8/1901, no grupo de donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-miri contra a reinvidicação dos comerciantes de Belém, através da Associação Comercial de Belém, que queriam a isenção de impostos da cachaça vinda de outros estados do Brasil, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, fato que acarretaria a falência dos engenhos do Baixo Tocantins.
. Thomaz Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins, este Coronel da Guarda Nacional, comerciante, herdeiro do Engenho Santa Cruz no final do século 19, que prosperou e adquiriu lancha à vapor Rosinha e que casou com Rosa de Lyra e tiveram 12 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn, que venderam o Engenho Santa Cruz.
Documento de 1878 cita Leandro Cardoso Amanajás de Tocantins, como responsável dos imigrantes cearenses para Muaná.
Família
Documento de 1878 cita Leandro Cardoso Amanajás de Tocantins, como responsável dos imigrantes cearenses para Muaná.
Cardoso Amanajás
. Antonio Hygino Cardoso Amanajás, foi um dos vereadores para a 1ª Câmara de Vereadores da Villa de Igarapé-Miri (1845-1849), contemporâneo dos também vereadores dessa mesma câmara: Domingos Borges Machado Acatauassu, João Evangelista Correa Chaves, Francisco José Correa de Miranda, Pedro Honorato Correa de Miranda, João dos Santos Lopes e Antonio Hygino Cardoso Amanajás.
. 1ª G/ pais de Manoel Antonio Cardoso Amanajás
. 2ª G/Filhos/F, Manoel Antonio Cardoso Amanajás, dono do antigo Engenho Palheta, este sito no distrito de Villa Muaná,Ilha do Marajó, que se originou do lendário plantador de cana-de-açúcar e café, Francisco de Melo Palheta.
Colaboração de Iolanda, que escreve:
Minha origem é São Sebastião da Boa Vista.Meu interesse em particular é a Familia Maués Tocantins da epoca da Ilha do Palheta. Minha mãe chegou a ensinar nessa ilha.
Será que sabes algo desse tempo?
. CLAUDOMIRO MAUÉS TOCANTINS
. Coronel EMÍLIO MAUÉS, este que era o encarregado do Engenho Palheta, este um antigo engenho localizado na Ilha Palheta, no município de Muaná - Ilha do Marajó, Pará. que em 1949 foi vendido para João Figueiredo, e o Coronel Emílio Maués era o paddrasto do Coronel Van-Dick Amanajás Tocantins.
. ESMERINO AMANAJÁS TOCANTINS, casado e com filhos: Semíramis Maués Tocantins e outros?
. SEMÍRAMIS MAUÉS TOCANTINS, filha de Esmerino Amanajás Tocantins.
Bom dia, Ademir
Compartilharei com você o resultado de minhas pesquisas.
- Claudomiro Maués Tocantins : Onde pesquisei , aparece como Clodomiro ou Claudemiro. O meu interesse seria nesse nome em particular:
- A Fazenda Palheta foi vendida em 1949 para o Figueiredo.
- Onde pesquisei, aparece um nome de Emilio Maués como chefe da Fazenda Palheta. Pesquisei esse nome e apareceu o seguinte: Coronel Emilio Maués , padrasto do Coronel Van- Dick Amanajá Tocantins.
- Semiramis Maués Tocantins filha de Esmerino Amanajás Tocantins. – Ele teria parentesco com o Claudomiro?
Atualmente, moro em São Paulo  e faço as pesquisas pela internet.
Agradeço sua prazerosa ajuda
Iolanda.
Família Paralela dos Maués
. JOAQUIM EMÍLIO ROBERTO MAUÉS, bisavô de Adriano Maués de Albuquerque, que teve engenho e escravos na antiga Abaeté, na localidade Maracapucu, casou e teve 5 filhos: Geminiano Roberto Maués e seus irmãos. Joaquim Emílio Roberto Maués era judeu e que, inclusive, uma daquelas 3 lápides do Cemitério Judeu de Abaetetuba era da Família Maués.
. GEMINIANO ROBERTO MAUÉS, avô de Adriano Maués de Albuquerque, que mudou para o Marajó, levando consigo 3 irmãos. Casado com Gorgonha Maués? Na realidade, Geminiano Roberto Maués casou uma 1ª vez com Gorgonha Maués, com quem teve 9 filhos. Depois que sua 1ª esposa Gorgolha faleceu, Geminiano, já com 60 anos de idade, casa uma 2ª vez com uma mulher muito mais jovem, perto de 20 anos, que é a avó de Adriano Maués de Albuquerque, com quem Geminiano teve 3 filhos, entre os quais o 2º filho é a avó de Adriano, de nome Sebastiana Duarte Maués, que era católica. Geminiano foi dono de 3 fazendas na Ilha do Marajó e de comércio em Belém/PA.
. GORGONHA MAUÉS, casou com Geminiano Roberto Maués e com 9 filhos.
. SEBASTIANA DUARTE MAUÉS, avó de Adriano Maués de Albuquerque, casada e com filhos, sendo que um desses filhos é a mãe de Adriano, de nome Solange.
. ADRIANO MAUÉS DE ALBUQUERQUE, filho de Solange Maués, fone 91981484150, bisneto de Joaquim Emílio Roberto Maués, que é primo de Omilton Maués, este com Engenho de cachaça na Estrada de Beja e Adriano diz que sua família é de ascedência judaica, cujos túmulos judaicos em Abaetetuba e Belém têm membros sepultados da Família Maués.
Genealogia Paralela dos Roberto Maués
Os Roberto Maués
Família
Descendentes e Demais Parentes de JOÃO OLYMPIO ROBERTO MAUÉS
• JOÃO OLYMPIO ROBERTO MAUÉS, foi coronel, falecido e sepultado no Cemitério Público de Abaeté, citado em 1894, capitalista, dono de engenhos e escravos, c/c Adelaide Caripuna, esta filha do Cel. Antonio Correa Caripuna, antigo chefe político local. São seus filhos: Maria Maués Ferreira, Coronel José Honório Roberto Maués, Capitão Firmo Roberto Maués, Manoel Roberto Maués.
• Joaquim Emílio Roberto Maués, vogal da 2ª Câmara de Abaeté (1884-1887 e 1887-1889).
. Joaquim H. Maués, citada em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da diretoria.
• Joaquim Honório Maués, nascido em 15/6/1886 e falecido em 3/1/1963, citado em 1962 na localidade Rio Tucumanduba como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Ernestina Ferreira Cardoso. .
• JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS, falecido e sepultado de N. S. da Conceição, filho do Cel. José Olympio Roberto Maués e Adelaide Caripuna, foi nomeado em 13/2/1890 o 1º Intendente de Abaeté, tendo recusado esse cargo em 1891, dono de fazenda/engenho de açúcar São José no século 19 situada à margem direita da localidade Rio Tucumanduba, Comendador da Ordem de Cristo, citado em 1905, citado como dono de engenho de cachaça e mel denominado Conceição em 1922 em sociedade com José Barbosa Ferreira na localidade Rio Piquiarana, major da Guarda Nacional em 1905 e que serve de padrinho junto com Dona Hildebrandina Maúes ao pequeno Santino Rocha em 1905, tenente-coronel da mesma guarda, deputado, sepultado no Cemitério de Nossa. S. da Conceição/Abaeté/Pa, tenente-coronel comandante do Estado-maior da 214º Batalão de Infantaria da Guarda Nacional em 12/4/1906, casado e com filhos.
. Alexandre Roberto Maués
• ALMERINDO MAUÉS, origen na localidade Rio Abaeté, dono de engenho comprado de Manduquinha Costa no Rio Arapapu, citado como comerciante em 1944, citado em 1939, 1940, 1941 como contribuinte, em 1942, 1943, 1944, 1945, 1946, 1962 como contribuinte, juiz e um dos responsáveis do leilão de donativos dos marítimos da festividade de N. S. da Conceição em Abaetetuba. c/c Mariana Lobato Paes e tiveram filhos: Édna, Édson, Adenaldo/Gordo, Eliana, Almerindo/Merendinho, Evaldo, Firmo, Heraldo Paes Maués.
• Dr. Antonio Roberto Maués, bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, ocupou função no Museu Nacional, Delegado de Polícia em várias localidades do Estado de São Paulo, promotor público em São Paulo, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Carmosina Maués, filha de Firmo Roberto Maués, casada e com filhos.
• Catarina Maués, filha do Dr. Vicente Maués, que esteve presente na inauguração do Grupo Escolar Dr. Vicente Maués em 28/8/1968, casada.
. Elton Edinézio Maués, político com vários mandatos de vereador em Abaetetuba, citado nesse cargo em 2013, neto de Firmo Roberto Maués, casado com Benedita Silva e com filhos.
. Emercindo Maués, foi ativo participante das antigas festas de N.S. da Conceição em Abaetetuba atuando como auxiliar da diretoria na distribuição de cartas e programas e na arrecadação de óbulos, donativos, promessas e contribuições dos fiéis, citado em 1950 como contribuinte e auxiliar da diretoria da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, casou com Eunice e com filhos: Maria da Conceição, Maria Celeste, Roberto, Renato, Maria Margarida, Pedro Paulo (gêmeo com Maria Antonieta), Maria Antonieta, Maria das Graças, Maria do Socorro.
• EMERCINDO MAUÉS, foi consórcio do Vera Cruz Sport Club nos anos de 1920, eleito vereador na gestão prefeito Pedro Pinheiro Paes (15/2/1948-3/3/1951), citado em 1944, 1953 como contribuinte e auxiliar da diretoria das antigas festas de N.S. da Conceição em Abaetetuba nas localidades rios Xingu, Caripetuba e Paramajó trabalhando na entrega de convites, cartas programas e na arrecadação de óbulos, donativos, promessas e contribuiões, citado em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba. 
• Esmeralda da Silva Maués, nascida em 5/9/1900 e falecida em 2/10/1940.
• FIRMO ROBERTO MAUÉS, nascido em 1/6/1881 e falecido em 30/7/1957, filho do Cel. José Olympio Roberto Maués e Adelaide Caripuna, origem na localidade Casa Branca/Costa Maratauíra, comerciante e com engenho para mel no rio Piquiarana em 1922, Capitão da 2ª Companhia da Guarda Nacional em 12/4/1906, vogal na Intendência de: Capitão Manoel João Pinheiro em 1893; Domingos de Carvalho (1915-1918), Manoel Pinto da Rocha (1918-1919), Cel. Aristides dos Reis e Silva (1919-1922), Lindolpho Cavalcante de Abreu (1922-1926), Garibaldi Parente (1926-1930), comerciante na localidade Rio Piquiarana citado em 1922, dono de engenho para fabricar mel de cana na localidade Rio Piquiarana, citado em 1944, foi ativo participante das antigas festas de N. S. da Conceição em Abaetetuba atuando como contribuinte, juiz, membro da diretoria, auxiliar da diretoria para distribuição de cartas e programas da festa e coletor de óbulos, donativos e contribuições dos fiéis, citado em 1940, 1941, 1950, 1952 e 1953 como contribuinte e auxiliar-arrecadador nas localidades rios Piquiarana-Açu, Piquiarana-Miri, Acarajó e Furo do Limão e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba. casou com Rosa Batista e com filhos: Almerindo, Emercindo Batista Maués.
• Hidebrandina Maués, citado como padrinhos junto com o Major José Honório Roberto Maués do pequeno Santino Rocha em 1905.
• Hygino Antonio Maués, membro da intendência de Abaeté de 1908-1915.
• HYGINO MAUÉS, foi coronel, professor escolar, comerciante e dono de engenho na localidade rio Tucumanduba, citado em 1922, intendente de 1908-1911.
• Hildebrandina Maués, citada em 1905, esposa do Cel José Honório Roberto Maués.
• José Roberto Maués, tenente-coronel citado em 1922.
• José Roberto Maués/Cazuza Maués, casou e teve filhos: Pelica Maués, casou com o cametaense Góes.
. Lícia Maués, citada em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da diretoria.
• Manoel Roberto Maués.
• Manoel Joaquim Roberto Maués, nasceu em 1870 e faleceu em 16/11/1947.
• Manoel Roberto Maués, filho do Cel. José Olympio Maués e Adelaide Caripuna.
. Maria Antonieta Maués, filha de Emercindo Maués e Eunice, gêmea com Pedro Paulo. 
• Maria Caripuna Maués, filha do Cel. José Olympio Roberto Maués e Adelaide Caripuna, casou com José Nunes Ferreira e tiveram filhos, citada em 1922 como viúva e comerciante à Rua Justo Chermont.
. Maria Celeste Maués, filha de Emercindo Maués e Eunice. 
. Maria da Conceição Maués, filha de Emercindo Maués e Eunice, já é falecida.
. Maria das Graças Maués, filha de Emercindo Maués e Eunice.
. Maria do Socorro Maués, filha de Emercindo Maués e Eunice. 
. Maria Margarida Maués, filha de Emercindo Maués e Eunice. 
. Renato Maués, filho de Emercindo Maués e Eunice, é promotor aposentado em Belém/PA.
. Pedro Paulo Maués, filho de Emercindo Maués e Eunice, gêmeo com Maria Antonieta, é médico em Belém/PA. 
. Roberto Maués, filho de Emercindo Maués e Eunice, é médico em Belém/PA. 
• Rosa Maués, casou com Murilo Parente de Carvalho e tiveram filhos: Ernani, Edvaldo, Francisco e outros.
. ROSENDO MAUÉS, citado em 1941 como contribuinte e auxiliar da diretoria da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba na distribuição de cartas, convites, programas e arrecadação de óbulos, donativos, promessas e contribuições dos fiéis da mesma festa, foi comerciante, dono de engenhos e barcos.
• Dr. VICENTE ANTONIO MAUÉS, nasceu em 22/1/1879, filho do Cel. José Honório Roberto Maués, no Engenho São José, às margens do Rio Tucumanduba, em Abaeté, engenheiro civil em 27/3/1909, Secretário de Obras em Pernambuco em 1903, citado em Pernanbuco em 1923, falecido em 1939, com nome de escola em Abaetetuba.

Genealogia Paralela de Hygino Amanajás
. 1ª G/ pais do Coronel Antonio Cardoso Amanajás.
. 2ª G/Filhos/F: Coronel Antonio Cardoso Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry (que foi o introdutor do clã dos Amanajás), foi membro da 1ª Cãmara da Villa de Igarapé-Miry (1845-1849,. c/c Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, filha de um senhor de engenho e escravos em Abaeté de nome Antonio José da Silva Brabo, e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Hygino Antonio Cardoso Amanajás e outros.
. 3ª G/Netos/N, filhos do Coronel Antonio Cardoso Amanajás:
.3ª G/N: Hygino Antonio Cardoso Amanajás/HYGINO AMANAJÁS, em 1889, o capitão-tenente foi nomeado para o 6º Batalhão da Guarda Nacional de Vigia, junto com Joaquim Emílio Roberto Maués, casou por 3 vezes e teve perto de 20 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn.
O Coronel Hygino Amanajás, nasceu em 15/5/1852 na antiga Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Abaeté, na localidade Rio Maracapucu, era jornalista (um dos fundadores do jornal O Abaeteense e seu diretor por 10 anos e jornalista em Belém/Pa), advogado, escritor (escreveu diversas obras), vogal em Abaeté (1887), procurador de Abaeté, deputado da Assembléia Legislativa por 3 mandatos sucessivos, sendo o 1º secretário dessa casa em 1886, iniciando no 1º mandato do Governador Lauro Sodré até a proclamação da República, no governo do Dr. João Coelho e o 1º diretor da Imprensa Oficial do Estado por 26 anos (11/6/1891-26/11/1917).
Se Hygino Amanajás/Antonio Hygino Cardoso Amanajás nasceu em 15/6/1852 e a 1ª Câmara da Vila de Sant’Anna de igarapé-Miri foi instalada em 1845, isso quer dizer que se trata do Hygino Amanajás, o pai, vereador da 1ª Câmara Municipal dessa vila e que deve ter nascido por volta de 1812, portanto, contemporâneo dos primeiros Correa de Miranda de Igarapé-Miri dos anos iniciais do 1800.
Outros Amanajás
. Theodomiro Amanajás de Carvalho
Cardoso Amanajás
. 1ª G/ pais de Manoel Antonio Cardoso Amanajás
. 2ª G/Filhos/F, Manoel Antonio Cardoso Amanajás, dono do antigo Engenho Palheta, este sito no distrito de Villa Muaná,Ilha do Marajó, que se originou do lendário plantador de cana-de-açúcar e café, Francisco de Melo Palheta.

Família
. 1ª G/ pais de Wilson Amanajás
. 2ª G/Filhos/F, Wilson Amanajás, dentista que exercia suas atividades profissionais e foi eleito deputado estadual pelo município de Abaetetuba na década de 1950.
Amanajás Cardoso
 . Antonio Amanajás Cardoso, irmão do Velho Cardoso, com origem no Rio Maracapucu. Vide avós maternos de Maria de Nazaré Cardoso Ferreira e Carmem Cardoso Ferreira: Benedita Maria da Conceição Teixeira e Antonio Alexandre Cardoso. Antonio Amanajás Cardoso, era  irmão de Tibúrcio Teixeira e Alexandre Antonio Cardoso.

Família Amaro
. João Amaro, era músico de uma antiga banda do interior do município de Ig-Miri que tocava nas festas ribeirinhas.
. Pedro Amaro, antigo morador de Ig-Miri que foi vitimado pela antiga época das epidemias de febre amarela que grassava pelo Baixo Tocantins.
Família Andrade
. Almerinda Andrade, foi professora auxiliar da professora Estefânia C. B. de Carvalho na antiga escola masculina de Ig-Miri em 1912, 
Família Araujo
Os Araujo
. Américo Araujo, com origem na localidade Rio Murutipucu, citado em 1924.
. Manoel Araujo/Duquinha Araujo, comerciante no município de Igarapé-Miri/Pa, nos anos de 1950 em diante.
. Rogério Araujo, com origem na localidade Rio Murutipucu, citado em 1924.

