Benedito Júnior - Poetas e Literatos - Abaetetuba e Região
4/11/2018
6/11/18
8/11/18
Novas para2ª edição
(29 De Outubro)
São Narciso
A imagem projetada ao horizonte alheio
O espelho revela o diminuto perfil
A forma disforme roga ao firmamento
Exógena aparência do âmago vazio
O espelho revela o diminuto perfil
A forma disforme roga ao firmamento
Exógena aparência do âmago vazio
A busca incessante pela confiança perdida
A lânguida quimera anuncia a derrocada
Aflição submissa perante o destino
A Face apresenta a combalida bravata
A lânguida quimera anuncia a derrocada
Aflição submissa perante o destino
A Face apresenta a combalida bravata
Desalinho manchado em decadência gritante
O futuro presenteia a devida alteração
O corpo caído sente o peso da idade
Causa vencida e a inócua ilusão
O futuro presenteia a devida alteração
O corpo caído sente o peso da idade
Causa vencida e a inócua ilusão
Há um mistério que assombra a existência
Luzente propósito revestido de surpresa
Fonte inerente da jovialidade vivaz
Estado natural de raríssima beleza
Luzente propósito revestido de surpresa
Fonte inerente da jovialidade vivaz
Estado natural de raríssima beleza
bjr
(08 De Novembro De 1588: 430 Anos)
Inundação Nas Velas
Aflora no horizonte a condição insular
Um oceano separa as devidas intenções
Velas que atestam o poderio marítimo
Vento soprado a todos os rincões
Um oceano separa as devidas intenções
Velas que atestam o poderio marítimo
Vento soprado a todos os rincões
O sentido inerente apresenta a sua força
A Terra submersa testemunha a inundação
Velam as orações na capela do divino
Clamor incontido em pedidos de perdão
A Terra submersa testemunha a inundação
Velam as orações na capela do divino
Clamor incontido em pedidos de perdão
Açores e São Jorge abençoados pelo céu
Jornada indelével com roteiro sem fim
O caminho seguirá rumo ao norte venturoso
Proteção e salvaguarda para a nau de festim
Jornada indelével com roteiro sem fim
O caminho seguirá rumo ao norte venturoso
Proteção e salvaguarda para a nau de festim
A superfície lavada sob a linha do destino
Lábios entre beijos à Cachopa feminal
Fado flamejante de princípio recorrente
Astrolábio a indicar o verdadeiro Portugal
Lábios entre beijos à Cachopa feminal
Fado flamejante de princípio recorrente
Astrolábio a indicar o verdadeiro Portugal
bjr
_________________________
Fotos: Vila de Velas (localizada na Ilha de São Jorge pertencente ao Arquipélago dos Açores, Portugal) e o altivo Escudo lusitano.
(02 De Novembro: Finados)
Pela Perda De Um Parente Distante...
_________________________
Minguante Fenecer
Os últimos suspiros estão evidenciados
Sobrevida minguante do finito estertor
A vida recebe um novo sentido
A existência sucumbe à força do amor
Sobrevida minguante do finito estertor
A vida recebe um novo sentido
A existência sucumbe à força do amor
Fraqueza natural entregue ao destino
A forma vetusta denuncia o cansaço
Mãos que tremulam frente à sentença cabal
Desalinho assimétrico fora do compasso
A forma vetusta denuncia o cansaço
Mãos que tremulam frente à sentença cabal
Desalinho assimétrico fora do compasso
A lânguida figura simboliza o definhar
Prostrada incerteza relegada à solidão
Mistério atávico de funesta aparência
Vazio da essência e a recorrente aflição
Prostrada incerteza relegada à solidão
Mistério atávico de funesta aparência
Vazio da essência e a recorrente aflição
O coração exaurido em busca de paz
O corpo estirado sob a forma da lei
Segue o féretro para a cova devida
Uma das alças eu carregarei
O corpo estirado sob a forma da lei
Segue o féretro para a cova devida
Uma das alças eu carregarei
bjr
_________________________
Obra: "Ao Leito De Morte" (Edvard Munch).
4/11/2018
(04 De Novembro: "O Dia Das Favelas Brasileiras")
(Pasmem: Há Motivos - Efetivamente - Para Algum Tipo De "Comemoração" Correspondente? Sob A Ótica Da Inversão Dos Valores Característicos Da Idiossincrasia Brasileira, Sim...)
