Fotos de Abaetetuba e Outras Localidades do Pará
Beja Mortiguar Samaúma
CASTELO DE BEJA
DO MITIRITO
DA OLARIA
DA FABRICA DE PALMITO
DOS GRANDES BATELOES
E DA DONA SABINA E MANOEL MELO.
UMA HISTORIA DE BEJA QUE DEVE SER PRESERVADA E NÃO DEVASTADA.
*REUNIAO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO COMUNITÁRIO POPULAR DE BEJA.*
*DATA _* : 30 DE JUNHO (SÁBADO)_
*LOCAL* : _NA PONTE DO CASTELO . *HORÁRIO* :_09HORAS DA MANHÃ
*PAUTA* : TOMADAS DE DECISÕES SOBRE OS PROJETOS NO CASTELO_
🗣DIVULGA AI POVO
*"A VOZ DO POVO É QUEM MANDA"*
Maria Santarém É faltou os Soares serem referendados. Pois a minha família Soares, moram todos no Castelo. Nascidos e criados aí. Castelo. Boca da Arapiranga de Beja. Vamos minha gente.Paulo Santarém Rio Arapiranga de Beja ... família Soares
Escolas, Grupos, Famílias, Figuras
CSFX:
Teka Barbagelata de Novaro Lembro que a minha turma cantava nos dias do Hino Nacional: Laranja da terra, laranja da terra, laranja da China a perna da irmã Serafia é muito fina. Era o máximo kkkkkk
Ademir Heleno Araujo Rocha Para minhas pesquisas: q ano os homens começaram no INSA? O Max Ribera (autor do hino de Abt) e José Heiná Maués Maués, estudaram em que ano? abçs, Ademir Heleno Araujo Rocha
Marcela Josefina Parente FINAL DOS ANOS SESSENTA. AS SAIAS ENCURTANDO....IRMÃ EUFRÁZIA NOS FAZIA AJOELHAR NA ENTRADA DO COLÉGIO. SE A SAIA CHEGASSE ATÉ AO CHÃO, MANDAVA ENTRAR. CASO CONTRÁRIO, ARREBENTAVA A BAINHA E ASSIM FICAVAMOS ATÉ AO FIM DA TARDE. O JEITO ERA ENROLAR O CÓS.....
Marcela Josefina Parente MAS SEMPRE FUI TRATADA COM RESPEITO E CARINHO. EM TEMPO DE RETIRO (KKKKKKK) ME ESCONDIA PRA NÃO CONFESSAR. ELA ME ENCONTRAVA E LEVAVA PARA O PADRE MÁRIO. SUPLÍCIO....
Marcela Josefina Parente IRMÃ VISITAÇÃO APARECEU COM A FOTOGRAFIA DOS SOBRINHO (LINDOS....) PASSAMOS A CHAMÁ-LA DE TIA VISITA.
João Pedro Maués Marcela Parente levada da breca...hehehe
João Pedro Maués Lial Bentes nenhum santo vai conseguir proteger o Adenaldo Santoscardoso, afinal ele é o próprio INRI...E hierarquia é posto, não esqueça...
Beja Mortiguar Samaúma
CASTELO DE BEJA
DO MITIRITO
DA OLARIA
DA FABRICA DE PALMITO
DOS GRANDES BATELOES
E DA DONA SABINA E MANOEL MELO.
UMA HISTORIA DE BEJA QUE DEVE SER PRESERVADA E NÃO DEVASTADA.
*REUNIAO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO COMUNITÁRIO POPULAR DE BEJA.*
*DATA _* : 30 DE JUNHO (SÁBADO)_
*LOCAL* : _NA PONTE DO CASTELO . *HORÁRIO* :_09HORAS DA MANHÃ
*PAUTA* : TOMADAS DE DECISÕES SOBRE OS PROJETOS NO CASTELO_
🗣DIVULGA AI POVO
*"A VOZ DO POVO É QUEM MANDA"*
Maria Santarém É faltou os Soares serem referendados. Pois a minha família Soares, moram todos no Castelo. Nascidos e criados aí. Castelo. Boca da Arapiranga de Beja. Vamos minha gente.Paulo Santarém Rio Arapiranga de Beja ... família Soares
João Pinto
Hoje,
relembrei com muitas saudades minha simples origem ribeirinha no
interior de Cametá ;em visita ao tio da minha esposa na localidade de
Pirocaba em Abaetetuba!
O José Magalhães!
Professor, historiador, brasileiro e meu amigo!
Este me representa!
" Tumucumaque "
O Estado do Amapá, é considerado o estado mais preservado do Brasil,
com mais de 90% das florestas preservadas. O Parque do Tumucumaque,
entre Amapá e o Pará, com 4 m de
hectares, com 7 Reservas Biológicas e duas grandes nações nativas, estão
aterrorizadoras, com a medida do presidente Temer, de acabar com esse
matrimônio natural brasileiro, concedendo autorização para as empresas
mineradoras estrangeiras explorarem a riqueza natural do nosso Brasil.