Família
. 1ª G/ pais de Álvaro Varges de Araujo
. 2ª G/Filhos/F, Álvaro Varges de Araujo, foi dono do Engenho Santa Helena, sito no Rio Meruú-Açu, município de Igarapé-Miri, comprado de João Tourão de Miranda e Álvaro Varges de Araujo fez sociedade com Miguel de Oliveira Belo, este como sócio-gerente do engenho, e o sr. Miguel, com o falecimento de Álvaro, ficou com o engenho até o início da década de 1970. Álvaro também foi dono do Engenho Santa Ana, sito na margem direita da Costa Maratauíra, comprado do Sr.Lindolfo Azevedo e que antes pertencera a Que antes pertencera a Pedro Maciel
Família
. 1ª G/ pais de José Roberto de Araujo
. 2ª G/Filhos/F, José Roberto de Araujo, dono do Engenho São Paulo, sito no Rio Meruú-Açu, município de Igarapé-Miri/Pa, que prosperou e adquiriu outros bens como lanchas, outras propriedades e casas em Belém/Pa destinadas à aluguéis e o sr. José Roberto de Araujo era casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: Agenor Araujo e outros.
. 3ª G/N, Agenor Araujo, que ainda jovem passou a administrar o Engenho São Paulo, em trabalho desgastante no referido engenho, motivo que o levou a mudar de negócio, passando ao comércio de produtos plásticos em Belém/Pa e o engenho foi alugado para o sr. Praxedes Vicente de Souza e seu irmão Zinho Souza, cujo pagamento era feito com parte da produção de cachaça.
Os Outros Araujo em Pesquisa
. Dinair Calil de Araujo, foi professora e diretora no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e foi professora na tradicional escola Instituto Sant'Ana.
. Israel Fonseca Araujo, com origem em Igarapé-Miri, é professor, músico e poeta, citado em 2009.. Massilon Ramos de Araujo, chegou na antiga Vila Concórdia, hoje Maiuatá, em 1920.
. José dos Santos Araujo, antigo proprietário do Engenho São Paulo, localizado na localidade Rio Meruú, município de Ig-Miri.
. Manoel dos Santos Araujo, foi prefeito em Ig-Miri em 1955.

Família Arcanjo
. Raimundo Arcanjo, foi músico no antigo coral das festas de Sant'Ana em Ig-Miri.
Família Assunção
. Luiz Assunção, com mercearia em Ig-Miri
Família Azevedo
Os Lira de Azevedo
. Raimundo Lira de Azevedo, que foi prefeito em Ig-Miri em 1945.
. Rodrigo Lira de Azevedo, foi prefeito em Ig-Miri em 1946. 

FAMÍLIAS B
Os Bahia
.  Francelino Bahia, antigo imigrante de 1920 chegado na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá, em Ig-Miri.
.  João Bahia, antigo imigrante de 1920 chegado na então Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá, em Ig-Miri..  Miguel Bahia, antigo imigrante de 1920 chegado na então Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá, em Ig-Miri 
Família
. Eusébio Roberto Bahia (vide abaixo)
. Eusébio Roberto Bahia casado com Inês Pinheiro Portugal, que vieram de Portugal e se radicaram em Igarapé-Miri/PA, que são tetravós de Shirley Araujo Moraes (vide abaixo).
. Inês Pinheiro Portugal (vide acima)
. Lourenço Antonio Bahia, que veio de Portugal casado com Maria Miranda/Salomé, esta judia portuguesa, que são bisavós de Shirley Araujo Moraes, esta com origem em Igarapé-Miri/PA. Devem ser criptos judeus e Lourenço e Maria Miranda/Salomé com filhos: João, Raimunda, Santana e Maria da Conceição.
. Maria Miranda/Salomé (vide acima)
. Maria Miranda/Salomé, casada com Lourenço Antonio Bahia e com filhos: João, Raimunda, Santana e Maria da Conceição, que são descendentes dos acima citados: Eusébio Roberto Bahia e Inês Pinheiro Portugal, estes tetravós de Shirley Araujo Moraes.
. João Miranda Bahia, filho de Lourenço Antonio Bahia e Maria Miranda/Salomé.
 . Raimunda Miranda Bahia, filho de Lourenço Antonio Bahia e Maria Miranda/Salomé.
. Santana Miranda Bahia, filho de Lourenço Antonio Bahia e Maria Miranda/Salomé.
. Maria da Conceição Miranda Bahia, filho de Lourenço Antonio Bahia e Maria Miranda/Salomé.

. Shirley Araujo Moraes, esta descendente da família Bahia e Miranda, de Igarapé-Miri, citados acima.

Os Outros Bahia em Pesquisa
. João G. Bahia, firma citada em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial de Belém.
.  João Gonçalves Bahia, que foi intendente de Ig-Miri no período 1918/1920.
.  Maria Helena Lobato Bahia, foi professora na localidade Vila Mauiuatá, em Ig-Miri, tendo sido noemada em 16/2/1953.
Família
Sales Bahia
. Francisco de Salles Bahia, em 1889 era capitão agregado do 33º batalhão de infantaria da Guarda nacional de Igarapé-Miry, vindo do extinto 10º batalhão da mesma arma.

Família Barbosa
Os Barbosa
. Edgar Barbosa, natural de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 2006.
Família Barros
. Antonio Rodrigues de Barros, em 1852 era o delegado da instrução pública da Freguesia de Abaeté, tendo como suplente, João Francisco da Silveira Góes.
Pereira de Barros
. Camillo de Léllis Pereira de Barros, professor da escola do sexo masculino da Freguesia de Abaeté em 1863.
. Capitolino Pereira de Barros, em 1886 foi removido da escola elementar do Tucumanduba para a escola do Arapiranga.
Sarges Barros
. 1ª G/ pais de João Paulo de Sarges Barros
. 2ª G/Filhos/F, João Paulo de Sarges Barros, que em 1730 comprou a propriedade da família Gonçalves de Oliveira, na Freguesia de Sant’Anna de  Igarapé-Miri e que deu continuidade à festa de Sant’Anna, em Igarapé-Miri, em 1730, que deu continuidade  à devoção à Santa’Anna na Freguesia de Igarapé-Miri na década de 1790 e era casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: João Sarges de Barros e outros.
. 3ª G/N, João Sarges de Barros, citado em 1730, falecido por volta de 1777, formou-se padre em Belém/Pa e foi nomeado o 1º pároco da antiga Freguesia de Sant’Anna de  Igarapé-Miri.
Silva Barros
. Manoel da Silva Barros, origem na localidade Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, citado em 6/1992.

Família Bastos
. 1ª G/Pais de Joaquim Vieira Bastos
2ª G/Filhos/F, Joaquim Vieira Bastos, dono do Engenho Ariramba, sito no Rio Itanimbuca, no município de igarapé-Miri/Pa montado na década de 1960, que produzia a cachaça Ariramba.


Família Belo
Os Belo
 . José Maria Belo, com origem na localidade Rio Murutipucu, em Ig-Miri, citado em 1924.
. Josias Belo, músico em Igarapé-Miri/PA
. Miguel Belo, com origem na localidade Rio Murutipucu, em Ig-Miri, citado em 1924 como aluno do professor Alfredo Correa da Silva.
. Oliveira Belo, com origem na localidade Rio Murutipucu, em Ig-Miri, citado em 1924 como aluno do professor Alfredo Correa da Silva.
Os Outros Belo em Pesquisa

. João Clarindo Bello dos Reis, citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial de Belém.Família

. Miguel de Oliveira Belo, foi sócio-gerente do Engenho Santa Helena, sito no Rio Meruú-Açu, município de Igarapé-Miri/Pa, junto com Álvaro Varges de Araujo que comprou referido engenho do antigo dono João Tourão de Miranda e Miguel de Oliveira Belo, por falecimento de Álvaro,  torna-se o único dono do engenho até o início da década de 1970.

Família Belúcio
. Lucilinda Ferreira Belúcio, professora, filha de Otávio Almeida e D. Lili, e Lucilinda era sobrinha da professora Ana da Trindade Almeida.
Família Benassuli
. Mírian Benassuli, foi professora no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.

Família Bentes
Os Bentes
.  Dalva Bentes, professora que foi a 1ª diretora do 1º Grupo Escolar de Ig-Miri.
Os Outros Bentes em Pesquisa
.  Sancha Ferreira Bentes, foi professora normalista do 1º Grupo Escolar de Ig-Miri/Grupo Velho.
Família Bitencourt
. Henrique Bitencourt, dono do Engenho Nazaré, no Rio Domingos, que com o falecimento do proprietário passou para Viúva Henrique Bitencourt & Cia.
Os Outros Bitencourt em Pesquisa
. Pedro Miguel de Moraes Bitencourt. Diretores dos Índios e Encarregados de Missões, citados em 1867: Pedro Miguel de Moraes Bitencourt, no Rio Tocantins; Eugênio Caetano Ribeiro, Rio Moju; José Maria Maciel Parente, Rio Acará.
Família Borges
. Jacob Borges, antigo morador da localidade Rio Murutipucu, em Ig-Miri.
. João Borges, irmão de Jacob Borges, antigo morador da localidade Rio Murutipucu, em Ig-Miri.


Família Brabo
. Antonio José da Silva Brabo, era dono do Engenho.
Silva Brabo:
. José Antonio da Silva Brabo, com terras em Barcarena, citado em 1883.
Família
. 1ª G/ Pais de Antonio José da Silva Brabo
. 2ª G/Filhos/F: Antonio José da Silva Brabo, dono de engenhos e escravos no Baixo Tocantins, casou e teve filhos, 3ª G/Netos/N.
. 3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, casou com o Coronel Antonio Cardoso Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri e tiveram filhos, 4ª G/Nisnetos/Bn: Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás e outros.
. 3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo, casou uma 2ª vez com o Tenente-Coronel Caripuna e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho) e outros, inclusive a que se tornou esposa de Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás.
. Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, é citada em 1877 no inventário co Coronel Caripuna como mãe de Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás,  este também  citado em 1877, e ele era genro do Tenente-Coronel Caripuna, por que casado com uma das filhas desse tenente-coronel falecido em 1877. Victória Maria da Silva Brabo Amanajás era casada anteriormente com o Coronel Antonio Cardoso Amanajás (que ajudou a dissiminar as famílias do clã Amanajás nas antigas freguesia de Igarapé-Miri e Abaeté e outras localidades do Baixo Tocantins, Marajó e, posteriormente, na Capital), com que teve vários filhos, entre os quais o Coronel Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás, este foi editor do jornal periódico “O Abaetetubense” por 10 anos e foi diretor da imprensa Oficial do Estado do Pará por 26 anos e foi deputado estadual nos anos de 1890, na Capital.
O Coronel Antonio Cardoso Amanajás, foi membro da 1ª Câmara da Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1845-1849) que foi instalada em 1845.
. 5ª G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria da Silva Brabo, citada em 1877:
. 5ª G/Tn: Victório Antonio Correa Caripuna, citado em 1877.
. 5ª G;Tn: José Fleury Correa Caripuna, citado em 1877 no inventário de seu falecido pai e em 1888 como 1º suplente de juiz municipal do termo de Igarapé-Miry, sendo o 3º suplente o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda, tendo este solicitado sua exoneração desse cargo em 1889, quando era juiz de direito de Igarapé-Miry o bacharel José Jacito Borges Diniz.
. 5ª G/Tn: Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho), citado em 1877.
. 5ª G/Trinetos/Tn, outros filhos do Tenente-Coronel Caripuna (estes filhos eram vivos quando a 2ª esposa do Tenente-Coronel Caripuna, Victória Maria da Silva Brabo, ficou viúva em 1877:
. 5ª G/Tn; uma das filhas do Coronel Caripuna casou com Hygino Amanajás, este citado em 1877.
. 5ª G/Tn: outra filha do mesmo coronel casou com Antonio José Ferreira de Góes, citado em 1877.
Família Braga
Longuinhos Braga
. 1ª G/ pais do Major João Pinto Longuinhos Braga
. 2ª G/Filhos/F, Major João Pinto Longuinhos Braga, que foi dono do Engenho Cariá, sito no rio Meruú-Açu, no atual município de Igarapé-Miri/Pa, comprado do Capitão Amadeu Cristino Pinheiro na 1ª década do século 20 e no qual permaneceu até o ano de 1940-e o Major João Pinto Longuinhos Braga, foi intendente municipal nomeado em 1/8/1925 de Igarapé-Miri/Pa (1926-1930), casou com Joanna Longuinhos, que tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Arcelino, Artimidório, Orlando e João, falecidos novos, na faixa de 25 a 35 anos e a sra. Joanna, após o falecimento de seu marido, vendeu o dito engenho para o sr. Silvestre Correa de Miranda, tendo este casado com Paulina Longuinhos de Miranda (provavelmente filha do Major João Longuinguinhos Braga.
Braga Rodrigues
. 1ª G/ pais da mãe de Pedro Braga Rodrigues.
.  2ª G/Filhos/F, mãe de Pedro Braga Rodrigues, que era a esposa de Indalécio Guimarães Rodrigues e com filhos, 3ª Netos/N: o dito Pedro Braga Rodrigues e muitos outros irmãos. Vide genealogia de Indalécio Guimarães Rodrigues, acima.
Os Outros Braga em Pesquisa
. Joaquim Francisco das Chagas Braga, que era tesoureiro e Lourenço da Silva Telles, que era o coletor de rendas do distrito de Cairary, citados em 1868.

Família Castelo Branco
.  Wortingerne Castelo Branco, foi prefeito de Ig-Miri no período de de 1944.
Família Brandão
Os Brandão
. Ana Brandão, foi citada em 1968 como professora nomeada na Vila Maiuatá em Igarapé-Miri/PA.
Família Brito
. Manoel Brito, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Medicina.
FAMÍLIAS C
Família Campos
Os Campos
. Laudelino Campos, antigo professor de Ig-Miri, trabalhando nas localidades Riozinho e Espera, na Casa do Sr. Ticiano Miranda, na Casa Santo Antonio, onde casou com Ernestina Pinheiro Campos, esta filha do velho Amadeu Pinheiro.
Família
. 1ª G/ pais de Leopoldina Campos
. 2ª G/Filhos/F, Leopoldina Campos, casou com Antonio Manoel Correa de Miranda, o Barão de Cairary, este filho do 2º  Manoel João Correa de Miranda e Alexandrina Souza de Miranda, (da 4ª G/Bn, dos Correa de Miranda) e Antonio Manoel Correa de Miranda, que nasceu em 18/9/1831, na Freguesia de Sant'Anna de Igarapé-Miri e faleceu na Fazenda do Carmo, no Rio Anapu, Vila de Igarapé-Miri em 20/8/1903, era comerciante e proprietário de terras, Juiz de Paz, oficial major-comandante da Guarda Nacional  de Cairary, qualificado em 10/7/1851 e citado nessa função em 1868, vereador da Câmara Municipal na Villa de Moju/Pa, que exerceu vários mandatos políticos de deputado na Assembléia Provincial na segunda metade do século 19 entre os anos de 1875 a 1877, Oficial da Guarda Nacional em Belém, citado em 10/7/1851 e 25/7/1851 como tenente em Igarapé-Miri, capitão-comandante em 24/5/1858, major-comandante em 20/10/1869 e coronel-comandante em 20/10/1869 e 31/12/1870 a 22/1872, e foi agraciado por D. Pedro II com o título de Barão de Cairary por carta imperial em 8/8/1888, era comerciante, dono de muitas terras em Anapu, Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri e Freguesia de Moju, com seringais e outras culturas, dono do Engenho do Carmo, no Rio Anapu em 1870, atual Igarapé-Miri/Pa, e dono de engenho-fazenda no distrito de Cairary, citado em 1879, dono de escravos. Leopoldina Campos e Antonio Manoel Correa de Miranda com filhos, 3ª G/Netos/N: Eufrosina Correa de Miranda, José Correa de Miranda, Antonio Miranda Filho e outros.
. 3ª G/N, filhos de Leopoldina Campos e Antonio Manoel Correa de Miranda (Barão de Cairary):
. 3ª G/N/ Eufrosina Miranda Ribeiro, casada com o influente jornalista, advogado e político paraense, Raimundo Nina Ribeiro, com nome na história do Pará, radicados em Belém, ficou viúva e com filhos 4ª G/Bisnetos/Bn.
. 3ª G/N/ José Correa de Miranda, este casado e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Vitorina Correa de Miranda, João Tourão Correa de Miranda, Claudomiro Correa de Miranda e outros.
. 4ª G/Bn, João Tourão Correa de Miranda, dono de engenho de cana-de-açúcar no rio Maiauatá em 1930, no atual município de Igarapé-Miri/Pa e de outro engenho na localidade Santo Antonio do Botelho, no mesmo município, dotado de usina de açúcar com maquinário adquirido no final da década de 1930 em Pernambuco e ainda torna-se arrendatário do Engenho Nova Olinda, este no município de Abaetetuba/Pa e, posteriormente, nos anos de 1960, João Tourão Correa de Miranda muda para a capital e segue na modalidade de comércio de estivas no bairro da Cidade Velha em Belém e torna-se presidente da Comissão de Abastecimento e Preço e acumulava essa função com a de Diretor da Exatoria de Rendas do Estado do Pará.
. 4ª G/Bn, Claudomiro Correa de Miranda, irmão de João Tourão Correa de Miranda.
. 4ª G/Bn, Vitorina Correa de Miranda, esta casada com Eládio Correa Lobato e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Graça e outros, cujas gerações se estendem para a 6ª e gerações mais recentes.
. 3ª G/N, Antonio Miranda Filho.
Há descendentes do Barão de Cairary também no município de Moju/Pa, conforme nos assevera o autor do Blog mojuriodascobras.blogspot.com, Vandison Ferreira.

