quarta-feira, 11 de julho de 2018

Fotos de Abaetetuba e Outras Localidades do Pará

Fotos de Abaetetuba e Outras Localidades do Pará
Escolas, Grupos, Famílias, Figuras
CSFX:
O PENSADOR
(Caboclo Abaeteuara da Clara e Gema) — com Mari C. Cardo.

Paulo Pena e outras 25 pessoas curtiram isso.
INSA
Teka Barbagelata de Novaro Lembro que a minha turma cantava nos dias do Hino Nacional: Laranja da terra, laranja da terra, laranja da China a perna da irmã Serafia é muito fina. Era o máximo kkkkkk
Ademir Heleno Araujo Rocha Para minhas pesquisas: q ano os homens começaram no INSA? O Max Ribera (autor do hino de Abt) e José Heiná Maués Maués, estudaram em que ano? abçs, Ademir Heleno Araujo Rocha
Naira Carvalho ei Teka Barbagelata de Novaro eu tambem sou dessa turma!!!!11kkkkkkk....
Marcela Josefina Parente FINAL DOS ANOS SESSENTA. AS SAIAS ENCURTANDO....IRMÃ EUFRÁZIA NOS FAZIA AJOELHAR NA ENTRADA DO COLÉGIO. SE A SAIA CHEGASSE ATÉ AO CHÃO, MANDAVA ENTRAR. CASO CONTRÁRIO, ARREBENTAVA A BAINHA E ASSIM FICAVAMOS ATÉ AO FIM DA TARDE. O JEITO ERA ENROLAR O CÓS.....
Marcela Josefina Parente MAS SEMPRE FUI TRATADA COM RESPEITO E CARINHO. EM TEMPO DE RETIRO (KKKKKKK) ME ESCONDIA PRA NÃO CONFESSAR. ELA ME ENCONTRAVA E LEVAVA PARA O PADRE MÁRIO. SUPLÍCIO....
Marcela Josefina Parente IRMÃ VISITAÇÃO APARECEU COM A FOTOGRAFIA DOS SOBRINHO (LINDOS....) PASSAMOS A CHAMÁ-LA DE TIA VISITA.
João Pedro Maués Marcela Parente levada da breca...hehehe
Lial Bentes Meu caro João Pedro Maués o INRI tá tentando ter a irmã Eufrásia como protetora.
João Pedro Maués ‎Lial Bentes nenhum santo vai conseguir proteger o Adenaldo Santoscardoso, afinal ele é o próprio INRI...E hierarquia é posto, não esqueça...

Beja Mortiguar Samaúma
CASTELO DE BEJA
DO MITIRITO
DA OLARIA
DA FABRICA DE PALMITO
DOS GRANDES BATELOES
E DA DONA SABINA E MANOEL MELO.
UMA HISTORIA DE BEJA QUE DEVE SER PRESERVADA E NÃO DEVASTADA.

*REUNIAO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO COMUNITÁRIO POPULAR DE BEJA.*
*DATA _* : 30 DE JUNHO (SÁBADO)_
*LOCAL* : _NA PONTE DO CASTELO . *HORÁRIO* :_09HORAS DA MANHÃ
*PAUTA* : TOMADAS DE DECISÕES SOBRE OS PROJETOS NO CASTELO_
🗣DIVULGA AI POVO
*"A VOZ DO POVO É QUEM MANDA"*

Maria Santarém É faltou os Soares serem referendados. Pois a minha família Soares, moram todos no Castelo. Nascidos e criados aí. Castelo. Boca da Arapiranga de Beja. Vamos minha gente.Paulo Santarém Rio Arapiranga de Beja ... família Soares


João Pinto
Hoje, relembrei com muitas saudades minha simples origem ribeirinha no interior de Cametá ;em visita ao tio da minha esposa na localidade de Pirocaba em Abaetetuba!

O José Magalhães!
Professor, historiador, brasileiro e meu amigo!
Este me representa!
" Tumucumaque "
O Estado do Amapá, é considerado o estado mais preservado do Brasil, com mais de 90% das florestas preservadas. O Parque do Tumucumaque, entre Amapá e o Pará, com 4 m de hectares, com 7 Reservas Biológicas e duas grandes nações nativas, estão aterrorizadoras, com a medida do presidente Temer, de acabar com esse matrimônio natural brasileiro, concedendo autorização para as empresas mineradoras estrangeiras explorarem a riqueza natural do nosso Brasil. Toda essa área, é maior q muitos países desenvolvidos da Europa. E aí, nós vamos bater panela ou vamos aplaudir a atitude desse descendente de terroristas q está acabando com o nosso país, os nossos patrimônios, os nossos salários e as nossas aposentadorias??? Falem, especialistas!!