_________________________
"
Todo dia
O sol da manhã vem e lhes desafia
Traz do sonho pro mundo quem já não queria
Palafitas, trapiches, farrapos
Filhos da mesma agonia
...
Alagados, Trenchtown, Favela da Maré
A esperança não vem do mar
Nem das antenas de tevê
A arte é de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
Todo dia
O sol da manhã vem e lhes desafia
Traz do sonho pro mundo quem já não queria
Palafitas, trapiches, farrapos
Filhos da mesma agonia
...
Alagados, Trenchtown, Favela da Maré
A esperança não vem do mar
Nem das antenas de tevê
A arte é de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
A arte é de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
Mas a arte é de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
"
Só não se sabe fé em quê
Mas a arte é de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
"
Alagados (Os Paralamas Do Sucesso)
(Composição de Felipe Ribeiro, João Barone e Herbert Vianna).
(Composição de Felipe Ribeiro, João Barone e Herbert Vianna).
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Favelas Do Brasil
A falta de estrutura sintetiza o cenário
Negligência latente com a marca tupiniquim
Carência evidenciada e o vultoso desacerto
Complexidade agravada do início ao fim
Negligência latente com a marca tupiniquim
Carência evidenciada e o vultoso desacerto
Complexidade agravada do início ao fim
A ineficácia política caracteriza o Brasil
O funesto desrespeito assola a nação
"Ascensão Da Pobreza" é a subida no Morro
Desesperança atada sob atroz desilusão
O funesto desrespeito assola a nação
"Ascensão Da Pobreza" é a subida no Morro
Desesperança atada sob atroz desilusão
O caos traduzido em Palafitas e Invasões
Favelas afastadas do interesse nacional
A relegada mazela da oferta possível
Intenções alagadas pela realidade fulcral
Favelas afastadas do interesse nacional
A relegada mazela da oferta possível
Intenções alagadas pela realidade fulcral
A dialética denota a precária condição
Face combalida em forma de moradia
Há de se respeitar a dignidade humana
Esta deveria ser a única apologia
Face combalida em forma de moradia
Há de se respeitar a dignidade humana
Esta deveria ser a única apologia
bjr
6/11/18
(06 De Novembro: Dia Nacional Do Riso)
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HAHAHAHAHA (KKKKKKKKKK)
A felicidade agraciada determina o ensejo
O riso enviado denota a alegria
Estado jubiloso do propósito vigente
Gargalhada contagiante para animar o dia
O riso enviado denota a alegria
Estado jubiloso do propósito vigente
Gargalhada contagiante para animar o dia
A face sintetiza a hilariante anedota
Vida caracterizada pela intrínseca natureza
Leveza genuína com a devida peculiaridade
A piada engraçada permanecerá acesa
Vida caracterizada pela intrínseca natureza
Leveza genuína com a devida peculiaridade
A piada engraçada permanecerá acesa
A risada solta é um regalo divino
Por toda a existência a festiva constatação
Primaz inclinação e o deleite incontido
Cômica alegoria sob jocosa difusão
Por toda a existência a festiva constatação
Primaz inclinação e o deleite incontido
Cômica alegoria sob jocosa difusão
A brincadeira atestada prazerosamente divertida
Emana o gozo da graciosidade jovial
O destino adjunto a manterá presente
Risível condição de caráter vocacional
Emana o gozo da graciosidade jovial
O destino adjunto a manterá presente
Risível condição de caráter vocacional
bjr
8/11/18
(08 De Novembro De 1588: 430 Anos)
Inundação Nas Velas
Aflora no horizonte a condição insular
Um oceano separa as devidas intenções
Velas que atestam o poderio marítimo
Vento soprado a todos os rincões
Um oceano separa as devidas intenções
Velas que atestam o poderio marítimo
Vento soprado a todos os rincões
O sentido inerente apresenta a sua força
A Terra submersa testemunha a inundação
Velam as orações na capela do divino
Clamor incontido em pedidos de perdão
A Terra submersa testemunha a inundação
Velam as orações na capela do divino
Clamor incontido em pedidos de perdão
Açores e São Jorge abençoados pelo céu
Jornada indelével com roteiro sem fim
O caminho seguirá rumo ao norte venturoso
Proteção e salvaguarda para a nau de festim
Jornada indelével com roteiro sem fim
O caminho seguirá rumo ao norte venturoso
Proteção e salvaguarda para a nau de festim
A superfície lavada sob a linha do destino
Lábios entre beijos à Cachopa feminal
Fado flamejante de princípio recorrente
Astrolábio a indicar o verdadeiro Portugal
Lábios entre beijos à Cachopa feminal
Fado flamejante de princípio recorrente
Astrolábio a indicar o verdadeiro Portugal
bjr
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Fotos: Vila de Velas (localizada na Ilha de São Jorge pertencente ao Arquipélago dos Açores, Portugal) e o altivo Escudo lusitano.