Família
. Benígna Pinheiro Campos/Bela
. Nicanor e esposa Nilda, com 13 filhos, e Nicanor e Nilda são tios de Benígna Pinheiro Campos/Bela
Família Capinussu
. Francisco Gonçalves Capinussu, foi antigo Intendente de Ig-Miri.
Família Cardoso
Os Cardoso
. Manoel Cardoso, foi aluno no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Medicina.
. Roberto Cardoso, antigo aluno da Escola Elementar Masculina de Ig-Miri, que foi aluno da professora Estefânia C. B. de Carvalho, citado em 1912.
Família
. 1ª G/ pais de Antonio José da Costa Cardoso
. 2ª G/Filhos/F, Antonio José da Costa Cardoso, que era dono, na 1ª década do século 20,  do antigo engenho São Benedito, sito nas margens do Rio Meruú-Açu, que após algum tempo, comprou novas terras onde plantava cacau cuja produção vendia juntamente com a cachaça produzida no engenho, que com o falecimento do sr. Antonio José, foi herdado por uma de suas filhas, 3ª G/Netos/N, que era casada com o sr. Ricardo Fernandes, que após alguns anos de aluguéis do referido engenho, o mesmo foi fechado devido desgaste de maquinário.
Família
. 1ª G/ pais de Antonio da Costa Cardoso
. 2ª G/Filhos/F, Antonio da Costa Cardoso, dono do Engenho São Sebastião, em sociedade com seu filho, 3ª G/Netos/N, Anilo Martins Cardoso, engenho situado no Rio Japuretê, afluente do Rio Meruú-Açu e a cachaça produzida era vendida no sistema de regatão nas localidades dos rios Guamá, Acará e na região do Salgado Paraense e Antonio da Costa Cardoso era um dos que apoiavam na organização dos antigos festejos de N. S. de Nazaré na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá.
. 3ª G/N, Anilo Martins Cardoso, empreendedor que chegou na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá com propostas de atividades comerciais e fabris que também se tornou dono de engenho, que junto com os negócios do Engenho São Sebastião, construiu uma fábrica de refrigerantes, sorveteria, que vendia juntamente com a cachaça e também possuía, na Vila Maiauatá, esta às margens do rio de mesmo nome, um concorrido estabelecimento comercial denominado “Bar Alegria”, este com um grande salão social e que procurava valorizar as manifestações religiosas, com destaque para a festa de São Sebastião, patrocinava festas folclóricas locais e promovia bailes dançantes, concursos de misses, apresentações de cordões juninos e promovia leilões e outras atividades culturais. Além do mais, Anilo patrocinava dois clubes de futebol da Vila Maiauatá que disputavam o campeonato municipal, um dos quais era o Alegria, era dono de embarcações, entre as quais a lancha à vapor denominada Cardosinha, de 1938 em diante participou da diretoria da concorrida festa de N. S. de Nazaré da Vila Maiuatá e foi um dos que ajudaram na construção da Ig. de N. S. de Nazaré na vila, foi vereador em Igarapé-Miri entre 1947 e 1951, cedia espaços de sua residência para o funcionamento de escolas na Vila Maiuatá. Anilo era casado e com filhos, 4ª G;Bisnetos/Bn: Nazareno Cardoso e outros, que após o falecimento de Anilo, herdaram os negócios do pai e permaneceram nos negócios até a década de 1980.
Os Outros Costa Cardoso em Pesquisa
Antonio José da Costa Cardoso, foi um dos imigrantes chegados em 1920 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré, inclusive com a urbanização da vila e a construção da Igreja de N. S. de Nazaré. 
. José da Costa Cardoso, foi um dos imigrantes chegados em 1920 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré.
Família
Genealogia do Coronel Maximiano Guimarães Cardoso
Existe algumas inconsistências na genealogia abaixo por conta de dados, que esperamos sejam corretos, e que foram retirados do livro “Memórias de uma vida”, publicado em 1994, autoria de Lauro Cardoso da Silva, e Lauro é bisneto do Coronel Maximiano Guimarães Cardoso e filho de Esmerina Cardoso da Silva (porque casada com Latino Lídio da Silva), onde ele se reporta exatamente aos fatos de sua família, onde também cita os demais irmãos de sua mãe: Maximiano de Almeida Cardoso, Joventina Cardoso Pinheiro/de Almeida Cardoso-nome de solteira, Manoel da Paixão Almeida Cardoso, Eládio de Almeida Cardoso, Cecílio de Almeida Cardoso, Nércia Cardoso Paes/de Almeida Cardoso-nome de solteira, Ana Cardoso da Silva/de Almeida Cardoso-nome de solteira, Elesbão de Almeida Cardoso, portanto eram 9 irmãos. As inconsistências se devem a dados colhidos de outras importantes fontes de informações que também tratam da mesma família. Como já dissemos em alguns trechos das genealogias aqui elencadas, muitas antigas famílias de Abaetetuba e Igarapé-Miri vieram dos mesmos troncos ancestrais de famílias que iniciaram o povoamento, não só desses municípios, como de muitas localidades do Baixo Tocantins, por conta de atividades econômicas, postos militares , funções e atividades que exigiam deslocamentos constantes de membros dessas antigas famílias.
Família 
. 1ª G/ pais de João Lourenço Cardoso
. 2ª G/Filhos/F, João Lourenço Cardoso, que casou com Gertrudes Guimarães Cardoso e com filhos, 3ª G/Netos/N: Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, a mãe de Maximiano Cardoso Pinheiro e outros filhos.
. 3ª G/N, Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, falecido a 11/9/1936, era muito rico, dono de engenhos, grandes propriedades com plantações de cacau, cana-de-açúcar, seringais, embarcações, casas no interior e na cidade, dono de muitos escravos e outros empregados, entre os quais muitas famílias de escravos alforriados. Um dos engenhos do Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, com fazenda anexa, ficava às margens do Rio Tucumanduba. Nesse lugar tinha de tudo: luz elétrica, com gerador acoplado a rodas de ferro, com pás de madeira, movimentadas pela força da correnteza do Rio Tucumanduba. Na fazenda anexa ao engenho criava gado: bois, carneiros, cabras, porcos, patos, cavalos. Havia grande variedade de caças, pescados, mariscos e muitos produtos do extrativismo das matas e águas.
As máquinas para a fazenda/engenho foram compradas direto da Inglaterra, inclusive as duas lanchas à vapor de lenha, todas em ferro e aço: a Lancha Tucumanduba, que era muito veloz e com potente sirene e a Lancha Cardosinha, igualmente potente. 

Citações sobre o Coronel Maximiano Guimarães Cardoso
Pagamento do imposto de valor locativo de 9$000 por um imóvel do Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, sito à Praça da República, em Abaeté em 1922.
O Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, foi vogal no Conselho de Intendência de Abaeté, Juiz Substituto, industrial, dono de engenho de cana, comerciante e proprietário da Lancha Tucumanduba, movida à vapor de lenha e importada da França, anos de 1940. Faleceu em Abaetetuba em 11/9/1936.
O Coronel Maximixiano Guimarães Cardoso, casou com Ana Judith de Almeida Cardoso e tiveram 9 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Maximiano, Joventina, Esmerina, Manoel da Paixão, Eládio, Cecílio, Nércia, Ana e Elesbão de Almeida Cardoso. Como já dissemos a respeito dos poderosos que dominavam a indústria, comércio, navegação e extrativismo dos períodos colonial, provincial e as primeiras décadas do período republicano do Pará, e que também faziam parte das forças policiais e políticas desses tempos, a maioria, além de seus filhos naturais, tiveram também muitos filhos extraconjugais e o Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, que foi um dos mais poderosos donos de engenhos e outras atividades na antiga Abaeté, teve filhos, 4ª G/Bn, com  suas escravas, moças e mulheres das famílias agregadas e dependentes desse poderoso senhor de engenhos.
Os Almeida Cardoso
. 4ª G/Bn, Cecílio de Almeida Cardoso, citado em 5/6/1950 em Abaetetuba/Pa, casou com Maria Maués Cardoso e tiveram os seguintes filhos: José Antonio de Pádua, Ana Nazaré, Cristina, Maria da Ressurreição, Ely de Sabatini, Esmaelino de Jesus, Maria Dalcy e Raimunda Nonata.
. 4ª G/Bn, Nércia Cardoso Paes, casou com Pedro Pinheiro Paes (Nércia Cardoso Paes, nome de casada) e tiveram numerosos filhos: Péricles, Ariosto, Edir, Neida, Alta, Necy, Raimundo, Maria da Glória e Antonio Paes (Neto?), 4ª geração. Nércia faleceu em 13.9.1974
. 4ª G/Bn, Eládio de Almeida Cardoso, casou com Antonia de Castro Cardoso e tiveram os seguintes filhos: Maria da Conceição, Antonio, Lourenço, Deladiel, José, Nazaré Maximiano, Eládio Filho, Maria Antonia, Ana Judith e Manoel  de Castro Cardoso, 4ª geração.
. 4ª G/Bn, Manoel da Paixão Almeida Cardoso, nasceu em 21.4.1902 e faleceu em 11.10.1971, casou com Esmeralda Bastos Cardoso e não tiveram filhos e já eram falecidos em 1994.
. 4ª G/Bisnetos/Bn, filhos do Coronel Maximiiano Guimarães Cardoso e Ana Judith de Almeida Cardoso:
. 4ª G/Bn, Maximiano de Almeida Cardoso, nascido a 12/5/1889 e falecido em 29/6/1982.
. 3ª G/N/ irmã do Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, que teve filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Joventina Cardoso/Pinheiro e outros
. 4ª G/Bn, Joventina Cardoso/Pinheiro, que casou com seu primo Maximiano Cardoso Pinheiro e tiveram os seguintes filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Osmarina Pinheiro Marques (Pinheirinha), Gersomina (era viva em 1994), Miguel, Felisberto Bordalo, Maria e Cardosinha Cardoso Pinheiro. Miguel, Felisberto, Maria e Cardosinha, faleceram solteiros.
. 5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Joventina e Maximiano Cardoso Pinheiro:
. 5ª G/Tn, Osmarina Pinheiro Marques (Pinheirinha), falecida a 30/10/1988 e foi sepultada no Cemitério de Santa Izabel, em Belém, casou com Joaquim de Moraes Marques e tiveram os seguintes filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Eldenor, Eduardo, Elza (já falecida em 1994), Elizabeth, Evandro, Joaquim, João Bosco, Eunice Nazaré, Sebastião e Sérgio Maximiano  Pinheiro Marques.
. 5ª G/Ttn, Gersomina Pinheiro Carmona, casou com Damião Pereira Carmona (já era falecido em 1994) e tiveram 3 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Cláudio (era solteiro em 1994), Cléa e Miguel Pinheiro Carmona (já era falecido em 1994).
. 6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Gersomina e Damião:
. 6ª G/Ttn, Cléa Pinheiro Cardoso, casou com José Antonio Maués.
. 4ª G/Bisnetos/Bn, filhos do Coronel Maximiano Guimarães Cardoso e Ana Judith:
. 4ª G/Bn, Esmerina Cardoso da Silva, era a 2ª entre os 9 filhos do Capitão Maximiano, nasceu em Abaeté a 12/2/1900 e falaeceu a 23/3/1974, casou com Latino Lídio da Silva e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Lauro Cardoso da Silva e outros, que tiveram 8 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn. Era Esmerina quem tomava conta da grande fortuna de seu pai e dos trabalhos da casa da fazenda, c/seus escravos, alforriados e famílias. Era tanto dinheiro em casa, guardado em baús, que as notas “pegavam bolor” (fungos) e era necessário, de vez em quando, que se estendessem as notas de dinheiro em cima de esteiras feitas de palha e talas de jupati (espécie de palmeira),  colocadas sobre a grande ponte do trapiche da casa e, muitas vezes, com os ventos fortes, muitas notas voavam e caíam no rio e eram levadas pelas águas.
. 5ª G/Tetranetos/Ttn: Lauro Cardoso da Silva e irmãos.
. 6ª G/Tetranetos/Ttn: filhos de Lauro
Genealogia Paralela de Gertrudes Guimarães/Cardoso
. 1ª G/ pais de Gertrudes Guimarães Cardoso
. 2ª G/Filhos/F, Gertrudes Guimarães Cardoso, casou com João Lourenço Cardoso e com filhos, 3ª G/Netos/N: Coronel Maximiano Guimarães Cardoso e outros.
. 3ª G/N, Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, casou com Ana Judith de Almeida Cardoso, falecida em Abaetetuba a 23/9/1933 e tiveram nove filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Maximiano de Almeida Cardoso (faleceu solteiro e com 93 anos de idade), Joventina Cardoso Pinheiro, Esmerina Cardoso da Silva, Manoel da Paixão, Eládio, Cecílio, Nércia Cardoso Paes, Ana Cardoso Silva, Elesbão de Almeida Cardoso. De todos, apenas Elesbão ainda era vivo em 1994. 
Maximiano Guimarães Cardoso, citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial de Belém.
. 4ª G/Bn, Esmerina de Almeida Cardoso, que casou com Latino Lídio da Silva, este nascido 24/3/1890 e tiveram 8 filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Catarina (falecida), Anita, Esmeralda, Aureliana, Adelaide, Lauro, Maria Bartira e Manoel Arapajó Cardoso da Silva, José Delimiro Cardoso da Siva e outros filhos extraconjugais. Vide descendência de Latino Lídio da Silva.
. 5ª G/Tn, Lauro Cardoso da Silva. Vide genealogia em Latino Lídio da Silva, seu pai.
. 4ª G/Bn, Maximiano de Almeida Cardoso, nascido a 12/5/1889 e falecido solteiro em 29/6/1982.
. 3ª G/Netos/N, filhos de João Lourenço Cardoso e Gertrudes Guimarães/Cardoso.
. 3ª G/Netos/N: mãe de Maximiano Cardoso Pinheiro, que casou e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Joventina Cardoso/Pinheiro, que casou com seu primo Maximiano Cardoso Pinheiro e tiveram os seguintes filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Osmarina Pinheiro Marques (Pinheirinha), Gersomina (era viva em 1994), Miguel, Felisberto Bordalo, Maria e Cardosinha Cardoso Pinheiro. Miguel, Felisberto, Maria e Cardosinha, faleceram solteiros.
. 5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Joventina e Maximiano Cardoso Pinheiro:
. 5ª G/Tn, Osmarina Pinheiro Marques (Pinheirinha), falecida a 30/10/1988 e foi sepultada no Cemitério de Santa Izabel, em Belém, casou com Joaquim de Moraes Marques e tiveram os seguintes filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Eldenor, Eduardo, Elza (já falecida em 1994), Elizabeth, Evandro, Joaquim, João Bosco, Eunice Nazaré, Sebastião e Sérgio Maximiano  Pinheiro Marques.
. 5ª G/Ttn, Gersomina Pinheiro Carmona, casou com Damião Pereira Carmona (já era falecido em 1994) e tiveram 3 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Cláudio (era solteiro em 1994), Cléa e Miguel Pinheiro Carmona (já era falecido em 1994).
. 6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Gersomina e Damião:
. 6ª G/Ttn, Cléa Pinheiro Cardoso, casou com José Antonio Maués.
Família
Genealogia Paralela de Ana Judith de Almeida Cardoso
Pereira de Barros
. 1ª G/ pais de Torquato Pereira de Barros
. 2ª G/Filhos/F, Torquato Pereira de Barros, que em 1878 era subdelegado o subdelegado do distrito de Abaeté, tendo como suplentes de subdelegado; 1º, João Pereira de Barros, 2º, José Augusto Fortunato e Torquato foi proprietário do antigo Engenho Livramento, situado no Rio Anapu, município de Igarapé-Miri, que foi adquirido do coronel José Garcia da Silva/Coronel Garcia, no final do século 19, e Torquato Barros casou com Ana Lobato (Ana Lobato Barros, nome de casada) e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Ana Judith de Almeida Cardoso e outros filhos, 3ª G/N: Catarina Pereira de Barros.
Referências históricas sobre Torquato Pereira de Barros
. Documentos de 1920 se referem a uma “Rua Tenente Coronel Torquato Barros”. A Rua Torquato Barros se localizava no antigo Bairro de Cafezal e esse trecho se estendia da atual Praça de Nossa Senhora da Conceição até o Igarapé Cafezal. O Igarapé Cafezal foi aterrado para o prolongamento da Rua Barão do Rio Branco e o Bairro agora é chamado de São José. 
. Alferes Torquarto Pereira de Barro, compôs a Câmara de Abaeté (7/1/1881-1884), juntamente com o Tenente Coronel Arlindo Leopoldo Correa de Miranda (presidente da Câmara), José Benedito Rodrigues, José Augusto Fortunato, Camilo José de Freitas e Felippe Santiago e Leornado Antonio Furtado, e Torquato foi intendente de Abaeté (1900-1902) ocupou a Intendência Municipal de Abaeté, no período de 1900 a 1902.
. 3ª G/N, Catarina Pereira de Barros, é irmã de Ana Judith de Almeida Cardoso. 3ª G/N, Catarina Pereira de Barros, é irmã de Ana Judith de Almeida Cardoso.
Almeida Cardoso
. 3ª G/N, Ana Judith de Almeida Cardoso, falecida em Abaeté a 23/9/1933, casou com o rico Coronel Maximiano Guimarães Cardoso e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos: Maximiano de Almeida Cardoso (faleceu solteiro e com 93 anos de idade), Joventina Cardoso Pinheiro, Esmerina Cardoso da Silva, Manoel da Paixão, Eládio, Cecílio, Nércia Cardoso Paes, Ana Cardoso Silva, Elesbão de Almeida Cardoso. De todos, apenas Elesbão ainda era vivo em 1994.
. 4ª G/Bn, Esmerina Cardoso da Silva, casou com Latino Lídio da Silva, este nascido 24/3/1890 e tiveram 8 filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Catarina (falecida), Anita, Esmeralda, Aureliana, Adelaide, Lauro, Maria Bartira e Manoel Arapajó Cardoso da Silva, José Delimiro Cardoso da Siva e outros filhos extraconjugais. Vide descendência de Latino Lídio da Silva.
. 5ª G/Tn, Lauro Cardoso da Silva. Vide genealogia de Latino Lídio da Silva.
Família
Genealogia de Maximiano de Almeida Cardoso
. 1ª G/ pais de Maximiano de Almeida Cardoso, segundo Lauro Cardoso da Silva, foi o Coronel Maximiano Guimarães Cardoso. Vide genealogia acima.
. 2ª G/Filhos/F, Maximiano de Almeida Cardoso, nascido a 12/5/1889 e falecido em 29/6/1982 (segundo Lauro Cardoso da Silva em seu livro de memórias), e o Coronel Maximiano de Almeida Cardoso foi dono do Engenho Juarimbu, sito no rio de mesmo nome e que foi montado no final do século 19. Além da fazenda o Coronel Maximiano se dedicava à pecuária, agricultura e criação de suínos. Como o Coronel Maximiano era muito rico, mandou vir da Alemanha uma lancha à vapor. Os bens do Coronel Maximiano ficaram com os seus filhos, 3ª G/Netos/N, que não sabendo administrador esses bens, venderam o Engenho Juarimbu ao Major João Nicolau Fortes, que entregou a gerência do mesmo ao seu filho, João de Oliveira Fortes e que trocaram o nome do engenho para Engenho São Sebastião na década de 1940 e o mesmo é citado até o ano de 1968.
Família:
. Manoel Laurindo Cardoso, nomeado em 1886 professor da escola elementar do Tucumanduba.
Família
. 1ª G/ pais de Alexandre Antonio Cardoso
. 2ª G/Filhos/F, Alexandre Antonio Cardoso, morador à Praça da República, vogal na Intendência: do Tenente-Coronel Torquato Pereira de Barros em 1900-1902, da intendência do Dr. João Evangelista Correa de Miranda em 1902-1906, na Intendência do Coronel Hygino Maués em 1906-1908, comerciante citado em 1922, Major-fiscal do Estado-maior do 214º Batalhão de infantaria da Guarda Nacional em 12/4/1906, c/c Benedita Maria da Conceição Teixeira e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Esmeralda Cardoso, Antonia Felícula Cardoso. Antonia Felícula tinha outros irmãos: Dadá e Horácio Cardoso.
Família
. Antonia Felícula Cardoso, filha de Antonio Alexandre Cardoso e Benedita Maria da Conceição Teixeira, casou com Arthur Nunes Ferreira, e este possuía duas irmãs e esses três irmãos casaram com outros 3 irmãos da família Cardoso, portanto duas vezes primos entre si. Filhos de Antonia Felícula com Arthur Nunes Ferreira: Maria de Nazaré, Joana da Conceição, Artúnia, João Batista, Carmem Cardoso Ferreira. Antonia Felícula, faleceu com 99 anos, no dia de Santo Antonio. Inicialmente a família de Antonia Felícula residiu num chalé atrás do prédio da Escola Basílio de Carvalho, casa onde antes morou Zezé Paes. Irmãos de Arthur, casadas com Cardoso: Carlos Nunes Ferreira, que casou com Dadá Cardoso e tiveram filhos e Mimi Nunes Ferreira, que casou com Horácio Cardoso e tiveram filhos.
. Dadá Cardoso, c/c Carlos Nunes Ferreira, que, por sua vez, é irmão de: Arthur e Mimi Nunes Ferreira, que por sua vez casaram com membros da fam. Cardoso.
. Horácio Cardoso, casou com Mimi Nunes Ferreira e tiveram filhos.
. Manoel Laurindo Cardoso, nomeado professor para a escola elementar do Tucumanduba.
Família
. Antonio Alexandre Cardoso, irmão do Velho Cardoso, com origem no Maracapucu, c/c Benedita Maria da Conceição Teixeira e tiveram filhos.
Cardoso de Figueiredo
. Manoel Cardoso de Figueiredo, em 1874 como comerciante de secos e molhados pelo Marajó e Baixo Tocantins.
Família
Cardoso Amanajás
. 1ª G/ pais de Manoel Antonio Cardoso Amanajás
. 2ª G/Filhos/F, Manoel Antonio Cardoso Amanajás, dono do antigo Engenho Palheta, este sito no distrito de Villa Muaná,Ilha do Marajó, que se originou do lendário plantador de cana-de-açúcar, Francisco de Melo Palheta.
Família
Cardoso Amanajás de Tocantins 
. Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins. Em 1878 foram nomeados: delegado de Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de Castro e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º districto, como subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão lourenço Monteiro de Alfaia Lobato e 3º dito, João d’Annunciação Correa. 
. Tomás Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins, este Coronel da Guarda Nacional, comerciante, herdeiro do Engenho Santa Cruz no final do século 19, que prosperou e adquiriu lancha à vapor Rosinha e que casou com Rosa de Lyra e tiveram 12 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn, que venderam o Engenho Santa Cruz.
Documento de 1878 cita Leandro Cardoso Amanajás de Tocantins, como responsável dos imigrantes cearenses para Muaná.
Outros Cardoso em Pesquisa
. Abília Sacramento Almeida, antiga professora em Igarapé-Miri, contemporânea da professora Ana Paraense Correa (Ana Correa de Miranda) na chamada Escola Isolada Mixta de Igarapé-Miri na década de 1930.
. Eldevira do Carmo Cardoso, foi professora normalista no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.
. Eulina da Purificação Cardoso, de origem cearense, formada professora normalista em Fortaleza/CE, foi dona de Externato em Igarapé-Miri/PA citado em 1912. 
.  Maués & Cardoso, firma citada em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial de Belém.
Família Carneiro
. J. Garcia da Silva, firma citada em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial de Belém.
. Sebastião Fernandes Carneiro, citado em 6/8/1901, com a reinvnidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial de Belém.
Família Carvalho
Os Carvalho
. Consuelo Carvalho, foi professora na tradicional escola Instituto Sant'Ana de Igarapé-Miri/PA
. Violeta Carvalho, foi antiga aluna na escola da professora Eulina da Purificação Cardoso, em Ig-Miri, citada em 1912.
Os de Carvalho
Família
.  1ª G/ pais de Pai Mião
.  2ª G/Filhos/F, Pai Mião, casou com Mãe Tinina e com filhos, 3ª G/Netos/N: Raimundo Damião de Carvalho/Mestre Damião.
.  3ª G/N, Raimundo Damião de Carvalho/Mestre Damião, nasceu no município de Igarapé-Miri/Pa, que em 1925 fazia parte da Confraria de São Raimundo Nonnato e em 1942, serviu às forças armadas e foi comissário de Polícia na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiauatá, município de Igarapé-Miri/Pa, tendo sido delegado de polícia em várias localidades do Pará e até seu falecimento e que, durante a 2ª Guerra Mundial,  foi indicado por Eládio Correa Lobato como representante da Comissão Estadual de Abaetecimento e Preço, na região do Baixo Tocantins, que nessa década fazia as apreensões das cargas de açúcar que eram transportadas para vendas nas embarcações do Baixo Tocantins, devido falta de regularização junto a Comissão de Abastecimento e Preço. Mestre Damião foi ourives, citado em 1922 e foi músico, professor de música, compositor musical, tendo tocado e composto peças musicais para a centenária Banda Musical Carlos Gomes, de Abaetetuba/Pa e Mestre Damião com 18 anos já era pai de 3 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e casou com Maria da Mercês dos Santos e, por uma segunda vez, casou com Julieta dos Santos Carvalho (Dona Giloca) e o  Mestre Damião teve um total de 28 filhos, 4ª G/Bn, com as duas esposas e fora do casamento: Enildes (Cutéia), Maria do Monte Serrat, Maria das Graças, Maria de Nazaré e outros.
Citações sobre Raimundo Damião de Carvalho/Mestre Damião:
Citação de 1922: “Officina de ourives, de Raymmundo Damião de Carvalho, na Rua Justo Chermont, em Abaeté”.
.  4ª G/Bn, Enildes Casemiro dos Santos Carvalho/Cutéia, nascido a 4/3/1936, foi um dos bons jogadores de futebol nos clubes de Abaetetuba.
.  4ª G/Bn, Maria do Monte Serrat Carvalho Quaresma, casada com Benedito Quaresma, foi professora e, posteriormente, funcionária e diretora Posto do INSS de Abaetetuba/Pa, é destacada poetisa, escritoracom inúmeros livros já publicados, membro da Academia Paraense de Letras do Interior do Estado do Pará e é memorialista da cultura de Abaetetuba, casada com Benedito Quaresma e com filhos e netos, 5ª G/Trinetos/Tn e 6ª G/Tetranetos/Ttn.
.  4ª G/Bn, Maria de Nazaré Carvalho Lobato, foi professora estadual e já aposentada, é destacada poetisa, folclorista, escritora e com inúmeros livros já publicados e é difusora da cultura em geral de Abaetetuba, é membro da Academia Paraense de Letras do Interior do Estado do Pará, casada com Marinho Lobato, este já falecido e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn e com 6ª G/Tetranetos/Ttn.com
.  4ª G/Bn, Maria das Graças, professora, casada e com filhos, 5ª G/Trinetos: Jane Márcia Carvalho Vilhena e outros e com 6ª G/Tetranetos/Ttn.
Família
. Pedro Ribeiro de Carvalho e Dona Guilhermina Francisca Ribeiro de Carvalho, como professores da instrução pública da Freguesia do Moju em 1863.
Família
Felippe Benício de Carvalho, em 1855 como delegado de polícia da Freguesia de Abaeté.
Os Outros Carvalho em Pesquisa
. Consuelo Almeida Carvalho, foi antiga aluna do Instituto Sant'Ana em Igarapé-Miri
.  Estefânia da Costa Borges Carvalho, foi professora da antiga Escola Masculina Elementar de Ig-Miri e professora normalista do início no início do 1º Grupo Escolar de Ig-Miri, citada em 1912.
. Maria Orlete Margalho Carvalho, foi professora e diretora no antigo grupo Escolar de Ig-Miri.