Ant José Barbosa
O José Magalhães!
Professor, historiador, brasileiro e meu amigo!
Este me representa!
23 h
" Tumucumaque "
O Estado do Amapá, é considerado o estado mais preservado do Brasil, com mais de 90% das florestas preservadas. O Parque do Tumucumaque, entre Amapá e o Pará, com 4 m de hectares, com 7 Reservas Biológicas e duas grandes nações nativas, estão aterrorizadoras, com a medida do presidente Temer, de acabar com esse matrimônio natural brasileiro, concedendo autorização para as empresas mineradoras estrangeiras explorarem a riqueza natural do nosso Brasil. Toda essa área, é maior q muitos países desenvolvidos da Europa. E aí, nós vamos bater panela ou vamos aplaudir a atitude desse descendente de terroristas q está acabando com o nosso país, os nossos patrimônios, os nossos salários e as nossas aposentadorias??? Falem, especialistas!!

Adriano Maués Albuquerque
Os judeus tiveram forte presença na história da Amazônia nos últimos séculos. Pelo menos, é o que mostra um trabalho do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), que está fazendo um estudo etno-arqueológico no município de Gurupá, no Marajó, a partir de estudos na maior necrópole judaica do Ciclo da Borracha. Já foram inventariados 29 túmulos, mas o número pode ser maior, já que o levantamento total da necrópole ainda não foi feito. 
Existe a possibilidade de haver sepulturas soterradas ao longo do tempo. “É necessário limpar a vegetação totalmente e talvez fazer a análise geofísica do espaço – uma técnica de imagem que não implica em escavação”, explica a bioarqueóloga Claudia Cunha, bolsista do Programa de Capacitação Institucional do MPEG. O primeiro levantamento ocorreu entre 3 e 10 de julho deste ano. Os arqueólogos e voluntários limparam os túmulos e o cemitério e recolheram informações nas lápides e com os moradores da redondeza. 
Eles também fizeram um levantamento gráfico e fotográfico do cemitério. Os pesquisadores chegaram a conclusão que o local é a maior necrópole judaica do Ciclo da Borracha no Pará. O mais antigo cemitério judaico da Amazônia está localizado em Belém. “A maioria das sepulturas, cujas datas ainda são visíveis, são de fins do século XIX e início do século XX, embora alguns túmulos em tijoleira artesanal possam remeter a meados ou mesmo ao início do século XIX”, acrescenta Cunha.
Pioneiros
Além de Claudia Cunha a pesquisa também está sendo feita pelos arqueólogos Fernando Marques, pesquisador do Museu Goeldi, e Diego Fonseca, doutorando da Universidade Federal do Pará (UFPA), com o envolvimento da comunidade local, principalmente escolares, professores e historiadores. “Com as escavações teremos a chance de conhecer e entender mais um pouco da saga dos imigrantes pioneiros que ajudaram a escrever a história recente da Amazônia”, avalia.

Primeiras famílias chegaram no século XIX
Com a rota iniciando no Marrocos, os imigrantes judeus chegaram a Amazônia nas primeiras décadas do século XIX em Belém, indo trabalhar, inicialmente, no comércio de produtos industrializados da capital para o interior e de produtos do extrativismo florestal do interior para Belém. Era época dos famosos “regatões”, que percorriam largas extensões dos rios amazônicos. Na década de 1840, esse comércio passou a ser dominado pelo extrativismo e exportação da borracha. 
A dependência do comércio de produtos originários da floresta propiciou a instalação dos imigrantes nas proximidades das áreas de captação dos produtos a serem exportados. Até 1850 chegariam à Amazônia cerca de 300 famílias judaicas. A arqueóloga Claudia Cunha pontua que ainda na fase pioneira, jovens imigrantes recém-chegados ao Brasil, que trabalhavam para casas comerciais de judeus estabelecidos em Belém, partiram para a região de Gurupá. A cidade tornou-se posto avançado destes comerciantes, que logo mandavam buscar suas famílias ou noivas
(Luiz Flávio/Diário do Pará)

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