Novas para2ª edição
Existência
As retinas não possuem a devida profundidade
Impera a força antagônica universal
O esmero das partículas em frenética doação
Cetro nas mãos da alquimia natural
A Terra revela a sua origem mundana
Para todas as instâncias o desvelo negado
Ínfimo estado de relutância astronômica
Abstração residual com o viés caricato
O princípio estelar maneja as demandas
Anomalias entregues ao sabor da paixão
Vácuo e Abóbada plenamente traduzidos
Facetas dispersas pela vital conjunção
O bendito cabedal apresenta as intenções
Duas noivas atraídas por um distinto vigor
Amálgama inerente frente ao caos instaurado
Luz da existência sob o signo do amor
bjr
As retinas não possuem a devida profundidade
Impera a força antagônica universal
O esmero das partículas em frenética doação
Cetro nas mãos da alquimia natural
A Terra revela a sua origem mundana
Para todas as instâncias o desvelo negado
Ínfimo estado de relutância astronômica
Abstração residual com o viés caricato
O princípio estelar maneja as demandas
Anomalias entregues ao sabor da paixão
Vácuo e Abóbada plenamente traduzidos
Facetas dispersas pela vital conjunção
O bendito cabedal apresenta as intenções
Duas noivas atraídas por um distinto vigor
Amálgama inerente frente ao caos instaurado
Luz da existência sob o signo do amor
bjr
(02 De Novembro: Finados)
Pela Perda De Um Parente Distante...
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Minguante Fenecer
Os últimos suspiros estão evidenciados
Sobrevida minguante do finito estertor
A vida recebe um novo sentido
A existência sucumbe à força do amor
Fraqueza natural entregue ao destino
A forma vetusta denuncia o cansaço
Mãos que tremulam frente à sentença cabal
Desalinho assimétrico fora do compasso
A lânguida figura simboliza o definhar
Prostrada incerteza relegada à solidão
Mistério atávico de funesta aparência
Vazio da essência e a recorrente aflição
O coração exaurido em busca de paz
O corpo estirado sob a forma da lei
Segue o féretro para a cova devida
Uma das alças eu carregarei
bjr
_________________________
Obra: "Ao Leito De Morte" (Edvard Munch).
Pela Perda De Um Parente Distante...
_________________________
Minguante Fenecer
Os últimos suspiros estão evidenciados
Sobrevida minguante do finito estertor
A vida recebe um novo sentido
A existência sucumbe à força do amor
Fraqueza natural entregue ao destino
A forma vetusta denuncia o cansaço
Mãos que tremulam frente à sentença cabal
Desalinho assimétrico fora do compasso
A lânguida figura simboliza o definhar
Prostrada incerteza relegada à solidão
Mistério atávico de funesta aparência
Vazio da essência e a recorrente aflição
O coração exaurido em busca de paz
O corpo estirado sob a forma da lei
Segue o féretro para a cova devida
Uma das alças eu carregarei
bjr
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Obra: "Ao Leito De Morte" (Edvard Munch).