Genealogia Paralela dos Castilhos
Família Castilho
Família
.  1ª G/ pais de Maria do Carmo de Castilho
.  2ª G/Filhos/F, Maria do Carmo de Castilho, dona de engenho de cana movido à água, casas e dona de 32 escravos em terras de Abaeté, citada em 1853 e 1ª esposa do Cel. Caripuna, falecida em 1851. Filhos, 3ª G/Netos/N, de Maria do Carmo de Castilho c/Antonio Francico Correa Caripuna (Tenente-Coronel Caripuna): Francisco e Firmino Correa Caripuna.
.  3ª G/N, Francisco Correa Caripuna, casou com sua prima Aurélia, filha de Justo José (irmão do Coronel Caripuna) e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn.
.  3ª G/N, Firmino Correa de Miranda, casou com sua prima Elíbia (filha de Justo José, irmão do Coronel Caripuna) e tiveram filhos, 4ª G/Bn.
Família
.  Isabel Maria de Castilho (possivelmente irmã de Maria do Carmo de Castilho), casou com Justo José Correa de Miranda (este da 4ª G/Bisnetos/Bn, abaixo), sendo o 1º casamento deste e tiveram filhos: Aurélia Aureliana e Elíbia Eufrosina Correa de Miranda. Justo José casou uma 2ª vez com Alexandria Maria Pinheiro e tiveram filhos: Rogério, Raquel e Reinaldo Correa de Miranda.
Filhos de Isabel Maria de Castilho e Justo José Correa de Miranda
Aurélia Aureliana Correa de Miranda, c/c seu primo Francisco Correa de Miranda, este filho do Tenente-Coronel Caripuna.
Elíbia Eufrosina Correa de Miranda, c/c seu primo Firmino Correa de Miranda, filho do Tenente-Coronel Caripuna.
Rodrigues de Castilho
Marciano Rodrigues de Castilho, que em 1889 era alferes do 7º batalhão de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miri, junto com Francisco Antonio d’Oliveira Pantoja, como tenente-quartel-mestre,  o tenente-ajudante-alferes João Capistrano Janhahu e o capitão Hypólito Rabello Moreira Sampaio, capitão-tenente Raimundo Pinheiro Lopes, tenente-alferes Cordolino Afonso de Lyra, tenente Agostinho Augusto pinheiro, tenente Manoel Domingos d’Oliveira, Alferes Manoel Raymundo dos Santos Quaresma, e o alferes José Ildefonso Sosinho.
Família
Borges de Castilho
Padre Sebastião Borges de Castilho, em 1840 era o padre efetivo da Freguesia do Moju em em 1852 era professor da instrução pública da mesma freguesia.
Família Castro
Os Castro
.  Elvira Castro, natural de Igarapé-Miri/Pa, citada em 2010.
Os de Castro
.  Manoel Antonio de Castro, foi professor, antigo morador de Igarapé-Miri, com nome do antigo Grupo Escolar desse município.
.  Aristóteles Emiliano de Castro, com origem no município de Igarapé-Miri e que dá seu nome à Escola Aristóteles Emiliano de Castro, no mesmo município.
. Maria Cristina Oliveira Castro, foi aluna no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formada no curso superior de Medicina. 
. Pedro Paulo de Castro, foi um dos imigrantes chegados em 1910 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré. 
Os Outros Castro em Pesquisa
.  Manoel Antonio de Castro, com origem no município de Igarapé-Miri/Pa, homenageado com o nome da Escola Estadual Manoel Antonio de Castro.
.  Victório Gonçalves de Castro
.  João Lima de Castro Gama, tenente, auxiliado por José Gonçalves Chaves e Ambrósio José da Trindade, organizaram, na antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, a retomada dessa freguesia das mãos dos revoltosos da Cabanagem em 1836.
.  Roldão Castro, acadêmico de medicina, que casou com uma das filhas de Julião Simplício de Oliveira. 
.  Tenente-coronel Joaquim Francisco Gomes de Castro/Tenente Castro e família, citado como professor em 1864.
.  Emília Gomes de Castro, professora adjunta da escola de Cametá em 1886.
.  Firmino Lopes de Castro, citado em 1882, citado como chefe de polícia da comarca de Igarapé-Miri, com diligência em Beja.

.  2ª G/Filhos/F, José Joaquim de Freitas Castro, português, químico industrial, trabalhou nos engenhos do Major João Nicolau Fortes em Igarapé-Miri/Pa nos anos de 1930 que, posteriormente, adquiriu seu próprio engenho no Rio Piquiarana, no atual município de Abaetetuba/Pa, o Engenho Conceição, este posteriormente repassado para outros donos: como Dedé Lobato. Zé Joaquim Freitas Castro casou com Flor Fortes, esta filha do Major João Nicolau Fortes para quem Zé Joaquim trabalhava.

.  2ª G/Filhos/F, Raimundo Castro, que era afilhado e trabalhava como gerente dos negócios de João Tourão Correa de Miranda até 1960.
2ª G/Filhos/F, deputado Victório Gonçaves de Castro, foi deputado na gestão do Governador Lauro Sodré ( anos de 1902 a 1914). Em 1878 foram nomeados: delegado de Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de Castro e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º districto, como subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão Lourenço Monteiro de Alfaia Lobato e 3º dito, João d’Annunciação Correa.
Os Castro como militares, junto com outros nomes:
.  Tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro.
Em 1868 eram 2 Comandos Superiores, situados nas Comarcas da Capital e Villa de Igarapé-Miry.
Na Comarca da Capital eram 7 comandos superiores:
Comando Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá), Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves, Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião, Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém (Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando Superior da Comarca de Igarapé-Miry: 
.  Tenente Coronel João Maria Gonçalves de Castro
Comandante superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
No 10º batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na Freguesia de Abaeté.
No 11º batalhãi de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na Villa de Igarapé-Miry.
Na 2ª secção de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na Freguesia de Cairary.
Na companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Monteiro de Lyra Lobato, na Villa de Igarapé-Miry
Na companhia de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da Silveira Góes, na Freguesia de Abaeté.
.  Pedro Honorato Correa de Miranda, era o comandante superior da Guarda Nacional de Igarapé-Miri, que abrangia os batalhões da Guarda Nacional de Abaeté e ambos atrelados ao 1º Distrito da Comarca da Capital, junto com  as “paróchias”da Sé, SS. Trindade, Acará, Moju, Barcarena, Beja, Conde e Cairary, e Pedro Honorato, por motivo de doença, passou o cargo em 1868 para o tenente-coronel comandante do batalhão de infantaria nº 11, João Maria Gonçalves de Castro e este em 30/7/1868, por se achar fora do município e também doente, assumiu o cargo o comandante do10º batalhão de infantaria de Abaeté, Antonio Francisco Correa Caripuna, por ser o mais velho no comando de Igarapé-Miry . Quase todos pertenciam ao mesmo clã familiar dos Correa de Miranda de Igarapé-Miri/Pa.
Continuação dos Outros Castro em pesquisa
.  José Antonio Pereira de Castro, que era juiz de paz na antiga freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry e que durante a revolta da Cabanagem, no Pará, organizou as defesas dessa Freguesia contra os revoltosos cabanos em 1835, estes chefiados por Manoel Domingos, Alexandre Carlos, Manoel de Souza e João Gouveia, que cercaram e tomaram a freguesia. José Antonio Pereira de Castro era o professor interino da instrução pública primária em Igarapé-Miry.

Família
.  1ª G/ pais de José Pereira de Castro
.  2ª G/Filhos/F, José Pereira de Castro, que era casado e com filhos, 3ª G/Netos/B: José Pereira de Castro Júnior e outros.
.  3ª G/N, José Pereira de Castro Júnior, citado como coletor de rendas de Igarapé-Miri, tendo na tesouraria, Caetano José Pereira, citados de 1863 a1868.

Continuação dos Outros Castro em Pesquisa
.  Caetano José Pereira, tesoureiro da coletoria de Igarapé-Miry, tendo como coletor José Pereira de Castro Júnior, citados de 1863 a1868.
Lyra Lobato
.  Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato, como militar junto com outros nomes:
·         Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
      1ª companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
      . Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
      . Para alferes, o guarda Manoel Sebastião Lobato.
      Promoções: promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
     . Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
     . Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
     3ª Companhia: promoções em 1888:
.      Para capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda
.      Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira.
.      Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
     3ª companhia: promoções em 1888:
.      Para capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
.      Para tenente, o alferes do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
.      Para alferes, o guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
     4ª companhia; promoções em 1888:
.      Para capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
.      Para tenente, o guarda Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato.
.      Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra Castro.
      6ª companhia; promoções em 1888:
     Para capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato. Para tenente, o guarda Marcellino Antonio da Silva.
.     Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
     Estado maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense Perdigão.
.     Para tenente-quartel-mestre, o guarda João Antonio Laudim de Miranda.
    Por portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de
.     Miranda para comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.