Toda essa área, é maior q muitos países desenvolvidos da Europa. E aí,
nós vamos bater panela ou vamos aplaudir a atitude desse descendente de
terroristas q está acabando com o nosso país, os nossos patrimônios, os
nossos salários e as nossas aposentadorias??? Falem, especialistas!!
Ant José Barbosa
O José Magalhães!
Professor, historiador, brasileiro e meu amigo!
Este me representa!
" Tumucumaque "
O Estado do Amapá, é considerado o estado mais preservado do Brasil,
com mais de 90% das florestas preservadas. O Parque do Tumucumaque,
entre Amapá e o Pará, com 4 m de
hectares, com 7 Reservas Biológicas e duas grandes nações nativas, estão
aterrorizadoras, com a medida do presidente Temer, de acabar com esse
matrimônio natural brasileiro, concedendo autorização para as empresas
mineradoras estrangeiras explorarem a riqueza natural do nosso Brasil.
Toda essa área, é maior q muitos países desenvolvidos da Europa. E aí,
nós vamos bater panela ou vamos aplaudir a atitude desse descendente de
terroristas q está acabando com o nosso país, os nossos patrimônios, os
nossos salários e as nossas aposentadorias??? Falem, especialistas!!
Adriano Maués Albuquerque
Os judeus tiveram forte presença na história
da Amazônia nos últimos séculos. Pelo menos, é o que mostra um trabalho
do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), que está fazendo um estudo
etno-arqueológico no município de Gurupá, no Marajó, a partir de estudos
na maior necrópole judaica do Ciclo da Borracha. Já foram inventariados
29 túmulos, mas o número pode ser maior, já que o levantamento total da
necrópole ainda não foi feito.
Existe a possibilidade de haver sepulturas
soterradas ao longo do tempo. “É necessário limpar a vegetação
totalmente e talvez fazer a análise geofísica do espaço – uma técnica de
imagem que não implica em escavação”, explica a bioarqueóloga Claudia
Cunha, bolsista do Programa de Capacitação Institucional do MPEG. O
primeiro levantamento ocorreu entre 3 e 10 de julho deste ano. Os
arqueólogos e voluntários limparam os túmulos e o cemitério e recolheram
informações nas lápides e com os moradores da redondeza.
Eles também fizeram um levantamento gráfico e
fotográfico do cemitério. Os pesquisadores chegaram a conclusão que o
local é a maior necrópole judaica do Ciclo da Borracha no Pará. O mais
antigo cemitério judaico da Amazônia está localizado em Belém. “A
maioria das sepulturas, cujas datas ainda são visíveis, são de fins do
século XIX e início do século XX, embora alguns túmulos em tijoleira
artesanal possam remeter a meados ou mesmo ao início do século XIX”,
acrescenta Cunha.
Pioneiros
Além de Claudia Cunha a pesquisa também está
sendo feita pelos arqueólogos Fernando Marques, pesquisador do Museu
Goeldi, e Diego Fonseca, doutorando da Universidade Federal do Pará
(UFPA), com o envolvimento da comunidade local, principalmente
escolares, professores e historiadores. “Com as escavações teremos a
chance de conhecer e entender mais um pouco da saga dos imigrantes
pioneiros que ajudaram a escrever a história recente da Amazônia”,
avalia.
Primeiras famílias chegaram no século XIX
Com a rota iniciando no Marrocos, os
imigrantes judeus chegaram a Amazônia nas primeiras décadas do século
XIX em Belém, indo trabalhar, inicialmente, no comércio de produtos
industrializados da capital para o interior e de produtos do
extrativismo florestal do interior para Belém. Era época dos famosos
“regatões”, que percorriam largas extensões dos rios amazônicos. Na
década de 1840, esse comércio passou a ser dominado pelo extrativismo e
exportação da borracha.
A dependência do comércio de produtos
originários da floresta propiciou a instalação dos imigrantes nas
proximidades das áreas de captação dos produtos a serem exportados. Até
1850 chegariam à Amazônia cerca de 300 famílias judaicas. A arqueóloga
Claudia Cunha pontua que ainda na fase pioneira, jovens imigrantes
recém-chegados ao Brasil, que trabalhavam para casas comerciais de
judeus estabelecidos em Belém, partiram para a região de Gurupá. A
cidade tornou-se posto avançado destes comerciantes, que logo mandavam
buscar suas famílias ou noivas
(Luiz Flávio/Diário do Pará)
Pessoas, Políticos, Grupos e Outros











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