Periquitamboia
Víbora inofensiva sempre camuflada
Característica expressa do próprio viver
Não há peçonha somente o disfarce
Dependente do sol a cada amanhecer
A mata reserva o colubrino mistério
O couro anelado denuncia a natureza
Fenótipo triangular à procura de luz
Por toda a Região capturada e presa
Busca um parceiro para a cópula desejada
A cloaca exposta declara o sinal
Lábios umedecidos frente ao ritual da paixão
Expele os ovos e a cria parental
Verde serpente araboia amazônida
Organismo feminal e a genuína ovulação
Arbórea enrolada em tronco fixo
Pela floresta inundada a sua dispersão
Ofídio escamoso de reputação duvidosa
Do interior conhecido a devida morada
Sinuosidade perante o inevitável destino
Sob o eterno cativeiro a atitude pacata
Símbolo marcado da necessária renovação
Entre as folhas secas o sibilo de dor
A troca de pele das sílabas que rastejam
Sibilino desfecho com declarado temor
bjr
Víbora inofensiva sempre camuflada
Característica expressa do próprio viver
Não há peçonha somente o disfarce
Dependente do sol a cada amanhecer
A mata reserva o colubrino mistério
O couro anelado denuncia a natureza
Fenótipo triangular à procura de luz
Por toda a Região capturada e presa
Busca um parceiro para a cópula desejada
A cloaca exposta declara o sinal
Lábios umedecidos frente ao ritual da paixão
Expele os ovos e a cria parental
Verde serpente araboia amazônida
Organismo feminal e a genuína ovulação
Arbórea enrolada em tronco fixo
Pela floresta inundada a sua dispersão
Ofídio escamoso de reputação duvidosa
Do interior conhecido a devida morada
Sinuosidade perante o inevitável destino
Sob o eterno cativeiro a atitude pacata
Símbolo marcado da necessária renovação
Entre as folhas secas o sibilo de dor
A troca de pele das sílabas que rastejam
Sibilino desfecho com declarado temor
bjr
(15 De Outubro)
Para Todos(as) O(A)s Professores(as)...
(A Devida Gratidão E O Eterno Carinho).
_________________________
O Dom
Do combalido cenário o presente desanimador
A negligência governamental assola o país
A ineficácia sucumbe à confiança inspiradora
Vívida esperança por um futuro feliz
Sofre a Academia pelo despreparo instaurado
A Base precária e a falta de aptidão
Clama a Nação por nova realidade
A força da verdade através da Educação
A mudança ocorrerá mediante o conhecimento
A leitura desvela o distinto cabedal
Fina tessitura da inerente alquimia
Lição pedagógica e o dever vocacional
Todo Professor possui cadeira cativa
Deveriam ocupar o panteão estelar
Nasce o sentido naturalmente agraciado
Com maestria floresce o dom de ensinar
bjr
Para Todos(as) O(A)s Professores(as)...
(A Devida Gratidão E O Eterno Carinho).
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O Dom
Do combalido cenário o presente desanimador
A negligência governamental assola o país
A ineficácia sucumbe à confiança inspiradora
Vívida esperança por um futuro feliz
Sofre a Academia pelo despreparo instaurado
A Base precária e a falta de aptidão
Clama a Nação por nova realidade
A força da verdade através da Educação
A mudança ocorrerá mediante o conhecimento
A leitura desvela o distinto cabedal
Fina tessitura da inerente alquimia
Lição pedagógica e o dever vocacional
Todo Professor possui cadeira cativa
Deveriam ocupar o panteão estelar
Nasce o sentido naturalmente agraciado
Com maestria floresce o dom de ensinar
bjr
(Um Feliz Círio A Todos!)
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Maria do Pará
A plácida aparição da Imagem pequenina
O desvelo vital às margens de um igarapé
Síntese do clamor e da catarse popular
Mãos que traduzem o ato de fé
Do Lírio Mimoso as lacrimosas retinas
A Santa cativa e o seu diminuto andor
Chora Maria frente à brutal desigualdade
Sinais revelados sob intenções de amor
Pedidos recorrentes caracterizam o cortejo
Faces extenuadas em árdua procissão
A Corda pega de forma consistente
Contentamento jubiloso e a eterna satisfação
Da Catedral à Basílica a festa paraense
As ruas tomadas pelo brilho solar
Notória devoção do rito sacramentado
Eis a Virgem na berlinda posta no altar
bjr
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Maria do Pará
A plácida aparição da Imagem pequenina
O desvelo vital às margens de um igarapé
Síntese do clamor e da catarse popular
Mãos que traduzem o ato de fé
Do Lírio Mimoso as lacrimosas retinas
A Santa cativa e o seu diminuto andor
Chora Maria frente à brutal desigualdade
Sinais revelados sob intenções de amor
Pedidos recorrentes caracterizam o cortejo
Faces extenuadas em árdua procissão
A Corda pega de forma consistente
Contentamento jubiloso e a eterna satisfação
Da Catedral à Basílica a festa paraense
As ruas tomadas pelo brilho solar
Notória devoção do rito sacramentado
Eis a Virgem na berlinda posta no altar
bjr
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