Continuação dos Outros Castro em pesquisa
     . Caetano José Pereira, citado em 1868. 
 Família Cavalcante
     . Cecília de Oliveira Cavalcante, citada em 1949 como professora no Grupo Escolar Prof. Manoel Antonio de Castro, em Igarapé-Miri/PA.
Família Chaves
Família Cavalcante
      . Cecília de Oliveira Cavalcante, foi professora no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, ano de 1949.
      . Antonio da Silva Chaves
   . Cafuz José, escravo do negociante Joaquim Antonio da Silva Villaça, que em 1848 matou à tiro de espingarda, por engano, o português Antonio da Silva Chaves. 
       Junto com as tropas da antiga Guarda Nacional:
     . José Valois Chaves, em citação de 1888:
       Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
    1ª companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
     . Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
     . Para alferes, o guarda Manoel Sebastião Lobato.
     Promoções: promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
     . Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
     . Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
     3ª Companhia: promoções em 1888:
    . Para capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda. Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
     3ª companhia: promoções em 1888:
     . Para capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
     . Para tenente, o alferes do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
      . Para alferes, o guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
      4ª companhia; promoções em 1888:
      . Para capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
      . Para tenente, o guarda Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato.
      . Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra Castro.
      6ª companhia; promoções em 1888:
     . Para capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato. Para tenente, o guarda Marcellino Antonio da Silva.
     . Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
      Estado maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense Perdigão.
     . Para tenente-quartel-mestre, o guarda João Antonio Laudim de Miranda.
   . Por portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.

Família 
Gonçalves Chaves
    . Fernando José Gonçalves Chaves: 
     ANNA FERREIRA DE GUSMÃO, citada em 1830, 1836, dona de terras em área do Engenho Nossa Senhora das Mercês, com 4.825 pés de cacau, dona de casas e com 45 escravos e outros bens:
    1) Huma sorte de terras na Ilha onde existe o Engenho de Nossa Senhora das Mercês, com duzentas braças de frente pelo mais ou menos principiando dos (....) athe o Igarapé de Thomas Homum (....)
    5) Meio quarto de terras no rio (....) principiando dos marcos de D. Rita Borges Machado, pelo rio acima athe os marcos de Fernando Jozé Gonçalves Chaves, com uma légua de fundos. 
    . Maria Gonçalves Chaves, dona de engenho, escravos e terras, citado em 1857 como vizinha de Maria Rita Correa de Miranda, esta também dona de engenho, escravos e terras na Villa de Igarapé-Miri, na mesma data.
Família
    . JOSÉ GONÇALVES CHAVES: 
    Maria Ferreira de Gusmão, esposa de Manoel João Correa de Miranda (o 1º Manoel João), era detentora de engenhos, entre os quais o Engenho Nossa Senhora das Mercês, no Rio Anapu, na Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri, dona de escravos e outros patrimônios, citada em 1825, possivelmente irmã de Anna Ferreira de Gusmão, esta dona de engenho/fazenda, dona de mais de 40 escravos, dona de terras na ilha onde existia o Engenho Nossa Senhora das Mercês com plantações de cacau citada em 1830. São citados como donos de engenhos/fazendas, contemporâneos de Maria Ferreira de Gusmão e sua irmã Anna: Thomas Homum, dona Rita Borges Machado, José Gonçalves Chaves, estes citados em 1830. 
    . José Gonçalves Chaves, dono de engenho, escravos e terras na Villa de Igarapé-Miri, citado em 1857, vizinho de Maria da Glória Correa de Miranda, esta também dona de engenho e terras na mesma data. Posteriormente José Gonçalves Chaves adere ao movimento de libertação de escravos em Abaetetuba e no Baixo Tocantins. Tem rua com o seu nome em Abaetetuba/Pa.
  . João Lima de Castro Gama, tenente, auxiliado por José Gonçalves Chaves e Ambrósio José da Trindade, organizaram, na antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, a retomada dessa freguesia das mãos dos revoltosos da Cabanagem em 1836. 
     Citação de 1854: O governo da Província do Pará criou em 4/4/1837, como uma das Forças Públicas, o Corpo de Trabalhadores (que foi uma das forças públicas criadas após a revolta da Cabanagem na Província do Pará). O Corpo de trabalhadores da Capital era formado pelas forças: da Capital, Ourém e Igarapé-Miry, tendo como major-fiscal Manoel Fernandes Ribeiro e com as seguintes companhias nas freguesias:
      . Barcarena, capitão-comandante: Manoel Francisco Pimentel
      . Moju, Francisco José Rodrigues
      . Acará, Henrique José de Oliveira Pantoja
      . Igarapé-Miry, José Gonçalves Chaves
      . Cairary, Francisco Antonio de Magalhães
      . Abaité: vaga.
   . Em 1855 Manoel Francisco Pimentel era o capitão-comandante do corpo de trabalhadores da Freguesia  de Barcarena, que contava com um capitão e 50 trabalhadores; na Freguesia de Beja, era o capitão-comandante José Elias de Souza; na Freguesia do Moju, o capitão-comandante era Francisco José Rodrigues, contando com 1 capitão, 1 sargento, 4 cabos e 36 trabalhadores; na Villa de Igarapé-Miry, como capitão-comandante José Gonçalves Chaves; na Freguesia de Cairary, o capitão-comandante Francisco Antonio de Magalhães, contando com 1 capitão, 1 sargento, 1 cabo e 26 trabalhadores e na Freguesia de Abaeté, o capitão-comandante Justo José Correa de Miranda.
     . MARIA DA GLÓRIA CORREA DE MIRANDA, dona de terras, engenho e terrenos: 1) huma sote de terras com meia légua, pouco mais ou menos a qual principia das divisões de JOZÉ GONÇALVES CHAVES e confina com ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA, fundos competentes, denominado vulgarmente Japaticú com cza de vivenda coberta de telha com 100 palmos de frente e 70 de fundos, além de um grande quintal com cazas (no município de Igarapé-Miry, citado em 1857). 2) hum quarto de terras nas cabeceiras do Rio (....) que principiam dos marcos de ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA e dahi por diante athe o (....) de braças pertencentes às ditas terras (na freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, citada em 1857). 3) dois terrenos na Villa de Igarapé-Miry (citados em 1857). 4) hum engenho de moer urucú sem serventia (citado em 1857), dona de17 escravos. 
      Outros Gonçaves Chaves.
    . Manoel José Gonçalves Chaves, foi verador em Igarapé-Miry por volta de 1886.
J . Joaquim Gonçalves Chaves, foi vereador em Abaeté, nas intendências: do Coronel Manoel João Pinheiro (1891-1894) e Emídio Nery da Costa (1894-1896). 
Correa Chaves e Correa de Miranda 
  . João Evangelista Correa Chaves e Manoel Gonçalves Correa de Miranda eram primos de:
    Pedro Honorato Correa de Miranda, e seu eleitor em vários mandatos de deputado provincial, citados nos anos de 1840. João Evangelista Correa Chaves, foi um dos vereadores para a 1ª Câmara de Vereadores da Villa de Igarapé-Miri (1845-1849), contemporâneo dos também vereadores dessa mesma câmara: Domingos Borges Machado Acatauassu, Francisco José Correa de Miranda, Pedro Honorato Correa de Miranda, João dos Santos Lopes e Antonio Hygino Cardoso Amanajás.
   . José Joaquim Gonçalves Chaves, com quem o governo da Província do Pará contrata a construção da ponte de Abaeté, pela importância de 8:720$000 réis as obras de construção da ponte, quando foi solicitada pela Câmara Municipal de Abaeté a alteração e para ser modificado o plano inicial e o governo atendeu as ponderações e com novo orçamento e substituição do material e autorizada a mofificação, em 1887, obra terminada em 1889 e com o custo de 9:000$000 réis e mais outros acréscimos de 2521$480 réis.
    . Manoel José Gonçalves Chaves, falecido por volta de 1886.
Família Coelho
Os Coelho
.  João Coelho
.  João Coelho Neto, era mestre escultor e de entalhes de obras sacras de Ig-Miri em casas de eiras e beiras, dos lustres e era pintor de cenários das peças teatrais. 
Os Outros Coelho em pesquisa
. Estelita Gonçalves Coelho, foi professora normalista do 1º Grupo Escolar de Ig-Miri/Grupo Velho
Família Coimbra
Os Coimbra
Gomes Coimbra
José Gomes Coimbra, bacharel, que em 1882 foi nomeado juiz de direito em Igarapé-Miry.
Família Conceição
. José Natividade da Conceição, músico citado como membro de banda musical no início do Século 20. 
. Maria Sabina da Conceição/Tia Sabina, que era ajudante de limpeza na escola da Professora Eulina da Purificação Cardoso, em Ig-Miri, citada em 1912  e no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e no Grupo Escolar Manoel Antonio de Castro na década de 1940..
Família Correa
mudar para Miranda
 Antonia Amélia Figueiredo Miranda, esteve presente na instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895.
FAMÍLIA CORREA
Os Correa
. Bertino Olegário Correa, foi um dos imigrantes chegados em 1910 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré.
. Braulino Correa, citado em 1958
. Ermilo Correa, foi um dos imigrantes chegados em 1910 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré.
.  João de Deus Correa, músico contemporâneo do mestre musical João Valente do Couto, de Ig-Miri.
. Lourenço Correa, natural de Igarapé-Miri/Pa, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri, pescador, citado em 6/1992.Albino da Costa Correa, dono do Engenho Menino Deus, no Rio Panacuéra.
.  Maria José Correa, origem no município de Igarapé-Miri, citada em 2010.
. Orlando Correa, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Medicina. 
. Raymundo Arcanjo Correa, músico de Ig-Miri, contemporâeneo do mestre musical João Valente do Couto. 
. Raimundo Correa, antigo professor na localidade Alto Meruú, em Igarapé-Miri, contemporâneo do prof. Lucídio Pena na mesma localidade
. Rogério Correa, foi um dos imigrantes chegados em 1910 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré.  

Família
.  1ª G/ pais de Américo Correa
.  2ª G/Filhos/F, Américo Correa, era de origem italiana, que na última década do século 19 montou o Engenho Vera Cruz no rio Panacuéra-Miri e prosperou economicamente. Casou e teve os filhos, 3ª G/Netos/N: Júlio e Américo Correa (o filho).
.  3ª G/N, Américo Correa Filho, que com o falecimento do pai, assume os negócios do engenho de cana, que na 2ª década do século 20, devido dificuldades financeiras, hipoteca o engenho ao Capitão Porfírio Antonio Lobato, que acaba ficando com o referido engenho Vera Cruz.
.  3ªG/N, Júlio Correa, que após o falecimento de seu pai, herda a propriedade denominada Espera, localizada nas margens do Rio Igarapé-Miri, onde havia uma grande plantação de cacau.
Família
.  Rogério Correa, este morador da antiga Vila Concórdia, atual Vila Maiuatá, era casado e com filhos: Auriel Correa e outros em pesquisa.
.  Auriel Correa/Aurita, que casou com Oscar P. Castelo Branco de Lima, este vindo de Belém e começou a trabalhar no ramo da saúde, e tiveram filhos: Odalea, Irene, Manoel Luís, Osmar, Osvaldo, Oscar, Orivaldo, Odivaldo, Ocimar, Auriel, Maria de Nazaré.
Família
. Anna de Miranda Correa, nascida em 24/3/1948 e falecida em 25/4/1976, c/c Virgílio da Costa Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com filhos: .
. Carlos Pinheiro Correa
. Catharina Correa Lobato, c/c Cordulino Affonso de Lyra Lobato e com filhos:  Anna de Miranda Correa, esta c/c Virgílio da C. Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Cordulino Affonso de Lyra Lobato, c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa.
. Creuza Dória Correa, esta nascida em 11/8/1936 e falecida em 26/11/2009, foi comerciante em Ig-Miri, c/c Oseas Lobato Correa e com filhos.
. Francelino Abel Correa, c/c Maria de Jesus Correa e com filhos:Virgílio de C. C.P. e este c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa, e este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Jerônimo de Lyra Lobato, c/cQuitéria Lobato e com filhos: Cordulino A. de L. L., este c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa, esta casou com Virgílio de C. . C. P.  este casado e com filhos: Creusa Dória Correa, esta c/c Oséas Lobato Correa e com filhos.
. Maria de Jesus Correa, c/c Francelino Abel Correa e com filhos: Virgílio de C. C. P.
. Oséas Lobato Correa, este nascido em 15/9/1930, c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Quitéria Lobato, c/c Jerônimo de Lyra Lobato e com filhos: Cordulino A. de L. L.
. Raymundo, c/c Antonia e com filhos: Jerônimo de Lyra Lobato, este c/c Quitéria  Lobato e com filhos: Cordulino A. de Lyra Lobato
Virgílio da Costa Correa Pinheiro, c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa.

Família
.  2ª G/Filhos/F, Arcelino Correa, que começou a trabalhar desde os 14 anos, como empregado de casa comercial, tendo posteriormente casado com Alice Pinheiro e foram para o interior do município de Igarapé-Miri/Pa para desenvolver o comércio de regatão em canoas à vela para o Baixo Amazonas, onde levava os produtos locais, especialmente cachaça, que trocava com os produtos desta região, como pirarucu, couros de jacarés e outros animais silvestres e outras mercadorias e assim foi crescendo nos negócios. Arcelino Pimentel Correa e Alice Pinheiro tiveram 3 filhos, 3ª G/Netos/N: Alaci, Arthur e Artêmio Pinheiro Correa e com estes criou a firma Arcelino Correa & Cia. e montaram o Engenho São Judas Tadeu no Rio Murutipucu, no atual município de Igarapé-Miri/Pa, com um maquinário adquirido do sr. Manoel Lobato/Duquinha Lobato, quando passaram a produzir cachaça de nominada Com Jeito Vai, que comercializava no sistema de regatão pelas localidades da região tocantina e rio Amazonas. Tendo prosperado nos negócios, Arcelino Pimentel Lobato e filhos, em 1970, foram para Belém e no chamado Porto do Sal instalaram um armazém de estivas chamado Armazém Correa e no final do ano de 1970 encerraram as atividades da indústria canavieira e do comércio de regatão. O sr. Arcelino Pimentel Correa já é falecido e os filhos, 3ª G/Netos/N, prosseguiram nos negócios e são os netos do Sr. Arcelino, 4ª G/Bisnetos/Bn, que estão à frente de uma grande rede de supermercados em Belém/Pa.
Família
.  2ª G/Filhos/F, Olinda Correa Pantoja, casada e com filhos, 3ª G/Netos/N: Deusdeth Antonio, Dário José, Dilson de Jesus (já é falecido), Dinair, Dilma Maria, Dilza Maria, Dilberto Nazareno (já é falecido), Djalma Tadeu, Darcízio Eloy, Darlene Maria, Denize Maria e Déa Cristina Correa Pantoja e alguns destes com filhos e netos, 4ª G/Bisnetos/Bn e 5ª G/Trinetos/Tn.
Família
.  1ª G/pais de João Tourão Correa de Miranda, Claudomiro Correa de Miranda e outros irmãos.
.  2ª G/Filhos/F, João Tourão Correa de Miranda, dono de engenho no Rio Maiuatá em 1930 e dono do Engenho Santo Antonio de Botelho, sito no Rio Maiautá, município de Igarapé-Miri/Pa e em 1950 instalou outro engenho, denominado Engenho Santa Helena, sito no Rio Meruú-Açu, no mesmo município, tendo convidado o amigo Braulino Pinheiro Martins, para tornar-se sócio-gerente deste segundo engenho cana-de-açúcar e Braulino conseguiu significativos avanços no comércio da cachaça. Porém Braulino foi chamado para trabalhar na Coletoria de rendas do município, motivo que levou o Sr. João Tourão a vender o engenho para o Sr. Álvaro Varges de Araujo e seu respectivo sócio, Miguel de Oliveira Belo, com este ficando na gerência dos negócios. Com o falecimento do Sr. Álvaro o dito engenho ficou com o Sr. Miguel Belo até o início da década de 1970. João Tourão ainda era arrendatário do Engenho Nova Olinda, este no município de Abaetetuba/Pa e, posteriormente, nos anos de 1960, João Tourão Correa de Miranda muda para a capital e segue na modalidade de comércio de estivas no bairro da Cidade Velha em Belém.
.  2ª G/F, Claudomiro Correa de Miranda, irmão de João Tourão Correa de Miranda.
Família
mudar
.  2ª G/Filhos/F, Arcelino  Brasiliano de Miranda Lobato, capitão da Guarda Nacional, dono, na década de 1940,  do Engenho Livramento, sito no Rio Itanimbuca, município de Igarapé-Miri, e mais 4 outros engenhos na mesma década, cuja produção de cachaça, em sua maior parte, comercializava com os regateiros dos rios Guamá e Baixo Amazona desses tempos e a outra parte vendia para as engarradoras da região. O Capitão Arcelino era casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: Júlio, Manoel Lourenço e Eládio Correa Lobato, comerciante e sócio no Engenho Livramento, que na década de 1960 admitiu também como sócio o Sr. Raimundo Mito Ribeiro, que dissolveram a sociedade, vendendo o engenho para o Sr. Diogo Borges Gonçalves, que trabalhou no engenho até o ano de 1975.
Os Correa Lobato
Família
.  3ª G/N, Júlio Correa Lobato, falecido em 1968, era natural de Igarapé-Miri/Pa, comerciante de regatão, dono de embarcações, inclusive o navio Pinheiro, dono do Engenho Independência, que foi montado na década de 1940 às margens do Rio Maiauatá, município de Igarapé-Miri/Pa, que produzia a cachaça “Mamãe eu quero” de muita aceitação na época e Júlio, sentindo que a atividade da indústria canavieira era muito desgastante, tomou a iniciativa de não mais fabricar e sim comprar cachaça dos produtores da região, tendo vendido o maquinário do engenho para o Sr. Didi Machado que o instalou em outra localidade. Além de dono de engenho e comerciante, Júlio Correa lobato foi também dono de indústria cerâmica, produzindo os tradicionais potes, bilhas, moringas e outros utensílios de barro que eram negociados juntamente com a cachaça aos comerciantes de regatão que viajavam para o baixo Amazonas. Júlio casou com Antonia Sampaio Lobato, esta provavelmente filha do Coronel Sampaio, e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Nazaré e Júlio Sampaio Lobato, que juntos com a mãe herdaram os negócios de Júlio Correa Lobato em 1968.
.  3ª G/N, Manoel Lourenço Correa Lobato/Duquinha Lobato, que junto com o Sr. Mito Ribeiro, alugaram o Engenho Vera Cruz, sito no Rio Panacuéra-Miri, do Major João Nicolau Fortes. Manoel Lourenço e Mito Ribeiro, após alguns anos na indústria canavieira, devolveram o mesmo engenho à Sra. Maria Fortes, que havia herdado o engenho de seu pai, o Major Fortes. E Manoel Lourenço Correa Lobato, junto com o seu cunhado Raimundo Mito Ribeiro e irmão Eládio Correa Lobato, eram donos do Engenho Fortaleza através da firma Produtos Alimentícios Fortaleza Ltda. A maior parte da cachaça era trocada por pirarucu e outros peixes secos vindos do Baixo Amazonas e esses produtos eram negociados com outros comerciantes de regatão que faziam viagens nos rios Tocantins, Guamá, Acará e Moju e a outra parte da cachaça produzida no Engenho Fortaleza era vendida para a Engarrafadora Santo Antonio/Siqueirinha, esta situada no município de São Sebastião da Boa Vista/Pa. Na década de 1960 os sócios optaram por outros negócios em Abaetetuba e venderam o engenho para os Srs. Álvaro Varges de Araujo e Diogo Borges Gonçalves, que deram continuidade aos negócios do engenho com bons resultados.
.  3ª G/N, Eládio Correa Lobato/Eládio Lobato, nascido a 29/10/1921 e falecido a 22/6/2010, que possuía negócios com o irmão  Duquinha Lobato e em sociedade com o cunhado Raimundo Mito Ribeiro/Mito Ribeiro, e sócio da firma Lobato & Silva, junto com Eduardo Carlos da Siva, no Engenho menini Deus que foi instalado na década de 1960 no Rio Meruú-Açu, na foz do Igarapé João Ribeiro, município de Igarapé-Miri, que posteriormente foi vendido ao Sr, Oscar Nestor Paraguassu que permaneceu na atividade até 1972. Eládio Lobato também dedicou-se à vida política, tendo sido vereador e prefeito de Igarapé-Miri e deputado estadual do Pará. Eládio Lobato também foi memorialista dos engenhos de Igarapé-Miri e região, autor do livro “Caminho de canoa pequena”, que é o significado do nome de sua cidade natal, Igarapé-Miri e foi autor de outros trabalhos literários.
Eládio Lobato casou com Vitorina Correa de Miranda (vide Família Correa de Miranda), e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Graça e outros, cujas gerações se estendem para as 5ª e 6ª gerações mais recentes. Além de Igarapé-Miri, Aládio Lobato e seu irmão Duquinha Lobato deixaram seu nome na história de Abaetetuba, pois eles, associados ao mecânico automotivo Manoel dos Reis Cunha/Cunha, constituíram na década de 1960 a 1ª empresa de transportes rodo-fluvial de Abaetetuba e região, empresa que inaugurou o uso da recém-construída “Rodovia Moura Carvalho”, inaugurada no início da década de 1960, pelo então governador do Estado, Major Luís Geolás de Moura Carvalho. Os meios de transportes usados pela empresa foram os chamados “paus-de-arara” (apelido que vem dos famosos caminhões paus-de-arara relatados nas canções de Luiz Gonzaga), que eram caminhões cobertos de lona e com bancos improvisados em madeira, nos quais os passageiros viajavam para a localidade de Nossa Senhora do Tempo, no vizinho município de Barcarena, de onde apanhavam uma embarcação que os levavam para Belém e vice-versa, em viagens penosas de 2 horas. Essas viagens de pau-de-arara, porém , eram muito melhores que as simplesmente viagens fluviais através da Baía do Marajó e outras menores, além dos incontáveis furos  e rios que levavam os passageiros de Abaetetuba-Belém-Abaetetuba nas também penosas e perigosas viagens de barcos motorizados (Peri, Caliandares, São Benedito, Carisma, etc) de mais de 5 horas  de viagens (á noite todos viajavam dormindo em suas redes, quando o humor do tempo permitia), enfrentando temporais, fortes ondas, muitas pedras,  que nos faziam recordar os contos de nossos pais dos incontáveis naufrágios de navios e embarcações menores por esses trajetos fluviais da baías Marapatá, Capim, do Marajó e  furos Arrozal e Carnapijó. Canoas à vela levavam umas 12 horas de viagens no mesmo percurso. Só após a empresa dos Lobato de Igarapé-Miri e Cunha, de Abaetetuba, é que veio uma empresa de ônibus, a Empresa Rodo-Fluvial São Jorge, de Vândi Paes.
O encargo de memorialista dos engenhos, Eládio Lobato deixou para sua filha, Graça Lobato Garcia, que fez um importante trabalho de resgate da história dos engenhos de Abaetetuba e Igarapé-Miri e com todo o histórico da cana-de-açúcar, do ciclo açucareiro, produção de aguardente, comércio de regatão e nomeou praticamente todos os engenhos e donos de engenhos do Baixo Tocantins. É um trabalho de fôlego e muito importante para a história-memória dos engenhos do Baixo Tocantins. Nós aproveitamos muito dessa memorável pesquisa para juntar as famílias nomeadas às nossas pesquisas genealógicas sobre as antigas famílias que inicialmente povoaram  os municípios de Abaetetuba e Igarapé-Miri, que justiça de faça, tanto os antigos negócios, como as famílias que povoam Abaetetuba vieram de Igarapé-Miri. Não esquecer que as antigas freguesias e posteriores vilas de Abaetetuba e Igarapé-Miri estiveram  geográfica, politica e judicialmente ligadas através dos termos judiciais da Capital Belém/Pa e da divisão eclesiástica da Igreja Católica (não esquecer que Estado e Igreja constituíam um ente político só e até as primeiras décadas do regime republicano), sendo que Igarapé foi a 1ª a se desfazer da ligação umbilical com Belém e Abaeté, um pouco depois. Porém restou a ancestralidade familiar comum entre Abaeté e Igarapé-Miri. Se alguém tem alguma dúvida sobre esse assunto, pode pesquisar e encontrará essa mesma resposta.
.  3ª G/N, Vitorina Correa Lobato/Lobato Ribeiro, casou com Raimundo Mito Ribeiro/Mito Ribeiro e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e netos, 5ª G/Trinetos/Tn: Maria Inês, Raimundo/Diquinho, Arcelino, Antonio, Maria Tereza, Alice Lobato Ribeiro.
.  4ª G/Bn, Arcelino Lobato Ribeiro, comerciante.
.  4ª G/Bn, Maria Inês Lobato Ribeiro, humanista de 1962 pela escola INSA, professora aposentada.
.  4ª G/Bn, Maria Tereza Lobato Ribeiro, humanista de 1962 pela Escola INSA. 
Os Outros Correa Lobato
.  Francisco de Paula Correa Lobato: Em 1854 João Gomes Franco era o delegado da instrução pública da Freguesia do Moju, tendo como suplente, Francisco de Paula Correa Lobato e este era subdelegado de Polícia na mesma freguesia, citado em 1852, 1855. 

Família de Catharina Correa Lobato
. Anna de Miranda Correa, nascida em 24/3/1948 e falecida em 25/4/1976, c/c Virgílio da Costa Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com filhos: .
. Carlos Pinheiro Correa
. Catharina Correa Lobato, c/c Cordulino Affonso de Lyra Lobato e com filhos:  Anna de Miranda Correa, esta c/c Virgílio da C. Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Cordulino Affonso de Lyra Lobato, c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa.
. Creuza Dória Correa, esta nascida em 11/8/1936 e falecida em 26/11/2009, foi comerciante em Ig-Miri, c/c Oseas Lobato Correa e com filhos.
. Francelino Abel Correa, c/c Maria de Jesus Correa e com filhos:Virgílio da CostaCorrea Pinheiro e este c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa, e este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Jerônimo de Lyra Lobato, c/c Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato, este c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa, esta casou com Virgílio da Costa Correa Pinheiro  este casado e com filhos: Creusa Dória Correa, esta c/c Oséas Lobato Correa e com filhos.
. Maria de Jesus Correa, c/c Francelino Abel Correa e com filhos: Virgílio da CostaCorrea Pinheiro
. Oséas Lobato Correa, este nascido em 15/9/1930, c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Quitéria Lobato, c/c Jerônimo de Lyra Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
. Raymundo, c/c Antonia e com filhos: Jerônimo de Lyra Lobato, este c/c Quitéria  Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
Virgílio da Costa Correa Pinheiro, c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa.
Família
.  1ª G/ pais de Meneléu, Acácio e Caetano Correa Leão:
.  2ª G/Filhos/F, Meneléu Correa Leão, que em 1956 foi admitido como sócio Engenho São Sebastião (antigo Engenho Juarimbu, que pertenceu ao Coronel Maximiano de Almeida Cardoso na década de 1930), agora de propriedade  do Major João Nicolau Fortes e filhos e que com recursos e capacidade administrativa deu impulso a esses negócios, especialmente do comércio de cachaça, e Meneléu, também alugou o Engenho Vera Cruz, de ropriedade do Major Fortes na década de 1950 e permanecendo na sociedade até 1968. Na década de 1960  adquiriu o Engenho Nazaré, sito na Vila de Maiauatá, no rio de mesmo nome e cuja parte da produção de cachaça era vendida para a engarrafadora Casa Vale, esta localizada no mesmo rio e o restante da cachaça vendia no comércio de regatão pelas regiões ribeirinhas do baixo Tocantins. Meneléu também era dono do Engenho Recreio, este localizado no Rio Santo Antonio e também alugou o Engenho São Sebastião, sito no Rio Juarimbu. Com a ida do Sr. Meneléu para gerenciar o grande Engenho Juarimbua, de propriedade do rico Sr. João Nicolau Fortes, Meneléu fez sociedade com seus irmãos Caetano e Acácio Correa Leão, que ficaram trabalhando no Engenho Recreio até o ano de 1960, quando adquiriram suas partes nos negócios com o irmão. Como avanço nos negócios Meneléu montou um aglomerado industrial, com serraria, porto e comércio de estivas e também enveredou pela política, tornando-se vereador em Igarapé-Miri por várias legislaturas. 
.  2ª G/F, Caetano Correa Leão e Acário Correa Leão, após a dissolução da sociedade com seu irmão Meneléu Correa Leão em 1960, que envolvia os negócios do Engenho Recreio, ficaram trabalhando somente no Engenho Pará, no Rio Santo Antonio, montado na década de 1950. Caetano e Acácio dissolveram os negócios no Engenho Pará, ficando este somente com Caetano Correa Leão e Acácio ficou com o Engenho Recreio.
Caetano Correa de Leão avançou nos negócios e como era casado e com 9 filhos, 3ª G/Netos/N, tendo mandado esses filhos, juntamente com sua esposa, para Belém, com o objetivo dos estudos na Capital e eles concluíram cursos universitários, passando a trabalhar em órgãos federais e estaduais em Belém. Caetano  também seguiu a vida política, quando foi eleito vereador em Igarapé-Miri em várias legislaturas e em 1962 foi eleito vice-prefeito dessa cidade e, nessa qualidade, assumiu como prefeito em várias oportunidades.
.  2ª G/F, Acácio Correa Leão, com o avanço nos negócios, adquiriu bens imóveis, embarcações e também se envolveu na política. Trabalhou no Engenho Recreio até a década de 1970.
Família
.  Domícia Paraense Correa/Nhariata, era irmã de Ana Correa Miranda e Nharita era professora nomeada em sala multiseriada, exercendo a função na Casa Santo Antonio, às margens do Rio Espera, em Ig-Miri, em casa que pertencia a seu pai Júlio César Correa.
. Joana D'Arc Pinheiro Correa, professora citada em 1958.
. Maria Merandolina Pinheiro Correa, filha de Nicanor Paraense Correa e D. Ida, foi professora no Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri, citada em 1958, casou com Mozar Neri Correa e com 3 filhas.
.  Nicanor Paraense Correa, era dono de engenho em Igarapé-Miri, citado em 1958, casado e com filhos: Maria Merandolina e outros em pesquisa.
Família
. Amadeu Pinheiro Correa
. Amadeu Pinheiro Correa Filho, origem em Ig-Miri, formado no curso superior de Bacharel em Direito, advogado.
Família
. Aurora da Silva Pureza, nascida a 5/12/1932, filha de Alfredo Correa da Silva e Pautila Rodrigues Correa
. Pautila Rodrigues Correa, casou com Alfredo Correa da Silva e com filhos: Aurora da Silva Pureza, esta nascida a 5/12/1932 e outros em pesquisa.

Os Correa de Miranda

. Alexandrina Souza de Miranda, esta já era falecida em 1850), casou com (3ª G/N dos Correa de Miranda) Manoel João Correa de Miranda (homônimo do pai), este filho de Manoel João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão, e o 2º Manoel João nasceu no distrito de Anapu, Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri, e faleceu em 1850, era dono de terras com plantações de seringueiras, dono de escravos e com laços de comércio de borracha em Belém/Pa, dono de engenhos, tenente-coronel das antigas milícias e Alexandrina e o 2º Manoel João tiveram um filho, 4ª G/Bisnetos/Bn, de nome Antonio Manoel Correa de Miranda. Manoel João Correa de Miranda faleceu quando seu filho Antonio Manoel tinha 20 anos de idade em 1850 e teve cerca de outros nove irmãos.
.  José dos Passos Correa de Miranda
.  Tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda: citado junto com os companheiros de tropas da antiga Guarda Nacional: Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
. Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
. Para alferes, o guarda Manoel Sebastião Lobato.
Promoções: promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
. Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
. Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
. Para capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
. Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira.
. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
. Para capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
. Para tenente, o alferes do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
. Para alferes, o guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
. Para capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro. Para tenente, o guarda Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
. Para capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato. Para tenente, o guarda Marcellino Antonio da Silva.
. Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Estado maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense Perdigão.
. Para tenente-quartel-mestre, o guarda João Antonio Laudim de Miranda.
. Por portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.
Continuação dos Correa de Miranda
.  PEDRO HONORATO CORREA DE MIRANDA, faleceu no Ceará em 3/4/1882, citado em 1852, primo de Manoel Gonçalves Correa de Miranda, delegado da instrução pública na Villa de Igarapé-Miry, citado em 1852 e 1854, Coronel Comandante Superior do Comando Guarda Nacional com sede em Igarapé-Miry, citado em 1864 e 1868, vereador eleito para a antiga Câmara da Vila Santa Anna de Igarapé-Miri/Pa (1845-1849), junto com os seguintes vereadores:
.  Dr. João Evangelista Correa de Miranda, cunhado de João Evangelista Correa Chaves, foi vereador na Vila de Santa Anna de Igarapé-Miri (1865-1868), deputado provincial entre os anos de 1876 a 1878 e casado com uma irmã de João Evangelista Correa Chaves. O Dr. João Evangelista Correa de Miranda, foi Juiz Substituto do 2º Distrito Judiciário da Comarca, em 1895 e como tal esteve presente na Instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895 e acompanhado de seus familiares e outras famílias de Igarapé-Miri. Foi Intendente Municipal de Abaeté no período de 1902 a 1906 e na sua intendência foi inaugurada a estrada Dr. João Miranda, em 1904 e a Colônia agrícola do mesmo nome e, ainda, foi deputado na Assembléia Legislativa em 1906. Em sua homenagem existe em Abaetetuba a Rodovia Dr. João Miranda, que agora pertence à área urbana do município.
Citação de 1902: A Banda de Música Bela Harmonia abrilhantou a inauguração em 2/4/1902 do Grupo Escolar de Abaeté, na administração do Intendente Municipal Tenente Coronel Torquarto Pereira de Barros, com a presença do Dr. João Evangelista Correa de Miranda, Juiz do Distrito judiciário, do Coronel Hygino Maués, do professor Bernardino Pereira de Barros, Diretor do grupo escolar inaugurado, do Padre Francisco Manoel Pimentel, de Cornélio Pereira de Barros, lente da Escola Normal do Estado e dos professores presentes: Basílio Chrispim de Carvalho, Fidélis Magno de Araújo, Maria de Nazaré de Moraes e Francisca Romana de Almeida Pimentel, todos normalistas.
.  Francisco José Correa de Miranda, foi um dos vereadores para a 1ª Câmara de Vereadores da Villa de Igarapé-Miri (1845-1849), contemporâneo dos também vereadores dessa mesma câmara: Domingos Borges Machado Acatauassu, João Evangelista Correa Chaves, João dos Santos Lopes, Pedro Honorato Correa de Miranda e Antonio Hygino Cardoso Amanajás.
.  Tenente-Coronel Arlindo Leopoldo Correa de Miranda. Foi presidente da 1ª Câmara da Vila de Abaeté, em 1881 até 1884 e da 2ª, de 1884 a 1887.
Foi membro, como vogal, do Conselho de Intendência de Abaeté, período de 1890-1891, na intendência de José Benedito Ruiz.
Juiz Substo. do 2º Distrito Judiciário da Comarca, em 1895. Foi um dos assinantes da Ata de Instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895.
Foi Intendente Municipal de Abaeté no período de 1902 a 1906. Na sua intendência foi inaugurada a estrada Dr. João Miranda, em 1904 e a Colônia agrícola do mesmo nome. Foi deputado na Assembléia Legislativa em 1906.
Os Correa de Miranda
.  Silvestre Correa de Miranda, dono do Engenho Cariá, no Rio Meruú.
.  Anna Correa de Miranda, que esteve presente na Instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895.
Os Costa Correa Pinheiro
Família de Virgílio da Costa Correa Pinheiro
. Anna de Miranda Correa, nascida em 24/3/1948 e falecida em 25/4/1976, c/c Virgílio da Costa Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com filhos: .
. Carlos Pinheiro Correa
. Catharina Correa Lobato, c/c Cordulino Affonso de Lyra Lobato e com filhos:  Anna de Miranda Correa, esta c/c Virgílio da C. Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Cordulino Affonso de Lyra Lobato, c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa.
. Creuza Dória Correa, esta nascida em 11/8/1936 e falecida em 26/11/2009, foi comerciante em Ig-Miri, c/c Oseas Lobato Correa e com filhos.
. Francelino Abel Correa, c/c Maria de Jesus Correa e com filhos:Virgílio da CostaCorrea Pinheiro e este c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa, e este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Jerônimo de Lyra Lobato, c/c Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato, este c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa, esta casou com Virgílio da Costa Correa Pinheiro  este casado e com filhos: Creusa Dória Correa, esta c/c Oséas Lobato Correa e com filhos.
. Maria de Jesus Correa, c/c Francelino Abel Correa e com filhos: Virgílio da CostaCorrea Pinheiro
. Oséas Lobato Correa, este nascido em 15/9/1930, c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Quitéria Lobato, c/c Jerônimo de Lyra Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
. Raymundo, c/c Antonia e com filhos: Jerônimo de Lyra Lobato, este c/c Quitéria  Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
Virgílio da Costa Correa Pinheiro, c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa.

Laudim de Miranda
levar para Miranda 
Citação junto com os membros das tropas da antiga Guarda Nacional:
.  João Antonio Laudim de Miranda:   Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
Para alferes, o guarda Manoel Sebastião Lobato.
Promoções: promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
Para capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira.
Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior. Para tenente, o alferes do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira. Para alferes, o guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
Para tenente, o guarda Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato.
Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
Para tenente, o guarda Marcellino Antonio da Silva.
Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Estado maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense Perdigão.
Para tenente-quartel-mestre, o guarda João Antonio Laudim de Miranda.
Por portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.
Continuação dos Correa
.  João d’Annunciação Correa: Em 1878 foram nomeados:
Delegado de Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de Castro e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º districto, como subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão Lourenço Monteiro de Alfaia Lobato e 3º dito, João d’Annunciação Correa.
Para o 2º distrito de Anapu, foram nomeados: 1º suplente de subdelegado, Tenente Manoel Luiz Penna de Moraes; 2º dito, João Victório de Souza Janahú; 3º dito, dito, Felippe Antonio Pinheiro.
Foi exonerado à pedido o o 2º suplente de delegado de Igarapé-Miry, Major João Ribeiro Machado e o 2º suplente de subdelegado do 1º distrito, Clarindo Duarte Souto e nomeado para subdelegado do 2º distrito, o 1º e para 1º suplente do 1º distrito, o último dos referidos cidadões. 
Continuação dos Correa
Os Gonçalves Correa
. Benedita Gonçalves Correa, citada em 1968 como professora nomeada na Vila Maiuatá em Igarapé-Miri/PA.
. Lucilinda Gonçalves Correa, professora citada como aluna do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que foi professora no mesmo grupo.
. Dr. Orlando Gonçalves Correa, citado como aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri. 
Família 
.  Júlio César Correa, proprietário da Casa Santo Antonio, às margens do Rio Espera, era casado e com filhos: Domícia Paraense Correa/Nhariata, Ana Correa Miranda
. Domícia Paraense Correa/Nharita, era professora nomeada em sala multiseriada, exercendo a função na Casa Santo Antonio, às margens do Rio Espera, em Ig-Miri, em casa que pertencia a seu pai Júlio César Correa.
Os Lobato Correa em Pesquisa
. Deusarina Lobato Correa, foi antiga aluna do Instituto Sant'An, formada posteriormente no curso superior de Administração.

Os Nery Correa
. Dulce Neri Correa, foi professora do Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri, citada em 1958.
. Dr. Eneas Nery Correa, estudou no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.
. Enéas Nery Correa, foi aluno no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Medicina.
. Maria Amália Nery Correa, professora citada como aluna do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formada no curso superior de Pedagogia.
. Mozar Neri Correa, casou com Maria Merandolina Pinheiro Correa, esta filha de Nicanor Paraense Correa e D. Ida, que foi professora no Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri, citada em 1958, e com 3 filhas.
Os Pantoja Correa
. Márcio José Pantoja Correa, natural de Igarapé-Miri/Pa, citado em 2010.
. Sílvio Antonio Pantoja Correa, com origem no município de Igarapé-Miri/Pa, citado em 2010.
Os Pinheiro Correa
. Esmeralda Antonia Pinheiro Correa, foi aluna do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formada no curso superior de Educação Religiosa. 
. Irlene Pinheiro Correa, foi antiga aluna do Instituto Sant'Ana, formada posteriormente no curso superior de Bacharel em Direito/Advogada, citada em 2009.
. Maria Merandolina Pinheiro Correa, professora do Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri, citada em 1958.
   
Os Outros Correa em Pesquisa
. Angelina Gilda Pereira Correa, citada em 2009 como professora
.  Araci Correa Santa Maria, com origem no município de Igarapé-Miri/Pa e com nome da Escola Municipal Araci Correa Santa Maria, na Vila Maiauatá, no mesmo município, cotada em 2010 e tendo como diretora Gracile Ferreira e vice-diretora Dilza Machado.
. José Evangelista Accacio Correa, professor adjunto da escola elementar masculina de Cametá.
.  Alferes Felippe Correa de Sá, dono do Engenho Anapu, antigo engenho, que vem da era colonial do Pará.
. Felismina de Castro Correa, foi professora no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e em 1949 é citada como professora do Grupo Escolar Prof. Manoel Antonio de Castro..
. Filonila de Castro Correa, trabalhou como servente no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri. 
. Maria das Graças Costa Correa, citada em 2009 como professora.
. Paulo Sérgio de Almeida Correa, citado em 2009 como doutor em Educação em Igarapé-Miri/PA.
. Perciliano Tourão Correa, que comprou o Engenho Vera Cruz, de D. Maria Fortes, sito nas margens do Rio Panacuéra-Miri, que tinha herdado esse antigo engenho de seu pai, Major João Nicolau Fortes, após a década de 1950 e Perciliano ficou nos negócios da indústria canavieira até a década de 1970, quando adveio a crise dos engenhos do Baixo Tocantins e ele empresta seu nome à Escola Perciliano Tourão Correa, em Ig-Miri.
Família Costa
Os Costa
. Antonia Costa, formada em Engenharia
. Braselina Costa, que casou com Raimundo Nonato da Silva, este natural do Rio Cuitininga e com filhos, 3ª G/Netos/N: Manoel Nonato da Silva e outros.
. Esmelina Costa, foi citada na década de 1960
. Ezequiel Costa, foi antigo funcionário do Instituto Sant'Ana
.  Maroca Costa, antiga contadora de hístórias e lendas de Ig-Miri 
Os da Costa
. Antonio Nito da Costa/Nito, que foi gerente numa das propriedades do Capitão Arcelino Brasiliano de Miranda Lobato, na década de 1940, município de Igarapé-Miri/Pa.
. Francisco da Costa, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Bacharel em Direito, é advogado.
. Miranda da Costa, foi aluno no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Bacharel em Direito, é advogado.
. Ricardo José da Costa, foi um dos imigrantes chegados em 1910 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré.
Família
. 1ª G/ pais de João Roberto da Costa/Zé Roque
. 2ª G/Filhos/F, João Roberto da Costa/Zé Roque, já falecido, com origem na localidade rio Mamangalzinho, município de Igarapé-Miri, que iniciaram nessa localidade a festa de Nossa Senhora de Nazaré, devido promessa feita a essa Santa pela cura de sua filha Odete e João Roberto/Zé Roque casou com Antonia Farias da Costa/D.Sinhá, esta já falecida e com filhos, 3ª G/Netos/N: Odete Farias da Costa e outros.
. 3ª G/F, Maria Odete da Costa Maués, que nasceu por volta de 1941, professora aposentada, é uma das baluartes da festa de Nossa Senhora de Nazaré da comunidade de Nossa S. de Nazaré, da Comunidade Mamangalzinho a partir de 1953, é casada e com 8 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e 19 netos, 5ª G/Trinetos/Tn.
. Luiz Farias da Costa, origem na localidade Rio Mamangalzinho, onde parcitipava da coordenação da Comunidade de N. S. de Nazaré nos anos de 1950.
. Manoel José Farias da Costa, com origem na localidade Rio Mamangalzinho, irmão de Luiz Farias da Costa, que participava da organização da Comunidade de N. S. de Nazaré nos anos de 1950.
Guarda Nacional:
. Athanasio Bonifácio da Costa: citado junto com os outros membros da antiga Guarda Nacional: Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
Para alferes, o guarda Manoel Sebastião Lobato.
Promoções:
Promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
Para capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira.
Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
Para tenente, o alferes do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
Para alferes, o guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
Para tenente, o guarda Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato.
Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
Para tenente, o guarda Marcellino Antonio da Silva.
Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Estado maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense Perdigão.
Para tenente-quartel-mestre, o guarda João Antonio Laudim de Miranda.
Por portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.
Família
1ª G/ pais do Coronel José Timóteo da Costa
2ª g/Filhos/F, Coronel José Timóteo da Costa que no início do século 20 instalou o Engenho São João, sito no Rio Meruú-Açu,  através da firma José Timóteo & Cia. cuja produção de cachaça vendia para as engarrafadoras da regiãoe o Cel José Timóteo era casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: Ranulfo da Costa e outros.
3ª G/N, Ranulfo da Costa, que na década de 1930 trabalhava com o pai no Engenho São João e que assumiu a direção do mesmo engenho na década de 1950, tendo Ranulfo, com os ganhos do engenho, encaminhado os irmãos para os estudos na Capital, Belém/Pa e os manteve até os anos de 1970 quando já estavam estabilizados economicamente e tendo encerrado as atividades do referido engenho na mesma década de 1970.
Família

. Francisco Ferreira da Costa/Seu Chico, começou como empregado braçal e chegou a gerente de um engenho nas margens do Rio Quianduba em Abaetetuba e, poupando suas economias, conseguiu arrendar um pequeno engenho, em sociedade com dois amigos. Algum tempo depois comprou a engenhoca Santa Rosa, sito às margens do Rio Meruú-Açu, em Igarapé-Miri/Pa, com pequena produção de cachaça e, devido as dificuldades, passou a produzir menor quantidade de frasqueiras de cachaça em 1991, fato que fez com que Seu Chico, após 50 anos de atividades no ramo, viesse a fechar seu pequeno engenho e passou a viver como pequeno comerciante ribeirinho de Igarapé-Miri.
. José Pacheco Serrão da Costa, dono do Engenho Serrão, na povoação de Moju.
Os Outros Costa em Pesquisa
. Albino da Costa Correa, dono do Engenho Menino Deus, no Rio Panacuéra.
. Antonio José da Costa Cardoso, dono do Engenho São Benedito. 
. Antonio Lopes da Costa, com origem em Igarapé-Miri,foi industrial nesse município e com nome da escola Antonio Lopes da Costa, na localidade Maiauatá, no mesmo município.
. Antonio Lopes da Costa, citado na década de 1960 com o nome em escola de 1º grau em Igarapé-Miri/PA.
. Antonio Primo da Costa, que em 1930 comprou o Engenho Santa Maria, situado no Rio maiuatá, que era de propriedade de José Garcia Filho/Cazuzinha e seu pai Coronel José Garcia da Silva/Coronel Garcia. Antonio Primo da Costa desenvolveu atividades no engenho de cana-de-açúcar até o ano de 1950, quando alienou os bens para a firma A. Sampaio & Cia, através do deputado Alaci Pinheiro Sampaio.
. Augusto Nery da Costa, foi um dos imigrantes chegados em 1920 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré e em 1938 foi membro da festa de N. S. de Nazaré na antiga Vila Concórdia.
. Januária Constãncia Almeida Costa, foi aluna da destacada professora Ana da Trindade Almeida. 
. João Miranda da Costa, foi aluno no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Administração.  
. João Valente do Couto, foi músico e mestre musical em Ig-Miri 
.José Ribeiro da Costa, citado em 1884 no conflito da Fazenda São Domingos, localizada na localidade Itapoaí, do termo judiciário de Igarapé-Miry, nas mediações da cidade de Cametá, que é atacada por um grupo de quilombolas: Gaspar, Raymundo, Roberto, Isidoro, Victório, Gonçalo, Manoel Pedro e Laurindo.
. Jovita Pinheiro da Costa, foi antiga funcionária do Instituto Sant'Ana 
. Luiz Farias da Costa e Manoel José Farias da Costa, que são os irmãos coordenadores da comunidade de Nossa S. de Nazaré da localidade Mamangalzinho.
. Manoel José Farias da Costa e Luiz Farias da Costa, que são os irmãos coordenadores da comunidade de Nossa S. de Nazaré da localidade Mamangalzinho.
. Maria Creuza de Almeida Costa, foi destacada professora no município de Ig-Miri.
. Mário da Costa Leão, foi prefeito no município de Igarapé-Miri/Pa, citado em 2010. 
.  Orlando Rodrigues da Costa, foi prefeito de Ig-Miri em 1938 
. Orlando Rodrigues da Costa, foi prefeito em Ig-Miri. 
. Raimundo Danda Lima da Costa, foi prefeito de Ig-Miri em 1978.
Família Couto
. Maria de Fátima Ferreira da Ciosta, foi antiga aluna do Instituto Sant'Anae posteriormente formada no curso superior de Economia.
. Pazé de Menezes Couto, foi músico contemporâneo de João Valente do Couto
. Raul de Menezes Couto, foi músico contemporâneo de João Valente do Couto
. Valdomiro de Menezes Couto, foi músico contemporâneo de João Valente do Couto
Família Cravo
Padre Francisco da Silva Cravo, citado em 1840, 1855 como pároco da Freguesia de  Barcarena.
Família Cruz
Os Cruz
.  Estelita Gomes da Cruz, natural de Igarapé-Miri/Pa, citada em 2010.
Família
.  1ª G/ pais de João Antonio da Cruz
.  2ª G/ João Antonio da Cruz, casado e com filhos, 3ª g/Netos/N: João Antonio da Cruz Filho.
.  3ª G/F, João Antonio da Cruz Filho:
·         Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
Para alferes, o guarda Manoel Sebastião Lobato.
Promoções: promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
Para capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira.
Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior. Para tenente, o alferes do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira. Para alferes, o guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro. Para tenente, o guarda Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato. Para tenente, o guarda Marcellino Antonio da Silva. Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Estado maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense Perdigão.
Para tenente-quartel-mestre, o guarda João Antonio Laudim de Miranda.
Por portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.
Os Outros Cruz em Pesquisa
.  Manoel Luiz Marques Cruz, era integrante da Banda Henrique Gurjão, de 1920, e do Clube Musical Nunes Garcia, de Ig-Miri. 
Família Vera Cruz
. Manoel da Vera Cruz, estudou na antiga Escola Masculina de Ig-Miri em 1912 dirigida pela Profa. Estefância C. B. de Carvalho, tendo como professora auxiliar Almerinda Trindade.
 Família Cunha
Os Cunha
. Dalila Afonso Cunha, com origem no município de Igarapé-Miri/Pa, foi antiga professora na Escola Antonio Lopes da Costa na década de 1950, com nome de escola nesse município.
Os da Cunha
. Adolfo Sérgio da Cunha, foi um dos imigrantes chegados em 1920 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré e em 1938 era membro da diretoria da festa de N. S. de Nazaré, na Vila Maiuatá, em Ig-Miri. 
. Januário Prudêncio da Cunha, professor da instrução pública da Freguesia de Cairary em 1863.  
Os Outros Cunha em Pesquisa
. Liduína Pantoja Cunha, citada em 1968 como professora nemeada em Igarapé-Miri/PA.







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Minha Pátria começa pelo Caminho de Canoa Pequena
Seu nome é Igarapé-Miri, com um significado muito bonito "Caminho de Canoa Pequena". É a cidade onde eu vivo. É uma pequena cidade cheia de artistas, lendas e mitos.
Minha cidade é um pedaço de um pequeno paraíso. Ela já foi Terra da Cachaça, mas nunca deixou de ser a terra do maravilhoso Açaí.
Minha pequena cidade contém vários interiores:  Muritipucú, Anapú, Rio das Flores, Vila Corrêa, Pindobal entre outros, cada um com sua beleza e encantos.
A pátria de muitos foi feita aqui. Dona Onete, Manoel Machado, Pinduca, Pim entre outros. A pátria deles começou aqui. Se Deus quiser será a pátria de muitos outros.
Minha pátria começa aqui. Aqui foi onde minha família nasceu, onde eu cresci. Não é sua violência que tirará dos meus olhos os encantos dessa cidade.
Sou encantada por essa terra, por sua formosura. Mesmo sua beleza não sendo vista por todos, até porque pouco sabem encontrar a verdadeira beleza.
Minha pátria começa aqui. Aqui no meio do Açaí. Minha pátria começa aqui onde eu vivo. Meu sonho de que daqui a alguns anos terei meu diploma de Medicina e especializações. E tudo porque minha pátria foi Igarapé-Miri e ela pede por cuidados na área da saúde.
Igarapé-Miri tem seus encantos, tem suas belezas naturais. Dela eu não saio jamais.
Autora: Machadinha
(Neta do Poeta Manoel Machado)

FESTA DE SANT’ANA 2016: SUCESSO DO INÍCIO AO FIM
A Festividade de Sant’Ana tem mais de três séculos e este ano Igarapé-Miri está mais uma vez de Parabéns.
Os 302 anos da Padroeira dos Mirienses foi comemorado de forma intensa.
Desde o dia 15 de julho, com os primeiros atos, até os fogos na noite do dia 26, tudo ocorreu bem e com méritos para a Paróquia de Sant’Ana, mais uma vez.

As missas, os cantos, as procissões e as apresentações musicais foram bem produzidas e animaram o povo católico, mas mobilizaram todo o município.
A participação do povo foi considerável e mais uma vez se provou que “A Festa” é popular.
Um grande número de doadores, anônimos ou não, ajudaram a bancar os custos da Festividade, que em valores extra-oficiais supera 150 mil reais. No entanto movimenta a economia da cidade em alguns milhões e ajuda o comércio em geral.
A visita novamente da imagem peregrina de Nazaré juntou duas das grandes devoções dos paraenses.
O SANTANA MUSICAL promoveu a música católica, mostrando o talento e a capacidade de nossa juventude. E também serviu de palco para os artistas Mirienses e bandas locais. Finalizou com chave de ouro com a Orquestra da UEPA.
A concha acústica que foi construída na gestão do Padre Jucelino começou a dar mais frutos neste ano e o Santana Musical promete se consolidar na área aberta do largo, levando música boa e de qualidade de forma gratuita ao povo.
Parabéns aos Mirienses, aos nossos Padres, ao povo católico e a todos que fazem a Festa de Sant’Ana ser um dos melhores momentos do ano para nossa cidade.
De outro lado, não se viu incidentes graves ou queixas maiores também nas festas profanas, que foram muitas e diversificadas.
O Projeto Meio Dia se firmou na quinta edição, trazendo atrações e mostrando a força da cultura Miriense que culminou com a apresentação de Dona Onete e o reavivamento do Grupo Tropical.
O Centro Cultural serviu de palco para festas do povo evangélico com atrações nacionais, como Fernanda Brun.
E também serviu para a alegria dos que gostam de dançar, inclusive com o Forrozão Tropicália.
Pouco se falou de violência. E até a mudança do calendário eleitoral ajudou, pois a disputa política mais acirrada ficou para agosto. Apesar de que o tema da festividade é muito político: “CASA COMUM, NOSSA RESPONSABILIDADE”.
A casa comum é a nossa cidade. E é nossa responsabilidade cuidar. Ser responsável é cuidar do lixo, das ruas, dos espaços públicos, das leis, do dinheiro público, do combate à corrupção, enfim…da nossa política.
Pequenos problemas de energia elétrica (pra variar), críticas da coleta ou acondicionamento do lixo, problemas no trânsito e ocupação das calçadas sempre são comentados, mas não interferiu no ânimo dos romeiros.
É possível então afirmar que a Festa de Sant’Ana foi sucesso do início ao fim.
E que venha 2017…

Natural da cidade de Igarapé-Miri, nascido em 29 de junho de 1942, filho do Sr. José Plácido Gonçalves e Luzia Tereza de Oliveira Gonçalves, é mais um dos membros dessa extensa família de músicos de Igarapé-Miri.
Pim começou sua carreira como um dos cantores do Grupo da Pesada, uma Banda de Show Baile que tocava os principais eventos de Belém chegando a gravar no ano de 1975 o vinil Explosão do Carimbó, estilo que se destacava nas apresentações do Grupo. Cantou também na Banda do Pinduca no período de 1977 a 1979. Nesse momento a gravadora Continental que já gravara antes o disco do cantor Pinduca, precisava de outro artista no mercado que pudesse também gravar musicas regionais para fortalecer o mercado. Pim gravou o disco Explosão do Carimbó com o Grupo da Pesada pela continental, mas logo rumou pra a carreira solo.
1º disco gravado por Pim com O Grupo da Pesada
Pim montou sua própria banda em 1979 e gravou mais de 10 vinis, apresentando-se em programas de televisão como Programa do Chacrinha (Rede Globo) Programa Thel Marques (Bandeirantes), Programa Carlos Aguiar (Bandeirantes), Programa Sr. Brasil de Rolandro Boldrin (TVE-Brasil), Programa Urapuã Lima (Tv Cidade –Ce), Programa Terral de Il Nogueira (TV Cidade –Ce); e os grandes shows como o no Estádio Vivaldo Lima em Manaus (Nesse show Pim se apresentou com outros artistas paraenses e cantou um dos grandes sucessos de sua carreira “O Melô do Padilha” que fazia alusão a um dos personagens de Jô Soares, que utilizava como bordão “Padilha, vai pra tua casa”.) com público superior a 20 mil pessoas, além do shows na cidade de Santa Maria na Bolívia, e em Praça Pública na Colômbia.
Alguns discos gravados por PIM:
Alguns trechos de uma matéria escrita pelo Portal Cultura com o cantor Pim:

O Pará ficou pequeno para a fama. Em pouco tempo, Pim teve que se mudar para Fortaleza. O Ceará era o Estado onde o cantor mais realizava shows. “No auge da minha carreira, eu fui para fortaleza. E isso foi o que mais me marcou. Nunca pensei em sair de Belém. Na verdade tudo aconteceu muito rápido. Em pouco tempo eu já fazia sucesso no país inteiro. Conheço todo Brasil, com exceção de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
Com o passar dos anos, todo o sucesso construído começou a entrar em decadência. Sem realizar trabalhos na capital cearense, Pim decide voltar para sua terra natal, para cuidar dos pais e refazer a vida. “É muito ruim ficar afastado. Não desejo isso para nenhum artista. Mas quem dirige a nossa vida é Deus. Tudo acontece de acordo com Ele. Eu queria muito voltar para Igarapé-Miri para encontrar meus pais e meus avós vivos, e assim cuidar deles, juntamente com os meus irmãos. Papai morreu com 104 anos e a mamãe com 95 anos”, explicou.
Após quase 20 anos longe dos palcos, o cantor paraense sofre uma nova revira-volta na vida. Sem saber, o sobrinho, que hoje é violonista da banda, o inscreve no Mostra Terruá Pará 2013. Foi uma surpresa para Pim, pois acabou sendo selecionado. “O professor Patrich, me inscreveu no Terruá Pará de 2013. Eu nem sabia, quando eu vi já estava lá o meu nome selecionado. Fiquei surpreso, afinal não estava com o mesmo ritmo de antes. Então corremos para ensaiar”.
Contudo, pouco antes da apresentação no evento, um fato ocorreu. Diante do imprevisto, uma dúvida se iria fazer o show, ou não. “No Terruá aconteceu uma tristeza na nossa família. Infelizmente, a filha do Pinduca acabou falecendo. E eu fiquei abatido com isso. Não queria fazer o show. Quando o Pinduca soube disso, ele me chamou e disse: olha Pim, essa é a nossa profissão. Pode fazer o show. E mesmo abatido, eu fui. Mas o meu pensamento estava todo voltado para o que a família estava passando”.
Pim foi responsável por vários sucessos que ainda hoje aparecem como repertório da música paraense como: O Xote do Papagaio (regravado pela cantora Lucinha Bastos), os 25 Bichos, Melô do Padilha, Chupa - Chupa, Fábrica de Sabão, Dança original, A moda já pegou entre outras.
Registra-se também parcerias com a Prof. Ionete como na música Banho de Cheiro:


Banho de cheiro
(Pim e Ionete)
Cheiro caboclo a minha terra dá
Banho de cheiro pra você se perfumar
Com muito amor chegamos aqui
Trazendo banho de cheiro
Lá de Igarapé-Miri

Banho de Cheiro
É cheiroso e perfumado
Nos cabelos da morena com o cheiro do Pará

Tem Alecrim, Paticholim, tem Pau de Angola.
Manjericão, pataqueira e Curimbó
Orisa, cravo tem majerona, pau de angola
E a gostosa viola tocando melhor

E na composição A Farinhada:

Farinhada
(Pim e Ionete)
Para minha farinhada,
Gente eu mandei convidar
Todo o norte e nordeste
Que agora eu vou chamar

Meus amigos da Bahia
Vem mexer o Tipiti
Meus amigos da Paraíba
Vem mexer o Tipiti
E se entende de farinha
Venham “peneirar aqui”


De 2013 até hoje, Pim vem realizando shows em algumas cidades. Não é uma rotina tão intensa quanto antes, mas já pensa em um novo trabalho, agora com uma banda reformulada, cujas raízes são totalmente mirienses. “Minha cidade é repleta de grandes talentos. Igarapé-Miri é um celeiro de músicos. Todos da minha banda são de lá. A partir do momento em que eu fui para o evangelho, é Deus quem rege a minha vida. E se tudo der certo vamos retomar o trabalho. A gente já está pensando como vamos fazer, dependendo do que aconteça, vamos bolar novas músicas para podermos lançar no mercado”.


segunda-feira, 1 de junho de 2015

EURÍDICE MARQUES: A PÉROLA NEGRA DO TOCANTINS
A professora Eurídice Marques de Sousa nasceu no Município de Igarapé-Miri no dia 10 de Dezembro de 1917 filha de Manoel Luiz Marques e Lídia Soares Marques. Eurídice foi Professora, folclorista, musicista, escritora, compositora, e grande incentivadora dos movimentos culturais do município. Começou seu trabalho no município de Igarapé-Miri com grupos teatrais que saiam nas casas para apresentar-se em períodos específicos do ano. Esses grupos cantavam músicas composta por ela e utilizavam textos também sob sua produção.
Seu trabalho cultural/musical inicia-se com a criação da festividade de Santo Antônio dos Inocentes, venerado em sua residência no mês de junho, a festividade de Santa Maria da Boa Esperança, nas quais rezava/cantava as novenas, acompanhada de um grupo de sopros (“pistom”, saxofone e trombone) e com sua batuta na mesa, amplificada por um microfone, regia os dobrados e cânticos religiosos da época.
Professora Eurídice foi grande incentivadora dos trabalhos culturais no Município, e já no final da vida organizou um grupo de dança folclórica da 3ª idade, grupo que era muito requisitado para apresentarem-se nos mais diversos eventos da cidade.
Professora Eurídice na festividade de Santa Maria da Boa Esperança
Seguiu os passos para a manifestação dos Cordões de pássaros, que no caso de Eurídice, era cordão do crustáceo, o Camarão, tido em abundância no Município. Seguindo no mês de abril com a peça teatral “A Paixão de Cristo”, onde findava o ano com As pastorinhas “Filhas de Conceição”. Os pastoris e o Cordão de Camarão participaram por muitos anos do projeto PREAMAR (Projeto criado no ano de 1986, pelo então Secretario de Cultura do estado João de Jesus Paes Loureiro e tinha como objetivo apoiar, valorizar e abrir espaços para exibição dos espetáculos de cultura popular. Desenrolava-se ao longo do ano todo, tendo como época culminante o mês de junho, no CENTUR, que era o centro cultural do Estado e oferecia os mais diferentes espaços cênicos para as apresentações, o projeto permaneceu até o ano de 1990 e desativado com a mudança de Governo - no Teatro Margarida Schiwazzapa (Centur). Todas essas produções eram dirigidas e musicadas por “Tia Eurídice”, carinhosamente chamada por todos.
Segundo Soares: “Dona Eurídice “é a Pérola Negra do Tocantins” como a cognominou João de Jesus Paes Loureiro, quando foi secretário de Estado de Educação no Pará” (p.242).
Tive o privilegio de interpretar o personagem Boto, por alguns anos. E esse boto era o Boto Tucuxi - existem dois tipos de botos na Amazônia, o rosado e o preto, que também é conhecido como Tucuxi, sendo cada um de diferente espécie com diferentes hábitos e envolvidos em diferentes tradições. Diz-se que o boto preto ou Tucuxi é amigável e ajuda a salvar as pessoas de afogamentos, enquanto que o rosado é perigoso.

O BOTO
(Eurídice Marques)
Nas águas do Mar eu boio
Eu boio nas aguas do mar (2x)

Sou boto lê lê
Sou boto lá lá
Sou boto maroto sinhá (2x)

O boto Tucuxi escurinho
Mas é bondoso demais
Protege os viajantes
Não deixa ninguém se afogar
Protege os viajantes
Não deixando ninguém se afogar
E como já estava crescendo e não podia mais viver o referido boto, pois o Cordão requeria que fosse uma criança que o interpretasse, então fui “promovido” a outro papel, o de Marinheiro Marino, irmão do Marinheiro Matheus (interpretado por Dercy) onde fazíamos um Dueto:
MARINHEIRO
(Eurídice Marques)
Somos filhos de um pobre barqueiro
E criado nas ondas do mar
Nosso berço era a proa de um barco
Navegando de noite a remar (Bis)

Fui crescendo, crescendo e crescendo.
Sempre olhando as ondas do mar
Mas um dia meu bom pai me disse
Vai Matheus a teu irmão ajudar (bis)

Vinte anos eu tenho de idade
Vinte anos nas ondas do mar
Eu me chamo Marinheiro Marino

Durante minha graduação decidi escrever um pouco sobre nossa arte, e nessa oportunidade fiz uma análise de três canções do Cordão do Camarão compostas por Tia Eurídice:
O Boto (que fez parte de minha trajetória no cordão), A Iara (que  é uma lenda do folclore brasileiro. Ela é uma linda sereia que vive no rio Amazonas, sua pele é morena, possui cabelos longos, negros e olhos castanhos.
A Iara costuma tomar banho nos rios e cantar uma melodia irresistível, desta forma os homens que a vêem não conseguem resistir aos seus desejos e pulam dentro do rio. Ela tem o poder de cegar quem a admira e levar para o fundo do rio qualquer homem com o qual ela desejar se casar. Os índios acreditam tanto no poder da Iara que evitam passar perto dos lagos ao entardecer)
e a Mãe D'Água (também referida como “Mãe-d’água”, é uma entidade do folclore brasileiro de uma beleza fascinante. Por ser uma sereia, enfeitiça os homens facilmente por ter a metade superior de seu corpo com formato de uma linda e sedutora mulher. Já a parte inferior do seu corpo em formato de peixe não é muito notada, por estar submersa em água. Assim não há quem resista a sua belíssima face e suas doces canções mágicas).
A IARA
(Eurídice Marques)

Sou a Iara sou de encantar
Canto ao sol e ao luar
Sou a Iara e sou de encantar
Canto ao sol e ao luar

Nas noites claras
Ou escuras bem escuras
Pairo nas ondas com brandura
Como um alarme
De paz e ternura
Faço gelar as criaturas


MÃE D’AGUA
(Eurídice Marques)

Seja a agua cristalina
Ou barrenta como for
A mãe d’agua e sua menininha
Mostram logo seu valor

Só nas cachoeiras
Elas não podem agir
Pois as pedras lhe encandeiam
E não podem resistir.

A decadência da Cultura Miriense
As raízes culturais mirienses são antigas e diversificadas e que constituem  a história e identidade desse povo, que no momento atravessa um pequeno descaso pela falta de algumas necessárias ações para não deixar morrer essas tradições culturais.
O propósito aqui é enfatizar a perda gradativa das nossas raízes culturais e fazer com que de alguma forma juntos busquemos soluções que possamos manter viva a história da cultura e identidade do nosso povo Miriense a parti das ações desenvolvidas.

A bagagem cultural é de uma proporção sem igual na história do Baixo Tocantins e isso está demonstrado nos escritos literários, nas letras das composições dos artistas do lugar e no próprio hino do município. Vide trechos do hino e de composições dos artistas locais abaixo.

Como já é do conhecimento de alguns, se não é, talvez todos deveriam saber, Igarapé-Miri carrega consigo uma bagagem cultural de uma proporção sem igual, e isso está demostrado em tantos escritos e como por exemplo no próprio hino do município e nas letras das composições de artistas locais. Vejamos um breve exemplo do que retrata a letra desta música: tuas imponentes florestas vão além dos canaviais, [...] mais de 100 anos de devoção com Sant’Ana em procissão, [...] Caminho de Canoa Pequena a história te guarde um lugar, [...]povo guardião, tua memória vale ouro [...]tua sina é se renovar [...]o açaí que sai daqui parece abençoado, tem nos dos quintais, matagais e nos distantes serrados [...] Açaí riqueza que vale apena [...] importação e exportação, caminho de canoa pequena, afirma o compositor e músico Maneles dos teclados.

Ademir
Logo toda essa diversidade entrelaçada com as heranças culturais, formataram uma cultura pluralista que vai desde a devoção religiosa, passando pelos conflitos e grandes comercializações ao famoso conceito recentemente formatado de “Capital Mundial do Açaí”.

Logo toda essa diversidade entrelaçada com as heranças culturais, formatam uma cultura pluralista que vai desde a devoção religiosa, passando pelos conflitos e grandes comercializações ao famoso conceito recentemente formatado de Capital Mundial do Açaí.
A perda gradativa de nossa cultura escorrega cada dia mais pelos vãos de nossos dedos, mais rápido do que próprio suco do açaí fora da safra, em virtude do desrespeito e da desvalorização das nossas raízes culturais.

Hoje a Terra do Açaí completa 122 anos de emancipação política. É um dia especial. Dia de festejar, mas também de refletir sobre nosso caminho, de grandes histórias, mas também de muitos desafios.
Dona Onete, 
Manoel Machado, 
Pinduca, 
Pim entre outros. 
Quem foi e o que CANTAVA O CUMPADRE SOCÓ?
Por que colocaram o nome EURIDICE em uma escola?

E o AMINTAS,
MANIVELA,
PIM,
ALDO SENA,
OS POPULARES,
A TIA MERÁ,
ZECA BOMBA,
RENATO SINIMBU,
AS LENDAS MIRIRNSES,
OS GRUPOS FOLCLORICOS,
AS GRANDES ENCENAÇÕES TEATRIAS,
OS GRANDES ESCRITORES MIRIENSES,
os CLUBES, seus JOGADORES e tantos outros
Será? Será que sabem mesmo o que é uma identidade cultural, bem como as manifestações que surgem a partir do desenvolvimento da mesma?
"Quem não vive as próprias raízes não tem sentido de vida.
O futuro nasce do passado, que não deve ser cultuado como mera recordação e sim ser usado para o crescimento no presente, em direção ao futuro.
Nós não precisamos ser conservadores, nem devemos estar presos ao passado. Mas precisamos ser legítimos e só as raízes nos dão legitimidade".
Me refiro a criação e a promoção de programas que venham atender realmente a comunidade Miriense de forma que promova o resgaste e a manifestação das nossas raízes culturais espalhadas por nossas vielas e rios e assim agrega-las a todas essas novas ideias culturais transformando-as verdadeiramente em ações benéficas em prol da cultura Miriense resgatando o sentimento de pertencimento que por hora vem sendo esquecido.
“Um povo que não tem raízes acaba se perdendo no meio da multidão.
São exatamente nossas raízes culturais, familiares, sociais, que nos distinguem dos demais e nos dão uma identidade de povo, e nação”.
Odivaldo Mendes de Moraes
Prof. Esp. em Educação,
Musicista e Incentivador das Artes no município de Igarapé-Miri.